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Posts do dia 9 abril 2017

Empate no clássico atrapalha a corrida do Avai ao título

09 de abril de 2017 0

O clássico foi bem disputado no Orlando Scarpelli e sobressaiu a parte técnica, fator, que na maioria das vezes, não aparece em jogos com tanta rivalidade. O público de 8.819 torcedores também surpreendeu.

Marcaçao forte do Figueira

Marcio Goiano surprendeu na escalação ao colocar Dudu adiantado pela direita e Weldinho na lateral. Índio entrou no ataque com Elias. O time ganhou em força, marcaçao e agilidade, jogou no ataque preenchendo bem a intermediária, mas com poucas infiltrações na área.

Embora o maior volume de jogo, as melhores chances apareceram em finalizações de fora da área , principalmente com Hélder, que fez bom primeiro tempo. O Avai pouco atacou e o goleiro Kozlinski mostrou insegurança.

Banco e preparo físico

O segundo tempo foi do Avai, que cresceu com a entrada de Denilson na vaga de Diego Jardel e terminou mais forte fisicamente. O lance mais perigoso do Figueira foi um chute de longe de Yago, que Kozlinski defendeu no canto.

O Avai, além de mais volume de jogo, teve chance com Marquinhos, mas Hélder salvou na pequena área, e duas com Denilson. Uma o chute dele desviou no braço de Weldinho e saiu para escanteio, na outra o goleiro Thiago Rodrigues salvou. Alemão também ficou na cara do goleiro , mas cabeceou para fora a cobrança de escanteio.

No final, o empate foi melhor para o Figueira, que vai se afastando da zona de perigo do rebaixamento. O Avai, praticamente sai da disputa do segundo turno e vai perdendo a chance de fazer afinal na Ressacada.

Individuais

No Figueirense, os destaques foram, Thiago Rodrigues- pela defesa no chute de Denilson- Dudu , pela marcação em Capa, e Hélder, tecnicamente o melhor do Figueira.

No Avai , os destaques foram, Capa- muito regular na marcação e apoio – Denilson, autor das jogadas mais agudas no segundo tempo , e Junior Dutra, tecnicamente o jogador mais lúcido em campo.

Apito

Os assistentes, Alex dos Santos e Kléber Lúcio Gil, não cometeram erros, mas o árbitro Willian Steffen foi bastante exigido e terminou sem erros crusciais.

O árbitro deixou de aplicar cartão amarelo a Hélder e Ermel, que deram carrinhos e acertaram os adversários, mas tomou a decisão mais adequada no polêmico lance do pênalti. Foi um chute forte, de pouca distância e que pegou de surpresa Weldinho, não caracterizando a infração.

Considerando que foi seu primeiro clássico, fez boa arbitragem.