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Posts na categoria "pesquisas"

Museu funerário resgata história de família que trabalha há um século no ramo

26 de novembro de 2017 1
Capela mortuária foi montada com peças dos anos 1940. Fotos: Pancho

Capela mortuária foi montada com peças dos anos 1940. Fotos: Pancho

Blumenau tem desde julho o primeiro museu funerário da América Latina. Fica numa bela e antiga casa na Rua José Deeke, no bairro Escola Agrícola, e reúne um acervo impressionante da família Haas, que em 2018 completa 100 anos trabalhando no ramo.

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O Memorial Funerário Mathias Hass leva o nome do alemão que fundou no ano de 1918, em Ibirama, a Marmoraria Haas, empresa que depois foi transformada em Funerária Haas, com sede em Blumenau. O local reúne parte importante do acervo que a família reuniu ao longo da história. São fotos, documentos, máquinas e ferramentas que eram usadas na produção de lápides, túmulos e ornamentos usados em cemitérios.

Livro de memórias de Mathias Haas foi escrito em alemão gótico.

Livro de memórias de Mathias Haas foi escrito em alemão.

Uma das principais peças do acervo é o livro de memórias de Mathias Haas, que ele escreveu a mão em alemão gótico de 1937 a 1959. No centenário da empresa a família que publicar um livro com o texto traduzido. Na exposição já há a tradução de alguns trechos curiosos.

Histórias cruzadas

Outra peça importante é a placa que identifica a empresa usada na primeira oficina montada em Ibirama. Ela foi encontrada em uma das reformas que sofreu a sede da empresa na Rua São Paulo, em Blumenau. O letreiro, escrito em alemão, estava escondido entre o telhado e o forro. Segundo a gerente do memorial e bisneta de Mathias, Elke Haas Fonseca, ela deve ter sido escondida na época do nacionalismo de Getúlio Vargas, na década de 1940, quando a língua alemã foi proibida.

Ferramentas usadas na produção de túmulos e lápídes.

Ferramentas usadas na produção de túmulos e lápides.

A ideia de montar o memorial veio em 2010, quando a família encontrou uma historiadora que reconheceu a importância do acervo reunido ao longo de décadas pela família. Abaixo você pode conferir várias fotos da bela e profissional montagem do memorial, mas o bom mesmo é poder conferir esse importante resgate de parte da nossa história pessoalmente. As visitas são agendadas pelo telefone 3222-9960.

Confira abaixo mais fotos do Memorial Funerário Mathias Haas

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Bandeira alemã rara com mais de 100 anos é encontrada em Blumenau

20 de novembro de 2017 10
Foto: Jules Soto, divulgação

Foto: Jules Soto, divulgação

Poucos poderiam imaginar que um quadro antigo pendurado como decoração na sala de uma casa nos rincões do bairro Velha Central, em Blumenau, guardasse algum valor histórico. Estava lá, herdada de um primo que foi morar em São Paulo e quase jogou a peça no lixo com outros pertences que não lhe serviam mais. Na realidade, trata-se de uma bandeira alemã da época da Revolta dos Boxers, guerra que ocorreu na China no ano de 1900. Uma relíquia, segundo especialistas.

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Faz aproximadamente um ano que o professor Jules Soto, do Instituto Cultural Soto, de Itajaí, veio a Blumenau para comprar antiguidades de uma família. Máquinas de costura estavam à venda, mas o quadro na parede o deixou intrigado. Reconheceu na peça bandeiras de marinhas de vários países, entre eles Alemanha e Japão, e se perguntou “que aliança era essa?”. Mesmo sem saber exatamente do que se tratava, comprou o quadro cujo tecido estava em base de madeira devorada pelos cupins e começou a pesquisar.

Material raro

A peça estava em péssimo estado de conservação e passou por um restauro. Só então foi possível identificar melhor o que nela estava escrito em alemão. “Em memória ao meu tempo de serviço”, “1898 – 1901”, “Da rocha ao mar”, “Alemanha-China” e “Soldado J. Van” seguido de algo que não se pode mais ler. Em destaque, ao centro, o antigo brasão da Marinha alemã com quatro bandeiras em cada lado.

Fotos da peça foram enviadas a dois curadores de museus na Alemanha e veio deles a confirmação de que se tratava de uma rara bandeira da época da Revolta dos Boxers. Pouco material há desse conflito, segundo eles. Para nossa sorte, a partir do próximo mês a bandeira estará em exposição no Centro Cultural da Marinha em Florianópolis, para acesso público e gratuito.

Jules explica que em 14 de agosto de 1900 as tropas da chamada Aliança das Oito Nações (Império Austro-Húngaro, França, Império Germânico, Reino da Itália, Império do Japão, Império Russo, Reino Unido e Estados Unidos da América) invadem a China, ocupam a capital e matam milhares de cidadãos que haviam se revoltado contra o domínio estrangeiro, a chamada Revolta dos Boxers.

História ignorada

O professor Jules diz que pouco conseguiu resgatar da história dessa bandeira. Tudo o que o vendedor contou foi que ela estava com um primo que se mudou para São Paulo nos anos 1980. A bandeira teria pertencido a um tio-avô alemão que serviu na Marinha do país natal. Ele morou em Blumenau até a década de 1950, quando morreu.

Curador do Instituto Soto, Jules diz que o episódio serve para mostrar que nossos antepassados para cá vieram carregados de história e que muitas vezes esse patrimônio é esquecido como se pouco fosse. Dá pra imaginar quantas preciosidades temos guardadas em baús fechados em sótãos e porões do nosso Vale. Uma pesquisa aprofundada seria bem-vinda.

Publicações históricas de Blumenau serão digitalizadas para consulta pública

17 de novembro de 2017 0
Foto: Artur Moser, BD, 15/11/2012

Foto: Artur Moser, BD, 15/11/2012

Todas as edições do Blumenau em Cadernos publicadas entre 1957 e 2000 serão digitalizadas. O trabalho será executado por meio de um convênio a ser assinado entre a Fundação Cultural de Blumenau e a Fundação Catarinense de Cultura na próxima quinta-feira, quando será comemorado o aniversário de 60 anos da publicação bimestral que resgata a história da cidade. O presidente da Fundação Cultural, Rodrigo Ramos, espera ter o serviço concluído até março do próximo ano.

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Jornal Immigrant  circulou em Blumenau no século 19. Foto: Rafaela Martins, BD, 30/6/2008

Jornal Immigrant circulou em Blumenau no século 19. Foto: Rafaela Martins, BD, 30/6/2008

Além do Blumenau em Cadernos, também serão digitalizadas edições de importantes jornais que circularam no passado aqui em Blumenau. Entre eles estão: Immigrant, Blumenauer Zeitung, Lume e A Nação. Tudo estará em breve disponível na internet para consulta de quem quer que seja, com acesso à rede mundial.

Um prato cheio para quem gosta de fuçar coisas antigas, como eu.

Estações inteligentes monitoram clima, poluição, ruas e abastecem veículos elétricos

13 de novembro de 2017 1
Foto: Cristiano Olinger, divulgação

Foto: Cristiano Olinger, divulgação

Brusque vai inaugurar nesta semana três estações inteligentes que foram instaladas no Centro e em frente à Unifebe. O equipamento é parecido com um poste de iluminação pública, mas além de iluminar com lâmpada LED mais econômica tem outras funções.

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Sensores nele instalados são capazes de medir umidade, temperatura, pressão atmosférica, poluição do ar, poluição sonora e luminosidade. Esses dados são exibidos em um painel e armazenados em um servidor para que sejam usados no monitoramento do clima.

A estação também fornece conexão à internet para quem passa pelo local e tem tomadas para carregamento de carros e bicicletas elétricas. Em breve uma câmera também será instalada para monitorar o tráfego no local, além de um botão de emergência que, ao ser acionado, faz uma ligação direta com a Polícia Militar.

Os equipamentos são fruto de um intercâmbio que a cidade estabeleceu com o distrito de Karlsruhe, na Alemanha, por meio do programa 50 Parcerias Pelo Clima. Em conjunto, os envolvidos desenvolvem projeto para tentar diminuir os impactos das mudanças de clima provocadas pelo aquecimento global, por exemplo.

O projeto está orçado em 332 mil euros e será bancado pelo governo alemão. Nessa primeira fase foram investidos 60 mil euros. O próximo passo deve ser a implantação de um sistema de aluguel de bicicletas elétrica junto às estações.

Polícia Militar vai criar cavalos em Indaial

22 de setembro de 2017 2
Polícia Militar de SC tem 270 animais. Foto: Leo Munhoz, BD, 22/05/2013

Polícia Militar de SC tem 270 animais. Foto: Leo Munhoz, BD, 22/05/2013

Em breve todos os cavalos usados pela Polícia Militar de Santa Catarina sairão de Indaial. Na cidade será instalado um criatório com laboratório de melhoria genética, fruto de uma parceria a ser oficializada entre o governo estadual e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

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A estrutura será montada onde já havia anteriormente um laboratório de melhoria genética para bovinos, junto à sede da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de SC (Cidasc) na cidade. A PM está limpando o local para em seguida a UFSC montar o laboratório.

Segundo o tenente-coronel Jefferson Schmidt, comandante do 10º Batalhão da Polícia Militar em Blumenau, o trabalho deve começar com a chegada de cinco éguas e dois garanhões. Ele prevê que em cinco anos a Polícia Militar será autossuficiente na produção de animais para uso da corporação. Em 10 anos a PM de SC poderá ser fornecedora de matrizes para outros estados.

Estrutura em Indaial passa por limpeza. Foto: Pancho

Estrutura em Indaial passa por limpeza. Foto: Pancho

A novidade também pode ser o embrião para a criação de um pelotão da cavalaria no Médio Vale, uma das metas do comandante desde que assumiu a corporação no ano passado.

Animais sob medida

O comandante do Regimento da Polícia Militar Montada, tenente-coronel Marcos José Besen, esteve ontem no local. Ele acompanhou de perto a limpeza feita pelos alunos do curso de soldados e diz que o projeto é único no Brasil. Hoje a PM de Santa Catarina tem 270 animais e todos são comprados por licitação. Na maioria das vezes eles vêm do Rio Grande do Sul e nem sempre são adequados ao serviço, apesar de todas as exigências feitas na licitação.

– Com a novidade poderemos criar cavalos “sob medida” para a patrulha montada.

 

Centro Regional da Defesa Civil de SC começa a ganhar forma em Blumenau

20 de setembro de 2017 0

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Estão sendo instalados nesta quarta-feira os nove módulos que darão origem ao Centro Regional Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cigerd Regional) de Blumenau. A estrutira da Defesa Civil estadual ficará junto ao Sesi na Rua Itajaí.

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Além de servir de sede para a regional Blumenau do órgão estadual, o Cigerd será a base para as operações de emergência em casos de desastres naturais, como enchentes e deslizamentos. A ideia é que ele atenda principalmente municípios que não têm muito suporte para lidar com esses eventos.

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O investimento em Blumenau é de R$ 550 mil e a estrutura terá 152 metros quadrados de área. Tudo deve ficar pronto até o final do ano.

Integração

A estrutura de Blumenau e dos outros municípios estará conectada em tempo real com a central de Florianópolis, que centraliza os dados de monitoramento do clima e outras variáveis importantes, como nível das barragens e dos rios, entre outros.

Fazem parte da regional de Blumenau da Defesa Civil, além da cidade sede, os municípios de Gaspar, Brusque, Guabiruba, Botuverá, Apiúna, Indaial, Ascurra, Rodeio, Timbó, Benedito Novo, Pomerode, Doutor Pedrinho e Rio dos Cedros.

 

Centro de Blumenau é mais associado ao trabalho do que às compras e lazer

15 de agosto de 2017 4
Foto: Patrick Rodrigues, BD, 28/10/2016

Foto: Patrick Rodrigues, BD, 28/10/2016

O Centro de Blumenau é um local mais associado ao trabalho que às compras ou lazer, revela uma pesquisa feita pela Fecomércio a pedido do Sindicato do Comércio Varejista de Blumenau (Sindilojas). A pesquisa feita com 267 pessoas mostra que 42,7% dos entrevistados vão ao Centro porque lá trabalham. Apenas um em cada quatro (26,2%) faz compras e 10,5% vão para o lazer.

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O resultado da sondagem sobre o comportamento do blumenauense em relação ao Centro foi apresentado ontem à entidade e os dados vão servir de base para insistir na implementação do projeto Centro Vivo, que busca a humanização da área, e nas ações do grupo de lojistas da Rua XV de Novembro, que quer atrair mais gente ao principal bairro da cidade.

Outro dado interessante é sobre os motivos citados para não ir ou desistir de ir ao Centro da cidade. O trânsito congestionado foi a maior justificativa, dada por 30% dos entrevistados. Em segundo lugar aparece a falta de vagas de estacionamento (12%). A falta de horários de ônibus foi citada por 7,9%.

Congestionamento e falta de vagas podem ser facilmente resolvidos com o uso do transporte público. Por isso sempre insisto na tese de que o poder público deve fazer campanhas de incentivo ao uso do ônibus.

A falta de opções recreativas no Centro é sem dúvida um dos problemas a serem atacados. Mais de um terço (36%) dos entrevistados vão ao Neumarkt Shopping para atividades culturais e de lazer. O cinema é o grande chamariz. O Ramiro Ruediger atrai 19,1% e o Parque Vila Germânica, 16,1%.

Do que mais as pessoas sentem falta em termos de lazer no Centro? Parques infantis foram citados por 23,6% dos entrevistados. Ciclovia aparece em segundo, com 20%. Em terceiro estão empatados bares com música ao vivo e praça, com 17,6% cada.

Casal de Blumenau deixa tudo de lado para dar a volta ao mundo em uma caminhonete

14 de agosto de 2017 3
Vinicius e Daniela com a Toyota Hilux 1998. Foto: arquivo pessoal.

Vinicius e Daniela com a Toyota Hilux 1998. Foto: arquivo pessoal.

Um empresário do ramo de alimentos e uma servidora pública de Blumenau resolveram deixar tudo de lado para dar uma volta ao mundo e experimentar as comidas de quase todos os continentes. Se assim já parece uma viagem incrível, leve em conta também que eles farão a maior parte do trajeto de caminhonete e que devem levar cerca de três anos para concluir o roteiro. Essa é a aventura de Daniela e Vinicius Bressiani.

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A saída está programada para setembro e o casal deve percorrer cerca de 70 países. O roteiro começa obviamente, pela América do Sul, passando pela demais Américas, Europa, África, Ásia e Oceania. A caminhonete, uma Toyota Hilux 1998, vai servir de casa, como se fosse um motorhome. Para bancar os cerca de R$ 350 mil necessários para a aventura, os Bressiani buscam parceiros e apoiadores. Alguns já aderiram ao projeto. O roteiro poderá ser acompanhado no Instagram, Facebook e YouTube. Basta procurar por “Provando o Mundo”, nome do projeto.

O casal já tem certa experiência. Fez, desde 2005, quatro viagens sobre quatro rodas pela América do Sul, passando pelo Uruguai, Argentina, Chile, Bolívia e Peru. Também já viajou entre Portugal e Espanha num motorhome.

Casal já fez quatro viagens pela América do Sul. Foto: arquivo pessoal

Casal já fez quatro viagens pela América do Sul. Foto: arquivo pessoal

Desta vez o objetivo é mapear como as diferentes culturas do planeta se alimentam. Buscam os pratos típicos de cada região, ignorando restaurantes para turistas. A prioridade é conhecer o que o povo desses países come em casa ou em locais do cotidiano das pessoas. Mercados públicos e áreas de cultivo também farão parte da rota. E claro, tudo será dividido com quem seguir o casal nas redes sociais.

De tempos em tempos trarei aqui na coluna e blog notícias de mais este casal de Blumenau com espírito aventureiro. Sorte a eles!

Assista ao primeiro vídeo publicado no YouTube sobre o projeto:

Arquiteta e pesquisadora de Blumenau será recebida pela chanceler da Alemanha, Angela Merkel

14 de julho de 2017 0
Foto: Walter Carlos Weingaertner, arquivo pessoal

Foto: Walter Carlos Weingaertner, arquivo pessoal

A arquiteta e pesquisadora blumenauense Carolina Nunes será recebida na próxima terça-feira pela chanceler alemã Angela Merkel. Ela faz parte de um grupo de 41 jovens líderes do Brasil, Rússia, Índia, China e Estados Unidos que fazem parte do programa Bundeskanzler Stipendium, programa que aproxima a Alemanha de outras nações.

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Além de encontrar Merkel, eles terão reuniões com o principal assessor de Política Externa e Segurança da chanceler, Christoph Heusgen, e com a diretora de Pesquisa e Relações Acadêmicas do ministério das Relações Exteriores, embaixadora Heidrun Tempel.

Carolina pesquisa a integração das cidades com os rios e vive hoje em Munique. A Alemanha é referência em renaturalização de rios e integração das cidades com a natureza e espaços públicos.

A arquiteta pretende retornar ao Brasil com um novo referencial de desenvolvimento urbano sustentável, baseado na experiência alemã, e contribuir para a qualificação das cidades brasileiras, entre elas Blumenau.

Revitalização do Museu Fritz Müller é parte das comemorações dos 200 anos de nascimento do ambientalista

21 de junho de 2017 0
Fotos: Patrick Rodrigues

Fotos: Patrick Rodrigues

O futuro trabalho de ampliação e restauro do Museu Fritz Müller, na Rua Itajaí, é um passo importante para aumentar a atratividade do local que anda meio esquecido no bairro Vorstadt, mas é também uma maneira de reconhecer toda a contribuição à ciência que o nosso mais relevante ambientalista protagonizou.

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O projeto de restauro está sendo desenvolvido e a ampliação será possível graças à desapropriação de um imóvel vizinho, que está em andamento. Os trabalhos, segundo o presidente da Fundação Municipal do Meio Ambiente (Faema), Alexandre Baumgratz, devem começar ainda neste ano ao custo aproximado de R$ 300 mil. O espaço de 5 mil metros quadrados vai aumentar 20% e deve receber um novo acervo relacionado a Fritz Muller e às contribuições que ele fez à Teoria da Evolução das Espécies, de Charles Darwin.

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O museu, poucos sabem, completou na sexta-feira 71 anos. Abriga itens como insetos, animais taxidermizados, fósseis, ossos, peles, minerais e pertences do biólogo e da família dele.

A ampliação está integrada às comemorações do bicentenário de nascimento do ambientalista a ser celebrado em 2022. Baumgratz diz que Fritz Müller é tão importante que muita gente de outros países, como Alemanha, Inglaterra, Canadá, Austrália, França e Dinamarca já manifestaram interesse em acompanhar de perto parte das comemorações.