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Posts de novembro 2010

O brinco

30 de novembro de 2010 9

Ontem, entrei no Jornal do Almoço com um brinco na orelha direita. Por quê? Assista aqui ao programa.

"Tudo que acontece no Rio, em matéria criminal, cedo ou tarde se transfere para outros Estados"

30 de novembro de 2010 0

Ouça o comentário de Paulo Sant’ana sobre a ação da polícia no Complexo do Alemão no Rio de Janeiro, no Gaúcha Hoje desta manhã (30/11):

Ouça o áudio aqui

Sem as Forças Armadas, não teria havido vitória nas favelas cariocas

29 de novembro de 2010 21

Chegou a tal ponto a supremacia dos traficantes que só com tanques da Marinha de guerra as forças do bem conseguiram desalojar da Vila Cruzeiro e do Complexo do Alemão os traficantes.

Sem as Forças Armadas, não teria havido vitória nas favelas cariocas. Caso eles se retirem, voltará a supremacia dos traficantes sobre a polícia.

Ouça o comentário de Paulo Sant’Ana na Rádio Gaúcha

Entrevista com Renato Portaluppi no JA

22 de novembro de 2010 22

Nesta segunda, na estreia do novo Jornal do Almoço, entrevistamos o técnico do Grêmio, Renato Portaluppi, que me presenteou com uma camisa personalizada do Clube.

Assista ao vídeo:

Cantando no Café ZH

19 de novembro de 2010 5

Confira o vídeo!

Vida nas Cordas do Violão

11 de novembro de 2010 3

O meu amigo Darcy Alves, grande violonista de muitas e históricas serestas da cidade, está lançando seu livro de memórias. O título é Vida nas Cordas do Violão, escrito pelo jornalista Paulo César Teixeira, vulgo Foguinho.

O lançamento com autógrafos será nesta quinta, no bar Parangolé, na Rua Lima e Silva, 240, e na Feira do Livro, dia 14 de novembro, às 18h30min.

A gente dorme sempre sob os acordes de Darcy.

Mexicana que emprestou o ventre para o filho gay transtorna o parentesco

10 de novembro de 2010 10

A criança que é neto, filho e irmão ao mesmo tempo em caso de fecundação no México acaba transtornando todo o parentesco na opinião do colunista Paulo Sant’Ana. Ao comentar o assunto, hoje, na Rádio Gaúcha, ele definiu como “impressionante” o fato de a mexicana de 50 anos ter emprestado o ventre para o filho homossexual.

Batizado Darío, o bebê nasceu no dia último dia 1º, com 2,4 quilos e 49 centímetros e receberá os sobrenomes dos pais. Os óvulos, doados pela melhor amiga de Jorge, foram fecundados com esperma dele próprio. Após a fecundação in vitro, o embrião foi introduzido no útero da avó-mãe.

— É impressionante esse caso acontecido no México. Um filho homossexual forneceu esperma e o óvulo fecundado foi injetado na mãe do rapaz. Nasceu uma criança que, ao mesmo tempo, é neto e filho da mãe do rapaz. E, ao mesmo tempo, essa criança é filho e irmão desse rapaz. Assim se transtornando todo o parentesco. É uma coisa bizarra. Fico exercitando meu raciocínio. Se esse rapaz tem um irmão, essa criança é sobrinho e irmão também do tio. Que coisa séria — disse Sant’Ana.

Ouça o comentário

Leia a reportagem em Zero Hora

Amanhã, na Feira do Livro...

04 de novembro de 2010 6

Amanhã, na Feira do Livro, às 16h30min, estarei assinando autógrafos de minha obra Eis o Homem, da RBS Publicações. O livro vem obtendo grande aceitação entre os leitores. Amanhã, terei a oportunidade de receber aqueles que ainda faltam adquirir o livro. É sempre um instante de ótima convivência conhecer quem lê a gente e quem lê a gente conhecer-nos.


Leia um trecho da crônica Eis o Homem, que deu título ao livro

“O locutor anunciou, em cima do trio elétrico,  em que já estavam o conjunto Tchê Barbaridade e outros apresentadores, que ia entrar no palco a grande atração da noite: Senhoras e senhores de Encantado, para gáudio da nossa gente e orgulho da nossa terra ( e aí me surpreendeu, porque repetiu Pôncio Pilatos ao apresentar Jesus ao Sinédrio para ser julgado), para nossa alegria, Ecce homo, Pablo Sant’Ana, temido pelos homens e amado pelas mulheres. E Pablo, tão pronto entrou no palco, já fez o povo cantar.

 Fora a megalomania, só queria pedir a todos que me cercam, ou que por qualquer motivo me toquem ou sejam tocados por mim, que nunca me tirem nem molestem as coisas que nasceram comigo e as coisas que vão morrer comigo. Entre as coisas que nasceram comigo e as que vão morrer comigo interceptou-se a vida, maravilhosa ou terrível, que não conseguiu mudar as coisas que nasceram comigo, como a ternura, a compaixão, por exemplo – mas a mesma vida no entanto inculcou-me coisas que vão morrer comigo, boas e más coisas, como o encanto de cultivar amigos e o medo de perdê-los, a incerteza, a esperança, a fé e a desilusão, por exemplo ainda, a indiferença à morte quando jovem, a certeza dela agora já nos dias que correm.

Mas como os meus leitores imploram para que não fale mais em morte, quero então lhes falar na vida, correndo estuante nas ruas ensolaradas que me esperam, eterna no sorriso da criança que me abraça e do velho que insiste em nadar para a frente quando a corrente tenta fazê-lo afundar pelo desânimo.”