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Guarani esfria empolgação do Figueira

24 de maio de 2017 1

O Figueirense não repetiu o desempenho de jogos anteriores e pouco do que tinha apresentado diante do Goiás e , principalmente o Náutico, apareceu no jogo em Campinas.

Gol de ex

O Guarani explorou os espaços nas costas dos laterais do Figueirense e contou com a qualidade do veterano Fumagalli para coordenador o jogo por dentro e, assim, teve amplo domínio até os 35 min do primeiro tempo.

Bruno Nazário, revelado pelo Figueira, abriu o placar no início do jogo e finalizou com perigo mais três vezes. Outras chances surgiram e não foram aproveitados.

No momento de crescimento antes do intervalo, o Figueira criou duas ótimas chances, mas Iago e Luidy não aproveitaram.

Sem efeito

As mexidas do segundo tempo tiraram velocidade e desorganizaram ainda mais o Figueira, que teve apenas uma chance para fazer o gol. Juliano concluiu para fora quando ainda estava 1 a zero.

Quase no final o Guarani ampliou em nova vacilada da defesa e encaminhou a vitória.

O Figueirense, além do posicionamento pouco adequado, ainda sofreu com falhas individuais. É o caso do goleiro Thiago Rodrigues, que vacilou nos dois gols do Guarani.

Apito

Apesar das reclamações do Figueira, o árbitro, Paulo Henrique Salmázio, acertou nas principais decisões. Embora tenha ameaçado dar o cartão para Evandro, ele acertou em não expulsar, porque o jogador do Guarani tocou a bola antes de atingir Zé Antônio.

Na dividida de Dudu e Salomão, o árbitro também acertou por que o lateral do Guarani não teve maldade, ele ergueu a perna visando a bola e Dudu chutou contra as travas da chuteira.

O atacante Caíque não teve a intenção e nem fez movimento deliberado do braço em direção á bola no segundo gol. Na dividida com a defesa a bola desviou no atacante e entrou. Gol regular.

Avai não soube parar o São Paulo no Morumbi

23 de maio de 2017 0

O Leão viu diminuir sua chance de conseguir bom resulto no Morumbi muito cedo. O gol do São Paulo aos 11 min tirou a ansiedade e a pressão do time comandado por Rogério Ceni, fatores que poderiam ajudar o Avai quanto mais o tempo passasse.

A primeira chance de gol foi do Avai, mas o São Paulo dmoninou o primeiro tempo e poderia ter ampliado, porém, deixou de aproveitar duas chances. Restou ao Avai resistir e se reorganizar no intervalo.

O Leão voltou melhor no segundo tempo, jogou no campo de ataque, mas limitou-se a alguns chutes de fora da área sem muito perigo. No final a defesa falhou e o gol de Luiz Araújo liquidou o jogo.

Considerando as limitações, o Avai não teve desempenho tão baixo, mas com esse futebol, dificilmente vai conseguir bom resultado diante dos principais times, fora de casa.

Figueira brilha diante do Náutico

20 de maio de 2017 4

O Figueirense venceu o Náutico com desempenho que havia muito tempo não se via no Orlando Scarpelli.

O jogo se tornou fácil e o placar poderia ser maior, tamanha foi a superioridade que o Figueira demostrou o tempo inteiro.

Posse de bola, velocidade, deslocamentos e boas conclusões foram os fatores principais da vitória.

Jorge Henrique e Robinho comandaram as ações e o estilo de jogo. Robinho sofreu pênalti de Nirley a um minuto e o árbitro não marcou. Depois de várias ações inicias, Jorge Henrique abriu o placar.

Robinho, o cara da partida , ampliou com um golaço de fora da área e tranquilizou o time ainda no primeiro tempo.

Nada mudou depois do intervalo e o Figueira continuou absoluto. A expulsão do volante Darlan tirou a capacidade de reação do Náutico e não demorou para Robinho aparecer novamente. Ele deu passe perfeito para Henan fazer o terceiro.

Grande vitória e bom futebol do Figuera, mas o público não chegou a quatro mil torcedores e ficou devendo.

Avai reecontra a Série A sem vitória

14 de maio de 2017 1

O Avai ficou devendo melhor atuação no reencontro com a Série A do Campeonato Brasileiro e deixou escapar a chance de arrancar com três pontos diante de seu torcedor.

O time sentiu a pressão da estreia , provocada pela necessidade de vencer em casa, e não conseguiu imprimir um ritmo forte de jogo, nem elevar o nível do desempenho exigido pela Séria A. Com um futebol sem muita imaginação sofreu diante do desfalcado time do Vitória na Ressacada.

A partida teve poucas finalizações e as melhores chances foram do Vitória, que acertou a trave duas vezes. Uma no primeiro tempo com Willian Corrêa e outra no segundo com Paulinho.

O Avai, além de não jogar bem, foi prejudicado pelo árbitro, Felipe Gomes, que não marcou pênalti claro de Renê Santos em Junior Dutra no segundo tempo.

Um estreia fraca do Avai e um resultado ruim diante de um adversário direto na luta contra o rebaixamento.

"Novo" Figueira vence e deixa boa impressão na estreia

13 de maio de 2017 0

O Figueirense entrou em campo com um “novo” time no Serra Dourada e , considerando a falta de entrosamento, a qualidade do adversário e o fator local, teve desempenho razoável e fez uma grande vitória na arrancada da Série B.

Ainda não dá para avaliar padrão de jogo, estratégia, tática e desempenho individual, mas é visível que o perfil do time mudou. Comparando com o estadual, é um time mais veloz, leve e com posse de bola acentuada.

Embora vencendo, o Figueirense quase não finalizou. A única chance criada foi aproveitada pelo garoto Robinho ainda no primeiro tempo. No Segundo tempo o goleiro Thiago Rodrigues salvou o time duas vezes.

O time vai ter tempo para evoluir e mostrou potencial para crescer. A vitória traz confiança e vai facilitar a evolução.

Os Catarinenses no Brasileiro

13 de maio de 2017 0

O estadual é importante, mas chegou o momento da grande competição do ano para os times Catarinenses. Buscar o acesso de divisão ou se manter na Série A é a grande meta do ano para os principais times do estado.

Série C

O Joinville parece um “corpo estranho ” na terceira divisão, depois de acessos seguidos até a Série A em 2015 e demonstração de solidez financeira da gestão.

O jovem técnico Fabinho Santos fez bom trabalho no estadual e terminou a competição com o time organizado. A base está pronta pra o brasileiro. A mescla de jovens com jogadores mais experientes deu certo e o Joinville entra para ser protagonista na Série C.

Os garotos Matheus, Roberto, Kadu e Marlyson têm a companhia de atletas rodados como Lúcio Flávio, Bruno Rodrigues, Renan Teixiera e Max. As principais novidades são Éverton Junior do Tubarão, Eliomar do Brusque e Grampola do Bragantino.

A estreia é com o Ipiranga em Erechim. Mesmo fora de casa, fazer ponto é fundamental.

A chance de acesso é boa, mas a fase eliminatória é perigosa. Nem sempre o melhor vence nos confrontos diretos.

Série B

Tigre

A manutenção da base do time é o aspecto mais forte do Criciúma , considerando que não fez contrações expressivas para o campeonato brasileiro.

Mas o time do momento está no bolo dos dez com mais chances de acesso. O técnico David ainda precisa melhorar o trabalho, principalmente defensivo, para equilibrar a equipe.

O goleiro Luiz e os atacantes Fabinho Alves, Caio Rangel e Pitbull, além do meia Alex Maranhão, devem dar a sustenção ao grupo. Os jovens Marlon, Barreto e Douglas Moreira têm qualidade e vitalidade.

A estreia diante do Santa Cruz é jogo que vai exigir bastante, mas jogando em casa , precisa vencer para ganhar confiança.

O Tigre não é favorito, mas está na briga.

Figueirense

Também não começa como favorito, mas está entre os dez times com mais chances de acesso. Fez 15 contratações para o brasileiro e , assim, terá praticamente um novo time em campo.

O técnico Márcio Goiano – que há sete anos não faz um bom trabalho na Série B , o último foi com o próprio Figueirense em 2010- precisa queimar etapas para não sofrer com a falta de entrosamento. Apenas Thiago Rodrigues, Dudu e Bruno Alves, titulares do estadual, foram mantidos na equipe.

São muitas caras novas, mas o perfil da equipe mudou. É um time mais leve, rápido e veloz, considerando as características dos principais jogadores.

A sustenção do time deve ser garantida por Bruno Alves, Dudu Vieira, Jorge Henrique, Luidy e Zé Love , que ainda está se recuperando de lesão.

O Goiás, adversário na estreia, é dos mais fortes da Série B.

O Figueira é um time que ainda precisa conquistar a torcida.

Série A

Avai

O Avai começa a Série A com limitações técnicas evidentes, principalmente na defesa e meio-campo. Também são limitadas as opções no banco de reservas. As novidades, até o momento, são o lateral Diego Tavares, volante Welington Simião e o zagueiro Airton.

A força está na determinação e entrosamento, porque mantém a base da Série B. Os atacantes Denilson, Romulo e Junior Dutra são a maior esperança de soluções para o time. Na defesa, Betão é a grande segurança e, no meio, a experiência de Marquinhos ainda é fundamental.

Se não acrescentar qualidade, vai ser “dureza” para o Leão se manter.

Jogar com o Vitória desfalcado de cinco titulares e na Ressacada, é uma boa oportunidade para vencer.

Chapecense

A Chape, apesar da reconstrução, ainda é a melhor equipe do estado, mas ainda falta muito para atingir o equilíbrio exigido para disputar a Série A sem sofrimento, como foi ano passado.

Os espaços que permite entre as linhas de marcação é o principal problema do sistema de jogo escolhido pelo técnico Wagner Mancini. Ele tentou fazer correções em alguns jogos com mais volantes e em outros com mais zagueiros, mas não deu certo.

A entrada de Jandrei no gol e as contratações do zagueiro Victor Ramos e do meio Seijas ajustam posições carentes e deixam a Chape mais forte para o brasileiro.

Tendência é de luta contra o rebaixamento, mas com boas chances de se manter.

A estreia diante do Corinthians é dos jogos mais dificieis do campeonato.

Leão assustou , mas Chape é campeã

07 de maio de 2017 0

O Avaí até ameaçou o título da Chape, mas prevaleceu a vantagem conquistada na Ressacada, e o time do Oeste celebrou o bi-campeonato diante de um público de 19.141 torcedores na Arena Condá. Foi um jogo tenso e emocionante e com vários lances de gol.

Defesa

Para começar a partida o Avaí não mudou seu estilo de jogo, e foi assim que Leandro Silva abriu o placar aos 27 min do primeiro tempo, ao sair em contra-ataque pela direita.

A Chape sentiu a pressão, perdeu a tranquilidade e o domínio do jogo, que era dela até aquele momento.

Marquinhos teve a chance de ampliar antes do intervalo, mas perdeu na frente do goleiro.

Tensão

O segundo tempo transcorreu com muita luta e discussões, e com o Avaí melhor em campo até os 52 minutos, mas a bola não entrou.

Arthur Moraes salvou o chute de Romulo, que criou ainda outra chance, evitada pela defesa. Quando Júnior Dutra ia fazer o segundo , Grolli salvou.

O Avaí conseguiu a superação esperada e teve coragem para jogar, porém não havia margem de erro. O detalhe fez a diferença a favor da Chape.

Conquistou o título o time com melhor desempenho. A Chape teve o melhor ataque e a melhor defesa, também a melhor campanha. Sem reparos.

Destaque

Apesar de não conquistar o título , o Avaí ganhou o jogo e teve em Romulo o grande destaque da partida. Ele participou dos principais lances e deu o passe para o gol de Leandro Silva.

Apito

Braulio da Silva Machado e os assistentes, Carlos Berkembrok e Kléber Lúcio Gil, foram muito exigidos, mas não cometeram erros importantes. As decisões
foram quase todas acertadas. Boa arbitragem.

Chegou o dia da decisão

07 de maio de 2017 0

As vantagens estão bem claras na decisão do campeonato catarinense 2017 e , todas , do lado da Chapecoense.

Tem uma equipe com mais recursos técnicos, joga em casa e fica com título até perdendo por um gol de diferença.

A situação é confortável, mas não é garantia de conquista. O Avaí já mostrou que tem força e garra para superar grandes adversidades e tem Chance, embora a situação difícil, de fazer história na Arena Condá.

O fato de a Chape ter entrado com pedido de efeito suspensivo no TJD para liberar Andrei Girotto e punir o zagueiro Betão do Avaí, mostra que a diretoria não está tão certa da conquista como se vê entre os torcedores nas ruas de Chapecó.

Esta empolgação, aliás , se entrar no vestiário pode atrapalhar o time e aumentar as chances do Avaí.

O desgaste dos jogos e viagens é uma preocupação da comissão técnica da Chape , mas o fato de ter preservado os titulares diante do Cruzeiro, deve amenizar a situação.

Perde mais o Avaí sem Capa, por falta de uma boa opção, do que a Chape sem Girotto. Demais posições com todos os titulares nos dois times.

Decisão é sempre um momento especial. Sobra tensão e emoção . Hoje não vai ser diferente.

Apito

O clima pode esquentar dentro de campo depois das expulsões na Ressacada e as ações da Chape na justiça esportiva. Braulio Machado
precisa ficar atento para não sucumbir ás pressões do início do jogo.

Chape vence na Ressacada e coloca a mão na taça

30 de abril de 2017 4

O jogo não teve brilho técnico e ficou devendo em emoção porque os dois times criaram poucas chances de gol.

Vermelhos

A estratégia da Chape foi mais eficiente desde o início porque bloqueava bem a entrada da área e os lados do campo, conseguindo, desta forma, evitar a pressão que o Avai pretendia fazer nos primeiros minutos.

A Chape já estava melhor em campo quando viu a situação ficar ainda melhor com a expulsão do lateral Capa. Um exgagero do árbitro, já que o lance merecia uma advertência com amarelo.

Com um jogador a mais em campo a Chape passou a atacar também , além de se defender com firmeza, e aproveitou o momento que estava em vantagem no número de atletas para abrir o placar com uma bonita virada de Luiz Antônio de dentro da área.

A expulsão de Girotto – outro exagero do árbitro – amenizou a complicação que foi o primeiro tempo para o Avai, mas não foi suficiente para mudar a história do jogo no segundo tempo.

Sem inspiração

O segundo tempo teve mais espaços, porém os dois times continuaram sem criatividade. Restou lutar e correr bastante para compensar a baixa qualidade técnica.

A Chape administrou a vantagem e fez alterações para fechar o time. O Avai arriscou mais pela necessidade de buscar o empate, mas o desempenho pouco melhorou. Apenas nos minutos finais surgiram dois lances de gol, mas Denilson e Romulo não aproveitaram.

No final, vitória da Chape e mais vantagem para o jogo na Arena Condá. Agora pode até perder por um gol de diferença.

Destaque

O volante Luiz Antônio foi o jogador mais lúcido em campo. Bem posicionado, deu bons passes e ainda fez o gol da vitória.

Apito

Os assistentes não cometeram erros, mas o árbitro, Héber Roberto Lopes, usou um critério muito rigoroso para a expulsão de Capa – não havia clima hostil entre os jogadores- poderia aplicar o amarelo. Depois compensou com a expulsão de Girotto, mas aí já havia interferido demais no andamento da partida. Ficou devendo melhor atuação.

Técnicos

O treinador, Wagner Mancini, não escalou Apodi, mas desta vez optou pelo volante Moisés, evitando a linha de três zagueiros com Nathan, opção utilizada diante do Nacional, quinta-feira, em Montividéu.

Também passou a orientação para Luiz Antônio avançar. Era o momento certo. Ele foi pra área e fez o gol.

No segundo tempo, com a vantagem no placar, soube fechar o time e segurar a vitória.

Claudinei Oliveira

O treinador do Avai não fez escolhas adequadas no momento de mexer no time. A primeira opção com a expulsão de Capa poderia ser não fazer alteração antes do intervalo, muito menos tirar Marquinhos e colocar o zagueiro Mauricio improvisado na lateral. Precisando vencer , o mais adequado era fazer duas linhas de quatro, adaptando Judson na lateral-esquerda até o intervalo e depois avaliar a situação para o segundo.

Depois do intervalo teve de tirar Mauricio, que substituiu Marquinhos, e colocou João Paulo para tentar a jogada de apoio ao ataque pela esquerda.

Além disso, escancarou a falta de sintonia com o capitão Marquinhos, que deixou claro seu descontentamento e criticou a decisão do treinador.

A decisão do Catarinense

28 de abril de 2017 0

Antes de começar a decisão boas vantagens estão do lado da Chapecoense. Além de ter uma equipe mais qualificada e mais opções no banco, joga a segunda partida em casa e, se ocorrer igualdade de pontos e saldo, fica com o título. A Chape pode ser campeã sem precisar vencer. Dois empates, por exemplo, bastam.

Quando se trata de decisão, porém, outros fatores entram em campo e podem equilibrar a disputa. A Chape vem de jogo desgastante com o Nacional pela Libertadores e pode sentir a parte física e emocional da derrota, apesar de ser uma situação difícil de medir. O Avai descansa há 10 dias.

Além disso, o quadro pode mudar bastante se o Avai vencer o primeiro jogo domingo e ficar ainda melhor para o Leão, caso vencer por dois gols de diferença ou mais.

Estratégias

A proposta de jogo dos treinadores é diferente. O Avai gosta de se fechar e buscar as saídas rápidas para o ataque. A Chape tenta jogar mais com a bola no pé e adiantar o time para trocar passes no campo adversário.

O Avai é forte na defesa e potente no ataque com Romulo , Denilson e Junior Dutra, porém tem fragilidade no meio-campo. Os volantes apenas marcam com eficiência e Marquinhos tem pouca mobilidade, que ele compensa pela qualidade técnica. As principais jogadas passam por Capa, Marquinhos, Denilson , Romulo e Junior Dutra.

A Chape tem força nas laterais, fragilidade nos zagueiros, mas é forte no meio-campo e ataque. As principais jogadas passam por Apodi, Reinaldo, Girotto, Luiz Antônio e Rossi.

Embora as diferenças, a disputa promete ser equilibrada.

Apito

Hébert Roberto Lopes apita na Ressacada. Acostumado com os principais jogos do país e América do Sul, tem confiança e competência para conduzir a partida com tranquilidade.

Torcida

A previsão é de estádio lotado, o que é mais um fator do lado Avai no primeiro jogo.