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Posts com a tag "BRASIL"

Figueira para no time reserva do Brasil

24 de agosto de 2018 0

O Figueirense tropeçou mais uma vez diante do torcedor , em noite de chuva e frio no Orlando Scarpelli. O empate frustrou a possibilidade de crescimento e coloca mais pressão para o clássico de sábado, com o Avaí, na Ressacada.

Para enfrentar o time reserva do Brassil, o técnico Milton Cruz tirou Matheus Sales e Cléberson, que estão com dois amarelos , alegando desgaste físico.

Filipe Amorim foi o meia na posição de Jorge Henrique.Ele aproveitou a oportunidade.Além do golaço, aos 42 min
do primeiro tempo, teve boa movimentação e deu passes perfeitos para os companheiros que não aproveitara, principalmente, André Luís.

O Brasil foi melhor até os 30 min do primeiro tempo, aproveitando a falta de atitude do Figueira, mas apenas conseguiu abrir o placar quando o Figueira já tinha equilibrado jogo. Zé Augusto, aos 39 min , pegou o rebote do cabeceio de Nirley na trave.

O segundo tempo teve forte mudança. O Figueira empurrou o Brasil para a defesa e pressionou intensamente, mas parou nos gols perdidos, principalmente de André Luís, e nas defesas do goleiro Marcelo Pittol.

Também correu riscos, mas o Brasil não concluiu bem os lances que teve para contra-atacar.

No final, demorou um tempo para jogar, perdeu de ganhar quando jogou e lamenta mais um empate em casa.

Figueira perde a invencibilidade em Pelotas

01 de maio de 2018 0

O que prevaleceu no Bento Freitas foi o estilo vigoroso do Brasil, que marcou forte, aproveitou um erro do árbitro para abrir o placar- quando o Figueirense controlava a partida- e, a partir daí , criou várias chances para ampliar, até depois de ter ficado com um jogador a menos, com a expulsão de Bruno Colaço aos 32 min do segundo tempo.

O Brasil fez o gol da vitória aos 35 min do primeiro tempo. Lazaroni dividiu com W. Junior, o árbitro marcou pênalti. W. Junior bateu sem chance para o goleiro Denis.

A ausência de Betinho, terceiro amarelo, e Jorge Henrique, que só entrou na metade do segundo tempo, tiraram muito da criatividade do meio-campo. Abuda e Daniel Costa pouco produziram e deixaram o time sem chegadas rápidas ao ataque.

O goleiro Denis foi o destaque do jogo com várias defesas importantes. Lourency e Wellington Junior fizeram as principais jogadas do Brasil.

Jogo com a “cara” da Série B e sem a produção esperada do Figueira, que perde a invencibilidade na véspera do clássico.

Figueira vence o Brasil e permanência na Série B fica próxima

04 de novembro de 2017 1

O Figueirense liquidou a partida apenas aos 42min do segundo tempo, quando fez o segundo gol, mas isso não significa que o Brasil ameaçou tanto a conquista dos três pontos.

Pelos lados

O Figueirense começou muito bem o jogo , envolvendo o Brasil com ações rápidas pelos lados do campo. Renan Motta e Dudu, Jorge Henrique e João Lucas, fizeram boas jogadas nos primeiros minutos e desestabilizaram o sistema defensivo do Brasil, mas o gol não saiu.

A posse de bola continuou com o Figueira, mas os lances de perigo diminuíram. O Brasil tentava equilibrar a partida quando, aos 39 min, Marco Antônio bateu escanteio, Ferreira desviou de cabeça e Jorge Henrique abriu o placar com um toque em cima da linha do gol.

O Brasil quase empatou na sequência, depois de um erro de Zé Antônio na saída de bola. Saulo evitou o gol no chute de Marcinho.

Foi um primeiro tempo de bom desempenho do Figueira.

No ataque

O Brasil, em desvantagem, foi ao ataque já com Cassiano e Lincol em campo, dois atacantes grandalhões.

O início do segundo tempo foi de sustos para o goleiro Saulo. O Brasil pressionou e criou duas chances claras. Até os 20min o Figueirense não conseguiu sair da defesa, mas depois disso voltou a ter o controle da partida e fugir dos riscos na defesa.

O técnico Milton Cruz fortaleceu a marcação colocando em campo os volantes Ferrugem e Abuda. O Brasil não encontrava espaços, mas sempre havia a possibilidade de empate, que só foi afastada aos 42min, quando André Luiz bateu firme da entrada da área e fez o segundo gol.

Foi uma boa atuação do Figueira, que chega aos 42 pontos e , praticamente, garante a permanência na Série B, faltando cinco rodadas.

Zaga

Grande problema do Figueira a temporada inteira , a zaga foi destaque na vitória de hoje. Ferreira e Nhaylor foram seguros o tempo todo, principalmente nas jogadas aéreas, ponto forte do Brasil. Nhaylor foi o cara do jogo.

Figueirense vence o Brasil com dois golaços

14 de julho de 2017 0

O Figueirense interrompeu a sequência de resultados negativos com um vitória que exigiu muito suor diante do Brasil no Bento Freitas, em Pelotas.

A opção por três zagueiros, protegidos pelos garotos Patrick e Pereira, funcionou bem contra um adversário que insistiu bastante nas jogadas aéreas.

No primeiro tempo o Brasil criou apenas uma chance e conseguiu fazer o gol. O Figueirense teve boas saídas ao ataque e fez dois golaços. Primeiro Robinho e depois Henan.

No segundo tempo o jogo só complicou depois que Leandro Almeida foi expulso. Decisão correta do árbitro.

A pressão foi intensa e o atacante Marcinho perdeu a grande chance de empate no último lance do jogo.

Uma vitória construída com muita luta e dois golaços. Talento e suor que podem iniciar uma nova história dentro do campeonato.

Individualmente, todos tiveram bom desempenho. Destaque, porém, para Saulo, Pereira, Robinho e Henan.

Brasil acabou com chance do Avai em poucos minutos

02 de agosto de 2016 5

A chance de o Avai conseguir a primeira vitória fora de casa acabou em 19 min no estádio Bento Freitas. Foi o tempo que o Brasil precisou para fazer três gols e, praticamente, garantir o resultado.

Desatento e frouxo na marcação pelo lado esquerda da defesa, o Avai foi envolvido por ações rápidas de Diogo Oliveira , Felipe Garcia e weldinho no setor. O zagueiro Leandro Camilo aproveitou dois vacilos de André Santos em escanteios e fez o primeiro e o terceiro. O segundo gol foi de Ramon colocando no canto , também jogada pela direita.

O Avai teve chance de descontar, mas Willian perdeu o pênalti. Sem força , restou ao Avai evitar um vexame em Pelotas.

O final do turno mostra uma realidade perigosa para o Avai , que está a quatro pontos da zona de rebaixamento. O time precisa de contratações pontuais , resolver negociações em andamento e contar com Marquinhos inteiro para evitar o pior.

Tigre envolve o Brasil e vence de novo em casa

08 de junho de 2016 1

O Criciúma continua envolvente quando joga em casa. Agora a vítima foi o Brasil de Pelotas, que não teve como resistir e viu o Tigre fazer a quarta vitória no Heriberto Hülse em quatro jogos.

O gol de Roberto no início do jogo deu segurança ao Tigre e acabou que a estratégia do Brasil. Com boa variação ofensiva, a defesa do time de Pelotas era envolvida com facilidade, até Juninho ampliar ainda no primeiro tempo.

O Brasil reagiu no segundo tempo, quase descontou, porém não passou disso. O zagueiro Natahan ampliou e garantiu mais três pontos , resultado que deixa o Criciúma colado no G-4.

Teve e foi um "copaço"

14 de julho de 2014 0

A Copa do Mundo foi um sucesso, dentro e fora de campo – tirando o desempenho da seleção – e mostrou a capacidade de superação dos brasileiros para enfrentar com inventividade as falhas de planejamento.

Os estádios ficaram maravilhosos, os aeroportos não apresentaram problemas, a mobilidade- apesar dos atrasos em várias obras – foi boa e a segurança teve como maior problema a invasão do Maracanã por torcedores chilenos, o que é insignificante diante da dimensão do evento.

Se o país terá retorno econômico e financeiro do que investiu, saberemos no longo prazo. Estudos indicam que o incremento do turismo costuma se estender por dez anos depois da Copa. O aumento de visitantes estrangeiros e o fechamento de mais negócios com o exterior vão ajudar a pagar a conta ou , ao menos, diminuir os prejuízos.

A viabilidade de algumas arenas é outro desafio. Em Cuiabá, Manaus e Brasília a gestão dos estádios terá de ser muito criativa para justificar os investimentos. Só o futebol destas cidades não vai dar conta.

Mas o legado de um evento como a Copa não pode ser medido apenas com a Régua econômica e financeira. A troca de experiências entre as pessoas, instituições, empresas e governos deixa conhecimentos que podem ser usados em todas as áreas para melhorar o pais.

Vamos saber usar no dia a dia o exemplo dos japoneses limpando o espaço que usaram no estádio? Vamos aprender com a simplicidade e capacidade de planejamento dos alemães ? Saberemos usar o “padrão FIFA” de organização para melhorar nossa educação ? E a melhora na segurança e transportes, verificada durante a Copa, pode continuar evoluindo?

As possibilidades de apreender são imensas, sem que o brasileiro perca sua alegria, espontaneidade, receptividade, criatividade e até o famoso “jeitinho”- desde de que seja para o lado bom – que encantam os turistas.

O orgulho da nação aumentou e este é um sentimento que faz bem a qualquer país.

A qualidade dos jogos completou um espetáculo que pode ser chamado de Copa das Copas.

A Alemanha é campeã e o Brasil não precisava do vexame para mudar

13 de julho de 2014 2

A Alemanha não conseguiu ter amplo domínio, sofreu com as jogadas de contra-ataque da Argentina, mas estava mais inteira fisicamente na prorrogação e ganhou a Copa. Apesar da campanha de atuações irregulares, venceu a seleção que joga o melhor futebol do momento. Parabéns aos alemães, que feriram o nosso orgulho, mas evitaram o título argentino no Maracanã , o que seria uma ironia ainda maior com o nosso fracasso.

A festa é da Alemanha, mas é o Brasil que me interessa e, aproveitando o momento que a Copa termina, prefiro escrever a respeito de nossas questões.

A temporada de caça ás bruxas está aberta e, como é freqüente nestas situações, a busca por culpados provoca discussões acaloradas e exageradas, mas é deste caldo de emoção que vai sair a compreensão mais clara de tudo provocou a eliminação brasileira – o que não surpreenderia – e dos sete a um para a Alemanha – uma fatalidade inimaginável.

O caldeirão de avaliações está fervendo e dentro dele misturam-se problemas gerais (estrutura ) e pontuais (conjuntura).

Os problemas gerais de organização do futebol brasileiro sempre existiram e já foram até piores, nem por isso deixamos de ganhar cinco copas. Então, não é a derrota por sete gols que indica a necessidade de mudar. A exigência de mudanças estruturais é anterior ao fracasso. Há muitos anos cobra-se o fim dos cargos vitalícios na CBF, fortalecimento dos clubes, mais investimentos na base, novos conceitos na formação de jogadores, novas regras nas transferências internacionais, calendário, distribuição mais justa das cotas de TV, etc…

Minha interpretação para o que nos fez tomar de sete no Mineirão, tem relação maior com os problemas específicos desta Copa. Pela ordem:

a) As ausências de Thiago Silva e Neymar – O Brasil sempre dependeu e, isso não vai mudar, de lances individuais e pela primeira vez na história a nossa seleção entrou em campo sem um craque.

b) Fragilidade emocional ( choro foi o menor problema ) – O medo ( normal em qualquer Copa) coletivo de um novo Maracazo e individual de virar uma versão moderna de Barbosa transformou-se em pavor, que provocou bloqueios em vários jogadores e a pane de 06 min e 39 s.

C) Experiência e liderança dentro de campo – difícil entender como nenhum jogador provocou a paralisação da partida após o segundo e terceiro gols. Era preciso quebrar o ritmo, reorganizar.

d) Felipão e Parreira também ficaram paralisados – poderiam ter pedido para um jogador cair, reclamar alguma coisa da arbitragem. Nada fizeram.

e) Atuações individuais comprometedoras – Pelo menos três gols da Alemanha saíram por falhas de Fernandinho e Dante, outros dois com a contribuição de David Luiz.

f) Tático- A proposta de jogar no ataque e aplicar blitz de marcação no setor da bola era o ponto forte da seleção. Jogando assim a defesa se manteve consistente por 28 jogos, antes de enfrentar a Alemanha. O time era pouco compacto pelo meio, mas compensava com as jogadas pelos lados do campo e o forte bloqueio na frente da área. Porém, o que sempre faltou foi a mudança de ritmo, mais toque de bola e menos empolgação. A ausência de variações não foi tudo como muitos atribuem, mas pesou contra a seleção.

São muitos os fatores envolvidos em um jogo, uma campanha, por isso atribuir a derrota apenas a Felipão – o técnico mais vitorioso da história do futebol brasileiro – a qualquer outro fator ou pessoa isoladamente, não explica tudo o que envolve um jogo de futebol.

Futuro

A execração pública dos nossos profissionais- diferente da crítica construtiva – não vai reparar os erros e muito menos contribuir para as mudanças.

Mais importante agora é acertar o diagnóstico, para depois começar a propor as mudanças. Exemplos de outros países podem ajudar, mas a simples cópia não funciona porque cada nação tem a sua realidade, sua forma de fazer, seus hábitos e cultura.

Derrota na despedida

12 de julho de 2014 0

A Holanda aproveitou o desconcerto brasileiro e dois erros da arbitragem, abriu logo a vantagem de dois gols e jogou uma ducha de água fria na tentativa da seleção de terminar a Copa com uma vitória. O Brasil lutou, mas não teve força para descontar e acabou perdendo por três a zero.

Um jogo e um resultado que nada muda para o futuro da seleção brasileira. A campanha acabou na derrota para a Alemanha e as avaliações não precisavam do jogo de hoje.

O Brasil se despede de uma copa maravilhosa, mas com uma campanha apenas razoável e um resultado que entrou para a história como o maior vexame da história.

A seleção encara seus fantasmas em Brasília

11 de julho de 2014 0

O jogo desde sábado em Brasília, independente do resultado, não muda nada para o futuro da seleção brasileira e, muito menos, diminui um milímetro sequer no rasgo emocional provocado pelo vexame diante da Alemanha.

O futuro não começa a ser construído neste jogo, por que muitos nomes não estarão mais na seleção nas próximas convocações e para amenizar os efeitos do “Mineirazo” serão necessários muitos anos e muitas conquistas. Nenhuma teoria sobre a seleção será confirmada ou desmentida diante da Holanda.

Por isso, pouco importa se vai ter choro ou vaia, sorrisos ou aplausos e se Felipão vai mudar ou não a equipe. Este jogo não é o da recuperação e nem o da abertura de um novo tempo.

Porém, é um jogo de Copa do Mundo, valendo premiação milionária e com os símbolos nacionais envolvidos. A camisa, o hino, a bandeira e os torcedores exigem respeito. É pela honra e dignidade que a seleção deve entrar em campo motivada para buscar a vitória, apesar da sensação de pisar em ruínas.

Não é a despedida da Copa que os brasileiros sonhavam, mas a seleção estará em campo e, quando isto acontece, ninguém que gosta de futebol fica indiferente.