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Jornada 2011

26 ago13:17

Ao vivo: Debate "Formação do leitor contemporâneo"


Na última tarde de debates da 14ª Jornada Nacional de Literatura, Affonso Romano de Sant’Anna, Alberto Manguel (Argentina), Beatriz Sarlo (Argentina) e Kate Wilson (Inglaterra) discutem o tema “Formação do leitor contemporâneo”.

O mediador do debate será Fabiano dos Santos, diretor do Livro, Leitura e Literatura do Ministério da Cultura. Acompanhe ao vivo. O debate inicia às 14h.

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26 ago09:57

Documentário homenageará Josué Guimarães

Fernanda da Costa | fernanda.da.costa@gruporbs.com.br


Um grande destaque da 14ª Jornada Nacional de Literatura  é a homenagem ao escritor Josué Guimarães, parceiro fundamental de Tania Rösing na idealização da mobilização literária
. Um documentário que aborda a vida do autor e sua contribuição para o sucesso do evento estreia na manhã desta sexta-feira, durante a programação do 3º Encontro Estadual de Escritores Gaúchos.

- O Josué fez da Jornada algo “abensonhado”, porque ele viabilizou o sonho que tive. Foi graças a ele que grandes escritores como Millôr Fernandes e Otto Lara Resende desafiaram-se em participar nas primeiras edições – conta Rösing.

Foi Josué quem teve a ideia de tornar o evento bianual e nacional, em 1981.

- Achei a proposta bastante ousada, mas como gosto de desafios topei – lembra Rösing.

Luís Augusto Fischer, Luiz Antônio de Assis Brasil e Miguel Rettenmaier – coordenador do acervo literário do autor – participarão da homenagem.

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26 ago03:13

Livro Guerras e Tormentas, do jornalista Rodrigo Lopes, é lançado na 14ª Jornada

Leandro Becker | leandro.becker@zerohora.com.br

Com 320 páginas, a obra integra a série de jornalismo literário Front e Verso, da editora BesouroBox. O jornalista de 32 anos levou seis meses para escrever o livro e, na seleção do conteúdo, revela ter revivido momentos inesquecíveis da carreira profissional por meio de reportagens de jornal, blog, vídeos e fotos.

- Busco desmistificar a figura do correspondente de guerra e mostrar os dilemas, medos e desafios do dia a dia no front – revela Lopes, que é colunista de Mundo de Zero Hora, comentarista de notícias internacionais da Rádio Gaúcha e repórter multimídia do Grupo RBS.

Além da descrição de bastidores das reportagens, o jornalista revela detalhes inéditos da cobertura e faz reflexões sobre a rotina de um correspondente em situações de tensão, ansiedade e pressão em meio ao dilema entre trabalho ininterrupto e a luta pela própria sobrevivência.

- A emoção faz parte da reportagem e o objetivo foi contextualizar e refletir sobre fatos históricos – afirma o jornalista.

Entre os relatos apresentado pelo jornalista estão a catástrofe do furacão Katrina, que inundou New Orleans, no sul dos Estados Unidos, o terremoto no Haiti, que vitimou 200 mil pessoas, a posse do presidente Barack Obama, a morte do papa João Paulo II e a cobertura de guerras no Líbano, em 2006, e na Líbia, em 2011.

Durante a cobertura do resgate dos 33 mineiros no Chile, Lopes conta que a temperatura chegava a 40 graus durante o dia e desabava para 5 graus negativos à noite. Em meio à intensa variação térmica, a sola de sua bota descolou. Ao invés de lamentação, orgulho em gastar o sapato trabalhando.

- Gosto de pisar no barro e creio que o jornalismo precisa ser feito dessa forma – revela.

O livro, que não tem fotos para estimular a imaginação de cada leitor na construção dos ambientes relatados, também registra a façanha do enviado especial do Grupo RBS ao acessar a embaixada brasileira em Honduras e conversar exclusivamente com o ex-presidente daquele país, Manuel Zelaya.

Para Rodrigo Lopes, a cobertura mais difícil como correspondente internacional foi a do terremoto que dizimou o Haiti. Mas a preferida é a da guerra na Líbia, onde, curiosamente, o jornalista viveu um dos momentos mais tensos da carreira: ficou no meio do fogo cruzado entre os guerrilheiros. E gostou.

- Meu sonho de guri era ser correspondente de guerra. Foi o auge para mim – resume.


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25 ago18:47

Lendo a realidade fragmentada

Rafael Zanolla, Colaborador


-
A literatura é existencialmente necessária para podermos ter, minimamente, a sensação de ser.

Estas são afirmações de Gustavo Bernardo, doutor em Literatura comparada e professor adjunto de Teoria da Literatura no Instituto de Letras da UERJ e participante do Simpósio Internacional de Literatura Infantil e Juvenil, incluído na programação da 14ª Jornada Nacional de Literatura.

- Infinitas vezes a literatura é questionada, em sala de aula. Os porquês de estudá-la e conhece-la são, geralmente, insuficientes.

O debate de terça, coordenado pelo professor João Luís Ceccantini, trazia o tema da “Literatura além do Verbal”, contou ainda com o desenhista e ilustrador infantil Roger Mello e com o crítico e pesquisador literário colombiano Fanuel Diaz. Cada um trouxe sua contribuição baseado em áreas ditas distintas, mas virtualmente entrelaçadas, para compreender a relação entre texto e imagem.

Uma parcela significativa das afirmações dos participantes entende-se pela afirmação de que, muitas vezes, a imagem supera o as palavras escritas.

- O texto não pode ser entendido sem as imagens. E as imagens possuem uma teoria própria. Pela posição das personagens em uma imagem, podemos apreender que elas são divinas ou fragilizadas – finaliza.

Para ele, mesmo elementos primeiramente irrelevantes interferem na compreensão do texto não-verbal.

- A própria cor, por exemplo, traz cargas emotivas. Ainda assim, cada cor é entendida de diversas maneiras, trazendo ainda mais significados para diferentes leitores – diz.

De acordo com Gustavo Bernardo, a literatura oferece diferentes perspectivas a cada nova leitura.

- Nunca podemos assegurar que um texto é bom ou ruim, a não ser por critérios pessoais. Literariamente, no entanto, eles são ruins quando lidos duas vezes e em diferentes momentos, eles nos dizem a mesma coisa.

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25 ago15:54

Jornalista Rodrigo Lopes lança livro Guerras e Tormentas na 14ª Jornada

Leandro Becker|leandro.becker@zerohora.com.br


O repórter multimídia da RBS, Rodrigo Lopes, lança nesta quinta-feira, na 14ª Jornada Nacional de Literatura, o livro Guerras e Tormentas – Diário de um Correspondente Internacional. A obra publicada pela editora BesouroBox relata os bastidores de coberturas internacionais em zonas de conflito. O lançamento será às 17h e será seguido de sessão de autógrafos.

Entre os relatos apresentado por Lopes estão a a catástrofe do furacão Katrina, que inundou New Orleans em 2005, no sul dos Estados Unidos, o terremoto no Haiti, que vitimou 200 mil pessoas, o resgate dos mineiros no Chile e a cobertura de guerras no Líbano, em 2006, e na Líbia, em 2011.


Além da descrição de bastidores das reportagens, o jornalista revela detalhes inéditos da cobertura e faz reflexões sobre a rotina de um correspondente em situações de medo, ansiedade e aflição diante do dilema entre o trabalho árduo e a luta pela própria sobrevivência.


Aos 32 anos, Lopes é formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), tem especialização em Jornalismo Ambiental, pelo International Institute for Journalism, de Berlim, e em Jornalismo Literário, pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário. É colunista de Mundo de Zero Hora, comentarista de notícias internacionais da Rádio Gaúcha e repórter multimídia do Grupo RBS, onde trabalha há 15 anos.

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25 ago14:31

Ao vivo: Debate "Diálogos, mídias e convergências"


Acompanhe ao vivo o detabe “Diálogos, mídias e convergências”, que integra a aprogramação da 14ª Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo. Os autores convidados são Edney Silvestre, Eliane Brum e Nick Montfort.


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25 ago13:53

Galeria de fotos: O Teatro Mágico

Confira as imagens do primeiro show da banda em Passo Fundo, durante a 6ª Jornadinha. As fotos são de Diogo Zanatta. Leia mais sobre a banda.
















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25 ago13:19

Poca Vogal conquista fãs na Jornada

Priscila Dalzotto, Colaboradora

Um dos momentos mais esperados pelo público jovem na 14ª Jornada Nacional de Literatura foi o show da banda gaúcha Pouca Vogal. Na noite de quarta-feira, Humberto Gessinger, conhecido como vocalista dos Engenheiros do Hawai, e Duca Leindecker, conhecido como vocalista da Cidadão Quem subiram ao palco principal do evento. 

O Circo da Cultura ficou lotado, com cerca de 5 mil pessoas. A dupla, que interagiu com o público em todos os momentos, tocou também grandes sucessos dos Engenheiros do Hawaii, como Pra ser sinceroRefrão de bolero, e da Cidadão Quem como Pinhal e O amanhã colorido, o que fez o público relembrar canções que marcaram época e fizeram parte da trilha sonora de muitas passoas, como confessa Emanuela Dalmolin.

A estudante de história, de 21 anos, que mora em Guaporé, relatou que já havia assistido ao show das duas bandas gaúchas, mas ainda não tinha tido a oportunidade de ver os dois fenômenos musicais juntos no projeto Pouca Vogal.


– Para mim, eles são os melhores cantores gaúchos. Esta união só podia ser um sucesso. Amei o show – revela a jovem.

Nesta edição da Jornada, Gessniger ainda participa como coautor da música tema do evento, Sagração da Palavra, em parceria com Paulo Becker. Quando a dupla cantou-a, o público os acompanhou, mostrando que sabia a letra. Os dois terminaram o show agradecendo ao público sem dar tchau, mas sim um “até logo”.

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25 ago10:08

Arte aborta respeito ao meio ambiente


Quem passar pela 14ª Jornada Nacional de Literatura também poderá conferir várias obras em cartoon, que se encontram expostas no Centro de Eventos da UPF. Dentre os trabalhos expostos, encontra-se a mostra Ecocartoon.

O Ecocartoon, criado em 2008, é um evento que conta com a participação de cartunistas do mundo inteiro. Eles traçam em seus desenhos um tema ambiental com o intuito de despertar na população os sérios riscos que o planeta terra enfrenta, com o objetivo de conscientizar as pessoas, de forma bem-humorada.

Em sua 4ª edição, o Ecocartoon recebeu mais de 500 trabalhos de desenhistas de 51 países. Os trabalhos foram julgados por um corpo de jurados, sendo que os melhores, 108 no total, compõem a exposição que faz parte da programação paralela da Jornada.

A exposição Ecocartoon ficará aberta ao público até o dia 26 de agosto, no Centro de Eventos, Campus I da UPF. A visitação é gratuita.

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Fonte: Assessoria de Imprensa das Jornadas Literárias

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25 ago09:48

A poesia prevalece

Fernanda da Costa | fernanda.da.costa@gruporbs.com.br

O universo onírico da banda O Teatro Mágico invadirá os sentidos do público adolescente da 6ª Jornadinha Nacional de Literatura.  De composições influenciadas pela literaturado, performances teatrais e fãs apaixonados, a banda é uma grande defensora da música e da arte independente.

Depois de estrear com o trabalho”Entrada para raros”, conquistando fãs fiéis pelo país, a trupe musical de Osasco, São Paulo, vêm a Passo Fundo apresentar as músicas de seu segundo trabalho, chamado “Segundo Ato”. A literatura sempre esteve presente nas letras e nos shows da banda – que contêm trechos de poesias entre as músicas. No DVD do show “Segundo Ato” o cantor Fernando Anitelli, conta que compôs a música Sonho de uma flauta inspirado na poesia do gaúcho Mario Quintana e de Hermann Hesse.


O Teatro Mágico é a estória que contamos todos os dias, as escolhas que fazemos em busca dos melhores atos, das melhores melodias, dos melhores personagens que nos compõem, as peças que encenamos e aquelas que nos encerram”

É assim que a banda apresenta-se no primeiro DVD. Com duas apresentações previstas, eles sobem ao palco do Circo da Cultura nesta quinta e na sexta-feira, às 10h45min.

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