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Diante do Figueirense, Metropolitano mostra evolução e passa bem pelo principal teste da pré-temporada

24 de janeiro de 2016 0

O Metropolitano deixou o Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, sábado com dois resultados na bagagem. Como? Explico. O jogo-treino diante do Figueirense teve 130 minutos de duração e foi vencido pelos donos da casa por 2 a 0. A análise do duelo, no entanto, precisa ser feita em duas partes. Na primeira delas, durante os primeiros 90 minutos, quando os dois técnicos trabalharam por mais tempo com o que consideram seus times-base, o jogo foi marcado pelo equilíbrio. Tanto que não teve gol.

No principal teste da equipe na pré-temporada, o Metrô passou. Mostrou evolução na comparação com o primeiro jogo-treino diante do Atlético Itoupava, principalmente no sistema defensivo. Dentro do sistema montado por Valdir Espinosa, o time cedeu pouco espaço e criou muitas dificuldades para o atual bicampeão catarinense. Já no ataque, o time teve bom volume de jogo, criou muitas jogadas, em especial pelos lados de campo, mas pecou na hora da conclusão.

Crédito: Sidnei Batista/Divulgação

Crédito: Sidnei Batista/Divulgação

Nos últimos 40 minutos do duelo, com os dois times bastante modificados, o jogo ficou mais franco. Os treinadores aproveitaram para fazer testes. Espinosa fez dois experimentos. Escalou o zagueiro Ricardo Lima na lateral-esquerda, já que o elenco tem apenas Juninho como jogador de ofício na posição. Lima foi bem, ao menos não comprometeu. Na outra experiência, o treinador deixou o Verdão sem centroavante, na tentativa de explorar a velocidade dos quatro homens de frente. Mas não deu muito certo. O Figueira aproveitou duas falhas da defesa e, nos últimos sete minutos matou o jogo, com dois gols (do meia Marco Túlio) de Gabriel.

Numa analogia com o boxe, o Metropolitano mostrou-se sábado como um pugilista que sabe se defender e aplica bons golpes no adversário. Porém, não consegue levar o adversário à lona, e aí, passa a correr o risco da decisão do embate ser definida por pontos. Ou pior, fica a mercê de sofrer um contragolpe e ser nocauteado. Em um campeonato equilibrado como é o Catarinense, o time precisa aprimorar e potencializar seus golpes para derrubar o adversário quando tiver as oportunidades e evitar de ser derrubado. Espinosa sabe disso e vai aproveitar a semana que tem pela frente para corrigir os erros e firmar os acertos para a estreia contra o Camboriú no dia 31, em Jaraguá do Sul.

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