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Blumenau já pensou em ter um aeromóvel

22 de maio de 2013 14

Há 20 anos, mais precisamente em 22 de maio de 1993, o Santa publicou texto sobre a possibilidade de Blumenau ter um aeromóvel.

O meio de transporte alternativo percorreria o trajeto entre a Fonte Luminosa e a Furb, voltado pela Ponte do Tamarindo e Rua 2 de Setembro até o Centro. Estimativa era de investimento de US$ 15 milhões.

O prefeito da época, Renato Vianna, voltava do Rio de Janeiro, onde o BNDES teria manifestado interesse em financiar 50% da obra. A capacidade estimada era de 10 mil passageiros por hora. Como bem testemunhamos, deu em nada.

Não seria hora de reabrir a discussão em torno de meios alternativos, rápidos e populares? Um VLT, talvez?

Chope sem álcool será usado no chope em metro

21 de maio de 2013 15

A organização da 30ª Oktoberfest decidiu trocar o chope pilsen pelo chope sem álcool na competição de chope em metro deste ano. Segundo o presidente do Parque Vila Germânica, Ricardo Stodieck, a troca é mais uma ação para conscientizar o visitante sobre a necessidade do consumo responsável de bebidas alcoólicas.

Para tomar a decisão, foram ouvidos os organizadores da tradicional competição. Nenhum competidor foi consultado.

Outras ações estão sendo programadas nesse sentido. Uma campanha será realizada para evitar a venda de álcool para menores de idade e a Brahma, fornecedora oficial de chope para a festa, será obrigada a oferecer a bebida sem álcool em todos os pontos de venda.

O parque também conversa com o Seterb para tentar aumentar as opções de transporte alternativo na saída da festa.

— Não é uma festa de apologia ao álcool. É uma festa de tradições germânicas — ressalta Stodieck.

“O varejo tem dificuldades para inovar”

20 de maio de 2013 2

De quinta a sábado, Blumenau vai receber empresários de todo o Estado para a 45ª Convenção Estadual do Comércio Varejista, cujo tema é Inovando o Varejo. A promoção é da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL/SC), presidida desde 2008 pelo riosulense Sergio Medeiros, 50 anos, empresário do ramo de combustíveis. Em conversa com a coluna, o comandante da entidade que reúne 188 CDLs e 35 mil lojistas fala sobre as características do comércio catarinense, as conquistas, os desafios e a expectativa em relação ao evento.

Como classificar o comércio varejista de Santa Catarina?

Sergio Medeiros - É um pouco mais maduro. O consumidor detém mais bens, tem capacidade financeira maior do que os do Norte e Nordeste, por exemplo. Lá, ele tem um caminho maior a percorrer. Aqui, ele está mais satisfeito. Com o crescimento da classe C, o Norte e Nordeste cresceram muito em vendas no varejo e nós ficamos estabilizados, com crescimento pequeno.

E como avaliar o comércio catarinense neste momento?

Medeiros - O varejo de SC está em recuperação. O ano passado foi de poucas vendas, pouco crescimento em relação a 2011. Iniciamos este ano com bons números. Janeiro crescemos 3,8%, fevereiro 1,5%, março foi negativo, mas em abril crescemos 4,8%. São números da venda no crediário, medidos pelo SPC, mas tomamos o índice como base também nas vendas à vista. Já consultamos economista e todos têm esse mesmo entendimento. Se a venda à prazo cresce, a venda à vista segue na mesma linha.

Inovação é o tema da convenção. O comerciante não está inovando?

Medeiros - Nós não temos grandes metrópoles no Estado e o varejo se desenvolveu muito no ramo familiar, com micro e pequenas empresas. Por isso, temos dificuldade para adotar práticas mais inovadoras em termos de tecnologia, devido ao custo. O pequeno tem que ser inovador dentro das possibilidades dele. Acho que a gente tem tido um crescimento bem legal de criatividade e inovação. Já na parte de comércio eletrônico, acho que estamos um pouco atrás. Tentamos fazer através da federação algumas ações, mas ainda não conseguimos ajudar.

Qual é a expectativa em relação ao evento?

Medeiros - É a 45ª edição do nosso maior evento. Devemos ter cerca de 1,5 mil participantes nos três dias e fica a expectativa de levar um pouco mais de conhecimento ao comerciante e que ele possa usar isso que vai ser passado para melhorar ainda mais o atendimento e competência no estabelecimento. São várias palestras de tecnologia, economia e motivacionais. O lojista tem essa necessidade de ter um empurrão para seguir em frente. A expectativa é boa.

Como será o ano de 2013 para o comércio, com a ameaça da inflação e a alta de juros?

Medeiros - Eu procuro ser otimista, mas claro que dentro da realidade. Não adianta a gente achar que vai ser bom num clima que não está propício. Em dezembro do ano passado, a nossa previsão de crescimento para este ano era de 4%. Como o ano começou bem, apesar da inflação e dos juros, tenho uma visão muito otimista. O ano passado foi bem ruim, com números negativos até outubro. Acho que não é difícil a gente crescer de 3% a 4%. Fica a dúvida se o governo vai ou não conseguir combater a inflação. Eu acho que é um pouco pontual em alguns setores, mas acho que dá pra combater.

Qual é a maior preocupação da FCDL/SC?

Medeiros - A manutenção dos benefícios da micro e da pequena empresa. Hoje, tem o Simples Nacional, só que os governos estaduais estão impondo mudanças nas cobranças dos impostos que eliminam essa vantagem. A substituição tributária é um exemplo. Nós encabeçamos uma luta e hoje SC é o único estado do Brasil que tem um diferencial para os pequenos na cobrança da substituição tributária. Em janeiro, o governo criou a Diferencial de Alíquota (Difa). Colocamos a boca no mundo e fizemos um auê desgraçado para não cobrar. Conseguimos a suspensão temporária, mas vamos lutar até o fim para derrubar essa cobrança definitivamente.

E sobre exigência de especificar os impostos na nota ou cupom fiscal?

Medeiros - Vejo com muita preocupação. Quem sabe todos os impostos que há no preço de um produto? Desconheço e acho que não existe. A lei diz que o valor pode ser aproximado, mesmo assim nosso regime tributário é muito complexo e não tem como aplicar. É muito complicado. Gera custo para atualizar o software. A iniciativa é bacana, mas desse jeito não dá.

50 anos de fidelidade ao ponto comercial

19 de maio de 2013 12

Depois de 50 anos consertando sapatos na Rua Amadeu da Luz, Centro de Blumenau, Venâncio Fiamoncini, da Sapataria Guai, mudou de endereço. Aos 73 anos, completados semana passada, terá que abandonar o ponto, no porão de uma antiga casa perto do entroncamento com a Rua 7 de Setembro.

– Venderam o imóvel e tenho que deixar o local – lamenta o nobre profissional que, com sorriso no rosto, agradece o apoio e o carinho da clientela.

Venâncio nasceu em Alto Rio Dollmann, no município de Vitor Meireles. Na época, a localidade pertencia a Ibirama. Nasceu no meio dos índios. O nome Guai é homenagem a um dos silvícolas que ajudaram a criar o sapateiro.

Com pouco mais de 20 anos, Venâncio atendeu anúncio do jornal A Nação que buscava sapateiro para trabalhar em Blumenau. Chegou de trem, na estação que ficava pertinho da Gaitas Hering (hoje Praça dos Músicos) e foi trabalhar na Sapataria Imperial, na Rua São Paulo. Meses mais tarde, foi para a Rua Amadeu da Luz. Era 1962.

– Naquela época, passava um carro a cada três horas. Hoje passam 200 por minuto.

Orgulha-se de ter feito sapatos para os Zadrozny, Busch e Deeke e lembra com carinho de ter forrados os da atriz Vera Fischer.

Aos que ainda precisam dos serviços do Seu Venâncio, a partir desta segunda-feira ele atenderá na Rua Anna Gals Kruger, número 10, uma transversal no início da Rua Coripós, no Bairro Escola Agrícola.

Blumenauense come bolo tributário na Rua XV

17 de maio de 2013 0

Lideranças emrpesariais de Blumenau se reuniram ao meio-dia desta sexta-feira  junto à escadaria da Catedral São Paulo Apóstolo para o tradicional corte anual do bolo tributário. O evento é organizado pelo Sindicato das Empresas de Serviços Contáveis (Sescon) e faz parte da programação do Dia Nacional do Respeito ao Contribuinte.

O objetivo é alertar a população sobre a alta carga tributária do país e os problemas gerados por ela na economia. O bolo tributário tinha 25 metros de extensão e as cerca de 4 mil fatias foram distribuídas aos que passavam pela Rua XV de Novembro, no Centro de Blumenau.

No local, tambpem foram colhidas assinaturas em apoio ao projeto de lei que cria o Código de Defesa do Contribuinte, que tramita no Congresso Nacional. O abaixo-assinado será encaminhado à bancada de deputados catarinenses pedindo a aprovação da proposta.

Cuidado com as vacinas contra a gripe em Blumenau

16 de maio de 2013 7

A Vigilância Sanitária de Blumenau está atrás de pessoas que estariam vendendo e aplicando, sem autorização, vacinas contra a gripe em residências e empresas da cidade. Chegam de carro, oferecem o serviço, acertam o preço, tiram as supostas vacinas do porta-malas do carro e aplicam nos funcionários da empresa ou nos integrantes da família sem os devidos cuidados. Como eles não têm autorização, não há garantia de que a substância que está sendo aplicada seja vacina.

O diretor da Vigilância, Eduardo Weise, deixa claro que apenas seis estabelecimentos de Blumenau estão autorizados a prestar o serviço: Celp/Celpinho, Genolab Laboratório, Hospital Dia do Pulmão, Pulmoclínica, Sesi Clínica e Vacinas Santa Catarina. Apesar de autorizado, o Genolab não vende mais as vacinas.

Se alguma empresa quiser vacinar os funcionários, terá que contratar o serviço com um dos autorizados. Eles vão montar uma sala de vacinas adequada e autorizada pela Vigilância. O órgão também monitora o transporte e a temperatura da vacina além da capacitação de quem aplica.

Denúncias podem ser feitas pelo telefone 3381-7770.

Prefeitura nega creche à noite em Blumenau

15 de maio de 2013 11

A Secretaria Municipal de Educação descartou a possibilidade de abrir creches em Blumenau à noite e de madrugada para atender pais que trabalham nesses horários e não têm onde deixar os filhos.

De acordo com a secretária Helenice Luchetta, as creches estão inseridas na política nacional de educação e não pode haver atendimento a crianças de zero a seis anos das 4h às 7h da manhã ou das 19h às 23h.

A explicação foi dada na tarde de terça-feira, quando a secretária participou de reunião com representantes de sindicatos patronais e de trabalhadores de algumas categorias que fizeram a reivindicação, como os comerciários e os trabalhadores de padarias.

Ainda assim, há uma luz no fim do túnel. Os sindicatos farão uma pesquisa com os associados para verificar qual a real necessidade de Blumenau, quantas vagas seriam necessárias e em quais horários e locais.

Com os dados, o poder público pode formatar uma política de assistência à criança, envolvendo outras pastas, como Assistência Social e Saúde. A pesquisa deve ser realizada nos próximos dois meses.

Norte Shopping tem boliche até a madrugada

15 de maio de 2013 1

Já funciona, no Norte Shopping (novo nome do Blumenau Norte Shopping), o Bowling Blu. O espaço de 850 metros quadrados, tem 12 pistas de boliche, seis mesas de sinuca e serviço de bar e cozinha.

Abre às 10h e fecha às 2h da manhã. Durante a semana, uma hora de jogo custa R$ 45 e no fim de semana, R$ 58. Cada pista comporta até oito jogadores. O local também serve almoço e jantar e tem música ao vivo na happy hour de quarta a domingo.

Este é o primeiro empreendimento do gênero dos empresários Vanderlei Lamb, Adriano Lamb e Evandro Lamb em Santa Catarina. No Rio Grande do Sul, eles contam com boliches em Capão da Canoa e Imbé.

Licença para duplicar 470 ainda depende de análise

14 de maio de 2013 17

O presidente do Ibama, Volney Zanardi, deve dizer nesta quarta-feira se as 40 mudanças feitas pelo Dnit no Plano Básico Ambiental para a duplicação da BR-470 estão de acordo com o exigido pelo órgão. A informação foi repassada ontem ao deputado federal Décio Lima (PT), que esteve com Zanardi no fim do dia.

Segundo Décio, se tudo estiver certo, a licença pode sair na próxima semana. O documento é a única barreira burocrática que impede o início das obras nos dois trechos já licitados, entre Gaspar e Indaial.

Ainda de acordo com Décio Lima, é certa a vinda do ministro dos Transportes, César Borges, para a assinatura da ordem de serviço com as empresas que farão a duplicação. Só falta agendar. A ideia é trazer também a presidente Dilma Rousseff, mas conciliar agendas com ela, como é sabido, é um pouco mais difícil.

Quando esteve em Blumenau, há quase dois anos, a presidente disse que duplicar a rodovia era questão de honra.

Shoppings de Blumenau mudam de nome

14 de maio de 2013 3

O Grupo Almeida Junior anunciou hoje a nova identidade visual dos shopping centers que controla. Além da nova logomarca, que apresenta mudança quase imperceptível, o grupo usou nova tipologia (forma das letras).

Também mudaram os nomes dos centros comerciais. O Shopping Neumarkt passa a se chamar Neumarkt Shopping, e o Blumenau Norte Shopping, apenas Norte Shopping. Já o Balneário Camboriú Shopping passa a ser o Balneário Shopping.

— Assumimos as identidades já adotadas pelos nossos clientes — diz o superintendente regional de Marketing, Michael Domingues.

Também houve mudanças nos outros dois empreendimentos do grupo. O Joinville Garten Shopping passa a se chamar Garten Shopping e o Continente Park Shopping, Continente Park.

A nova fase do grupo coincide com o fim da parceria com o grupo australiano Westfield, anunciado  no mês passado.