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Metropolitano dá adeus ao título. Foco agora é somar pontos de olho na Série D

21 de fevereiro de 2016 1

Achei que já tinha visto a pior atuação do Metropolitano na goleada sofrida para o Avaí. Ledo engano.  Com as ausências do lateral Maurim, volante Bruno Medeiros, mais os meias Ramon e Léo Moura, o time sofreu e muito. Marcou mal, cedeu espaços em excesso ao Inter de Lages e teve dificuldades para jogar com a bola nos pés. Em especial no primeiro tempo.

O valente e bem armado time colorado aproveitou e decidiu o jogo em menos de 10 minutos. A expulsão de Iscac serviu de alento ao Metrô, que foi valente e melhor estruturado no segundo tempo. A falta de pontaria do ataque verde fez com que o resultado não fosse melhor.

Foto: Rodrigo Philipps/Agência RBS

Foto: Rodrigo Philipps/Agência RBS

Dois pontos positivos precisam ser destacados. A ausência de Léo Moura serviu para mostrar um Harrison diferente, com vontade e afim de decidir a parada no Metrô. Também foi legal foi ver Léo Moura na arquibancada, junto da esposa e da filha, torcendo pelos companheiros e sofrendo com cada lance. Prova de que o grupo está unido.

Quanto ao lance do chute de Harrison, em que a bola explodiu no travessão e tocou no gramado, da cabine onde estava no estádio fiquei com impressão de que a bola não entrou. As imagens da TV talvez possam me provar o contrário a partir desta segunda-feira.

A derrota de para o Inter de Lages coloca um ponto final no sonho do título do turno. O foco do Metrô agora deve se voltar para a vaga na Série D do Brasileiro. Ou seja: o time tem que somar o maior número de pontos possíveis diante de Chapecoense, Criciúma e Figueirense para se manter entre os dois melhores “fora de série”. A tarefa é dura, principalmente porque os duelos com Chape e Tigre serão longe de casa e os dois times brigam pelo título.

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comentários

Comentários (1)

  • Raio X diz: 22 de fevereiro de 2016

    Afinal qual o segredo do Inter de Lages que monta os seus times sempre na ultima hora e apronta?. Estariam os atletas do Metro posicionados numa enorme AREA DE CONFORTO?. De que adianta todo o planejamento das diversas diretorias se os times montados oscilam absurdamente durante a campanha sem motivo aparente?. Seria este retrospecto uma resposta silenciosa de repudio do grupo, pois este fato aparentemente ocorre apos contratarem um atleta famoso.

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