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Boa, Caco! Tudo começa pela defesa

26 de fevereiro de 2016 0

Caco Espinoza começou bem o seu trabalho no comando do Metropolitano sexta-feira ao mexer na defesa e trabalhar o posicionamento da equipe sem a bola. Sabe que para o time jogar de forma mais competitiva, precisa arrumar a cozinha. As entradas de Alex no gol, Willian Rodrigues na zaga e a dúvida entre Maurim ou Ricardo Lima na lateral canhota demonstram a preocupação.

Crédito: Sidnei Batista, Divulgação

Crédito: Sidnei Batista, Divulgação

O grupo não vai chegar a lugar algum se mantiver a horrorosa média de quase dois gols sofridos por jogo que tem até aqui. Até o Barcelona, com o seu espetacular trio de ataque com Messi, Neymar e Suárez, teria dificuldade para ter que reverter o placar quase sempre.

Até aqui, em sete jogos, o Metrô só não saiu atrás no placar em três ocasiões: na vitória por 1 a 0 sobre o Camboriú, no empate sem gols com o Joinville e na vitória por 3 a 2 sobre o Guarani (ainda assim teve que lutar até o lance final para vencer após abrir 2 a 0 e ceder o empate). Aí complica, convenhamos!

Diminuir espaço, compactar a marcação, acertar a cobertura e a recomposição são algumas das principais tarefas de Caco e dos jogadores. E essa foi a tônica dos trabalhos sexta-feira pela manhã no Estádio Guilherme Jensen. Não tomar gol é o primeiro passo para deixar uma equipe mais perto da vitória. A campanha da líder Chapecoense mostra isso. O time do Oeste sofreu apenas três gols e nunca mais do que um no mesmo jogo. Tarefa que facilita a luta pelos três pontos a cada partida.

Como diz Phill Jackson, dono de 11 títulos como técnico na NBA, a liga norte-americana de basquete: “ataques vencem jogos, defesas conquistam campeonatos”. A Chape, que está com as duas mãos na taça do turno, que o diga.

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