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Avai e Figueira decepcionam e a ausência do torcedor no estadual

26 de abril de 2016 6

Acabaram os turnos , resta agora a decisão do Campeonato Catarinense, que promete dois jogos equilibrados envolvendo Chapecoense e Joinville, mas antes cabe um avaliação do estadual até agora.

Fórmula

A disputa em dois turnos não motivou o torcedor. Chapecoense no primeiro turno e Joinville no segundo anteciparam a conquista, o que tirou o clima de decisão em vários jogos. A última rodada foi melancólica.

Figueirense

Considerado um dos favoritos, falhou no planejamento inicial e demorou nos ajustes do time, prejudicando a possibilidade de reação, que acabou freada também por um erro de arbitragem no jogo com a Chapecoense no segundo turno.

As contratações do início do campeonato pouco acrescentaram, tanto que Henrique e Rodrigo Biro, por exemplo, já foram embora. Outros atletas que permaneceram do ano passado não aproveitaram a chance e saíram ou estão no banco. Dybal, Ricardinho e Elias rescindiram contrato. Luan Polli, Yago, Dener e França perderam espaço.

Ermel aproveitou a chance e se tornou a revelação do time.

A ausência de Carlos Alberto e a negociação de Clayton, que jogou o turno sabendo que não ficaria, foi o que mais prejudicou o trabalho do técnico Hudson Coutinho, que acabou demitido da função.

Avai

A prioridade era equilibrar as finanças, meta adequada e atingida. O clube termina o estadual com todos os salários em dia, mas tecnicamente foi grande decepção , mais uma vez.

Não estava nos planos lutar contra o rebaixamento, principalmente depois do bom primeiro turno, quando chegou em segundo lugar.

O aproveitamento dos atletas da base é o que ficou de positivo. O zagueiro Gabriel conquistou vaga no time. Caio César, Braga, Henrique e Lucas de Sá mostraram capacidade para continuar no grupo.

Criciúma

O Tigre lutou pelo título do turno, mas não repetiu no segundo turno, quando perdeu jogos fundamentais para se manter na luta.

O time comandado por Roberto Cavalo, porém, deixou boa impressão e teve o mérito de firmar atletas da base que já estavam no time principal havia bom tempo e não conquistavam a confiança da torcida. São os casos de Ezequiel, Barreto e Róger Guedes, que acabou no Palmeiras. Dódi e Marlon são outras revelações. Além disso, Élvis é um dos goleadores do campeonato.

Brusque

Entre os “pequenos” o destaque é o Brusque, que veio da segunda divisão, sempre esteve longe do rebaixamento e garantiu vaga na Série D.

Mais um bom trabalho do técnico Mauro Ovelha, que superou os concorrentes diretos e conquistou pontos importantes diante dos “grandes”, mostrando força tática e física em todas as situações.

Público

A ausência de jogos decisivos desmotivou o torcedor e apenas uma partida , até agora, teve mais de 10 mil torcedores. Foi no clássico no Orlando Scarpelli. A presença do torcedor é dos pontos mais fracos do estadual deste ano.

Arbitragem

Em um campeonato com menos jogos decisivos, a polêmica foi menor em torno da arbitragem , ainda assim chamou a atenção a quantidade de erros nas primeiras rodadas , com expulsões exageradas, pênaltis e impedimentos mal marcados.

Quando o campeonato esquentou um pouco, Célio Amorim fez lambanças no jogo Figueirense e Chapecoense, em Florianópolis.

Agora é aguardar que nada complique os jogos finais.

Jovens

A participação de vários jogadores da base dos clubes é um ponto favorável do campeonato. Avai, Criciúma e Figueirense são os times que mais aproveitaram os garotos.

Comentários (6)

  • euclids augusto diz: 26 de abril de 2016

    Camarada este ano o Figueira poderia ter um time tão bom quanto aos melhores do mundo, tipo Bayer de Munique, porque o Delfim Peixoto jamais deixaria nos consagramos tri campeões, para o seu bem e tranquilidade não foi necessário usar de sua força nazista para evitar essa façanha, pois o nosso time alvinegro teve uma participação abaixo do seu normal no 1º turno eximindo se, com isso o título será disputados entre os menos ruins do interior já que na capital só existe um clube e este é o Furacão, pensando bem pra que serve um título Catarinense, o negócio é fortalecer se o time e fazer uma boa participação no Brasileiro.

  • Everton diz: 26 de abril de 2016

    Boa tarde Paulo!

    Concordo com vc em tudo, exceto na parte do público. Vc sabe qtos jogosem casa do JEC, time que é o clube mais coloca gente no estádio em SC, teve transmitidos para Joinville?
    Imagino que o mesmo aconteceu com os demais times.
    Aí pergunto, vc pagaria R$ 50,00 para assistir um jogo no estádio ou assistir de graça em casa.
    Que a RBS TV repense esta regra.
    Abraço.

  • Único octa campeão do Estado diz: 27 de abril de 2016

    Dos 10 jogos realizado na arena Joinville, 7 tinha a TV para a mais rica cidade do Estado.
    E o prejuízo foi para o Jec, teve um baixo público nos jogos.
    Tudo bem que a TV quer tirar as despesas, mas não precisava exagerar.
    Será que só Joinville da lucro!!!! Para a TV!
    Quantos jogos a dupla da ilha tinha TV nos jogos em casa, um ou dois!
    Sempre o único octa campeão pagando pelos outros.

  • Mazinho Alvinegro diz: 27 de abril de 2016

    Bvai:
    “A prioridade era equilibrar as finanças, meta adequada e atingida”
    Porra, Paulo Branchi!
    Um rombo de 12,5 milhões e tu diz que a meta foi atingida?
    Assim tu me agradas, .. kkkk!
    Outra!
    O maior público no estadual foi no único clássico do estado, apesar de não valer nada e de ser televisionado direto para a capital mais linda do sul do mundo.
    Mais outra!
    Parabéns ao manezinho HM, professor do time dos joincolonos.

  • Krall Bolshoi diz: 29 de abril de 2016

    Cidadão Paulo Branchi, o senhor está relaxando um pouco. Não podemos ficar sem os seus comentários diários sobre os assuntos esportivos do nosso estado, principalmente. Para quem nos lê observem esses 2 elementos acima, “Único octacampeão do Estado” e o “Mazinho Alvinegro” exacerbando nas suas loas às suas cidades. Um escreve “a mais rica do estado”, só que ele um lascado; o outro escreve “a mais linda capital” e ele um bicho feio, parece mais um aborto de coruja. Enche o saco os comentários desses tontos. O povo e as cidades não tem a ver com isso, beócios. É um desabafo.

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