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Posts com a tag "DECISÃO"

A final do Catarinense em Chapecó

08 de abril de 2018 0

Domingo de decisão inédita do campeonato Catarinense. É a primeira vez que Figueirense e Chapecoense fazem a final. Um confronto do mais vezes campeão com o time do momento no estado, que está na Série A e busca o tri-campeonato. Será em um dia de sol e temperatura agradável na Arena Condá. Assim amanheceu o dia por aqui.

Vantagem

Leve favoritismo para a Chape, que joga em casa e tem uma equipe mais ajustada pelo tempo de trabalho de Gilson Kleina com os mesmos jogadores.

Novidade

O uso, pela primeira vez no estado, da arbitragem de vídeo tira muito da pressão que costuma pesar sobre os árbitros na decisão. Braulio da Silva Machado terá apoio fundamental em lances de gol, impedimento , pênalti , confusão e cartões vermelhos. Só não pode se atrapalhar com a tecnologia.

A estratégia

Tendência de muita cautela dos dois times, ao menos , até alguém abrir o placar. Se ficar empatado a decisão vai para os pênaltis, fato que aconteceu apenas em 1948 no campeonato Catarinense.

O que mais ouvimos em Chapecó, desde ontem, é a palavra respeito, vindo dos profissionais envolvidos e torcedores dos dois times.

Os times

A defesa é o ponto forte do time da Chape. Protegido por três volantes, o sistema defensivo montado por Gilson Kleina , poucas vezes foi vazado. A jogada de bola aérea também é ponto forte do time. O toque de bola e a criação de meio-campo, ponto fraco ao longo do estadual, melhoraram com a entrada de Canteros, que estava machucado, e o retorno ao clube de Luís Antônio. Wellington Paulista é o destaque entre os atacantes e Apodi ainda é a melhor opção para transição ao ataque.

O Figueirense não tem a força de conjunto da Chape e é um time mais leve e rápido. Betinho, Jorge Henrique e João Paulo – que deve começar o jogo – além de Lazaroni e Diego Renan, que serão os laterais, determinam a característica do Figueira. A circulação rápida da bola entre eles, se ocorrer, pode dar grande vantagem ao time de Milton Cruz. André Luis, com forte presença na área, é sempre uma preocupação ao adversário.

O que vai decidir , porém, é difícil prever, porque, em uma decisão, o fator emocional pesa mais do que em qualquer outro jogo e pode ser motivo de superação ou levar a erros além do normal.

De qualquer maneira, será mais um grande momento do futebol Catarinense, marcado por muita emoção.

Figueira vence o H. Luz e está na final

25 de março de 2018 0

O Figueirense garantiu, matematicamente, a participação na decisão do Cameponato Catarinense e vai tentar o décimo oitavo título diante da Chapecoense, provavelmente, em Chapecó.

A vitória, que garantiu a presença na decisão, foi conquistada em jogo de pouco qualidade e mínima emoção, diante do Hercílio Luz no Orlando Scarpelli. Ferrareis garantiu os três pontos com gol aos 43 min do segundo tempo.

Agora, garantido na decisão , o Figueira tem duas partidas – Chape e Concórdia – para os ajustes que faltam visando o jogo final.

O técnico Milton Cruz, que ajudou a montar um bom grupo e fez o time apresentar bom futebol em vários jogos, precisa decidir , agora , quem serão os laterais titulares e o substituto de Betinho para a decisão.

Estádio

A Chape garante a final em seu estádio com um empate no jogo de quarta-feira, mas, caso o Figueira vencer, o local da decisão será conhecido somente na ultima rodada, quando a Chape enfrenta o Avai na Ressacada e o Figueira joga em Concórdia. Como o Avai encararia a Chape ? Tudo encaminhado para a decisão em Chapecó.

Leão assustou , mas Chape é campeã

07 de maio de 2017 0

O Avaí até ameaçou o título da Chape, mas prevaleceu a vantagem conquistada na Ressacada, e o time do Oeste celebrou o bi-campeonato diante de um público de 19.141 torcedores na Arena Condá. Foi um jogo tenso e emocionante e com vários lances de gol.

Defesa

Para começar a partida o Avaí não mudou seu estilo de jogo, e foi assim que Leandro Silva abriu o placar aos 27 min do primeiro tempo, ao sair em contra-ataque pela direita.

A Chape sentiu a pressão, perdeu a tranquilidade e o domínio do jogo, que era dela até aquele momento.

Marquinhos teve a chance de ampliar antes do intervalo, mas perdeu na frente do goleiro.

Tensão

O segundo tempo transcorreu com muita luta e discussões, e com o Avaí melhor em campo até os 52 minutos, mas a bola não entrou.

Arthur Moraes salvou o chute de Romulo, que criou ainda outra chance, evitada pela defesa. Quando Júnior Dutra ia fazer o segundo , Grolli salvou.

O Avaí conseguiu a superação esperada e teve coragem para jogar, porém não havia margem de erro. O detalhe fez a diferença a favor da Chape.

Conquistou o título o time com melhor desempenho. A Chape teve o melhor ataque e a melhor defesa, também a melhor campanha. Sem reparos.

Destaque

Apesar de não conquistar o título , o Avaí ganhou o jogo e teve em Romulo o grande destaque da partida. Ele participou dos principais lances e deu o passe para o gol de Leandro Silva.

Apito

Braulio da Silva Machado e os assistentes, Carlos Berkembrok e Kléber Lúcio Gil, foram muito exigidos, mas não cometeram erros importantes. As decisões
foram quase todas acertadas. Boa arbitragem.

Chegou o dia da decisão

07 de maio de 2017 0

As vantagens estão bem claras na decisão do campeonato catarinense 2017 e , todas , do lado da Chapecoense.

Tem uma equipe com mais recursos técnicos, joga em casa e fica com título até perdendo por um gol de diferença.

A situação é confortável, mas não é garantia de conquista. O Avaí já mostrou que tem força e garra para superar grandes adversidades e tem Chance, embora a situação difícil, de fazer história na Arena Condá.

O fato de a Chape ter entrado com pedido de efeito suspensivo no TJD para liberar Andrei Girotto e punir o zagueiro Betão do Avaí, mostra que a diretoria não está tão certa da conquista como se vê entre os torcedores nas ruas de Chapecó.

Esta empolgação, aliás , se entrar no vestiário pode atrapalhar o time e aumentar as chances do Avaí.

O desgaste dos jogos e viagens é uma preocupação da comissão técnica da Chape , mas o fato de ter preservado os titulares diante do Cruzeiro, deve amenizar a situação.

Perde mais o Avaí sem Capa, por falta de uma boa opção, do que a Chape sem Girotto. Demais posições com todos os titulares nos dois times.

Decisão é sempre um momento especial. Sobra tensão e emoção . Hoje não vai ser diferente.

Apito

O clima pode esquentar dentro de campo depois das expulsões na Ressacada e as ações da Chape na justiça esportiva. Braulio Machado
precisa ficar atento para não sucumbir ás pressões do início do jogo.

Chape vence na Ressacada e coloca a mão na taça

30 de abril de 2017 4

O jogo não teve brilho técnico e ficou devendo em emoção porque os dois times criaram poucas chances de gol.

Vermelhos

A estratégia da Chape foi mais eficiente desde o início porque bloqueava bem a entrada da área e os lados do campo, conseguindo, desta forma, evitar a pressão que o Avai pretendia fazer nos primeiros minutos.

A Chape já estava melhor em campo quando viu a situação ficar ainda melhor com a expulsão do lateral Capa. Um exgagero do árbitro, já que o lance merecia uma advertência com amarelo.

Com um jogador a mais em campo a Chape passou a atacar também , além de se defender com firmeza, e aproveitou o momento que estava em vantagem no número de atletas para abrir o placar com uma bonita virada de Luiz Antônio de dentro da área.

A expulsão de Girotto – outro exagero do árbitro – amenizou a complicação que foi o primeiro tempo para o Avai, mas não foi suficiente para mudar a história do jogo no segundo tempo.

Sem inspiração

O segundo tempo teve mais espaços, porém os dois times continuaram sem criatividade. Restou lutar e correr bastante para compensar a baixa qualidade técnica.

A Chape administrou a vantagem e fez alterações para fechar o time. O Avai arriscou mais pela necessidade de buscar o empate, mas o desempenho pouco melhorou. Apenas nos minutos finais surgiram dois lances de gol, mas Denilson e Romulo não aproveitaram.

No final, vitória da Chape e mais vantagem para o jogo na Arena Condá. Agora pode até perder por um gol de diferença.

Destaque

O volante Luiz Antônio foi o jogador mais lúcido em campo. Bem posicionado, deu bons passes e ainda fez o gol da vitória.

Apito

Os assistentes não cometeram erros, mas o árbitro, Héber Roberto Lopes, usou um critério muito rigoroso para a expulsão de Capa – não havia clima hostil entre os jogadores- poderia aplicar o amarelo. Depois compensou com a expulsão de Girotto, mas aí já havia interferido demais no andamento da partida. Ficou devendo melhor atuação.

Técnicos

O treinador, Wagner Mancini, não escalou Apodi, mas desta vez optou pelo volante Moisés, evitando a linha de três zagueiros com Nathan, opção utilizada diante do Nacional, quinta-feira, em Montividéu.

Também passou a orientação para Luiz Antônio avançar. Era o momento certo. Ele foi pra área e fez o gol.

No segundo tempo, com a vantagem no placar, soube fechar o time e segurar a vitória.

Claudinei Oliveira

O treinador do Avai não fez escolhas adequadas no momento de mexer no time. A primeira opção com a expulsão de Capa poderia ser não fazer alteração antes do intervalo, muito menos tirar Marquinhos e colocar o zagueiro Mauricio improvisado na lateral. Precisando vencer , o mais adequado era fazer duas linhas de quatro, adaptando Judson na lateral-esquerda até o intervalo e depois avaliar a situação para o segundo.

Depois do intervalo teve de tirar Mauricio, que substituiu Marquinhos, e colocou João Paulo para tentar a jogada de apoio ao ataque pela esquerda.

Além disso, escancarou a falta de sintonia com o capitão Marquinhos, que deixou claro seu descontentamento e criticou a decisão do treinador.

A decisão do Catarinense

28 de abril de 2017 0

Antes de começar a decisão boas vantagens estão do lado da Chapecoense. Além de ter uma equipe mais qualificada e mais opções no banco, joga a segunda partida em casa e, se ocorrer igualdade de pontos e saldo, fica com o título. A Chape pode ser campeã sem precisar vencer. Dois empates, por exemplo, bastam.

Quando se trata de decisão, porém, outros fatores entram em campo e podem equilibrar a disputa. A Chape vem de jogo desgastante com o Nacional pela Libertadores e pode sentir a parte física e emocional da derrota, apesar de ser uma situação difícil de medir. O Avai descansa há 10 dias.

Além disso, o quadro pode mudar bastante se o Avai vencer o primeiro jogo domingo e ficar ainda melhor para o Leão, caso vencer por dois gols de diferença ou mais.

Estratégias

A proposta de jogo dos treinadores é diferente. O Avai gosta de se fechar e buscar as saídas rápidas para o ataque. A Chape tenta jogar mais com a bola no pé e adiantar o time para trocar passes no campo adversário.

O Avai é forte na defesa e potente no ataque com Romulo , Denilson e Junior Dutra, porém tem fragilidade no meio-campo. Os volantes apenas marcam com eficiência e Marquinhos tem pouca mobilidade, que ele compensa pela qualidade técnica. As principais jogadas passam por Capa, Marquinhos, Denilson , Romulo e Junior Dutra.

A Chape tem força nas laterais, fragilidade nos zagueiros, mas é forte no meio-campo e ataque. As principais jogadas passam por Apodi, Reinaldo, Girotto, Luiz Antônio e Rossi.

Embora as diferenças, a disputa promete ser equilibrada.

Apito

Hébert Roberto Lopes apita na Ressacada. Acostumado com os principais jogos do país e América do Sul, tem confiança e competência para conduzir a partida com tranquilidade.

Torcida

A previsão é de estádio lotado, o que é mais um fator do lado Avai no primeiro jogo.

A decisão do catarinense

07 de maio de 2016 1

A Chapecoense pode até perder na Arena Condá, neste domingo, e ainda assim conquistar o título catarinense da temporada.

A vantagem de levantar a taça mesmo se perder por um gol de diferença, o fator casa e a qualidade do time dão grande favoritismo ao time do oeste.

O Joinville vai precisar de muita coragem e superação para segurar a euforia da torcida em Chapecó, além de jogar mais bola do que se viu até agora.

Os treinadores fazem mistério , mas há pouca coisa para esconder. A Chapecoense, embora a vantagem, não vai jogar retrancada, também não vai correr muitos riscos.

O Joinville não deve fugir de suas características no primeiro tempo , mas se não fizer o gol terá de partir para cima.

A Chapecoense campeã é o rumo normal do campeonato, mas o futebol, muitas vezes, segue caminhos inesperados. Campeão , o Joinville colocaria alguns heróis em sua história.

Título perto de Chapecó

01 de maio de 2016 6

As defesas do goleiro Agenor, uma com o pé na frente de Lucas Gomes e outra em falta batida por Cleber Santana, foi o que de melhor se viu na Arena Joinville, quase até o final do jogo, quando a emoção e o brilho apareceram.

A preocupação dois treinadores em não sofrer gol foi maior do que a proposta de buscar jogadas criativas, postura que deixou o jogo truncado, quase sem brilho e com raros lances de finalização.

A Chapecoense controlou o jogo sem muitos problemas. No primeiro tempo não deixou o Joinville finalizar e depois do intervalo não se assustou com a tentativa de pressão, quando o Joinville arriscou mais e conseguiu algumas finalizações, mas sem criar chances claras de gol.

E o resultado da estratégia superior da Chapecoense apareceu aos 37 min do segundo tempo , quando Ananias acertou belo cabeceio e fez o gol da vitória. Logo depois, Lucas Gomes acertou a trave na terceira chance da Chape no jogo.

Destaque para a disciplina dos jogadores e excelente arbitragem de Héber Roberto Lopes.

A Chape sai de Joinville com a mão na taça.

O primeiro jogo da decisão do catarinense

01 de maio de 2016 0

A Chapecoense chega á decisão com mais possibilidade de conquistar o título , porque tem a equipe mais qualificada, faz o segundo jogo em casa e será campeã em caso de igualdade de pontos e saldo.

Mas a situação pode mudar , caso o Joinville abrir boa vantagem de gols no jogo deste domingo. E o momento emocional favorece o time comandado por Hemerson Maria , que chega forte com a conquista do segundo turno.

A forma de jogar dos times é conhecida, então, os detalhes podem fazer a diferença.

O contra-ataque e as jogadas de faltas e escanteios, quando os zagueiros viram goleadores, são os pontos fortes do Joinville.

A Chapecoense, que tem algumas instabilidades na defesa, é difícil de ser parada pela velocidade nos lados , principalmente com Maranhão e Ananias. Cleber Santana organiza e Bruno Rangel é forte nas finalizações.

O Joinville tem a seu favor a Arena lotada e pode se beneficiar caso chover, porque está acostumado com gramado molhado.

A presença de Hébert Roberto Lopes no apito é uma segurança para o jogo, embora nunca imune a erros.

O Leão não pode falhar diante da Ponte

27 de novembro de 2015 0

O Avai não tem outra alternativa, ou vence a Ponte Preta ou estará rebaixado ainda nesta rodada, se não matematicamente , ao menos virtualmente.

A fórmula para vencer nunca está pronta , mas se evitar as falhas dos dois jogos recentes, as chances aumentam.

O melhor Avai da reta final foi o que enfrentou a Chapecoense e o Cruzeiro. Dos titulares nestes dois jogos , apenas Renan não pode atuar hoje, mas Jubal , Camacho, Romulo , Éverton Silva e André Lima, titulares naquelas partidas, devem ficar no banco.

Aguardamos algo consistente do técnico Raul Cabral, por que a Ponte Preta tem uma equipe muito rápida e não vai aliviar , embora já garantida na Sul-Americana.