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A decisão do Catarinense

28 de abril de 2017 0

Antes de começar a decisão boas vantagens estão do lado da Chapecoense. Além de ter uma equipe mais qualificada e mais opções no banco, joga a segunda partida em casa e, se ocorrer igualdade de pontos e saldo, fica com o título. A Chape pode ser campeã sem precisar vencer. Dois empates, por exemplo, bastam.

Quando se trata de decisão, porém, outros fatores entram em campo e podem equilibrar a disputa. A Chape vem de jogo desgastante com o Nacional pela Libertadores e pode sentir a parte física e emocional da derrota, apesar de ser uma situação difícil de medir. O Avai descansa há 10 dias.

Além disso, o quadro pode mudar bastante se o Avai vencer o primeiro jogo domingo e ficar ainda melhor para o Leão, caso vencer por dois gols de diferença ou mais.

Estratégias

A proposta de jogo dos treinadores é diferente. O Avai gosta de se fechar e buscar as saídas rápidas para o ataque. A Chape tenta jogar mais com a bola no pé e adiantar o time para trocar passes no campo adversário.

O Avai é forte na defesa e potente no ataque com Romulo , Denilson e Junior Dutra, porém tem fragilidade no meio-campo. Os volantes apenas marcam com eficiência e Marquinhos tem pouca mobilidade, que ele compensa pela qualidade técnica. As principais jogadas passam por Capa, Marquinhos, Denilson , Romulo e Junior Dutra.

A Chape tem força nas laterais, fragilidade nos zagueiros, mas é forte no meio-campo e ataque. As principais jogadas passam por Apodi, Reinaldo, Girotto, Luiz Antônio e Rossi.

Embora as diferenças, a disputa promete ser equilibrada.

Apito

Hébert Roberto Lopes apita na Ressacada. Acostumado com os principais jogos do país e América do Sul, tem confiança e competência para conduzir a partida com tranquilidade.

Torcida

A previsão é de estádio lotado, o que é mais um fator do lado Avai no primeiro jogo.

Jorge Henrique é estrela solitária no pacotão do Figueira

18 de abril de 2017 2

Agora sem o risco de rebaixamento no estadual, o Figueirense anuncia um pacotão de jogadores para a Série B do campeonato brasileiro, trazendo apenas o meia e atacante, Jorge Henrique, como jogador de mais prestígio.

Aos 34 anos, Jorge Henrique viveu no Botafogo e Corinthians os melhores momentos de suas carreira e lá se vão quatro anos. Ele deixou o Corinthians em 2012 . No Inter e Vasco foi apenas mais um jogador do grupo. Não fez a diferença.

Se as lesões ao longo da carreira não provocaram limitações e estiver motivado, pode dar a qualidade que falta ao meio-campo ou ao ataque, dependendo da posição que atuar.

As demais contrações anunciadas estão longe de motivador o torcedor ou indicar grande acréscimo de qualidade, comparando com os jogadores que saíram.

Henan, Julinho, Clébson, Renan Motta, Ferreira e Joãonzinho são jogadores já beirando 30 anos e que sempre rodaram em equipes menores. Se brilharem com a camisa do Figueira, atingirão o inesperado e desmentirão a tendência de fracasso.

Pode dar certo, pode. Mas , por enquanto, são jogadores padrão “série C”, exceção a Jorge Henrique.

Chape garante todas as vantagens e Figueira afasta rebaixamento

15 de abril de 2017 1

PRIMEIRO

A oitava rodada antecipou a decisão do segundo turno e confirmou o favoritismo da Chapecoense, que fez 2 a 0 no Joinville e sobrou nesta fase. A combinação de resultados também garantiu o primeiro lugar geral, dando a vantagem de jogar a segunda partida da final em Chapecó, além de ficar com o título caso ocorrer igualdade de pontos e saldo.

TROPEÇO

O Avaí vacilou diante do Barroso, perdeu em casa e deixou escapar a possibilidade de fazer o último jogo na Ressacada. Restou limpar os cartões de cinco jogadores para a decisão.

SALVOU

O Figueirense segurou o empate em Tubarão, resultado que salvou os dois times, apresentando péssimo futebol. Resta o consolo de afastar o risco de rebaixamento e ficar livre para planejar a Série B.

QUEDA

A última rodada será a do rebaixamento. Inter com 16, Barroso e Metrô com 15 pontos, travam a batalha da permanência.

Empate no clássico atrapalha a corrida do Avai ao título

09 de abril de 2017 0

O clássico foi bem disputado no Orlando Scarpelli e sobressaiu a parte técnica, fator, que na maioria das vezes, não aparece em jogos com tanta rivalidade. O público de 8.819 torcedores também surpreendeu.

Marcaçao forte do Figueira

Marcio Goiano surprendeu na escalação ao colocar Dudu adiantado pela direita e Weldinho na lateral. Índio entrou no ataque com Elias. O time ganhou em força, marcaçao e agilidade, jogou no ataque preenchendo bem a intermediária, mas com poucas infiltrações na área.

Embora o maior volume de jogo, as melhores chances apareceram em finalizações de fora da área , principalmente com Hélder, que fez bom primeiro tempo. O Avai pouco atacou e o goleiro Kozlinski mostrou insegurança.

Banco e preparo físico

O segundo tempo foi do Avai, que cresceu com a entrada de Denilson na vaga de Diego Jardel e terminou mais forte fisicamente. O lance mais perigoso do Figueira foi um chute de longe de Yago, que Kozlinski defendeu no canto.

O Avai, além de mais volume de jogo, teve chance com Marquinhos, mas Hélder salvou na pequena área, e duas com Denilson. Uma o chute dele desviou no braço de Weldinho e saiu para escanteio, na outra o goleiro Thiago Rodrigues salvou. Alemão também ficou na cara do goleiro , mas cabeceou para fora a cobrança de escanteio.

No final, o empate foi melhor para o Figueira, que vai se afastando da zona de perigo do rebaixamento. O Avai, praticamente sai da disputa do segundo turno e vai perdendo a chance de fazer afinal na Ressacada.

Individuais

No Figueirense, os destaques foram, Thiago Rodrigues- pela defesa no chute de Denilson- Dudu , pela marcação em Capa, e Hélder, tecnicamente o melhor do Figueira.

No Avai , os destaques foram, Capa- muito regular na marcação e apoio – Denilson, autor das jogadas mais agudas no segundo tempo , e Junior Dutra, tecnicamente o jogador mais lúcido em campo.

Apito

Os assistentes, Alex dos Santos e Kléber Lúcio Gil, não cometeram erros, mas o árbitro Willian Steffen foi bastante exigido e terminou sem erros crusciais.

O árbitro deixou de aplicar cartão amarelo a Hélder e Ermel, que deram carrinhos e acertaram os adversários, mas tomou a decisão mais adequada no polêmico lance do pênalti. Foi um chute forte, de pouca distância e que pegou de surpresa Weldinho, não caracterizando a infração.

Considerando que foi seu primeiro clássico, fez boa arbitragem.

Chape agradece ao Atlético , mas fica com a vantagem.

04 de abril de 2017 1

A noite foi de encontro de amigos para sempre na decisão da Supercopa e marcada pela gratidão diante de um público de 19.005 torcedores na Arena Condá.

A emoção tocou a todos em todos os momentos, e que ficam para sempre na história, mas dentro de campo a disputa foi dura e leal.

O Atlético Nacional dominou grande parte do jogo, mas a Chape soube explorar a velociddde pelo lado direito e teve ainda, pela esquerda, a participação decisiva do lateral Reinaldo, autor do gol de pênalti e batedor do escanteio do segundo gol, feito por Luiz Otávio.

Rossi, combinando com Apodi, fez as principais jogadas pela direita e foi o grande destaque do jogo.

Contra o domínio do Atlético, prevaleceu a eficiência da Chape que , agora , joga por empate o jogo de volta em Medellín, dia 10 de maio.

Avai guarda, mais uma vez, o melhor para o final

02 de abril de 2017 1

O Avai não fez um grande jogo, mas conseguiu uma virada emocionante em Brusque, depois de ficar duas vezes atrás no placar.

O Brusque dominou o primeiro tempo e abriu o placar com Leilson, mas no segundo tempo, logo depois de sofrer o empate – gol de Alemão- fez o segundo com Carlos Alberto, porém na sequência Romulo empatou e no último lance do jogo, Junior Dutra virou o placar e fez a festa com a torcida. Ele foi, mais uma vez , o cara do Avai no jogo.

O Brusque queria impedimento no terceiro gol, mas o lateral João Carlos deu condição a Junior Dutra.

Vitória importante por que mantém o time na disputa do segundo turno, apesar da distância de quatro pontos, mas , principalmente, por igualar a pontuação da classificação geral com a Chapecoense, critério que vai indicar quem faz a segunda partida da final em casa.

Bill vacila na frente do goleiro e Chape vence o Figueira

01 de abril de 2017 7

O Figueirense deixou de ganhar da Chapecoense no Orlando Scarpelli, no jogo que teve o melhor desempenho das rodadas recentes, e o principal responsável foi o atacante Bill, que perdeu três chances claras na frente do goleiro Artur Moraes.

A Chapecoene não colocou intensidade em nenhum momento, confiou na qualidade individual e esperou as falhas do Figueirense e elas vieram, embora dominando a partida. Primeiro foram os gols perdidos e depois os espaços que cedeu no momento decisivo da partida.

Rossi fez o gol que abriu o caminho da vitória aos 34 min do segundo tempo, Tulio de Melo perdeu um pênalti aos 44min, mas, na sequência, depois de cobrança de escanteio, Luiz Antônio bateu de Longe e ampliou, contando com desvio na defesa.

Personagem

O zagueiro Marquinhos voltou com a tarja de capitão e nem parecia que estava sem jogar desde o ano passado. Além da liderança, tirou todas as jogadas aéreas defensivas e levou perigo quando foi para a área da Chape.

Gol

Thiago Rodrigues sentiu lesão no aquecimento e deu chance para o goleiro Luiz Carlos. Ele entrou, fez boas defesas , pegou pênalti e mostrou liderança na orientação aos companheiros. Tem chance de ganhar a posição.

Individual

A Chapecoense não teve brilho no desempenho individual, mas o goleiro Artur Moraes e o atacante Rossi foram decisivos. O goleiro fez três ótimas defesas e Rossi o gol que encaminhou a vitória.

Apito

Excelente arbitragem de Rodrigo D’Alonso e assistentes.

Avaí mantém as chances no segundo turno

30 de março de 2017 0

A necessidade de Vitória fez Avaí e Joinville buscarem sempre o ataque e, com isso , o jogo ficou aberto e bem jogado na Ressacada.

O Joinville teve 20min de domínio no primeiro tempo, mas quem comandou o restante da partida foi o Avaí. A emoção maior ficou para o final quando saiu o gol da vitória do Leão.

Capa, o cara do jogo, fez as principais jogadas do Avaí no primeiro tempo. Júnior Dutra participou de todas as jogadas de ataque e fez o passe para o gol de Denilson.

O goleiro Kozlonski fez boa defesa antes do intervalo e, outra defesa que salvou o time aos 35 min do segundo tempo, em chute de Marlyson quase na pequena área.

A volta de jogadores importantes mostra que o Leão continua forte.

A rodada foi boa para a Chapecoense que abriu três pontos do segundo colocado, mas a vitória mantém o Avaí na disputa do título do segundo turno.

Apito

Célio Amorim, mais uma vez, estragou a arbitragem ao não marcar pênalti de Alex Ruan,
que levou a bola com o braço ao errar um cabeceio.

Chapecoense vence o Avaí e lidera

26 de março de 2017 2

A Chapecoense soube usar o fator local para pressionar e depois administrar o placar na Arena Condá, confirmando o momento de crescimento do time que já lidera na pontuação geral e no segundo turno.

Bafo

O Avaí foi envolvido no início do jogo pelas ações rápidas pelos lados do campo e não conseguiu controlar a Chapecoense, que criou três chances em seis minutos e abriu o placar com Andrey Girotto.

Rosssi comandou as ações pela direita com o apoio de João Pedro. Artur Caique e Reinaldo faziam a mesma coisa pela esquerda.

O Avaí só reagiu a partir dos 20 min , quando Marquinhos perdeu a melhor chance para empatar.

No final do primeiro tempo, parecia que o pior tinha passado, mas Koslinski se encarregou de complicar tudo ao tomar um frango, em chute de Artur Caíque, antes da entrada da área.

Sem força para reagir

A Chape administrou a vantagem no segundo tempo e pouco foi incomada por causa da inoperância do ataque avaiano. O técnico Claudinei Oliveira contribuiu ao demorar para mudar a equipe. Vinicius Pacheco e Victor entraram apenas depois dos 40min.

Um resultado que coloca a Chapecoense como favorita para ganhar o segundo turno e deixa o Avaí com poucas chances de vencer o campeonato sem a final.

Apito

Excelente arbitragem de Bráulio da Silva Machado, elogiado até pelo técnico do Avai.

Noite de viradas emocionantes e mais uma derrota do Figueira no Catarinense

23 de março de 2017 1

Os times que disputam a liderança venceram nesta quarta-feira – hoje tem Joinville e Criciúma que também buscam a ponta – mantendo o equilibrio na disputa pelo primeiro lugar do segundo turno. Mas não foi fácil.

Brusque

O Brusque teve de virar o jogo diante do Metropolitano para manter o bom aproveitamento. Venceu por 3 a 2 mostrando que está firme e correndo por fora na disputa.

Ressacada

O Avai passou sufoco, mas virou o jogo diante do Tubarão, depois de sofrer dois gols no inicio da partida. O gol no final impediu o tropeço e manteve a esperança de ganhar o campeonato sem uma final.

Chape

Não foi diferente a situação da Chapecoense em Itjai. O time comandado por Wagner Mancini perdia por dois gols no segundo tempo e, mesmo assim conseguiu virar para 3 a 2, placar que mantém a Chape em posição favorável no segundo turno.

Lages

Na luta contra o rebaixamento o Inter conseguiu o melhor resultado ao vencer o Figueira por 1 a 0, gol de Enercino, o destaque da partida. O Figueira fez a décima quinta partida da temporada e , em vez de melhorar, piora a cada rodada. O Figueira atual envergonha o gorcedor e, disparado, é o pior time do Figueirense desde 1999, quando começou um período vitorioso, que agora dá sinais de esgotamento com a gestão instável de Wilfredo Brilinguer.

Os grupos estão bem divididos na tabela. Cinco buscam a liderança, cinco lutam contra o rebaixamento, e o Figueirense é um deles.