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Posts com a tag "MARQUINHOS"

Rodrigão decide e Avai acaba com série sem vencer em casa

07 de agosto de 2018 0

O Avai interrompeu a sequência de quatro jogos sem vencer em casa, mas teve de lutar muito para furar o bloqueio defensivo do Vila Nova.

Destaque para a mudança promovida pelo técnico Geninho. Ele tirou o terceiro zagueiro, escalou Marquinhos e André Moritz juntos no meio-campo e foi assim até quase o final do jogo.

O Leão fez um jogo menos intenso, diminuiu a velocidade, mas trabalhou bem a bola e criou bons lances para fazer o gol. O Vila, apostando no contra-ataque, também criou algumas jogadas perigosas, principalmente no primeiro tempo.

Marquinhos armou as principais jogadas no primeiro tempo e até quase fez um gol de cabeça. Luan Pereira, que entrou na vaga de Romulo, machucado , também ajudou a construir algumas jogadas e finalizou bonito duas vezes. Uma em cada tempo.

A qualidade diminuiu no segundo tempo, mas a emoção aumentou. O Avai teve grande volume de jogo, criou menos, mas pouco permitiu ao ataque do Vila e, acima de tudo, fez o gol.

Depois de várias tentativas, Guga bateu escanteio da direita e Rodrigão garantiu a vitória com cabeceio perfeito. Pela luta no meio dos zagueiros e o gol, fundamental como sempre, Rodrigão o cara do jogo.

O time mostrou que pode jogar de outra maneira, mas ainda não passou a confiança de que pode repetir a escalação contra qualquer adversário, principalmente fora de casa.

Vitória importantíssima contra um adversário direto.

Marquinhos e Rodrigão reclamam em mais um empate do Avai na Ressacada.

27 de julho de 2018 0

O Avai continua tropeçando em casa, perde chances no primeiro tempo, cai de produção no segundo e chega a quatro jogos sem vencer na Ressacada.

O Avai foi mais produtivo no ataque durante todo o primeiro tempo, mas faltou acertar a finalização. Rodrigão, André Moritz, Romulo e Renato poderiam ter marcado, mas finalizaram para fora.

O CSA preferiu tocar a bola e pouco chegou no setor de finalização. Na melhor chance, a bola parou no travessão, mas foi tocada para trás pelo zagueiro Betão. Apesar da ausência de gol foi um tempo de bom futebol.

Mas depois do intervalo a qualidade do jogo caiu bastante. O CSA continuou na defesa e tocando bola sem objetividade. Terminou a partida sem finalização que merecesse destaque. O Avai, apesar da insistência, criou uma chance clara apenas aos 37 min. Guga cruzou e Beltran bateu firme, mas o goleiro salvou.

O técnico Geninho não arriscou e manteve os três zagueiros até o final e surpreendeu quando tirou Rodrigão. O atacante não escondeu o descontentamento e saiu disparando palavrões. Marquinhos, que entrou apenas nos minutos finais também reclamou . Disse que acha que ” estão fazendo de sacanagem mesmo”.

Um ponto ficou melhor para o CSA, que jogou fora de casa, teve desempenho inferior ao Avai e mantém a vaga no G-4.

Avai vence em Londrina e segue forte longe de casa

12 de julho de 2018 0

O Avai construiu o placar antes do intervalo, deixou de liquidar a partida no segundo tempo e sofreu para segurar o placar no final, porém arrancou os três pontos no estádio do Café.

Firme na defesa

O Leão começou a partida com o sistema defensivo muito sólido e encontrou espaços pelos lados do campo para chegar com facilidade na área do Londrina.

Na primeira chegada pela direita, aos 10 min, Guga cruzou e Romulo aproveitou o erro da defesa para abrir o placar. Não demorou muito para Capa cruzar da esquerda e Fernando fazer contra, antes que Renato tocasse na bola.

O primeiro tempo foi controlado pelo do Avai sem muitos problemas, mas com o desfalque de Judson, que saiu machucado, e fez falta na proteção da defesa, no segundo tempo.

Suportando a pressão

O Londrina voltou do intervalo pressionando, levando perigo e cresceu mais ainda com a entrada de Dagoberto. Mesmo assim, Renato e Beltran, perderam lances claros para fazer o terceiro gol e tranquilizar. O Londrina insistiu e descontou com Pênalti que Dagoberto sofreu e bateu no canto.

Os minutos finais foram de pressão do Londrina e expulsões. Dagoberto e Renato discutiram e foram expulsos. Uma decisão exagerada do árbitro. O Avai segurou e garantiu mais uma vitória fora de casa e o retorno ao G-4.

Individuais

Os destaques individuais do Avai foram Guga, Marquinhos Silva, Airton, Romulo e Renato. Os zagueiros seguraram o placar e o lateral e os atacantes participaram das principais jogadas ofensivas.

Agora, apesar dos desfalques de Airton, Judson, Renato e Capa, suspensos, o Avai tem boa oportunidade de encaminhar um bom final de turno. O próximo jogo é com o Atlético-GO em casa.

Avai vence o Coritiba e segue no G-4

08 de junho de 2018 0

O jogo foi fraco tecnicamente, teve poucas chances de gol, mas o Avai mostrou eficiência diante do Coritiba e venceu por dois a zero na Resscada.

O Avaí dominou o primeiro tempo, mas poucas vezes conseguiu envolver a defesa do Coritiba. Lourenço estava tímido na ala direita, Capa errava muitos passes e cruzamentos na esquerda. Renato e Matheus Barbosa agrediram pouco pelo meio. Romulo também apareceu pouco. Restou Rodrigão, que não aproveitou as duas chances que teve.

Ao menos a defesa do Leão estava firme, tanto que permitiu apenas duas finalizações do Coritiba e sem muito perigo.

O segundo tempo seguiu em situação semelhante ao primeiro até o gol do Avai. Foi mais uma bola recuperada no ataque. Romulo deu uma assistência perfeita e Capa fez um golaço com toque no ângulo.

O Coritiba reagiu e partiu para cima e quase empatou . Na primeira chance o atacante Alecssandro perdeu e na segunda o goleiro Aranha salvou com os pés. Marquinhos entrou na vaga de Rodrigão no final e liquidou a partida batendo pênalti , marcado de forma equivocada pelo árbitro, quando Renato tropeçou no jogador do Coritiba.

O Leão segue firme no G-4 e , depois de 10 rodadas, vai confirmando a previsão de candidato forte ao acesso.

Empate no clássico coloca o Figueira mais perto da final e deixa o Avai vivo

11 de março de 2018 1

O Clássico, como quase sempre, foi marcado por muita discussão, erros da arbitragem, mas, também, com momentos de bom futebol e lances bonitos.

Pressão

O Figueirense partiu para cima no início da partida, fez pressão pelos lados do campo e chegou, também, com finalizações da entrada da área.

Logo a um minuto, na primeira falta, Jorge Henrique levantou e André Luis acertou o travessão. Nos lances seguintes o Avai também levou perigo, mas a pressão do Figueirense não parou. O árbitro errou ao dar falta de André Luis, que fez o gol de cabeça.

Os lances não pararam no ataque do Figueira e os defensores do Avai tiraram duas vezes quase dentro do gol, teve ainda a jogada de André Luis, que perdeu outra grande chance. Para vencer o goleiro Aranha, foi necessário um chutaço de fora da área, disparado por Jorge Henrique.

O Avai sentiu a pressão e a reação veio com uma agressão de Luanzinho em Betinho. O cartão vermelho provocou confusão, puxada pelo técnico Claudionei Oliveira, que incitou seus comandados á reclamação, provocou os adversários e, depois de expulso, ameaçou Betinho e se enroscou com Ivan Izzo e Milton Cruz. Atitude feia, que provocou reação do técnico Milton Cruz, que, também, acabou expulso. Marquinhos aproveitou a confusão e acertou um soco em Pereira. O pior momento do clássico.

Reação

A história foi diferente no segundo tempo, por que o Avai soube fechar os espaços e impediu o Figueirense de criar lances na área. Além disso, aproveitando as substituições pouco adequadas do Figueirense, esperou o momento para atacar e encontrar o lance para empatar a partida.

O Figueirense resolveu apostar na defesa, tirando Jorge Henrique para a entrada de Abuda, já o Avai sacou sua grande arma do segundo tempo. Quando Marquinhos entrou, o torcedor do Avai levantou e a torcida do Figueira perdeu confiança.

Marquinhos bateu o escanteio no último lance, Zé Antônio tocou para trás e o clássico estava empatado, sem tempo para reação.

O Avai teve o mérito da luta no segundo tempo, o Figueirense não soube garantir a vitória, em jogo que esteve sempre mais perto de vencer.

O Avai mantém as chances matemáticas, porém, cada vez mais, a final se encaminha para ser em Chapecó, entre Chapecoense e Figueirense.

Destaques

O jogador que mais produziu em campo foi o meia Jorge Henrique. As principais jogadas da partida do Figueirense passaram por ele, além do golaço de fora da área.

Apito

Ramon Abatti Abel não aproveitou a chance de apitar um clássico pela primeira vez. Não confirmou um gol regular do Figueirense, se perdeu nas confusões, errou faltas e cartões. Ele foi tão mal que os dois times saíram reclamando.

Público

O clássico, novamente, mostrou sua forças teve o maior público do campeonato, até agora. Foram 13.555 torcedores.

Avai bate o Joinville e encurta a distância da Chape na tabela

04 de março de 2018 0

O Avai mostrou força na Arena e , com uma atuação superior no segundo tempo, venceu o Joinville por 2 a 0, resultado que encurta a diferença para 4 pontos abaixo da Chapecoense, faltando ainda sete rodadas.

Fortalecido na defesa com a presença segura do goleiro Aranha e a dupla de zagueiros, Ayrton e Betão, o Avai dominou também o meio-campo com destaque para o toque de bola de André Moritz. No ataque, Maurinho teve boa participação e Romulo, novamente, foi decisivo.

O promeiro tempo teve muita pegada e entradas ríspidas, principalmente do Joinville. Foram poucos os lances que acabaram em finalização.

O gol do Avai, feito por Romulo, logo no início do segundo tempo, deu emoção ao jogo. O Joinville partiu para cima e criou duas chances para empatar, mas Aranha garantiu.

Os espaços para contra-atacar foram aumentado e novas chances surgiram para o Avai. Marquinhos entrou na vaga de André Moritz e foi direto para cobrança de uma falta lateral. Ele tocou no ângulo e encaminhou a vitória.

No final, o Avai estava inteiro e poderia ter goleado. Romulo e Lovat perderam na frente do goleiro. O chute de Marquinhos parou na trave.

Vitória sem contestação , porque o Avai teve mais chances, estava melhor organizado, mostrou mais qualidade individual e superioridade física.

Marquinhos e Romulo comandam classifição do Avai na Copa do Brasil

23 de fevereiro de 2018 0

O Avai conseguiu o melhor resultado da temporada, até agora, ao vencer e eliminar o Juventudade da Copa do Brasil no Alfredo Jaconi.

Depois de jogar na defesa o primeiro tempo inteiro, com destaque para o goleiro Koslinski que fez boas defesas e sem finalizar no ataque, o Avai mudou a história do jogo após o intervalo.

O crescimento do time e a mudança de atitude teve participação decisiva de Romulo e Marquinhos, que entrou no segundo tempo.

Romulo cruzou e Marquinhos abriu o placar com gol de peito. Na sequência Marquinhos ajeitou na entrada da área para Romulo bater no canto e fazer 2 a 0.

Vitória que alivia a situação do técnico Claudinei Oliveira, coloca um milhão e quatrocentos mil reais no cofre do Clube e remotiva o torcedor para os confrontos com o Fluminense na próxima fase.

Avai busca o empate três vezes, mas resultado do clássico foi melhor para o Figueira

28 de janeiro de 2018 0

O clássico, como sempre, não foi brilhante tecnicamente, teve até momentos de pouca qualidade, mas os últimos minutos valeram pelo jogo inteiro. A emoção tomou conta das duas torcidas a partir dos 34 min do segundo tempo, mas o resultado salvou todos.

Primeiro tempo

Os dois times entraram com formações ofensivas, mas quem procurou jogar no ataque o tempo todo foi o Avai, apesar de sofrer com os espaços que deixou na defesa.

O gol do Figueirense no início reforçou a ideia de jogo dos dois treinadores: Avai atacando e Figueirense no contra-ataque, mas faltou criatividade, embora o jogo não fosse truncado.

Apenas três chances claras de gol surgiram antes do intervalo. Uma do Figueirense, duas do Avai.

O Figueira aproveitou a única chance e fez o gol aos 10 min. Judson derrubou Felipe Amorim e João Paulo bateu o pênalti no canto para abrir o placar.

Romulo de cabeça quase empatou para o Avai, mas somente no último lance do primeiro tempo saiu o gol. A defesa do Figueirense se confundiu na marcação e Maurinho acertou o canto, sem chance para o goleiro Denis.

PRIMEIRO TEMPO

A estratégia dos treinadores não mudou no segundo tempo, mas nenhuma finalização perigosa foi disparada até os 34 min, quando o jogou mudou drasticamente. Martinuccio já havia entrado no time do Avai e Ferrareis no Figueirense.

Samuel esticou a jogada no ataque, o zagueiro Betão vacilou e Ferrareis, mais esperto, tocou na saída do goleiro para fazer o segundo. Demorou pouco a vantagem do Figueira.

Marquinhos, logo depois, bateu escanteio e Alemão acertou cabeceio perfeito no canto. Tudo igual, mas não estava decidido.

Falta para o Figueirense, bola na área, Alemão falha, Koslinski salva, mas Nogueira faz o terceiro, já sem goleiro. Faltando pouco tempo, parecia que o Figueira venceria, mas o Avai não desistiu e foi buscar o empate pela terceira vez no jogo.

Getúlio ganhou da defesa, driblou Denis e foi derrubado pelo goleiro. Marquinhos Bateu o pênalti e empatou nos últimos instantes.

Um final de jogo para matar do coração e um resultado adequado ao que os dois times fizeram em campo, o Figueirense pela vantagem que sempre teve no placar e o Avai pela atitude de buscar o resultado sem desistir.

Na tabela, melhor para o Figueirense que continua colado na Chape com 10 pontos, três a frente do Avai.

Destaques

O jogo não teve nenhum jogador decisivo, mas Marquinhos do Avai e Betinho do Figueirense foram dos poucos que mantiveram bom desempenho o tempo inteiro.

Apito

O árbitro Braulio da Silva Machado teve ótima atuação , acertando nos lances fundamentais, apitando próximo das jogadas e conduzindo bem o aspecto disciplinar, apenas errando em um cartão amarelo aplicado a João Paulo, quando ele tocou a bola e não o adversário. Os assistentes não foram muito exigidos, mas acertaram tudo.

Marquinhos brilha , mas Botafogo empata no último lance

18 de outubro de 2017 1

O Avai fez o melhor segundo tempo do campeonato e, comandado por Marquinhos, estava encaminhando a vitória, mas deixou escapar no último lance do jogo.

Sem lances

Os dois treinadores escolheram jogadores com características para atacar bastante, porém a preocupação defensiva foi maior.

Assim o primeiro tempo transcorreu sem criatividade e nenhuma chance clara de gol.

Show de Marquinhos

A transformação do Avai encantou o torcedor depois do intervalo. Foi o melhor desempenho do time em um tempo de jogo até agora na Série A.

A transformação chama-se Marquinhos. Ele entrou na vaga de Joel, mas ficou no meio-campo para Romulo atuar centralizado.

Em 20 min o Avai desmontou o Botafogo, criou seis chances claras, um lance mais bonito que o outro e abriu o placar.

Marquinhos estava em todos os lances, deu toque de calcanhar, passe de primeira, bateu faltas e escanteios com perfeição e fez o gol de pênalti. Agora, junto com Décio Antônio, é o maior artilheiro da Ressacada.

Uma atuação para ser chamado de Sr. Marquinhos, o craque do jogo. Mas o Avai não liquidou o jogo quando podia.

A grande atuação do MS10, porém, não foi suficiente para garantir a vitória. Depois de acertar a trave aos 38min, o Botafogo fez o gol de empate no último lance do jogo. Marcus Vinicius aproveitou o vacilo da defesa aos 50min.

Um empate amargo e complicador para o Leão.

Chape vence na Ressacada e coloca a mão na taça

30 de abril de 2017 4

O jogo não teve brilho técnico e ficou devendo em emoção porque os dois times criaram poucas chances de gol.

Vermelhos

A estratégia da Chape foi mais eficiente desde o início porque bloqueava bem a entrada da área e os lados do campo, conseguindo, desta forma, evitar a pressão que o Avai pretendia fazer nos primeiros minutos.

A Chape já estava melhor em campo quando viu a situação ficar ainda melhor com a expulsão do lateral Capa. Um exgagero do árbitro, já que o lance merecia uma advertência com amarelo.

Com um jogador a mais em campo a Chape passou a atacar também , além de se defender com firmeza, e aproveitou o momento que estava em vantagem no número de atletas para abrir o placar com uma bonita virada de Luiz Antônio de dentro da área.

A expulsão de Girotto – outro exagero do árbitro – amenizou a complicação que foi o primeiro tempo para o Avai, mas não foi suficiente para mudar a história do jogo no segundo tempo.

Sem inspiração

O segundo tempo teve mais espaços, porém os dois times continuaram sem criatividade. Restou lutar e correr bastante para compensar a baixa qualidade técnica.

A Chape administrou a vantagem e fez alterações para fechar o time. O Avai arriscou mais pela necessidade de buscar o empate, mas o desempenho pouco melhorou. Apenas nos minutos finais surgiram dois lances de gol, mas Denilson e Romulo não aproveitaram.

No final, vitória da Chape e mais vantagem para o jogo na Arena Condá. Agora pode até perder por um gol de diferença.

Destaque

O volante Luiz Antônio foi o jogador mais lúcido em campo. Bem posicionado, deu bons passes e ainda fez o gol da vitória.

Apito

Os assistentes não cometeram erros, mas o árbitro, Héber Roberto Lopes, usou um critério muito rigoroso para a expulsão de Capa – não havia clima hostil entre os jogadores- poderia aplicar o amarelo. Depois compensou com a expulsão de Girotto, mas aí já havia interferido demais no andamento da partida. Ficou devendo melhor atuação.

Técnicos

O treinador, Wagner Mancini, não escalou Apodi, mas desta vez optou pelo volante Moisés, evitando a linha de três zagueiros com Nathan, opção utilizada diante do Nacional, quinta-feira, em Montividéu.

Também passou a orientação para Luiz Antônio avançar. Era o momento certo. Ele foi pra área e fez o gol.

No segundo tempo, com a vantagem no placar, soube fechar o time e segurar a vitória.

Claudinei Oliveira

O treinador do Avai não fez escolhas adequadas no momento de mexer no time. A primeira opção com a expulsão de Capa poderia ser não fazer alteração antes do intervalo, muito menos tirar Marquinhos e colocar o zagueiro Mauricio improvisado na lateral. Precisando vencer , o mais adequado era fazer duas linhas de quatro, adaptando Judson na lateral-esquerda até o intervalo e depois avaliar a situação para o segundo.

Depois do intervalo teve de tirar Mauricio, que substituiu Marquinhos, e colocou João Paulo para tentar a jogada de apoio ao ataque pela esquerda.

Além disso, escancarou a falta de sintonia com o capitão Marquinhos, que deixou claro seu descontentamento e criticou a decisão do treinador.