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Ponte atropela o Figueira

27 de julho de 2016 8

A Ponte Preta foi impediosa com o Figueirense no Moisés Lucarelli e aplicou uma goleada estonteante por 5 a 0, eliminando o Figueira da Copa do Brasil e fazendo Argel ficar sem vitória depois de 4 jogos de seu retorno.

Nada deu certo para o Figueira, começando pelo goleiro Thiago Rodrigues, que, embora defendendo um pênalti, colaborou nos dois gols do primeiro tempo. A Ponte não perdoou e encheu a mão comandada por Thiago Galhardo, o cara da partida.

Uma derrota vergonhosa e que vai exigir uma revisão imediata nas mudanças que Argel tenta implantar no time e , principalmente, uma avaliação criteriosa das carências que o grupo de atletas apresenta.

Diego Jardel comanda a vitória do Avai

26 de julho de 2016 2

O Avai fez um jogo de pouco criação e muita vontade diante do Londrina, conquistando três pontos fundamentais para se manter a uma distância razoável da zona de rebaixamento.

O Avai venceu a partida em um único lance de brilho no segundo tempo proporcionado por Diego Jardel, que acertou lindo chute de fora da área , depois de receber a bola de Alemão.

No restante do jogo o Leão limitou-se a evitar riscos e pouco criar. Um futebol simples, mas suficiente para manter o bom aproveitamento em casa.

Destaque para a atuação de Diego Jardel, que comandou o toque de bola e fez um golaço.

Figueira para o Corinthians e lamenta erro da arbitragem

23 de julho de 2016 2

O Figueirense teve chance de vencer, andou perto da drrota, e , no final, conquistou um ponto diante do Corinthians em São Paulo.

Marcação

O Corinthians mandou no primeiro tempo , quando criou as melhores chances , mas não conseguiu fazer o gol. O Figueira se limitou a tentar parar o Corinthians na base de faltas , algumas violentas, e teve uma chance no último lance antes do intervalo. Dodô recebeu um presente do zagueiro Balbuena e chutou sem direção.

Dodô

O Figueira melhorou no segundo tempo com a entrada de Bady no meio e o deslocamento de Dodô para o ataque no lugar de Rafael Silva.

Ainda assim o Corinthians criou primeiro a chance para abrir o placar, mas Thiago Rodrigues evitou o gol de Geovanni Augusto. A resposta foi um contra-ataque armado por Pará e com belíssima finalização de Dodô antes de chegar na área. Um golaço.

O Figueira continuou melhor e teve a chance para ampliar. Dodô recebeu outro lançamento, avançou sozinho e foi derrubado pelo goleiro Cássio fora da área, quando tentava a meia lua. Por visar apenas o jogador e de forma violenta , Cássio deveria ser expulso. Na cobrança da falta o goleiro salvou o chute de Rafael Moura.

O Corinthians partiu para cima usando jogadores mais ofensivos. Cristóvão Borges apostou em Elias, Guilherme e Danilo para pressionar. Na cobrança de escanteio Danilo acertou um cabeceio indefensável e empatou. No lance seguinte o goleiro Thiago Rodrigues evitou a derrota defendendo o cabeceio de Romero.

Sem brilho, mas com muita luta, o Figueira evitou a derrota, porém adiou novamente a primeira vitória fora de casa.

Destaques

O goleiro Thiago Rodrigues fez três defesas muito difíceis, além de boas intervenções. Ajudou a comandar a defesa mostrando liderança.

O zagueiro Bruno Alves manteve a regularidade com mais uma atuação muito segura.

Pará aproveitou a chance e teve bom desempenho na lateral esquerda, principalmente na saída de bola e bons passes no ataque.

Dodô foi decisivo e comandou as principais ações ofensivas do Figueira. O melhor do time.

Apito

Marielson Alves estragou a arbitragem ao não expulsar o goleiro Cásssio. Foi levado pela pressão e errou a interpretação da jogada.

Náutico não precisou de muito futebol para vencer o Avai

22 de julho de 2016 2

O Avai continua sendo um time sem capacidade de resistir a qualquer adversário fora da Ressacada. Agora são 17 jogos sem vencer longe de casa.

A derrota para o Náutico se desenhou com o gol logo no início da partida e se estendeu por todo o jogo sem que o Avai ameaçasse o adversário. A expulsão do zagueiro Renato Silveira, que estreava, antes do intervalo, complicou ainda mais a situação que já não era boa.

O Náutico encontrou muita facilidade para fazer mais dois gols e poderia ter ampliado. Até o bom goleiro Renan colaborou.

Somente depois que o jogo estava liquidado o Avai conseguiu descontar com Lucas Coelho.

Uma atuação desastrosa e nova ameaça de Z-4.

Figueira apenas evitou a derrota para a Chape

17 de julho de 2016 10

O jogo deixou a desejar tecnicamente e , somente no segundo tempo, os times procuraram mais o ataque.

Quadrado sem magia

O Figueirense optou por um quadrado no meio-campo para começar o jogo, mas as valências de Elicarlos, Yago, Jocinei e Bady não se adequaram, permitindo o domínio da Chapecoense.

A chape trabalhou com qualidade por dentro, principalmente por causa de Cléber Santana, e fez ações rápidas pelos lados , envolvendo os laterais. Assim colocou várias bolas na área em boas condições para finalizar, porém não aproveitou.

As poucas chegadas ao ataque do Figueirense ocorriam em levantamentos para Rafael Moura. A mais perigosa foi quando desviou uma cobrança de falta realizada por Jocinei.

Tudo indicava um primeiro tempo sem gols , mas aí entrou em cena o zagueiro Felipe Machado, que estreava. O desvio da bola com a mão começou a mudar a história do jogo. Rafael Moura cobrou o pênalti e não perdoou.

Atacantes

Os treinadores apostaram mais em jogadores de ataque no segundo tempo. Argel tirou logo o volante Jocinei e colocou Ermel, depois substituiu Bady por Dodô. Caio Júnior já tinha sacado o volante Sérgio Manuel para a entrada do meia Martinuccio.

A opção por mais atacantes melhorou o jogo, mas a primeira grande chance surgiu apenas aos 28min. Dener recebeu livre na área e empatou a partida.

O jogo ficou tenso e as oportunidades de gol aumentaram. Marcelo Boek evitou o gol de Rafael Moura e a trave parou o chute de Rafael Silva. Lucas Gomes perdeu duas vezes no mesmo lance na frente de Thiago Rodrigues e Kempes cabeceou para fora em lances perigosos da Chape.

O Figueira se fechou quando podia atacar e se abriu quando podia se fechar. Estratégia duvidosa.

Ficou nisso. Um empate ruím para o Figueira e um ponto precioso para a Chape.

Destaques

Lucas Gomes, que fez o lance do gol, Cléber Santana pela organização, Boek por duas defesas, Ananias pela movimentação e Dener, que além do gol tomou conta da Lateral, foram os melhores da Chape.

No Figueirense, Rafael Moura, por algumas finalizações e o gol , Bruno Alves e Werlei que suportaram a pressão, além de Pedroso, muito pela luta, foram os melhores.

Apito

Arbitragem de bom nível. Sem erros e bom controle disciplinar.

Avai tropeça no toque de bola do Oeste

15 de julho de 2016 1

O primeiro tempo indicava um jogo melhor , mas não foi o que aconteceu no segundo tempo.

Bola no chão

O primeiro tempo foi de bom toque de bola e poucas chances de gol, mas com o Avai melhor em campo.

Renato teve a primeira chance para o Avai , mas chutou por cima. O Oeste respondeu e abriu o placar na única oportunidade que teve. Renan Motta acertou bela virada e fez um golaço.

O Avai cresceu com a entrada de Tatá no lugar de Alemão. Tatá imediatamente fez o gol de empate, aproveitando rebote, depois que Diego Jardel tirou a bola do adversário na área e exigiu boa defesa do goleiro.

Lucas Coelho , que finalmente acordou, teve a chance da virada antes do intervalo, mas o goleiro evitou.

Chuva

O segundo tempo se arrastou com muito toque de bola e pouca emoção. Os lances de perigo foram raros e ficou ainda pior depois que a chuva alagou o gramado a partir dos 30 min.

No final, um empate ruim para o Avai, que não aproveitou o fato de jogar em casa e pouco evolui na tabela.

Jogo sem gol é a imagem completa do que fizeram Figueira e Ponte Preta

13 de julho de 2016 2

O medo de sofrer o gol foi maior do que a ambição de fazer e Figueirense e Ponte Preta fizeram um jogo de péssima qualidade no Orlando Scarpelli.

O lance mais expressivo da partida ocorreu no segundo tempo quando Rafael Moura recebeu na frente do goleiro e chutou perto da trave.

No primeiro tempo , com quatro jogadores lentos no meio e sem velocidade no ataque, o Figueira foi um amontoado. Melhorou no segundo tempo com Ermel e Éverton Santos acrescentando velocidade pelos lados, mas não o suficiente para envolver o adversário.

Não sofrer gol em casa foi o que de melhor aconteceu no retorno do técnico Argel.

O retorno de Argel ao Figueira

12 de julho de 2016 9

O retorno de Argel ao Figueirense é a repetição da fórmula surrada do futebol de buscar alguém para mobilizar o grupo de atletas visando sair de uma situação difícil. Os novos conceitos e o desenvolvimento de um trabalho de longo prazo não cabem nessa missão. Só vale o aqui e agora e, é preciso reconhecer, Argélico Fucks tem se mostrado eficiente nestas situações.

Esqueçam o toque de bola e a estratégia sutíl e inteligente dos treinadores mais respeitados, agora a ordem é muito correr, não ter vergonha de dar chutões e abundância na bola aérea.

Quando inicia um trabalho quase sempre Argel não obtém tanto sucesso como quando chega para fazer ajustes no meio das competições. Foi assim quando assumiu o Figueirense em 2014 substituindo Guto Ferreira que fez todo o trabalho de pré-temporada durante a Copa do Mundo. Em 2015 iniciou o trabalho, mas perdeu o estadual em campo para o Joinville, além de fazer um turno muito ruím na Série A.

No Inter não foi diferente. Aguirre fez todo o trabalho de base em 2015 e Argel chegou no meio do caminho. Foi bem até o final do ano. Em 2016, apesar das contestações foi compeão gaúcho, mas desandou no brasileiro.

Classificado como maléfico ao futebol por Juca Kfuri e técnico novo com ideias antigas por Tostão, Argel é colecionador de polêmicas. Não será diferente em seu retorno. Se vai dar certo o tempo se encarregará de responder.

A demissão de Eutrópio

11 de julho de 2016 5

A demissão de Vinicius Eutrópio é uma decisão que vinha sendo estudada pela diretoria do Figueirense havia várias rodadas.

A intenção partia de uma avaliação de que o grupo de atletas é muito bom e não jogava mais por causa do treinador. O técnico tinha sua participação, mas a avaliação do grupo é exagerada. Há muitas carências, principalmente no meio campo.

Os resultados,porém, sempre determinantes, não ajudaram o treinador. Além disso, Eutrópio perdeu força ao não mentir sobre o real potencial do time.

Eutrópio sai com o time no Z-4, mas com a tabela muito favorável para fazer 25 pontos no turno, o que seria um bom aproveitamento.

Enfim , é a velha fórmula do futebol, como não dá para mandar tudo mundo embora, troca-se o treinador. Há , no entanto , muito tempo para ajustes.

Falhas individuais provocam derrota do Figueira para o Grêmio

10 de julho de 2016 7

O Figueirense fez um bom jogo em Porto Alegre, mas acabou perdendo novamente e continua sem vencer fora de casa. Desta vez o time apresentou organização e variação tática adequadas, mas as falhas individuais decidiram a partida.

Bem posicionado na defesa, o Figueirense saiu rápido para o ataque e perdeu boas oportunidades para abrir o placar no primeiro tempo. Destaque para o estreante Rafael Silva , que fez as principais jogadas pela esquerda.

O Grêmio, porém , abriu o placar antes do intervalo. Pedroso passou mal a bola e Wallace pegou a sobra e chutou de longe. O goleiro Thiago Rodrigues aceitou.

O Grêmio voltou melhor, dominou o segundo tempo e criou as melhores chances até os 25 min, mas perdeu ou Thiago Rodrigues defendeu.

O Figueira reagiu com a entrada de Dodô no lugar de Bady e empatou com belo gol de Ayrton. Teve chance para a virada, mas Dodô não chegou a tempo depois de falha da defesa.

Desesperado, o Grêmio apostou na pressão final e aproveitou falha de Jocinei para ganhar a partida. Bobô completou para a rede aos 47 min.

Apito

Jailson Macedo de Freitas, poderia ter marcado um pênalti para o Grêmio logo no início , quando a bola explodiu no braço de Werlei. Demais lances foi bem.