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É hora de reagir, Metrô!

27 de fevereiro de 2016 0

Apesar de nenhum atleta ou do comandante interino darem entrevistas, o lance da foto abaixo, durante o treino de sexta-feira, resume como os jogadores do Metropolitano encaram o compromisso diante do Criciúma no domingo. Com Léo Moura e Rafinha de volta à equipe, mais as mudanças que o treinador Caco Espinoza deve fazer no sistema defensivo, o Metropolitano viaja para o Sul do Estado cercado pela expectativa de um bom resultado.

Crédito: Sidnei Batista, Divulgação

Crédito: Sidnei Batista, Divulgação

O Tigre vai a campo pressionado, precisando vencer e torcendo contra a Chapecoense, para seguir sonhando com o título do turno. O Metrô poderá tirar proveito disso e usar o nervosismo do adversário como arma para golpeá-lo, como fez o Guarani de Palhoça no domingo passado. Para isso terá que reeditar momentos em que jogou competitivamente, como em boa parte dos empates com Joinville e Brusque, e até mesmo da derrota diante da Chapecoense.

Fora da zona de classificação para a Série D do Brasileiro e numa rodada em que Inter de Lages e Brusque, seus principais concorrentes se enfrentam, é hora de o Metrô reagir. O histórico recente do Metrô no Estádio Heriberto Hülse é interessante e permite ao torcedor alimentar o desejo pelo resultado positivo.

Nos últimos cinco anos, nas seis vezes em que visitou o Tigre pelo Estadual voltou para Blumenau com duas vitórias, um empate e três derrotas. No ano passado, inclusive, foi a partir do triunfo por 2 a 1 sobre o Criciúma, no Majestoso, que o time comandado por Pingo iniciou a reação que o levou ao 3º lugar no fim da fase de classificação.

História não entra em campo, camisa não ganha jogo e ninguém vence na véspera. Domingo, às 17h, quando a bola rolar veremos se a expectativa se materializa em pontos para o Verdão ou se, novamente, transformará em frustração.

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