Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de junho 2012

AN lança nove edições do Anexo Ideas para debater Joinville

30 de junho de 2012 0

“A Notícia” lança uma série de nove edições especiais do “Anexo Ideias”. Em cada um dos cadernos publicados em julho e agosto, quatro especialistas convidados pelo jornal vão analisar com profundidade as carências e propor soluções técnicas para nove temas que desafiam o futuro de Joinville: saúde, turismo, educação, mobilidade, meio ambiente, economia, cultura, infraestrutura e gestão pública.

O objetivo é contribuir para qualificar o debate na campanha eleitoral. Os pontos de vista destes 36 pensadores, autoridades nos temas que abordam, profissionalizam a conversa, elevam as análises para um patamar técnico e se distanciam de elucubrações para enrolar eleitores.

Nossa ambição é que os conteúdos destes artigos inspirem os planos de governo dos candidatos lançados nas convenções encerradas neste sábado. E que as ideias que efetivamente agregarem valor e qualidade de vida sejam concretizadas no mandato de quem vencer a disputa pela caneta mais poderosa da cidade mais populosa de SC.

O perfil de quem vota em Joinville (páginas 4 e 5), as pistas para identificar um bom político (páginas 18 e 19) e em que os candidatos à Prefeitura pretendem inovar nesta campanha (página 2) são os outros conteúdos eleitorais que “AN” oferece nesta edição. Boa leitura!

Leitores comentam sobre a instalação dos radares na BR-280

29 de junho de 2012 1

O Jornal A Notícia abriu um espaço para os leitores comentarem sobre a instalação dos radares na BR-280.

"Na temporada, os radares atrapalharão, pois os veranistas costumam trafegar devagar quando há esses equipamentos. Se a velocidade máxima é de 50 km/h, eles passam a 20 km/h.
Quanto à segurança dos pedestres em Araquari, acho que as ilhas de passagem poderiam ajudar mais desde que o DNIT fizesse a manutenção necessária, mas que atualmente não o faz.
Mais urgente que os radares é construir mais uma ilha ou uma passarela no trecho próximo da Escola Agrícola, no km 28, para dar um basta aos acidentes com morte que estão ocorrendo naquele trecho." (Rodrigo Santos/São Francisco do Sul)

" As pessoas vão deixar de ir às praias de São Francisco do Sul e Balneário Barra do Sul, pois é inaceitável levar mais de quatro horas em um trecho de aproximadamente 60 km. Precisamos de duplicação e passarelas." (Andrei Siqueira/Joinville)

E você, o que pensa sobre o assunto? Dê a sua opinião aqui.

Feira Sustentável chega para mostrar a força da agricultura familiar joinvilense

29 de junho de 2012 0

A 3ª Feira Sustentável de Santa Catarina abre as portas nesta sexta em Joinville como uma excelente oportunidade para mostrar a força da agricultura familiar voltada para a produção sustentável.

Além da venda de produtos, inclusive no varejo e não somente agrícolas, mas também artesanais, será possível a troca de experiências entre os produtores e quem está interessado no setor. Economia solidária e cooperativismo, entre outros temas, estão no pacote oferecido pela Feira Sustentável em Joinville, evento que vai além da produção orgânica de alimentos.

Como a consciência ambiental vem crescendo e pesquisas mostram maior preocupação dos consumidores com o tema, a produção de alimentos com maior ênfase na preservação ambiental está crescendo. Inclusive em Joinville.

Cidade com maior população do Estado e conhecida por sua força industrial, segmento responsável pelo maior contingente de trabalhadores, Joinville tem também a maior população rural de Santa Catarina, com mais de 17 mil pessoas morando fora do perímetro urbano.

A produção sustentável, já capaz de gerar renda para famílias no interior do município, pode ser multiplicada várias vezes. A feira em realização no Expocentro Edmundo Doubrawa e no Centreventos pode colaborar nesse propósito.

Ativação do 4º andar do São José é motivo de comemoração

28 de junho de 2012 0

A ativação dos leitos do quarto andar do Hospital Municipal São José é motivo de comemoração pelo reforço à saúde pública de Joinville. Ganha mais importância ainda porque se trata de ampliação da capacidade de atendimento na rede hospitalar, um dos mais expressivos gargalos da rede.

Apesar do momento festivo, não se pode ignorar a demora para a entrega do espaço para 30 leitos, a serem ativados de forma gradativa: é inconcebível que a obra tenha se arrastado por tanto tempo, com as primeiras promessas de inauguração surgidas ainda em 2008. Agora, com a conclusão do quarto andar, serão concentrados esforços na conclusão do Complexo Emergencial Ulysses Guimarães, outro importante investimento para ajudar a desafogar a demanda no hospital municipal. É outro exemplo de atraso.

Com a campanha eleitoral perto de começar e as pesquisas apontando a saúde como a grande preocupação dos eleitores de Joinville, é natural que o setor receba espaços generosos, com promessas arrebatadoras. É aconselhável se debruçar sobre como evitar que as obras não se arrastem por tanto tempo, mesmo com a garantia de repasses financeiros.

É uma forma de evitar atrasos e decepções, agora felizmente no passado, como as causadas pela ampliação do São José. Que o quarto andar ajude o hospital a enfrentar a demanda com fôlego.

Leitor: precisamos parar de reclamar e exigir dos governantes

27 de junho de 2012 0

"Acompanhamos por meio da imprensa o abandono das escolas estaduais, a falta de água quente no Hospital Regional. O governo declara que “irá tomar as devidas providências”. Dinheiro para as escolas e investimentos na saúde são só promessa.

Cabe à sociedade parar de apenas reclamar e exigir de fato a responsabilidade administrativa de nossos governantes."

Opinião do leitor Juliano Carvalho Bueno, de Joinville.

Sem determinação, integração entre Joinville e Arquari não irá adiante

27 de junho de 2012 0

Na edição desta quarta-feira, mais uma vez “A Notícia” trata do já inacreditável imbróglio da integração do transporte coletivo entre Joinville e Araquari. Pelo tempo decorrido atrás de uma solução de uma pendenga citada desde o fim da década de 1990, imagina-se que o compartilhamento de linhas de ônibus no Itinga seja de uma complexidade jurídica e administrativa capaz de consumir vários anos.

Não é. Outras cidades do Estado conseguem fazer a integração intermunicipal. O problema da ligação entre Joinville e Araquari é o vaivém das negociações, em dados momentos recomeçando do zero. E, é claro, a falta de determinação dos envolvidos em buscar uma solução de maior alcance para os usuários.

A integração metropolitana é defendida para vários setores, além do transporte. Como saneamento básico, segurança, entre outros. Como já foi frisado, fica difícil imaginar incremento na relação entre as cidades da região se ações mais básicas, como a integração do transporte, ainda não ganhou forma mais adequada.

Agora, está surgindo nova proposta, a ser apresentada às prefeituras das duas cidades. Como o tema é debatido exaustivamente há tanto tempo, com participação de tanta gente, é razoável supor que a sugestão venha a ser adotada, afinal, presume-se, incorpora um histórico longo de debate. Mas sem a determinação de ampliar a integração nada irá adiante.

Leitora aprova duplicação da avenida Santos Dumont em Joinville

26 de junho de 2012 2

"Nós, moradores do bairro Bom Retiro, somos a favor, sim, da duplicação. A Santos Dumont é uma ligação a vários bairros.

O binário proposto prejudicaria os comerciantes que há anos, com muito esforço, mantêm seus estabelecimentos. Segundo a reunião que tivemos com o Ippuj, são mais de 30 anos de espera.

Afinal, estamos há 30 anos sem pagar impostos?"

Opinião da leitora Francini Conti Raiser, de Joinville

Joinville necessita ampliar com urgência rede de atendimento

26 de junho de 2012 0

A história do jovem de 19 anos com deficiência mental severa mostra a necessidade de ampliação da rede de atendimento em Joinville, já motivo de ações civis públicas apresentadas pelo Ministério Público. Há um novo entendimento nacional em políticas públicas para essa modalidade de atendimento, com o fim da segregação automática.

A defesa agora é de maior permanência do paciente com a família, com ampliação da rede de atendimento por meio das residências inclusivas e dos programas de saúde mental. O benefício de prestação continuada (BPC), com pagamento de um salário mínimo mensal para as famílias, também faz parte desse esforço de novas políticas públicas.

Ainda assim, é preciso melhoria no atendimento. Levantamento feito no ano passado por entidades religiosas apontou necessidade de mais ajuda às famílias dos portadores de deficiências mentais – e também físicas. O diagnóstico motivou a ideia de construção de uma unidade especial de atendimento. A área foi comprada pelo governo do Estado e a construção deve iniciar-se nos próximos meses. A rede de atendimento vem crescendo, apresenta melhorias, mas casos como o do jovem de 19 anos mostram como há espaço para mais investimentos em Joinville.

Leitor: lombadas eletrônicas colocadas ao longo da BR-280 já deixam o trânsito lento

25 de junho de 2012 2

"Mesmo não estando ativas ainda, as lombadas eletrônicas colocadas ao longo da BR-280 já deixam o trânsito lento e complicado. Quem mais vai sofrer, com certeza, seremos nós, francisquenses, e aqueles turistas e veranistas que ainda visitarem a cidade do “nada se cria, tudo se perde, muito menos se transforma”.

Vejo a realidade da seguinte forma: estamos “espremidos” no crescimento industrial de Araquari, que está mais próxima da cidade mais populosa do Estado. São Francisco é uma ilha, portanto, temos poucas opções de saída, e acreditar na duplicação da BR-280 fica difícil. Uma cidade portuária que não oferece uma melhor estrutura para o trânsito dos caminhões torna a vida do munícipe cada vez mais difícil. Somam-se a isso os trens que sempre nos horários de mais movimento param totalmente o trânsito no Centro e em alguns bairros da cidade."

Opinião do leitor Marcelo Roberto Vieira Braga, de São Francisco do Sul

O descaso com os prédios abandonados em Joinville

25 de junho de 2012 0

O ângulo abordado na reportagem de domingo de “A Notícia” sobre prédios públicos abandonados é uma faceta no quadro de descaso. Os familiares – e as organizações – encaram com tristeza a situação dos imóveis batizados com nome de personalidades. O descaso não deixa de ser também uma forma de desrespeito à memória dos homenageados.

Claro que se trata de uma faceta sentimental, o abandono gera uma série de outros problemas, desde o desperdício de um espaço público que demandou investimentos até a ocupação ilegal, com reflexos na segurança pública. Se os imóveis não prestam mais ou mesmo se não há mais a demanda para o qual foram construídos, os gestores que aprendam a ser ágeis ao definir o novo destino. Se a reforma é cara ou inviável, que a venda seja o caminho então. São dezenas de construções em Joinville nessa situação de abandono.

A outra lição a ser aprendida é a necessidade de manutenção, tão ou mais importante do que construir novos imóveis públicos. Deixar as estruturas ficarem em condições quase irrecuperáveis e depois alegar que uma reforma seria dispendiosa demais não atenua o desleixo com a manutenção. E não se veem grandes preocupações governamentais, como se prédios públicos abandonados fossem parte da paisagem urbana da cidade.