Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Avaí escolhe Geninho para a vaga de Claudinei

19 de abril de 2018 0

O Avaí optou por Geninho para substituir Claudinei Oliveira. Experiência não falta ao treinador, que já teve boa passagem no
próprio Avaí, conseguindo o acesso em 2014.

Ele tem perfil diferente de Claudinei Oliveira, principalmente na organização do time. Gosta de ver a equipe tocando bola e buscando o ataque,além , claro , de boa defesa.

Gerenciar o grupo não é problema para Geninho, mas mudar a forma de jogar com os mesmos jogadores vai exigir trabalho duro nos treinamentos, é quando ele vai precisar muito dos auxiliares por causa da limitação natural imposta pela idade. Geninho tem 70 anos .

O Avaí fez e escolha por mais experiência, diferente de muitos clubes que apostam em jovens treinadores. Conhecimento não falta ao treinador, mas a garantia de sucesso ninguém leva em baixo do braço.

Geninho vai ter trabalho , muito trabalho para construir o “novo” time do Avaí.

Eliminação da Copa do Brasil derruba técnico do Avai

19 de abril de 2018 0

A demissão do técnico Claudinei Oliveira já estava em pauta antes do jogo com o Goiás. A eliminação foi a sinalização que faltava para o presidente Battistotti, sempre irredutível, se convencer que era o momento de mudança, adiada no final do ano, quando o time foi rebaixado.

Claudinei foi dos técnicos que mais tempo ficaram no comando do Avai em anos recentes. O acesso á Série A em 2016 deu força ao treinador, que, também, levou o time á final do estadual de 2017. Mas a queda para a segunda divisão e o fracasso no estadual deste ano, pesaram para sua saída. A eliminação da Copa do Brasil não seria problema, não fosse para o Goiás e jogando futebol muito defensivo, uma crítica sempre feita ao trabalho do treinador.

Resta ao clube, agora, agir rápido e contratador um profissional adequado para buscar o acesso, a grande metad da temporada. Gilmar Dal Pozzo tem experiência na Série B e mora na cidade.

Avai perde no Serra Dourada e se despede da Copa do Brasil

18 de abril de 2018 0

O Avai despediu-se da Copa do Brasil com derrota por 2 a 0 para o Goiás no Serra Dourada, em jogo que demorou demais para acreditar no ataque.

O empate na Ressacada já indicava a dificuldade que o Leão enfrentaria em Goiânia e, com o péssimo primeiro tempo, tudo ficou mais complicado.

O Goiás assumiu a posse de bola e partiu para cima desde o início é só diminuiu o ritmo depois de abrir o placar no final do primeiro tempo. Embora permitindo poucas chances claras, o Avai não foi ao ataque com perigo antes do intervalo. Confortável para atacar , o Goiás pressionou e aproveitou um pênalti duvidoso de João Paulo em Carlos Eduardo para fazer o gol.

Precisado vencer, o Avai mudou o posicionamento no segundo tempo. Rodrigão entrou na vaga de Beltran, depois Luanzinho substituiu Moritz. O time buscou o ataque e criou boas chances até os 30 min, mas não conseguiu empatar. Apesar de ficar com um a menos pela lesão de Junior Viçosa – O Goiás já havia trocado três jogadores – Carlos Eduardo fez jogada pela direita e decidiu o jogo. Ele tentou cruzar, mas a bola desviou em Judson e enganou o goleiro Aranha. O Avai ainda acertou duas bolas na trave nos últimos minutos, porém já era tarde.

O Avai chega a oito jogos sem vencer, resultados que colocam pressão no trabalho do técnico , Claudinei Oliviera.

Avai estreia com derrota na Série B

14 de abril de 2018 0

O Avai ficou devendo futebol e resultado em sua estreia na Série B do campeonato brasileiro, diante do Vila Nova no Serra Dourada.

Pensando na decisão de quarta-feira com o Goiás, pela Copa do Brasil, o técnico Claudinei Oliveira preservou alguns jogadores. André Moritz e João Paulo ficaram o tempo todo no banco, Renato entrou no primeiro tempo só por que Maurinho sentiu lesão e Romulo substituiu Judson apenas no final do jogo.

Embora algumas tentativas que levaram perigo ao longo do jogo, apenas no final o Avai obrigou o goleiro do Vila a fazer defesas. Primeiro com chutaço de Lourenço e depois com Pedro Castro da entrada da área.

O Vila insistiu mais, tomou a iniciativa, acertou a trave, exigiu boas defesas de Aranha e chegou ao gol com Matheus Anderson aos 36min do segundo tempo. O gol saiu no momento que o Avai tirava Judson para a entrada de Romulo, procurando jogar mais no ataque.

Foi um jogo fraco tecnicamente e com poucos lances de gol. Agora só resta ao Avai buscar a recuperação sábado, na Ressacada, no jogo com o Brasil de Pelotas.

Figueira estreia com vitória na Série B

13 de abril de 2018 0

O vento sul forte atrapalhou, mas sozinho não explica a pouca qualidade que o jogo teve no Orlando Scarpelli.

Talvez a conquista do título estadual ainda não saiu da cabeça dos jogadores ou o desgaste físico dos últimos jogos interferiu, mas, além disso, o Figueirense não soube dominar , mesmo vencendo. O Juventude explorou os vacilos do Figueira, e , apesar de perder, foi quem mais chances criou para fazer gol.

O Figueira encaminhou a vitória com dois gols no primeiro tempo. Zé Antônio abriu o placar depois de um escanteio e Ferrareis ampliou de cabeça aproveitando ótimo cruzamento de Renan Motta. O Juventude descontou com Guilherme Queiroz aos 34 min do segundo tempo e assustou no final do jogo.

Zé Antônio foi o destaque do Figueira. Além da marcação e bons passes de sempre, ainda fez um gol.

Atuação fraca, mas três pontos importantes na arrancada da competição mais importante do ano.

Rodrigão estreia e evita derrota do Avai na Copa do Brasil

11 de abril de 2018 0

As principais jogadas e a maior emoção ficou para o final do jogo na Ressacada pela Copa do Brasil no empate por dois entre Avai e Goiás.

Cautela

O Avai não saiu de sua forma reativa de jogar até a metade do segundo tempo e, assim, poucas vezes chegou na área em boas condições de finalizar.

O Goiás, mais rápido nas ações pelos lados do campo, tinha mais posse de bola e criava melhores chances de finalizar.

A principal finalização, até então, fora de Carlos Eduardo, destaque do Goiás, que
acertou o travessão no início do segundo tempo.

O técnico Claudinei Oliveira tentou melhorar a produção ofensiva colocando Marquinhos, Rodrigão e Maurinho. A dose de mexidas foi forte demais em pouco tempo. O Avai distanciou as linhas, deu espaço e permitiu o gol. Chute de Breno e falha de Aranha.

Ferveu

Apesar de desorganizado em campo, o Avai foi buscar o empate com um rali emocionante no final e participação decisiva de Rodrigão, que estreava.

Romulo empatou aos 42 min com chute certeiro. Na sequência Junior Viçosa fez o segundo do Goiás, mas aos 48 min o goleiro do Goiás bobeou e Rodrigão empatou de cabeça.

Melhor, claro, seria a vitória, mas pelas circunstâncias foi um bom resultado para o Avai que costuma jogar melhor fora de casa.

Figueira Campeão !!

08 de abril de 2018 0

O Figueirense comemora o décimo oitavo título Catarinense, com direita a grande festa dentro da Arena Condá, aplicando 2 a 0 na Chape, diante de mais de 18 mil torcedores.

Tempos diferentes

O Figueira teve melhor desempenho até os 30 min do primeiro tempo, mas, no restante do jogo foi pressionado e só confirmou o título com o gol de Maikon Leite aos 40 min do segundo tempo. Ferrareis abriu o placar no primeiro tempo com chute de longe .

Os principais fatores que levaram o Figueirense ao título :

O bom início de jogo , que provocou nervosismo no time da Chape e a falha do goleiro Jandrei no primeiro gol.

Os toques rápidos e a velocidade para contra-atacar em cima dos jogadores lentos da defesa da Chape.

A orientação para explorar o posicionamento do goleiro Jandrei, que costuma jogar adiantado.

A firmeza de Bauermann e Nogueira na zaga, sempre com a boa proteção de Zé Antônio e Betinho.

A esperteza e luta de Ferrareis, o melhor do primeiro tempo. O lance decisivo de Maikon Leite, usando sua velocidade no segundo tempo.

O desempenho razoável de Diego Renan e Lazaroni nas laterais, além do guerreiro Renan Motta no meio ou ataque.

A estratégia de Milton Cruz, eficiente no primeiro tempo e com mexidas decisivas no segundo. Primeiro com João Lucas para marcar Apodi e depois Maikon Leite para usar a velocidade no contra-ataque.

Mas foi da experiência de Jorge Henrique e Denis, dois campeões mundiais de clubes, que surgiu a qualidade técnica e o comportamento emocional que deu tranquilidade aos demais jogadores. Jorge Henrique comandou o meio-campo e Denis foi o craque do jogo com várias defesas difíceis e intervenções seguras.

Foi um jogo de bom nível técnico e com muitos lances de gol, diferente de partidas truncadas que costumam dominar as decisões.

Importante também o comportamento da Chape, que foi elegante na derrota, voltando para receber medalhas e troféu. As torcidas também contribuíram com bom comportamento.

Video

O árbitro de vídeo foi acionado em duas situações. Em disputa de Nogueira e W. Paulista e para confirmar o segundo gol do Figueira. Lances fáceis de decidir.

Apito

Braulio Machado e os assistentes, Helton Nunes e Kléber Lúcio Gil, fizeram boa arbitragem. A maior contestação foi a ausência de segunda cartão para Nogueira. O árbitro preferiu administrar o cartão.

Figueira Campeão!!!! Parabéns !!!!

A final do Catarinense em Chapecó

08 de abril de 2018 0

Domingo de decisão inédita do campeonato Catarinense. É a primeira vez que Figueirense e Chapecoense fazem a final. Um confronto do mais vezes campeão com o time do momento no estado, que está na Série A e busca o tri-campeonato. Será em um dia de sol e temperatura agradável na Arena Condá. Assim amanheceu o dia por aqui.

Vantagem

Leve favoritismo para a Chape, que joga em casa e tem uma equipe mais ajustada pelo tempo de trabalho de Gilson Kleina com os mesmos jogadores.

Novidade

O uso, pela primeira vez no estado, da arbitragem de vídeo tira muito da pressão que costuma pesar sobre os árbitros na decisão. Braulio da Silva Machado terá apoio fundamental em lances de gol, impedimento , pênalti , confusão e cartões vermelhos. Só não pode se atrapalhar com a tecnologia.

A estratégia

Tendência de muita cautela dos dois times, ao menos , até alguém abrir o placar. Se ficar empatado a decisão vai para os pênaltis, fato que aconteceu apenas em 1948 no campeonato Catarinense.

O que mais ouvimos em Chapecó, desde ontem, é a palavra respeito, vindo dos profissionais envolvidos e torcedores dos dois times.

Os times

A defesa é o ponto forte do time da Chape. Protegido por três volantes, o sistema defensivo montado por Gilson Kleina , poucas vezes foi vazado. A jogada de bola aérea também é ponto forte do time. O toque de bola e a criação de meio-campo, ponto fraco ao longo do estadual, melhoraram com a entrada de Canteros, que estava machucado, e o retorno ao clube de Luís Antônio. Wellington Paulista é o destaque entre os atacantes e Apodi ainda é a melhor opção para transição ao ataque.

O Figueirense não tem a força de conjunto da Chape e é um time mais leve e rápido. Betinho, Jorge Henrique e João Paulo – que deve começar o jogo – além de Lazaroni e Diego Renan, que serão os laterais, determinam a característica do Figueira. A circulação rápida da bola entre eles, se ocorrer, pode dar grande vantagem ao time de Milton Cruz. André Luis, com forte presença na área, é sempre uma preocupação ao adversário.

O que vai decidir , porém, é difícil prever, porque, em uma decisão, o fator emocional pesa mais do que em qualquer outro jogo e pode ser motivo de superação ou levar a erros além do normal.

De qualquer maneira, será mais um grande momento do futebol Catarinense, marcado por muita emoção.

Figueira vence o H. Luz e está na final

25 de março de 2018 0

O Figueirense garantiu, matematicamente, a participação na decisão do Cameponato Catarinense e vai tentar o décimo oitavo título diante da Chapecoense, provavelmente, em Chapecó.

A vitória, que garantiu a presença na decisão, foi conquistada em jogo de pouco qualidade e mínima emoção, diante do Hercílio Luz no Orlando Scarpelli. Ferrareis garantiu os três pontos com gol aos 43 min do segundo tempo.

Agora, garantido na decisão , o Figueira tem duas partidas – Chape e Concórdia – para os ajustes que faltam visando o jogo final.

O técnico Milton Cruz, que ajudou a montar um bom grupo e fez o time apresentar bom futebol em vários jogos, precisa decidir , agora , quem serão os laterais titulares e o substituto de Betinho para a decisão.

Estádio

A Chape garante a final em seu estádio com um empate no jogo de quarta-feira, mas, caso o Figueira vencer, o local da decisão será conhecido somente na ultima rodada, quando a Chape enfrenta o Avai na Ressacada e o Figueira joga em Concórdia. Como o Avai encararia a Chape ? Tudo encaminhado para a decisão em Chapecó.

Criciúma vira na Ressacada e deixa Avai mais longe da final

22 de março de 2018 0

O Avai deixou passar mais uma chance de vencer em casa e aumentar a possibilidade matemática de chegar a final do campeonato Catarinense. A derrota para o Criciúma , por dois a um, de virada, teve repetição dos problemas de ataque de jogos anteriores.

Diante do Tigre lento e sem inspiração, a garotada do Avai jogou em alta velocidade e tomou conta do primeiro tempo. Além do gol de Romulo, o Avai criou outras chances, mas não ampliou. O Tigre nada produziu antes do intervalo.

O Criciúma, porém, voltou melhor no segundo tempo e aumentou a pressão, mesmo assim o Avai teve três lances claros para ampliar, mas Romulo, duas vezes, e Getúlio, desperdiçaram.

O jogo começou a mudar quanto o técnico Argel Fuks colocou Andrew e Lucas Coelho, dando mais velocidade e mobilidade ao ataque. Andrew empatou e Lucas Coelho virou o placar.

O resultado alivia a situação do Criciúma, que luta contra o rebaixamento, e, apesar de manter a chance matemática, afasta mais ainda o Avai da final do campeonato.

Embora o bom desempenho de Lourenço, Getúlio e Guga no Avai, quem acabou sendo o destaque da partida foi o garoto Andrew do Criciúma. A partir da entrada dele o jogou mudou.