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O abismo da Série C está sugando o Figueirense

16 de agosto de 2017 3

O Figueirense segue maltratando a bola e o torcedor e rabiscou diante do Náutico, na Arena Pernambuco, mais uma página obscura de sua história recente.

Enfrentando o lanterna da competição, O Figueirense nem do empate se aproximou o jogo inteiro. O Náutico não tomou conhecimento, abriu a vantagem de dois gols no primeiro tempo, com direito a gol de Willian Batoré, e segurou s vantagem no segundo tempo, sem sofrer ameaça, tamanha a incompetência do Figueira

O campeonato vai passando, o Figueirense não sai da zona de rebaixamento e não consegue montar um time capaz de reagir, apesar de possuir 42 jogadores no elenco. O momento das decisões dos novos gestores é agora. O abismo da Série C está aberto e vai sugando o Figueira.

Vitória fortalece o Leão em Salvador

13 de agosto de 2017 1

A Vitória do Avaí no Barradão tem importância maior que a simples conquista de três pontos, que por si, já teria destaque.

O Vitória é adversário direto e,além disso, vencer fora de casa tende á impulsionar a campanha em um momento inadiável de arrancada para sair do Z-4.

O Leão conquistou os três pontos sem abrir mão de sua forma defensiva de jogar.

Primeiro escapou dos lances do Vitória, que até pênalti perdeu, além de outras finalizações desperdiçadas por Neilton e, depois, aproveitou a boa jogada com Júnior Dutra para liquidar a partida.

O Avaí ainda saiu reclamando de dois pênaltis, mas, desta vez, diferente do jogo na Ressacada, superou o erro da arbitragem.

Uma vitória animadora para abrir o segundo turno.

Figueira tropeça outra vez em casa e continua no Z-4

12 de agosto de 2017 1

O Figueirense tropeçou mais uma vez em casa e deixou escapar a chance de deixar a zona de rebaixamento da Série B, em jogo de baixa qualidade técnica no Orlando Scarpelli. Foi o primeiro jogo da gestão empresarial que assumiu o Figueirense terça-feira.

O técnico, Milton Cruz, montou um time mais cadenciado em sua estréia e não deu certo. O Goiás não teve dificuldade para ajustar a marcação e foi mais perigoso quando avançou. O atacante Carlos Eduardo perdeu a chance mais clara do primeiro tempo, finalizando para fora quase da pequena área.

O segundo tempo foi mais movimentado, embora a pouca qualidade. Carlos Eduardo abriu o placar para o Goiás e deixou o Figueirense mais ansioso e desorganizado em campo.

Depois da entrada de Luidy o Figueirense melhorou um pouco e chegou ao empate com pênalti batido por Zé Love. Na sequência teve a chance da virada, mas a bola cruzada por Luidy passou na frente dos atacantes na pequena área.

O Goiás poderia ter feito o segundo, porém, Saulo evitou o gol de Aylon cara a cara. O último lance do jogo foi do Figueira. Depois de mais uma jogada de Luidy, o estreante Lucas Silva – que pouco mostrou – perdeu a chance de frente para o gol, Henan estava na jogada, pegou o rebote e bateu para grande defesa do goleiro. Na terceira tentativa no mesmo lance, Patrick chutou contra o zagueiro e deixou o jogo empatado.

Fernandes

O Grande ídolo do Figueira dos últimos tempos voltou ao Scarpelli e foi recebido com aplausos e carinho da torcida. Um momento de emoção para todos. Fernandes vai ter uma função, ainda não definida, no departamento de futebol do Figueirense.

Robinho

O mais talentoso jogador do time estava escalado e concentrado para o jogo, mas a negociação com o Fluminense avançou, e o jogador não quis ficar e pediu para não jogar. Mais um problema para um time que ainda não se encontrou na competição. O Figueirense vai receber um milhão de euros pela liberação do jogador.

Os novos tempos do Figueirense

08 de agosto de 2017 10

O Figueirense é um clube acostumado a parcerias e terceirizações desde 2004 quando assinou o contrato com a Figueirense Participações, então liderada por Paulo Prisco Paraíso. É o único clube de porte médio do país que apostou nesta forma de gestão nos últimos anos, mas agora vai mais longe.

A parceria aprovada ontem pelo Conselho Deliberativo, por 85 votos a 2, vai ativar a SPE- Sociedade de Propósito Específico, criada em 2015 para atrair investidores, que ainda são anônimos, por se tratar de fundo de investimento e , também, por exigência do contrato.

Até o agora, os investidores conhecidos são os advogados Claudio Vernalha e Luis Gustavo, de Curitiba, além de Alexandre Borgoais, que é o gerente da empresa. Eles constituíram um fundo que tem outros investidores e está aberto a outros interessados. A cota mínima para entrar no fundo é de R$ 5 milhões.

A empresa assume imediatamente e já confirmou Milton Cruz como treinador. Um técnico sem história na função, embora o longo período de auxiliar tēcnico no São Paulo. Uma aposta, portanto. Há promessa de investimentos em todas as áreas para elevar o patamar do clube.

Ficou estabelecido um prazo de 150 dias para transição. Uma comissão com três integrantes do clube e quatro da empresa vai fazer a auditoria das contas e o levantamento patrimonial. Neste período, Wilfredo Brilinguer, continua na presidência e ainda com influência, mas depois, até o final do mandato em dezembro de 2018, vira figura decorativa, porque os representantes do Clube no Conselho de Gestão da empresa serão Luis Angelo Sombrio e Dario Ferreira, por exigência da maioria dos conselheiros.

O clube tem participação de várias formas nos lucros da empresa e proteções em caso de déficits. O Figueirense fica com 5% do lucro da empresa, 5% do capital social, mesmo se aumentado, com no mínimo R$ 50 e máximo de R$ 70 mil/mensais do valor pago pelos sócios e ainda 5% pelo arrendamento do estádio. Os conselheiros garantem, também, que o clube está protegido contra os riscos de rompimento do contrato, que foi assinado por 20 anos. A empresa assume ainda o pagamento da dívida, hoje, em torno de R$ 80 milhões, até o final do contrato.

As promessas são muitas e os desafios também. Não há motivo para empolgação, mas há sinais positivos de que, novamente, o Figueirense está saindo na frente no desenvolvimento da gestão esportiva em SC. Não é a única forma de gerir um clube, apenas uma escolha, que agora muito vai depender dos resultados de campo para ter boa aceitação.

Avai lamenta o empate com o Santos

06 de agosto de 2017 1

O Avai voltou a fazer jogo equilibrado diante de um dos times mais fortes do campeonato, mas, novamente, não venceu em casa e termina o turno em situação apertada para se manter na Série A. Na história da competição, quem faz menos de 20 pontos no turno, quase sempre é rebaixado.

No primeiro tempo surgiram as melhores ações ofensivas do jogo e, não fosse a trave, o gol poderia ter acontecido. Cada time acertou a trave uma vez, além de outras possibilidades de finalização.

O segundo tempo se arrastou com muita marcação e poucas finalizações, porém, foi do Avai o grande lance para abrir o placar. O jogo estava terminando quando Junior Dutra recebeu na área, sonegou o passe a Romulo, e bateu forte. Vanderlei salvou e garantiu o empate.

Vem aí um segundo turno duríssimo para o Avai, que se não evoluir no ataque, terá poucas chances de evitar a queda para a Série B.

Figueira foi gigante em Belém

05 de agosto de 2017 1

O Figueirense, mais uma vez, venceu fora de casa um jogo que parecia mais difícil que muitos que perdeu no Orlando Scarpelli.

A vitória, novamente, saiu com gol de Robinho, tecnicamente o melhor do Figueirense em campo, mas acima de tudo pela capacidade de luta e superação na defesa.

Henrique Trevisan foi o nelhor da defesa, mas Leandro Almeida, Dudu Vieira, Zé Antônio e Yago foram incansáveis na marcação dentro ou na entrada da área.

O Figueirense controlou bem o jogo até os 30 min do primeiro tempo, mas sofreu pressão antes do intervalo, quando o Payssandu criou as melhores chances. Saulo evitou o gol de Bergson com grande defesa e Robinho abriu o placar.

No segundo tempo a defesa foi muito eficiente, parou o ataque do Payssandu e garantiu os três pontos, fundamentais para evitar
que o time afundasse ainda mais na zona de rebaixamento.

Atlético atropela o Avai na Baixada

04 de agosto de 2017 2

O Avai sofreu em Curitiba a sua derrota mais pesada e dolorida do campeonato até agora, e logo de um adversário direto na luta contra o rebaixamento.

A proposto de jogo que vem adotando o técnico Claudinei Oliveira, apostando quase tudo na capacidade de se defender, deu certo até sofrer o primeiro gol, aos 34 min do primeiro tempo. Antes o Avai teve uma boa chance, mas Junior Dutra não aproveitou.

Depois do intervalo a reação do Avai parou na falha do goleiro Douglas, que soltou uma bola no pé do atacante, e no gol contra de Capa.

Com o placar desfavorável de três gols o Avai tentou partir para cima e deu espaços na defesa , que o Atleitco soube aproveitar.

Final, 5 a 0 , para o Atlético é muitos problemas para o Avsi, que agora precisa vencer o Santos para não terminar o turno abaixo dos 20 pontos.

Falhas da defesa impedem novamente o Figueira de vencer

01 de agosto de 2017 1

O jogo foi equilibrado no Orlando Scarpelli, com o Figueirense superior no segundo tempo, abrindo vantagem no placar, mas sofrendo com falhas antigas que impediram a vitória.

A ansiedade fez o Figueirense jogar com medo boa parte do primeiro tempo, mesmo assim teve mais posse bola, um belo lance de Robinho e o gol de Zé Love na última jogada do primeiro.

O início do segundo tempo foi do Juventude, que empatou com gol de Lucas no primeiro minuto, contando com a falha do goleiro Saulo.

O Figueirense reagiu, criou bons lances, contando sempre com Henan e Robinho. Henan fez o segundo gol de cabeça, aproveitando escanteio batido por Robinho.

Parecia que a vitória era uma questão de tempo porque o Juventude não conseguia criar, mas o insistente problema da bola aérea defensiva derrubou o time novamente. Thiago Marques empatou de cabeça depois de escanteio.

O Figueira melhorou um pouco, mas a defesa continua sendo o maior problema.

Falhas no primeiro tempo foram decisivas para derrota do Avaí em São Paulo

29 de julho de 2017 2

As chances do Avaí conseguir um bom resultado diante do Palmeiras, em São Paulo, esfriaram logo no início da partida e se tornaram quase inviáveis ainda no primeiro tempo.

Com a proposta de apostar quase tudo na defesa, como sempre , o Avaí resistiu pouco tempo e facilitou as ações do Palmeiras. O gol de Dudu aos 11 min começou a mudar o que o Avaí tinha planejado.

Aos poucos o time conseguiu reagir, avançou ao ataque, conseguiu três finalizações, mas não aproveitou. O Palmeiras, na segunda chance que teve, ampliou com Deyversom.

A expulsão de Juan, por reclamação, fechou o quadro negativo do primeiro tempo e deu
mais vantagem ao Palmeiras.

O segundo tempo foi de pouca reação do Avaí e administração do placar pelo Palmeiras.

Individualmente, Joel foi o destaque do Avaí. No segundo tempo ele acertou dois belos chutes quase descontou.

Com a derrota, o Leão deixa escapar a chance de sair da zona de rebaixamento.

Derrota, protestos e demissões no Figueirense

29 de julho de 2017 0

O sábado foi , mais uma vez , de tensão fora de campo e pouco futebol no Orlando Scarpelli. A consequência foi mais uma derrota e demissões no departamento de futebol.

Antes do jogo alguns torcedores ameaçaram os jogadores, derrubaram um portão do estádio e provocaram medo aos jogadores no vestiário.

Com a bola rolando o Figueirense repetiu o futebol sem inspiração dos últimos jogos e perdeu para o Vila Nova, mergulhando cada vez mais na zona de rebaixamento.

A resposta da diretoria veio com a demissão do treinador, Marcelo Cabo e do superintendente de esportes, Carlos Arini.

Mais uma uma troca de treinador e de superintendente, decisão que mais aparece no Figueirense dos últimos tempos, mais pouco resolvem.