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Posts com a tag "DEMISSÃO"

Eliminação da Copa do Brasil derruba técnico do Avai

19 de abril de 2018 0

A demissão do técnico Claudinei Oliveira já estava em pauta antes do jogo com o Goiás. A eliminação foi a sinalização que faltava para o presidente Battistotti, sempre irredutível, se convencer que era o momento de mudança, adiada no final do ano, quando o time foi rebaixado.

Claudinei foi dos técnicos que mais tempo ficaram no comando do Avai em anos recentes. O acesso á Série A em 2016 deu força ao treinador, que, também, levou o time á final do estadual de 2017. Mas a queda para a segunda divisão e o fracasso no estadual deste ano, pesaram para sua saída. A eliminação da Copa do Brasil não seria problema, não fosse para o Goiás e jogando futebol muito defensivo, uma crítica sempre feita ao trabalho do treinador.

Resta ao clube, agora, agir rápido e contratador um profissional adequado para buscar o acesso, a grande metad da temporada. Gilmar Dal Pozzo tem experiência na Série B e mora na cidade.

A demissão de Márcio Goiano.

14 de junho de 2017 3

O Figueirense venceu apenas 4 partidas em 21 jogos e já está mais próximo da zona de rebaixamento que do G-4 da Série B. Esses números explicam muito da demissão do técnico Márcio Goiano, decisão tomada depois do empate com o Criciúma.

Tem mais fatores , porém, que pesaram contra o treinador. O time apresentou problemas defensivos desde o primeiro jogo e não ocorreu nenhum ajuste para tapar o “queijo suíço” que virou a defesa. Os episódios com o goleiro Fábio e zagueiro Marquinhos, também desgastaram Goiano, que mostrou fragilidade na administração da situação.

Talvez em outro clube, Goiano recebesse a um pouco mais de tempo para desenvolver o trabalho, não no Figueirense, onde o presidente adora trocar o treinador: 11 desde 2014.

Agora é virar a página e acertar na contratação do novo comandante, que não precisa ser medalhão, venha com ambição e alguma experiência de Série B.

As mudanças no futebol do Figueira

18 de março de 2017 5

A bandeja carregou as cabeças de Léo Franco e Branco, ainda no calor da derrota para o Joinville e, em pleno camarote da diretoria, no Orlando Scarpelli.

Foi a resposta do presidente, Wilfredo Brilinguer, á pressão da torcida por melhores resultados no momento que o clube atravessa uma das piores fases desde o ano 2000.

A dupla do futebol acertou pouco na montagem do time, não conseguiu fazer ajustes e ainda deu o azar de perder Marquinhos, João Paulo e Zé Love, jogadores que muito ajudariam para superar a turbulência técnica. Então, era uma mudança esperada.

O cargo de superintendente de futebol é fundamental na montagem da equipe e administração da área técnica, mas tem funcionado precariamente na gestão Brilinguer. Não há sequência de trabalho e de profissionais. Na média, muda tudo a cada trimestre.

Desde o final de 2012, quando Brilinguer assumiu a presidência, o período de maior sequência foi sob o comando de Argel, que iniciou em 2014 e terminou em 2015. Mesmo assim não foi um trabalho sustentado por conceitos de longo prazo, mas apenas conduzido pela energia e empolgação do treinador.

Agora , Carlos Arini, foi contratado para a função que já exerceu no clube. Os conceitos continuam os mesmos. Mais uma vez a preocupação não é com a formação de um time identificado com a torcida, mas sim com a colocação imediata de jogadores no mercado.

Sai Marquinhos Santos , volta Marcio Goiano.

16 de fevereiro de 2017 7

A selva do futebol não perdoa: o resultado não vem? O técnico perde o emprego.

E, apesar dos péssimos resultados do ano passado e do início do estadual, foi na Amazônia que Marquinhos Santos caiu do comando técnico do Figueirense.

Ser eliminado da Copa do Brasil pelo Rio Branco no Acre e jogando pelo empate , foi demais para um trinador sem prestígio no clube .
A página virou para ele.

Capitão

Sempre lembrado pelo torcedor, muito por ter sido o capitão do time em uma era de conquistas, Marcio Goiano volta para assumir o comando em um momento de tensão e instabilidade.

Em 2010, fez um grande trabalho no acesso á Série A, mas quando voltou em 2012 nada deu certo.

Marcio Goiano não repetiu mais o trabalho de 2010 em outros clubes e sua carreira estagnou. Será um daqueles casos que dá certo apenas em um lugar? Vamos aguardar, mas para quem sonhava com o retorno de Jorginho, Goiano não vai empolgar.

Giglio é o "bode expiatório" dos problemas do Figueira

09 de novembro de 2016 3

A demissão do superintendente de Esportes, Cléber Giglio, é o primeiro sinal de que o Figueirense admite o rebaixamento e começa a pensar na próxima temporada. Ele é um dos principais responsáveis, mas não está sozinho em mais uma equivocada montagem do time.

Nada do que ele fez não passou pelo crivo do presidente, Wilfredo, ou do filho, Rodrigo, que atua intensamente no futebol, apesar de não ter cargo no clube por imposição do estatuto que impede a presença de parentes do presidente.

A montagem do time no início da temporada, a falta de contratações adequadas para o meio-campo apesar das evidentes deficiências, a rescisão de Carlos Alberto no momento menos adequado e o troca-troca de treinadores, além da administração ineficiente das relações de vestiário, marcaram a gestão do futebol.

Há outras mudanças que podem ocorrer. O que faz Branco no clube ? O que fazer com quatro auxiliares técnicos ? Alguém ainda acredita que não vai cair?

O planejamento precário, tocado na base de decisões impulsivas, está cobrando o seu preço. Encarar novamente a Série B não é o fim do mundo, mas o custo é alto e doloroso para o torcedor.

A demissão de Carlos Alberto

13 de setembro de 2016 1

A decisão de mandar Carlos Alberto embora não surpreenderia se tivesse ocorrido antes de ele voltar aos gramados ou na chegada de Argel, mas agora , no momento que ele voltou a jogar e muito poderia ajudar tecnicamente na reta final da Série A como ocorreu ano passado, ninguém imaginava.

O comportamento de Carlos Alberto pesou. Sua rebeldia , dentro e fora de campo , criou problemas com os árbitros e treinadores. Saiu pelo conjunto da obra , mas os fatos no Morumbi foram a gota d’água. Ele passou a ter problemas também com alguns companheiros ao cobrar desempenho publicamente.

A diretoria e a comissão técnica entenderam que a rescisão de contrato era a melhor saída. Uma decisão arriscada e que o tempo vai mostrar as consequências boas ou ruins.

A responsabilidade dos demais jogadores aumenta , também por que Rafael Moura deve parar por seis semanas.

Raposa derruba Argel do Figueira

21 de agosto de 2016 4

O Figueirense perdeu a invencibilidade em casa, das poucas coisas boas que ostentava no campeonato, e poderia ter sofrido uma goleada, porém contou com vacilo do Cruzeiro , ainda lutou pelo empate no final, apesar de ter ficado com 10 jogadores.

O Cruzeiro abriu o placar aos 3 min com o volante Henrique e ampliou aos 3 min do segundo tempo com Ábilla.

O Figueira entrou com quatro jogadores no meio-campo, mas não ganhou o setor e nada conseguiu construir além de um cabeceio de Rafael Moura na trave, depois de cobrança de escanteio.

No segundo tempo o Figueira tentou abrir espaços com Lins no lugar de Ayrton, mas pouca coisa deu certo. Logo depois do segundo gol do Cruzeiro o meia Carlos Alberto foi expulso ao matar um contra-ataque.

O Cruzeiro ficou só no toque de bola e deixou o Figueira vivo. Élvis entrou na vaga de Dodô e o time melhorou um pouco. Ferrugem aproveitou o vacilo de Henrique e descontou, mas ficou só nisso.

Caiu

Argel pediu demissão depois do jogo, confessando sua incacpidade de resolver o problema do momento. O fato é que tudo o que ele tentou fazer não deu resultado e piorou o desempenho.

Vai ser melhor para o Figueira a sua saída agora, porque o forte de seu trabalho é fazer os times reagirem em situações difíceis na base da motivação logo na chegada e desta vez não deu certo. A hora é de contratar um profissional que sabe montar estratégias e fazer o time jogar futebol.

As mudanças no futebol do Avai

03 de agosto de 2016 2

A demissão do diretor de esportes , Marcelo Gonçalves , não surpreende no Avai , muito menos quem vai assumir sua vaga.

O trabalho de Gonçalves não apresentou resultados positivos no campeonato estadual e não evoluiu na Série B. Ele parecia deslocado no Avai, sem força para enfrentar uma situação com poucos recursos e montar um time competitivo.

Joceli dos Santos, que vai assumir a função , quando contratado já chegou como o homem do presidente no futebol em todas as divisões. Normal , portanto , que assuma o cargo. Agora sua função fica mais clara no organograma do clube.

Joceli tem experiência e identificação com o Avai para comandar o futebol e, a um custo baixo , comparando com outros profissionais que ocuparam a função nos últimos anos e com pouco sucesso.

A demissão de Eutrópio

11 de julho de 2016 5

A demissão de Vinicius Eutrópio é uma decisão que vinha sendo estudada pela diretoria do Figueirense havia várias rodadas.

A intenção partia de uma avaliação de que o grupo de atletas é muito bom e não jogava mais por causa do treinador. O técnico tinha sua participação, mas a avaliação do grupo é exagerada. Há muitas carências, principalmente no meio campo.

Os resultados,porém, sempre determinantes, não ajudaram o treinador. Além disso, Eutrópio perdeu força ao não mentir sobre o real potencial do time.

Eutrópio sai com o time no Z-4, mas com a tabela muito favorável para fazer 25 pontos no turno, o que seria um bom aproveitamento.

Enfim , é a velha fórmula do futebol, como não dá para mandar tudo mundo embora, troca-se o treinador. Há , no entanto , muito tempo para ajustes.

A demissão de Hemerson Maria do Joinville

28 de junho de 2016 2

O futebol é feito assim e não vai mudar. O resultado determina a permanência do treinador, independente se ele fez pequeno milagre recente de levar um time desacreditado para a decisão do estadual ou se em passado recente foi campeão brasileiro da B e comandou a campanha de acesso á Série A.

O resultado tritura mesmo quem faz parte das maiores conquistas de um clube. A zona de rebaixamento, o péssimo futebol e a derrota por 3 a 1 para o CRB coloram fim å segunda passagem de Hemerson Maria no Joinville.

Não dava para segurar . Maria vai fazer sucesso em outro lugar e o Joinville procurar alguém para evitar o desastre que seria novo rebaixamento.