Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de agosto 2012

As mais lidas da semana de AN.com.br

31 de agosto de 2012 0

Clique na imagem e confira quais foram as matérias mais lidas desta semana em AN.com.br

O que os jovens querem dos meios de comunicação?

31 de agosto de 2012 0

O Grupo RBS quer compreender como os jovens se informam. Para isso, entre uma série de ações, lançou uma pesquisa online. A ideia é entender onde o jovem se informa, como e em quais plataformas.

No final, a intenção é que a pesquisa ajude os veículos do grupo a ampliar sua relevância junto a este público e, mais do que isso, a fazer a diferença!

Para participar dessa pesquisa sobre a sua relação com os meios de comunicação, basta clicar nesse link.

As respostas serão mantidas em sigilo e não há intenção de venda de qualquer tipo de produto. Qualquer dúvida sobre o questionário, escreva para pesquisa@gruporbs.com.br ou deixe comentários neste blog. Não deixe de participar.

Ações do MP para saúde em Joinville está crescendo

30 de agosto de 2012 0

A ação apresentada pelo Ministério Público Federal, Ministério Público de Santa Catarina e Defensoria Pública da União cobrando melhorias nos pronto-atendimentos (PAs) de Joinville poderia ser evitada se houvesse sido fechado o termo de ajuste de conduta. Houve rodadas de negociações, o acordo com a Prefeitura de Joinville parecia próximo, mas não houve consenso. A ação foi ajuizada no início desta semana.

A cobrança na Justiça é legítima e caberá ao Judiciário decidir se os pedidos são razoáveis e devem – ou não ser atendidos. Mas se o acordo tivesse sido fechado, as possibilidades de melhorias no atendimento à população, objetivo final de todos os envolvidos, seria alcançado com mais facilidade.

O número de ações do MP cobrando ampliação da capacidade de atendimento da saúde pública de Joinville está crescendo. É um fenômeno nacional conhecido como judicialização da saúde. A novidade é o surgimento de procedimentos judiciais com ênfase na coletividade, como a ação dos PAs, entre tantas outras. Até então, a maioria dos pedidos dos promotores e procuradores era concentrado em demandas individuais, ainda bastante comum.

Se os governantes compreenderem que essa cobrança veio para ficar e tentarem se antecipar – atender todas as demandas é utópico – por meio de acordos, será possível aprimorar o sistema sem necessidade do litígio.

Leitor: Futebol feminino de Joinville deveria ter mais apoio

29 de agosto de 2012 0

"Minha filha e as demais alunas da Escola Municipal Pauline Parucker, com idade entre 13 e 14 anos, estão disputando o microrregional de futebol feminino representando Joinville. Nesta quarta-feira, irão disputar a final contra São João do Itaperiú, em Barra Velha.

Os pais e o professor de educação física estão pagando as despesas. Todas as cidades têm um ônibus para levar as crianças, porém Joinville disse que não podia ajudar. Não recebemos apoio nestes três dias de campeonato.As crianças estudam em um colégio onde não há lugar para treinar. Educação também é esporte, uma das formas de enfrentar as drogas, por isso deveria ter mais apoio dos órgãos públicos." 

Márcio da Maia Vicente, de Joinville

Leitor: sacolas de pano funcionam em outros lugares

29 de agosto de 2012 0

"Na nossa primeira viagem à Alemanha, em 1991, minha esposa trouxe sacolas de pano usadas nas nossas compras e depois confeccionou uma porção delas, que passamos a usar.

Estranho as reclamações com o uso dessas – são tão práticas e não poluem. É uma questão de hábito. Mas o brasileiro é acomodado por tradição.

Para corroborar a minha afirmação, cito o self service nos postos de gasolina. Na Alemanha, o motorista abastece sozinho, vai ao caixa, informa o número da bomba e paga. Em Blumenau, um posto adotou este sistema. Desistiu para não quebrar.

Curt Heise, de Blumenau

Contorno ferroviário de Joinville deve estar sempre em pauta

29 de agosto de 2012 1

O contorno ferroviário de Joinville apareceu entre os projetos prioritários do Sul Competitivo, o programa de investimentos para o Sul construído pelas federações de indústrias dos Estados sulinos com apoio da Confederação Nacional da Indústria. O documento com as reivindicações foi entregue ontem ao governo federal. A listagem traz outras de maior vulto e importância para o Norte de Santa Catarina, como a duplicação da BR-280 e a construção de mais ramais ferroviários de acesso ao Porto de São Francisco do Sul. Mas é preciso citar o contorno ferroviário de Joinville porque a obra não deveria estar ali. Além disso, parece ter caído no esquecimento das lideranças locais.

Pela importância, o contorno ferroviário sempre tem de estar presente em lista desse tipo. O novo trajeto tira os trens da área urbana de Joinville, acabando com transtornos para moradores, motoristas e até para a concessionária, obrigada a reduzir a velocidade das composições nas passagens dentro da cidade.

Só que a obra deveria estar fora porque já era para estar concluída. E desde que parou, em julho do ano passado, não se ouviram mais as vozes de quem tanto cobrou a construção do novo ramal. Talvez por causa disso, a falta de pressão e cobrança, ainda não tenha sido definida a data para o recomeço dos trabalhos. O pedido do Sul Competitivo deve servir como alerta.

Leitor: sobre ser funcionário público

28 de agosto de 2012 0

"Ser funcionário público federal neste País é realmente uma bênção. Eles ganham excelentes salários, muito acima da média dos demais mortais brasileiros e, mesmo assim, algumas categorias querem ganhar além do que recebe o presidente da República. Trabalham quando querem e possuem inúmeros privilégios. Estão trazendo o caos e a desordem para alguns setores e não lhes acontece nada, melhor dizendo, acontece sim, recebem aumento."

Você concorda com Sergio Paulo Flores, de Joinville?

Leitor: providências para a Estrada da Ilha

28 de agosto de 2012 0

"A Estrada da Ilha há tempo não é mais a mesma ruela de um lugar bucólico onde havia somente tráfego de carroças, tratores, bicicletas e cavalos. A cidade evolui e a região seguiu seus passos, infelizmente de forma não planejada. Tornou-se a principal ligação entre a rua Dona Francisca e a avenida Santos Dumont. É sabido que ambas serão duplicadas e como ficará a Estrada da Ilha?

Esta via não foi projetada para trânsito pesado e muito menos para o grande fluxo de veículos que já acontece atualmente. Além disso, a pista tem curvas mal projetadas, falta sinalização e os prometidos redutores de velocidade ficaram novamente na promessa.

A Conurb (agora Ittran) havia oficialmente prometido um radar eletrônico para um trecho de sete quilômetros, que pouco ajudaria. O final de ano se aproxima e fomos esquecidos novamente.

Aos internautas sugiro pesquisar o nome Estrada da Ilha. Encontrarão uma série de acidentes nos últimos anos, muitos fatais. Somente neste fim de semana ,tivemos uma morte no sábado e um poste derrubado na madrugada de domingo, deixando a maioria dos moradores sem luz durante um bom período do dia. Tudo bem que já nos acostumamos a isso, pois nos dias ensolarados acidentes é o que mais acontece por aqui.

Ainda está em discussão a lei de ordenamento territorial que fará alterações significativas na Estrada da Ilha. Com toda certeza, triplicará o trânsito. Aguardamos mais audiências públicas, para esclarecer vários questionamentos.

Aguardamos providências urgentes ou precisamos aguardar mais mortes para aumentar a estatística?"

Ivandir Hardt, presidente da Associação de Moradores da Estrada da Ilha (Amei)

Promessas na saúde: é preciso ter cuidado em não criar grandes expectativas

27 de agosto de 2012 0

Embalados pelas pesquisas que apontam a saúde como a principal demanda dos eleitores de Joinville, os candidatos à Prefeitura estão corretos em apontar o tema como prioridade e montar um leque de propostas. Seria até suicídio político ignorar a principal reivindicação da sociedade. Mas há necessidade de cautela.

A complexidade do sistema, aliada a dificuldades estruturais que atingem boa parte do País, como a dificuldade para atrair – e manter – médicos e os crescentes custos da medicina (tanto pública como privada), limita a atuação de um prefeito, por mais empenhado e bem intencionado que seja. Sempre é possível aperfeiçoar a gestão, ser mais eficiente na utilização dos recursos, mas há limites. Portanto, é preciso ter cuidado em não criar grandes expectativas, que futuramente poderão causar frustrações em caso de descumprimento.

Neste momento, em sinal de amadurecimento, já é consenso a necessidade de adotar outras medidas antes de pensar na criação de um novo hospital. Quatro anos atrás, era essa a demanda. O que houve de lá para cá para os candidatos mudarem de posição? Houve, antes de tudo, o reconhecimento dos custos de manter uma nova unidade e das já citadas outras ações mais urgentes. Talvez no conjunto de propostas ousadas agora, tenha algo que precise ser revisto logo depois da posse. Será necessário esperar até lá?

Leitor: deveriam definir metas para o esporte nacional

26 de agosto de 2012 0

"O Comitê Olímpico Brasileiro juntamente com os órgãos responsáveis pelo gerenciamento desportivo deveria definir metas para o esporte nacional. Com certeza, o esporte escolar não pode ser tratado com indiferença neste processo porque tudo começa nas aulas de educação física.

Chamo a atenção para esse aspecto porque vejo alguns órgãos esportivos estaduais e municipais sendo gerenciados por pessoas sem conhecimento em administração desportiva e carentes de profissionais técnicos nas modalidades, o que dificulta o aprimoramento delas.

Preocupam-me alguns esportes que não têm grande apelo popular, mas que captam altos recursos por meio de projetos e que geralmente não são devidamente fiscalizados. A realidade que temos hoje é triste. O Estado diminui os investimentos na área e, em alguns municípios, as prefeituras desviam verbas para outras secretarias. Enquanto isso, aplaudimos os Estados Unidos, China e Grã-Bretanha."

Opinião de Marcelo Roberto Vieira Braga, de São Francisco do Sul