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Saída da Hering faz parte do jogo. Direção do Metrô não pode se abater

28 de maio de 2014 2

Foi um balde de água fria. O anúncio da não-renovação do contrato de patrocínio master da Hering no Metropolitano frustrou diretores e parte da torcida. Alguns torcedores me questionaram sobre o assunto. E a resposta é simples: faz parte do jogo.

Dentro de uma nova realidade financeira, a empresa julgou que precisa readequar seus investimentos e assim o fez. Assim como outros tantos patrocinadores que já estamparam a camisa e outros espaços publicitários oferecidos pelo Metropolitano. A direção verde não pode se abater (já que a grana da Hering representa até 30% das receitas do clube) e deve seguir na buscar por novos patrocinadores, investidores, parceiros ou como quer que gostem de chamar.

Crédito: Jandyr Nascimento/Agência RBS

Crédito: Jandyr Nascimento/Agência RBS

Por mais deficitária que seja, a Série D é uma competição nacional e uma chance de projetar a marca de uma empresa pelos quatro cantos do país. Em especial este ano, com a mudança dos confrontos mata-mata.

Não tenho procuração para defender a Hering, mas vale ressaltar que a empresa não deixará de investir no clube. Seguirá entre os apoiadores que bancam o bem mais valioso do clube, o seu futuro: as categorias de base. Mas esse é assunto para outra hora.

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comentários

Comentários (2)

  • Raio X diz: 29 de maio de 2014

    Atitude coerente e responsavel da Hering, pois como exigir comprometimento e corte de inumeros pequenos beneficios internos da massa trabalhadora da Empresa, quando estes funcionarios acompanham a vida do time de futebol onde convenhamos a grande maioria dos “CASCUDOS” como a diretoria do Metro gosta de se referiar aos atletas mais experientes em muitas oportunidades deixaram de corresponder, parecendo mais que por aqui estavam em ferias muito bem remuneradas. Concordo com o ponto de vista de se investir na base, afinal a gente colhe o que planta.

  • Adair diz: 29 de maio de 2014

    Já é complicado para um time de série A manter em bom nível o seu conjunto de patrocinadores, imagina então para um time de série D! Chega a ser quase que um martírio convencer empresários a aderir a competição e mais difícil ainda para mantê-la por vários anos a fio. Infelizmente o Metropolitano não soube tirar proveito dessa grande parceria com a Hering que existia desde 2007, e agora deverá rever conceitos e estratégias para sair desse atoleiro que é a série D. Sem querer ser arrogante ou convencido, penso que o Metrô poderia e deveria estar nesse momento, disputando a elite do futebol nacional, com tudo que foi feito nesses anos todos com os investimentos e organização. A estrutura que o Metropolitano montou ao longos dos anos dava suporte para alcançar muitos timecos que hoje prejudicam a qualidade técnica da primeira divisão. O jeito mesmo é conformar-se e continuar na batalha para chegar a série C em 2015.

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