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Posts com a tag "teste an"

Mais respeito ao pedestre na faixa da rua Blumenau

07 de março de 2012 7



Assim como em outros pontos movimentados do Centro de Joinville, a faixa de pedestres que fica em frente ao Hospital Dona Helena agora tem um agente de trânsito que fiscaliza o comportamento dos motoristas que passam pelo local. Este foi o primeiro ponto observado pela série de “A Notícia” sobre as faixas.

Diferentemente do primeiro teste, a maior parte dos motoristas respeitou quem precisou cruzar a via. Mesmo assim, dez motoristas foram notificados pelo agente de trânsito por não darem preferência ao pedestre.

“Daqui a uma semana está todo mundo comportado no trânsito”, acredita o agente Jefferson Schoefel.

Em torno de 2,2 mil veículos passaram pela rua neste segundo teste. 105 carros pararam antes da faixa. O comportamento dos pedestres também foi positivo, já que das 185 pessoas que cruzaram a via, apenas 15 atravessaram fora da faixa. Para a doméstica Marli de Lima, a maioria dos condutores respeita a sinalização. “Às vezes, é difícil, mas eles estão parando, sim”, reforça.

Segundo o agente de trânsito, a orientação é para que os agentes sejam flexíveis com os motoristas que não conseguirem parar antes da faixa por algum problema do próprio tráfego.

“A gente tolera o pessoal que não consegue observar o movimento na faixa por algum problema, mas sempre existem aqueles que preferem não dar lugar mesmo. Estes são os condutores multados”, afirma.



Movimento intenso em frente de escola na rua Waldemiro José Borges

05 de março de 2012 0

Mais de mil crianças transitam na frente da Escola Municipal Profª Lacy Luiza da Cruz Flores, no Itinga, todos os dias. Destes estudantes, 500 estão matriculados de manhã e outros 500 à tarde. Por causa da grande quantidade de crianças que passam pelo local, há uma faixa de pedestre e um radar eletrônico na frente da escola. Mesmo assim, os motoristas que passam pelo local apenas diminuem a velocidade, fazendo com que pais e alunos tenham de esperar uma brecha para cruzar a via.

“É sempre este movimento. Para a gente atravessar é um trabalho. Quase ninguém dá a vez”, conta Tatiane Aparecida, mãe de aluno.

Para ela, é necessário que os agentes de trânsito da Conurb acompanhem os períodos de entrada e saída dos alunos. “Às vezes, a gente espera cinco ou dez minutos para atravessar, é um absurdo”, completa.

Durante uma hora, cerca de 1,9 mil veículos passaram pelo local. No entanto, a maior parte deles só começou a parar depois que dois agentes de trânsito chegaram para auxiliar a travessia dos estudantes. Na primeira meia hora do teste, sem os agentes, apenas dez condutores pararam. Depois da chegada dos funcionários da companhia, a conduta dos motoristas mudou e eles passaram a dar a vez.


Pais dizem que carros não costumam dar a vez/Foto: Leo Munhoz

Pedestres pedem respeito na rua Florianópolis

01 de março de 2012 0

“Infelizmente, muitas pessoas não respeitam, mas o problema é antigo”, revela Agnaldo Oliveira, morador da região que tem deficiência visual. Agnaldo precisou usar a faixa de segurança na rua Florianópolis (esquina com a rua Rio Doce), limite dos bairros Guanabara e Itaum), e encontrou dificuldades para fazer a travessia.

Para ele, este é um problema típico de todo o País. “Na Europa, você coloca o pé na faixa e o motorista para. Aqui, eles não prestam atenção na dificuldade das pessoas, principalmente idosas ou com alguma deficiência.”

Além de Agnaldo, outros 18 pedestres também tiveram dificuldade para atravessar na faixa. Apenas dois motoristas pararam e seis pessoas preferiram cruzar a via fora da sinalização. Durante a observação, cerca de 1,8 mil carros passaram pelo trecho.


Pedestre anda parte da faixa e espera os veículos passarem


Agnaldo se arrisca entre os carros

 

 


Pais precisam dar exemplo na rua Coronel Camacho

29 de fevereiro de 2012 0

A região onde está a Escola Municipal Padre Valente Simioni, na rua Coronel Camacho, no Iririú, é um lugar calmo, exceto nos horários de entrada e saída dos alunos. Ontem, o Teste AN presenciou um caos na frente do colégio e nas faixas de segurança. É que muitos pais estacionam na faixa ou nas calçadas. A sugestão é do leitor Sandro Luiz Oliveira.

“Nossa dificuldade é com os pais que param em cima da faixa”, diz o professor Ivan Ferreira de Araújo. De acordo com o professor, a escola tem mil crianças matriculadas, divididas nos períodos matutino e vespertino. Durante a observação, no início da tarde, além da imprudência dos pais, muitas crianças passaram fora da faixa.

“Deveria ter uma lombada aqui. O pessoal não respeita”, revela Rolf Beck, morador da região há mais de 30 anos. “O pessoal vem na contramão, de carro, de moto, estaciona na curva”, denuncia o morador Nilson Argioletti. Nos momentos de maior fluxo, filas com quase 50 carros se formavam nas ruas próximas ao colégio. As crianças aproveitavam qualquer intervalo entre os carros para atravessar, na faixa de pedestre ou fora dela.


Pai espera filho com carro estacionado em cima da calçada/Foto: Claudia Baartsch

 

Veículos, bicicletas e pedestres ocupam todos os espaços/Foto: Claudia Baartsch

 


Nem todos passam pela faixa na rua Ministro Calógeras

28 de fevereiro de 2012 0

Depois de serem flagradas atravessando a rua Ministro Calógeras fora da faixa de pedestres, Célia Gmoato e Anandir de Oliveira justificaram a atitude dizendo que esta é a única alternativa. “Eles não param mesmo. O jeito é correr para atravessar quando dá”, argumenta Célia. Elas trabalham em um prédio na mesma rua. Quando precisam cruzar a via, aproveitam o intervalo entre os carros, na faixa ou fora dela.

Assim como elas, outras 37 pessoas passaram fora da sinalização. Outras 47 pessoas preferiram esperar para cruzar a via corretamente. Durante a observação, 2 mil veículos passaram pelo trecho. Apenas nove motoristas pararam totalmente antes da faixa. Assim como nos outros testes, a maioria dos condutores diminuiu a velocidade, buzinando ou fazendo gestos para que os pedestres atravessassem rápido.

As pessoas que precisavam cruzar a via neste trecho esperaram, em média, 15 segundos. A dona de casa Angelina de Rosa diz que os motoristas não respeitam o pedestre, mas ela prefere usar a faixa. “Venho poucas vezes para o Centro, mas prefiro usar a faixa porque é mais seguro.” A faixa foi indicada pelo leitor Glauber Borges.

Angelina prefere atravessar na faixa porque acha mais seguro/Foto: Salmo Duarte

 

Poucos carros param. O tempo de espera é de 15 segundos/Foto: Salmo Duarte

 


Condutores não reduzem a velocidade nem respeitam a faixa na rua Dr. João Colin

27 de fevereiro de 2012 0

Em apenas uma hora, quase três mil veículos passaram pela faixa de pedestres que fica na rua Dr. João Colin, perto da esquina com a rua General Osório. Além de desrespeitar a sinalização, a maioria dos condutores também estava em alta velocidade. 35 pessoas cruzaram a via durante a observação. Só seis veículos pararam totalmente para dar lugar aos pedestres. Quatro levantaram o braço para sinalizar a travessia.

“É uma inversão de valores, porque existem mais leis, mas a desobediência é muito maior”, argumenta o aposentado Lourival Boege, que quase foi atropelado por um motociclista, que não parou e ainda buzinou. “Você está sujeito a ser atropelado em qualquer lugar, seja na faixa ou na calçada”, salienta o aposentado.

Durante o teste, 15 pedestres optaram por atravessar fora da faixa, aproveitando o intervalo entre os carros. O mecânico industrial Rubens Orzavalla acredita que os motoristas precisam se conscientizar sobre os direitos dos pedestres. “Falta respeito, em todos o sentidos”, observa. A maioria dos veículos passou pela faixa em alta velocidade, buzinando em alguns casos, para alertar os pedestres.


Rubens acredita que é preciso mais respeito com pedestres/Foto: Claudia Baartsch

 

Pessoas tiveram de aproveitar brecha para passar após carro/Foto: Claudia Baartsch


Movimento é intenso de pedestres na rua Princesa Isabel

23 de fevereiro de 2012 2

Em plena Quarta-feira de Cinzas, o movimento de pedestres na rua Princesa Isabel parecia normal no início da tarde de ontem. Cerca de 115 pessoas passaram pela faixa que fica em frente ao Bom Jesus/Ielusc.

Além do movimento na sinalização, muitos pedestres optaram por cruzar a via fora da faixa. Setenta pessoas atravessaram a via fora da sinalização, principalmente em frente aos Correios.

Para a pensionista Olívia Paulo, os motoristas estão conscientes. “Sempre que eu preciso, eles param. Principalmente neste calor, que não dá para ficar muito tempo no sol”, revela.

Até agora, esta faixa da rua Princesa Isabel foi a mais respeitada pelos motoristas durante a observação do Teste AN. Aproximadamente 21 condutores pararam para os pedestres fazerem a travessia. Durante o horário em que a equipe ficou na rua, cerca de 1.500 veículos passaram pelo local. Para o auditor Jonas Dias, a conscientização é necessária.

“Acho importante o uso da faixa, mas tem que ter uma conscientização melhor, porque às vezes o motorista para e é abalroado por outro veículo. Isso acaba deixando o pedestre com receio de atravessar”, acredita.


115 pessoas atravessaram em cima da faixa de sinalização/Foto: Claudia Baartsch

 

Enquanto alguns param, outros disputam lugar com pedestre/Foto: Claudia Baartsch

Trânsito é intenso na rua 15 de Novembro no Vila Nova

22 de fevereiro de 2012 5

Moradores e comerciantes do bairro Vila Nova contam que, mesmo com o tráfego intenso na rua 15 de Novembro, a faixa de pedestre que fica em frente ao Mercado Brasília é respeitada pelos motoristas. O Teste AN verificou que cerca de 1.500 carros passaram pelo trecho no começo da tarde do dia 20. Em três deles, os condutores pararam para os pedestres atravessarem.

“Respeitam, sim. Mesmo durante a semana, quando o movimento é maior, os motoristas param”, conta a dona de casa Marines Celiberte. A operadora de caixa Angela Nunes diz que a faixa é muito utilizada pelos funcionários e clientes do supermercado. “Tem bastante respeito aqui, disso a gente não pode reclamar”, completa. A opinião é compartilhada pela colega Viviane Farias.

Dez pessoas atravessaram na faixa, enquanto 15 passaram fora dela. Estes pedestres precisaram correr ou esperar as brechas. Outro fato que chamou a atenção é a alta velocidade com que os automóveis são conduzidos. Durante os momentos de intensidade de tráfego, as pessoas que optaram por atravessar na faixa precisaram esperar cerca de dez segundos para chegar ao outro lado da rua. A faixa foi sugestão da leitora Flavia Steffens.


Viviane usa a faixa e diz que carros dão a vez/Foto: Claudia Baartsch

 

Alguns pedestres optaram por passar fora da sinalização/Foto: Claudia Baartsch


Faixa nem é notada na rua Rouxinol

21 de fevereiro de 2012 4

A faixa de pedestre que fica na rua Rouxinol, no bairro Aventureiro, praticamente nem é notada pelos motoristas e pedestres que passam pelo local. Primeiro, porque está quase apagada, e segundo, porque os carros precisam chegar até o fim da rua – que fica cima da faixa – para conferir o tráfego na rua Tuiuti e seguir viagem. Dos 250 carros que trafegaram pela via na manhã de ontem, nenhum parou antes da faixa. Os motoristas que param em cima da sinalização argumentam que não é possível ver o tráfego da rua Tuiuti antes da faixa. O trecho foi sugestão da leitora Vera Godinho.

“Eles não param porque não dá nem para enxergar a faixa”, reforça Denise Caroline Adão. Ela mora no bairro e diz que o movimento é maior nos dias úteis, principalmente, a partir das 17 horas. Assim como Denise, outras 13 pessoas utilizaram a faixa. E 18 pessoas preferiram atravessar a via fora da sinalização.

A maioria dos veículos entra ou sai da rua Rouxinol em alta velocidade porque a via é uma lateral da Tuiuti, o que agrava o problema do desrespeito à faixa.

Para Nilson Ferraz, os pedestres de Joinville são respeitados. “Aqui, os motoristas ainda param, ou pelo menos respeitam. Sou de São Paulo e lá a coisa é feia”, compara.

Veículos param em cima da faixa para conferir fluxo na Tuiuti/Foto: Claudia Baartsch


Denise teve de esperar carro passar para usar a sinalização/Foto: Claudia Baartsch

 


Movimento intenso na Santos Dumont

20 de fevereiro de 2012 0

O movimento intenso da avenida Santos Dumont é o maior obstáculo para os pedestres que pretendem atravessar a via. Indicada pelos leitores Rozilda Gattis, Leandro Ruiz e Fernando Henrique Villwock, a faixa de segurança que fica na frente edifício da Neogrid é a única forma segura que os trabalhadores daquele trecho têm para chegar ou sair do serviço.

Jaime Dombros, Thales Vatri e Nereu de Souza Junior são analistas de sistemas e utilizaram a faixa para chegar ao trabalho. “É sempre movimentado, não tem jeito”, explica Jaime. Quem vai para o trabalho de ônibus desce em um ponto que fica em frente ao edifício e espera cerca de 20 segundos para conseguir atravessar. Este é o caso de Nereu.

“É uma via muito movimentada. Mas é bem relativo. Metade dos motoristas até chega a parar”, assegura o analista de sistemas. Durante o teste, mais de 3 mil carros passaram pela rua, mas apenas um motorista parou antes da faixa, dando lugar ao pedestre. Por causa do movimento intenso, apenas cinco pessoas utilizaram a faixa entre as brechas do tráfego. Outras quatro pessoas optaram por passar fora da faixa e correram riscos.
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Todos os dias, Jaime sabe que terá um desafio pela frente/Foto: Claudia Baartsch

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Nereu afirma que parte dos motoristas dá vez aos pedestres/Foto: Claudia Baartsch