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Os primeiros 90 minutos deixaram a desejar. Mas o Metrô tem outros 90 para se classificar

28 de setembro de 2014 1

São 180 minutos. Metropolitano e Tombense (MG) têm mais 90 minutos para decidir quem seguirá vivo na Série D do Brasileiro e, consequentemente, e na briga pelo acesso à Série C nacional. Torcedores, dirigentes, jogadores e membros da comissão técnica do Verdão deixaram o Sesi com o mesmo sentimento: o time não fez um bom jogo.

O Metrô cedeu muito espaço ao adversário, em especial no meio-campo. Aí, o time mineiro aproveitou para trocar passes e descolar lançamentos nas costas da recém-montada dupla de zaga (Reginaldo e Alexandre Carvalho). Em um desses lançamentos, Anselmo invadiu a área, foi derrubado por Reginaldo e o arbitrou anotou pênalti, com cinco minutos de jogo. Menos mal que Dida defendeu a cobrança.

Passado o susto o Metrô até conseguiu equilibrar as ações e também criou chances de marcar. Só que seguiu dando espaço ao adversário no meio. E aos 26, Elvis encontrou Francismar e o camisa 10 do Tombense (MG) aproveitou para abrir o placar.

No segundo tempo, a marcação do time verde se acertou. Em partes. Os espaços para os mineiros jogar no diminuíram e o jogo ficou mais equilibrado. Na base da vontade, o Verdão chegou ao empate e empurrou os mineiros para o próprio campo. As chances de gol foram bem raras na segunda etapa e se resumiram a bolas paradas e tentativas de lançamento.

Do ponto de vista do regulamento, o empate em 1 a 1 foi ruim. Os mineiros entram em campo classificados com o empate sem gols e obrigarão o Metrô a sair para o jogo. Como o próprio técnico Pingo disse, era melhor ter empatado em 0 a 0.

Gostei de ver o garoto Maicon. Aos 16 anos, o jovem meia não sentiu a pressão e deu bom ritmo ao time, apoiando as descidas de Carlos Alberto pela direita. Para o jogo de volta, Pingo terá o retorno da zaga titular, que tem mais entrosamento e deve oferecer mais consistência defensiva.

Nada está perdido. Dois placares classificam o Metrô à próxima fase: vitória por qualquer resultado ou empate a partir de dois gols ou mais (2  a 2, 3 a 3 e por aí vai). A repetição do 1 a 1 levará a decisão da vaga para os pênaltis. O técnico Pingo terá uma semana para trabalhar e fazer com que o time repita em Tombos (MG) parte do desempenho que mostrou em Saquarema (RJ), algo que não conseguiu fazer neste domingo.

 

Arbitragem

Direção e torcida do Metropolitano ficaram na bronca com a arbitragem de Flávio Rodrigues Guerra. Em partes, entendo as reclamações. Apesar de não ter influenciado diretamente no resultado ( o pênalti que ele marcou, foi), Flávio foi passivo em muitos lances violentos, evitando os cartões amarelos. Como o Tombense (MG) tinha sete jogadores pendurados com dois cartões amarelos… Fica a desconfiança.

Estou curioso para ver a súmula da partida. Certamente o árbitro vai relatar “os elogios” que recebeu de dirigentes do Metrô. E eles podem gerar punições duras ao clube, de multas a perda de mando de campo.

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comentários

Comentários (1)

  • ik diz: 29 de setembro de 2014

    Como em Blumenau manda quem vem aqui, pode acreditar que o METRO foi prejudicado sim. É só pensar um pouco: O Dono do time (Duram), é o tal dono de alguns jogadores do Metro e por ai vai. Claro que ninguem do TOMBENSE oa ser prejudicado. Nunca vi, Blumenau ser ajudado. A não ser no jogo de Saquarema, lá sim, o Metro foi ajudado, mas não pela arbitragem, e sim pelos amigos do Alessandro. A Penapolense poderia fazer 15, o metro meteria 16. E ninguem venha me dizer que não.

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