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Posts com a tag "CATARINENSE"

Figueira Campeão !!

08 de abril de 2018 0

O Figueirense comemora o décimo oitavo título Catarinense, com direita a grande festa dentro da Arena Condá, aplicando 2 a 0 na Chape, diante de mais de 18 mil torcedores.

Tempos diferentes

O Figueira teve melhor desempenho até os 30 min do primeiro tempo, mas, no restante do jogo foi pressionado e só confirmou o título com o gol de Maikon Leite aos 40 min do segundo tempo. Ferrareis abriu o placar no primeiro tempo com chute de longe .

Os principais fatores que levaram o Figueirense ao título :

O bom início de jogo , que provocou nervosismo no time da Chape e a falha do goleiro Jandrei no primeiro gol.

Os toques rápidos e a velocidade para contra-atacar em cima dos jogadores lentos da defesa da Chape.

A orientação para explorar o posicionamento do goleiro Jandrei, que costuma jogar adiantado.

A firmeza de Bauermann e Nogueira na zaga, sempre com a boa proteção de Zé Antônio e Betinho.

A esperteza e luta de Ferrareis, o melhor do primeiro tempo. O lance decisivo de Maikon Leite, usando sua velocidade no segundo tempo.

O desempenho razoável de Diego Renan e Lazaroni nas laterais, além do guerreiro Renan Motta no meio ou ataque.

A estratégia de Milton Cruz, eficiente no primeiro tempo e com mexidas decisivas no segundo. Primeiro com João Lucas para marcar Apodi e depois Maikon Leite para usar a velocidade no contra-ataque.

Mas foi da experiência de Jorge Henrique e Denis, dois campeões mundiais de clubes, que surgiu a qualidade técnica e o comportamento emocional que deu tranquilidade aos demais jogadores. Jorge Henrique comandou o meio-campo e Denis foi o craque do jogo com várias defesas difíceis e intervenções seguras.

Foi um jogo de bom nível técnico e com muitos lances de gol, diferente de partidas truncadas que costumam dominar as decisões.

Importante também o comportamento da Chape, que foi elegante na derrota, voltando para receber medalhas e troféu. As torcidas também contribuíram com bom comportamento.

Video

O árbitro de vídeo foi acionado em duas situações. Em disputa de Nogueira e W. Paulista e para confirmar o segundo gol do Figueira. Lances fáceis de decidir.

Apito

Braulio Machado e os assistentes, Helton Nunes e Kléber Lúcio Gil, fizeram boa arbitragem. A maior contestação foi a ausência de segunda cartão para Nogueira. O árbitro preferiu administrar o cartão.

Figueira Campeão!!!! Parabéns !!!!

A final do Catarinense em Chapecó

08 de abril de 2018 0

Domingo de decisão inédita do campeonato Catarinense. É a primeira vez que Figueirense e Chapecoense fazem a final. Um confronto do mais vezes campeão com o time do momento no estado, que está na Série A e busca o tri-campeonato. Será em um dia de sol e temperatura agradável na Arena Condá. Assim amanheceu o dia por aqui.

Vantagem

Leve favoritismo para a Chape, que joga em casa e tem uma equipe mais ajustada pelo tempo de trabalho de Gilson Kleina com os mesmos jogadores.

Novidade

O uso, pela primeira vez no estado, da arbitragem de vídeo tira muito da pressão que costuma pesar sobre os árbitros na decisão. Braulio da Silva Machado terá apoio fundamental em lances de gol, impedimento , pênalti , confusão e cartões vermelhos. Só não pode se atrapalhar com a tecnologia.

A estratégia

Tendência de muita cautela dos dois times, ao menos , até alguém abrir o placar. Se ficar empatado a decisão vai para os pênaltis, fato que aconteceu apenas em 1948 no campeonato Catarinense.

O que mais ouvimos em Chapecó, desde ontem, é a palavra respeito, vindo dos profissionais envolvidos e torcedores dos dois times.

Os times

A defesa é o ponto forte do time da Chape. Protegido por três volantes, o sistema defensivo montado por Gilson Kleina , poucas vezes foi vazado. A jogada de bola aérea também é ponto forte do time. O toque de bola e a criação de meio-campo, ponto fraco ao longo do estadual, melhoraram com a entrada de Canteros, que estava machucado, e o retorno ao clube de Luís Antônio. Wellington Paulista é o destaque entre os atacantes e Apodi ainda é a melhor opção para transição ao ataque.

O Figueirense não tem a força de conjunto da Chape e é um time mais leve e rápido. Betinho, Jorge Henrique e João Paulo – que deve começar o jogo – além de Lazaroni e Diego Renan, que serão os laterais, determinam a característica do Figueira. A circulação rápida da bola entre eles, se ocorrer, pode dar grande vantagem ao time de Milton Cruz. André Luis, com forte presença na área, é sempre uma preocupação ao adversário.

O que vai decidir , porém, é difícil prever, porque, em uma decisão, o fator emocional pesa mais do que em qualquer outro jogo e pode ser motivo de superação ou levar a erros além do normal.

De qualquer maneira, será mais um grande momento do futebol Catarinense, marcado por muita emoção.

Figueira vence o H. Luz e está na final

25 de março de 2018 0

O Figueirense garantiu, matematicamente, a participação na decisão do Cameponato Catarinense e vai tentar o décimo oitavo título diante da Chapecoense, provavelmente, em Chapecó.

A vitória, que garantiu a presença na decisão, foi conquistada em jogo de pouco qualidade e mínima emoção, diante do Hercílio Luz no Orlando Scarpelli. Ferrareis garantiu os três pontos com gol aos 43 min do segundo tempo.

Agora, garantido na decisão , o Figueira tem duas partidas – Chape e Concórdia – para os ajustes que faltam visando o jogo final.

O técnico Milton Cruz, que ajudou a montar um bom grupo e fez o time apresentar bom futebol em vários jogos, precisa decidir , agora , quem serão os laterais titulares e o substituto de Betinho para a decisão.

Estádio

A Chape garante a final em seu estádio com um empate no jogo de quarta-feira, mas, caso o Figueira vencer, o local da decisão será conhecido somente na ultima rodada, quando a Chape enfrenta o Avai na Ressacada e o Figueira joga em Concórdia. Como o Avai encararia a Chape ? Tudo encaminhado para a decisão em Chapecó.

Criciúma vira na Ressacada e deixa Avai mais longe da final

22 de março de 2018 0

O Avai deixou passar mais uma chance de vencer em casa e aumentar a possibilidade matemática de chegar a final do campeonato Catarinense. A derrota para o Criciúma , por dois a um, de virada, teve repetição dos problemas de ataque de jogos anteriores.

Diante do Tigre lento e sem inspiração, a garotada do Avai jogou em alta velocidade e tomou conta do primeiro tempo. Além do gol de Romulo, o Avai criou outras chances, mas não ampliou. O Tigre nada produziu antes do intervalo.

O Criciúma, porém, voltou melhor no segundo tempo e aumentou a pressão, mesmo assim o Avai teve três lances claros para ampliar, mas Romulo, duas vezes, e Getúlio, desperdiçaram.

O jogo começou a mudar quanto o técnico Argel Fuks colocou Andrew e Lucas Coelho, dando mais velocidade e mobilidade ao ataque. Andrew empatou e Lucas Coelho virou o placar.

O resultado alivia a situação do Criciúma, que luta contra o rebaixamento, e, apesar de manter a chance matemática, afasta mais ainda o Avai da final do campeonato.

Embora o bom desempenho de Lourenço, Getúlio e Guga no Avai, quem acabou sendo o destaque da partida foi o garoto Andrew do Criciúma. A partir da entrada dele o jogou mudou.

Figueira vence o Inter e mantém a posição na tabela

18 de março de 2018 0

O Figueirense fez, diante do Inter, a atuação mais fraca , até agora, na temporada, embora a vitória e a manutenção da invencibilidade.

O desempenho foi tão baixo que, mesmo com dois jogadores a mais boa parte do segundo tempo, venceu apenas por um a zero, gol de Renan Motta no primeiro tempo, e tomou susto no final com o Inter batendo escanteio com perigo na área.

Individualmente, os melhores desempenhos do Figueirense foram de Renan Motta e o goleiro Alissson, que jogou a primeira da temporada e foi firme em alguns lances.

O Inter teve Rafhael Lucas e Fernando Belém expulsos, receberam o segundo amarelo, em lances bem interpretados pelo árbitro Bráulio Da Silva Machado.

O assistente Diogo Berndt errou ao dar saída de bola em lance que André Luiz fez o gol, depois de Maikon Leite ter cruzado da direita.

Para o Figueirense, apesar da fraca atuação, valeu a manutenção do segundo lugar , três pontos atrás da Chape e seis do Avai, no mínimo, dependendo do resultado em Concórdia.

Empate no clássico coloca o Figueira mais perto da final e deixa o Avai vivo

11 de março de 2018 1

O Clássico, como quase sempre, foi marcado por muita discussão, erros da arbitragem, mas, também, com momentos de bom futebol e lances bonitos.

Pressão

O Figueirense partiu para cima no início da partida, fez pressão pelos lados do campo e chegou, também, com finalizações da entrada da área.

Logo a um minuto, na primeira falta, Jorge Henrique levantou e André Luis acertou o travessão. Nos lances seguintes o Avai também levou perigo, mas a pressão do Figueirense não parou. O árbitro errou ao dar falta de André Luis, que fez o gol de cabeça.

Os lances não pararam no ataque do Figueira e os defensores do Avai tiraram duas vezes quase dentro do gol, teve ainda a jogada de André Luis, que perdeu outra grande chance. Para vencer o goleiro Aranha, foi necessário um chutaço de fora da área, disparado por Jorge Henrique.

O Avai sentiu a pressão e a reação veio com uma agressão de Luanzinho em Betinho. O cartão vermelho provocou confusão, puxada pelo técnico Claudionei Oliveira, que incitou seus comandados á reclamação, provocou os adversários e, depois de expulso, ameaçou Betinho e se enroscou com Ivan Izzo e Milton Cruz. Atitude feia, que provocou reação do técnico Milton Cruz, que, também, acabou expulso. Marquinhos aproveitou a confusão e acertou um soco em Pereira. O pior momento do clássico.

Reação

A história foi diferente no segundo tempo, por que o Avai soube fechar os espaços e impediu o Figueirense de criar lances na área. Além disso, aproveitando as substituições pouco adequadas do Figueirense, esperou o momento para atacar e encontrar o lance para empatar a partida.

O Figueirense resolveu apostar na defesa, tirando Jorge Henrique para a entrada de Abuda, já o Avai sacou sua grande arma do segundo tempo. Quando Marquinhos entrou, o torcedor do Avai levantou e a torcida do Figueira perdeu confiança.

Marquinhos bateu o escanteio no último lance, Zé Antônio tocou para trás e o clássico estava empatado, sem tempo para reação.

O Avai teve o mérito da luta no segundo tempo, o Figueirense não soube garantir a vitória, em jogo que esteve sempre mais perto de vencer.

O Avai mantém as chances matemáticas, porém, cada vez mais, a final se encaminha para ser em Chapecó, entre Chapecoense e Figueirense.

Destaques

O jogador que mais produziu em campo foi o meia Jorge Henrique. As principais jogadas da partida do Figueirense passaram por ele, além do golaço de fora da área.

Apito

Ramon Abatti Abel não aproveitou a chance de apitar um clássico pela primeira vez. Não confirmou um gol regular do Figueirense, se perdeu nas confusões, errou faltas e cartões. Ele foi tão mal que os dois times saíram reclamando.

Público

O clássico, novamente, mostrou sua forças teve o maior público do campeonato, até agora. Foram 13.555 torcedores.

Avai bate o Joinville e encurta a distância da Chape na tabela

04 de março de 2018 0

O Avai mostrou força na Arena e , com uma atuação superior no segundo tempo, venceu o Joinville por 2 a 0, resultado que encurta a diferença para 4 pontos abaixo da Chapecoense, faltando ainda sete rodadas.

Fortalecido na defesa com a presença segura do goleiro Aranha e a dupla de zagueiros, Ayrton e Betão, o Avai dominou também o meio-campo com destaque para o toque de bola de André Moritz. No ataque, Maurinho teve boa participação e Romulo, novamente, foi decisivo.

O promeiro tempo teve muita pegada e entradas ríspidas, principalmente do Joinville. Foram poucos os lances que acabaram em finalização.

O gol do Avai, feito por Romulo, logo no início do segundo tempo, deu emoção ao jogo. O Joinville partiu para cima e criou duas chances para empatar, mas Aranha garantiu.

Os espaços para contra-atacar foram aumentado e novas chances surgiram para o Avai. Marquinhos entrou na vaga de André Moritz e foi direto para cobrança de uma falta lateral. Ele tocou no ângulo e encaminhou a vitória.

No final, o Avai estava inteiro e poderia ter goleado. Romulo e Lovat perderam na frente do goleiro. O chute de Marquinhos parou na trave.

Vitória sem contestação , porque o Avai teve mais chances, estava melhor organizado, mostrou mais qualidade individual e superioridade física.

Avai vence o Inter e acaba com tropeços em casa

25 de fevereiro de 2018 0

O Avai acabou com os tropeços em casa diante dos times da zona de rebaixamento, vencendo o Inter por 3 a 2, mas sofrendo para confirmar o placar.

O gol de Alemão, feito de pênalti, logo no inicio, dava a impressão de uma vitória tranquila, mas, aos poucos, comandado por Jean Lucas, o Inter cresceu e começou a complicar o bom momento avaiano. Rafhael Lucas bateu falta da entrada da área, Koslinski caiu tarde, e o Inter empatou antes do intervalo.

Quando o Inter estava melhor e todo no ataque, Maurinho puxou o contra-ataque e tocou para Getúlio. Ele avançou e bateu firme na saída do goleiro para fazer 2a 1.

O segundo tempo foi mais movimentado e com várias chances, principalmente para o Avai. Lovat fez o terceiro e parecia indicar uma goleada, mas o Inter reorganizou-se e foi ao ataque. Jean Lucas construiu belo lance na esquerda e bateu no canto, Koslinski novamente caiu tarde, e o Inter voltava ao jogo. Na sequência Koslinski evitou o gol de empate e, no rebote, Fabão tocou por cima com o goleiro caido.

A partir deste momento o Avai voltou a controlar a partida. O técnico Claudinei Oliveira já havia colocado Romulo em campo, depois chamou do banco Menezes e André Moritz, para melhorar o meio-campo, que tinha Martinucccio, novamente improdutivo desde o início.

Romulo teve três chances, Getulio , Maurinho e Luanzinho também perderam oportunidades. O Avai não liquidou a partida e, no final, para evitar surpresas fez anti-jogo retendo a bola na esquerda por vários momentos.

Individuais

Maurinho, Lovat e Luazinho foram os melhores do Avai, mas o melhor jogador em campo foi Jean Lucas, que comandou todas as ações de meio-campo e ainda fez um gol.

Apito

Arbitragem fraquíssima de Leandro Messina Perrone. Logo no primeiro lance não marcou pênalti a favor do Avai. Maurinho bateu de esquerda, a bola bateu no zagueiro Belém. O braço estava aberto e a mão alta.
Na sequência, Fábão dividiu com Luanzinho, o atacante forçou a queda e o árbitro marcou o pênalti.

No segundo tempo, Alemão derrubou Jean Lucas na área e Messina Perrone mandou seguir. Ele errou novamente ao não expulsar Pierre, volante do Inter, que fez falta violenta e já tinha o amarelo.

André Luís decide e Figueira segue líder e invicto

18 de fevereiro de 2018 0

O Concórdia complicou o jogo para o Figueirense no Orlando Scarpelli, mas não resistiu às falhas da defesa e a artilharia de André Luís, que fez os dois gols da vitória por 2 a 1.

O Figueirense ficou sem ações rápidas diante da forte marcação do Concórdia e, no primeiro tempo, criou apenas uma chance e aproveitou. André Luís tocou de cabeça o escanteio bem cobrado por Victor Cedron.

O Concórdia foi mais ao ataque no segundo tempo, tirou zagueiro e colocou atacante, sempre buscando o empate. O Figueirense, que já havia perdido Betinho e Maikon Leite com lesões musculares, ficou na defesa até sofrer o gol. Ramon aproveitou um rebote na área e tocou sem goleiro.

Desarrumado em campo, o Figueirense aproveitou um erro do zagueiro Marcio para garantir a vitória, a invencibilidade e liderança. André Luís driblou o goleiro e comemorou.

Sem muito brilho, mas com muita eficiência, o Figueirense vai garantindo a condição de finalista, agora com 7 pontos à frente do terceiro colocado, o Avai.

Estreia

O peruano Victor Cedron estreiou no meio-campo do Figueira. Canhoto, foi bem no toque de bola e na cobrança de escanteio, mas faltaram passes importantes e finalizações.

Apito

Apesar da indecisão no gol do Concórdia- o assistente, Jianlucca Perrone, deu impedimento e depois de conversa com ele o árbitro Diego Cidral confirmou- a arbitragem foi bem no Orlando Sacrpelli.

Avai se recupera com mais uma vitória fora de casa

15 de fevereiro de 2018 0

O Avai iniciou o jogo com seis alterações, voltou a ser um time forte na defesa e saídas rápidas ao ataque, conseguindo, desta forma reativa, adaptar-se ao que exigia o jogo diante do Brusque – muita pegada – e vencer novamente fora de casa.

Lovat na lateral-esquerda e Luan no meio-campo reforçaram a marcação, enquanto Romulo no lado do campo foi mais eficiente do que quando jogou centralizado.

Firme na defesa, o Avai contou com batida potente de Judson da intermediária, para abrir o placar no primeiro tempo. Foi um golaço. Depois Romulo fez grande lance na direita e rolou para Getúlio ampliar. Antes do intervalo ainda , Douglas Silva descontou.

O jogo continuou controlado pelo Avai no segundo tempo e Guga aproveitou apoio pela direita para arriscar chute de longe. O goleiro Dida estava adiantado e a bola entrou. Outro belo gol.

Judson, pela marcação e o golaço, além de Romulo, pelo lance do segundo gol e a luta para ajudar Guga na marcação, foram os destaques do Avai.

Vitória que mantém o Leão com a possibilidade de terminar o turno colocado na liderança, mas precisa vencer em Chapecó, domingo.

Apito

Rodrigo D’Alonso Ferreira fez boa arbitragem, sem erros significativos nas interpretações dos lances e aplicando bem os cartões.