
— A entrada de R$ 10 é justa. Trata-se de oportunidade única para degustar os mais variados tipos de cerveja com acompanhamento de bom som ao vivo. Tem bar na cidade que cobra mais que isso de couvert artístico.
— Há souvenirs à venda. Artigos para cozinha, lembranças do festival e até um jogo de cartas, do tipo Super Trunfo, com as características de diversas cervejas. Colecionáveis, claro. Entre as lembranças, a camiseta do festival e o copinho de acrílico de 80ml para degustação são minhas indicações.
— Impressiona a quantidade de cervejas feitas com os mais inimagináveis ingredientes. Para enfrentar a maratona, aquele copinho de 80ml é indispensável. Serve para provar sem gastar demais. As doses variam de R$ 1 a R$ 4. Quem não tiver o copinho de acrílico, será servido em copo plástico.
— O festival é oportunidade rara de aprender um pouco mais sobre o mundo das cervejas artesanais. Ontem esbarrei com Ronaldo Morado, autor do livro Larousse da Cerveja, conversei com o dono do Frangó, Cássio Piccolo — bar paulistano reconhecido pela carta de cervejas que oferece e que vende no festival as famosas coxinhas de frango — além de conversar, em cada estande com os cervejeiros expositores. Todos empolgados.
— Curitiba invadiu o festival. Boas cervejas artesanais passaram a ser produzidas na capital paranaense. Recomendo a F#%*ing Beer (o nome é esse mesmo, não há censura) e a Bodebrawn, dos estusiasmados Anuar Tarabai e Samuel Cavalcanti, respectivamente. Vale provar a Petroleum da caseira DUM. Café, cacau e aveia em harmonia.
— Quem circulou no primeiro dia do festival foi o baterista da banda Nenhum de Nós, Sady Homrich (foto). Amante de cervejas, ele provou várias e ainda organizou a banda dos cervejeiros, que se apresentou depois do grupo argentino Star Beatles.
Para informações sobre o festival, acesse a página oficial.
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