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Posts de janeiro 2011

O lance

31 de janeiro de 2011 11

O autor do lance mais importante para o Gre-Nal de Rivera foi Natan, do Internacional. Falhou. A rosca serviu para o grande gol de Lins, um dos dois que garantiram a vitória ao Grêmio.

Aliás, foi um bom jogo. Gre-Nal é Gre-Nal, não importa se são titulares ou reservas em campo.

Resposta da Ordem

31 de janeiro de 2011 2

Na minha coluna de hoje em Zero Hora, publiquei um pedido de exercício de direito de resposta da OAB nacional, referente a um texto meu que criticava a obrigação dos bacharéis de prestarem o exame para advogar.

Aproveitei aquela crítica para usufruir de uma outra: o preço de R$ 200 que a OAB cobra por inscrição dos bacharéis no temível exame. E critiquei também a cruciante burocracia que extenua os bacharéis que pretendem provar que não possuem recursos para pagar os ameaçadores R$ 200 pela inscrição.

Aqui no blog, segue alguns trechos da resposta. A íntegra está disponível na edição impressa.

“1) O Exame de Ordem é exigido por lei federal, com o intuito de proteger o cidadão, pois ele merece um mínimo de qualidade na defesa de sua liberdade e de seus bens;

2) Em todo edital de vestibular ou teste seletivo para o curso de Direito, torna-se claro que o bacharel não se habilitará automaticamente ao exercício da advocacia; não há curso superior de advogado; mudar este quadro após a formatura seria alterar as regras com o jogo no final;

(…)

6) A Ordem entende que opressor seria permitir que o cidadão fosse defendido por profissional sem qualidade; não basta ter direito, faz-se necessário ir a juízo com adequação para obtê-lo; essa qualificação mínima é o que se busca com o exame de ordem.

Atenciosamente, (ass.) Marcus Vinicius Furtado Coêlho, secretário-geral da OAB Nacional.”

A pré-velhice

29 de janeiro de 2011 1

Neste sábado, gostaria de compartilhar uma crônica antiga minha, publicada no ano passado.

No fumódromo de ZH, uma jovem senhora, ao ser elogiada pelo reflexo que fez em seus cabelos, disse que ela só faz aquilo para esconder os seus cabelos brancos.

Disse que em mulher ficam muito feios os cabelos brancos, enquanto que acha que nos homens até ficam bem os cabelos alvos.

Contestei-a na hora: para mim, cabelos brancos são inibidores da sedução do sexo oposto, tanto em homens quanto em mulheres.

Sempre acreditei com convicção que homem de cabelos brancos fica por isso descartado completamente do mercado da sensualidade.

As mulheres olham para os homens de cabelos brancos com piedade reverencial, afastam-nos completamente do seu raio de interesse e consideram-nos seres não competitivos nos certames românticos e sexuais.

Uma das mentiras mais espertas que conheço na relação homemmulher é pronunciada pelas mulheres que dizem: “Considero que cabelo branco em homem é charme”. Grosso e ledo engano.

Cabelo branco em homem só fica charmoso se o homem tiver de 20 a 30 anos, o que então se torna um exotismo suscetível de curiosidade, objeto de atração.

Mas, se o homem tiver mais de 30 anos ou for quarentão ou cinquentão, cabelo branco é um estigma, uma marca aviltante. Homem de cabelo branco se torna um homem respeitável, mas jamais será para as mulheres um homem desejável.

Se cabelos brancos masculinos fossem charme, todos os argentinos de mais de 50 anos não pintariam os cabelos como pintam. E o pior é que lá pintam com aquela cor acaju que os tintureiros fazem tornar os “coroas” numa multidão de alazões.

Vi como os argentinos que ingressam na terceira idade fogem dos cabelos brancos como o diabo da cruz, suportando a humilhação da tintura, então é porque cabelos brancos masculinos podem ser considerados uma maldição.

Tanto que, na grande maioria das empresas gaúchas, há executivos com mais de 50 anos que pintam os seus cabelos para não serem demitidos, nessa perversa lógica empresarial de que devem se livrar dos funcionários velhos.

Vi com estes meus olhos que a terra vai comer um executivo de 48 anos, que foi chamado a uma entrevista numa empresa que estava recrutando efetivos, submeter-se ao ato infame de mergulhar toda a sua cabeça em um tacho de tinta preta para tingir os cabelos.

Ele achava, com proveniência, que não lhe dariam o emprego se mostrasse a nu os seus cabelos brancos.

Não dariam mesmo.

Este é um Estado, e um país, em que é vergonhoso ser velho.

Velho aqui significa doente, inválido, Jesus está chamando.

E o mais doloroso é que há empresas que descartam os cinquentões ou os de mais de 40 anos, jogando fora a experiência desses homens, que supera a imaturidade profissional dos jovens de goleada.

A minha vingança é que todos algum dia serão velhos. E, por isso, serão demitidos ou não admitidos.

Que sórdido preconceito esse contra a pré-velhice!

O amor é egoísta

28 de janeiro de 2011 0

A minha tese é de que o amor é egoísta, pejorativa ou benignamente egoísta. Baseio-me no filósofo grego, quando disse que Deus partiu as pessoas pelo meio a atirou as metades espalhadas pelo mundo, condenando a só serem felizes aquelas que viessem a se encontrar durante a vida.


O amor é, sem dúvida, o encontro com a outra metade. Sinonime-se amor com felicidade. Se alguém só será feliz caso venha a encontrar no emaranhado da existência a sua outra metade, as duas metades, dispersas, atiram-se à tarefa de completar-se no encontro tão ansiado. Então, se eu sou uma metade e vago ou batalho para encontrar a minha outra metade, é porque ando atrás de mim mesmo. Olhe aí o egoísmo.


Vamos em frente: digamos que eu encontre a minha outra metade. Pronto, estou amando, sou feliz, torno-me realizado. Mas assim me sinto porque vejo, naquela outra pessoa, a minha outra metade, a mim mesmo. Concedo: vejo nela o que me faltava. Mas era o que faltava de mim, não era outra pessoa que me faltava, era o meu pedaço que, na origem, Deus tinha separado de mim. Ou seja, eu próprio. Não é egoísta o amor? Talvez nem fosse preciso falar na perda do amor para provar que ele é egoísta.


Depois de ter-se a primeira metade encontrado com a segunda, por motivos que todos conhecem no que se refere à separação, rompimento etc., elas voltam a dispersar-se. Então as duas metades, separadamente, ficam a lamentar-se não que se separaram, mas que se seccionaram, perderam a si próprias, pois elas em realidade, segundo Aristóteles ou Platão (que em verdade eram duas metades filosofais que se completaram nas suas obras), não eram duas pessoas, mas uma só. Em suma, quando eu amo uma pessoa, estou amando a mim próprio, esta é a grande sacada que me veio anteontem. E se não quero perdê-la é porque me apavora perder-me, entenderam? Então, por justaposição desses raciocínios encadeados, quando eu vejo uma mulher bonita ou sensual, ou inteligente, o que acontece com todo mundo, homem mulher, andrógino etc., se passo a desejá-la e tenciono conquistá-la, é porque estou querendo ganhar a mim mesmo. Ou seja, só a admiro e a endeuso porque vejo nela a mim próprio. Daí o egoísmo do amor.


Tenho ainda surradas provas de que o amor é egoísta, egocêntrico e até megalômano. A minha outra metade pode ser na aparência completamente diferente de mim, quase afirmo que sempre o é. Por serem diferentes na imagem é que brigam também as pessoas que se amam. Mas ela é a metade que me falta para completar-me. Sem ela eu serei sempre esquivo e torto. Só ela me torna gregário e me endireita. Ela é diferente na parte, mas igual no todo. Porque ela é a metade do todo. E tanto ela é também igual à minha metade que as pessoas que se amam, quando juntas, têm momentos de intensa paz e êxtase espiritual ou corporal.


A isso só posso chamar de egoísmo, ou seja, a realização plena no encontro consigo mesmo. Finalmente, o amor, além de egoísta e egocêntrico, é megalômano. Porque a megalomania consiste em gostar exageradamente de si próprio. E não contente de gostar somente da sua condição de primeira metade, essa se arremessa loucamente à procura dos outros 50% que lhe faltam para adorar, só chegando à plenitude dessa autoglorificação quando do encontro com a segunda metade. Aí é o gozo máximo da megalomania: gostar de si inteiro, acabou o narcisismo pela metade.


Onde concluo que o ciúme nada mais é do que o medo terrível de que se venha a perder aquela metade que se encontrou para uma outra terceira metade dispersa, a verdadeira primeira metade. E não a nossa, que era falsa. O mundo de um ser pela metade tem o horrível nome de solidão. E o feio apelido de abandono.


(Crônica publicada em 04/06/95 )

Na torcida

28 de janeiro de 2011 0

Que notícia boa a que li hoje sobre o estado de saúde do nosso querido Moacyr Scliar. Ele mexeu a mão pela primeira vez e a sedação é mínima. Nós, gaúchos, que formamos uma torcida impressionante, rezamos para que ele se salve.

Entre a ficção e a realidade

28 de janeiro de 2011 4

Quem se lembra de “Desejo de matar” consegue ver inúmeras semelhanças entre o filme e o caso de polícia que aconteceu em Curitiba, noticiado hoje em Zero Hora. Na obra de ficção,  um homem pacífico vê sua casa ser invadida por três criminosos, que matam sua mulher e deixam a filha em estado gravíssimo. Não conformado, tenta fazer justiça com as próprias mãos.

No Paraná, o coronel e ex-comandante do Corpo de Bombeiros da capital, Jorge Luiz Thais Martins, 56 anos, é suspeito de matar nove usuários de drogas. Qual seria a motivação? Segundo a polícia, vingança. O filho de Martins foi assassinado em 22 de outubro de 2009. As vítimas foram mortas no mesmo bairro em que o filho tombou. A princípio, nada teriam a ver com o homicídio de dois anos atrás.

É a ficção suplantando a realidade.


O grande líder

28 de janeiro de 2011 0

Na minha coluna de hoje em Zero Hora, comentei as características que um líder de uma grande organização deve ter.

O líder de uma grande organização tem de desdenhar das fofocas e ser tolerante com os fatos verossímeis ou verdadeiros que atinjam seus liderados.

Tem de ouvir e fazer crer aos seus interlocutores que está guardando na memória o que está ouvindo e transmitir a impressão de que aquilo que está ouvindo redundará em providências.

O grande líder de uma organização deixa que seus liderados sintam que a necessidade que a organização tem de seus clientes é do mesmo tamanho da necessidade que a organização tem de seus funcionários.

O grande líder tem de sempre ter em mente que um dia será sucedido e que é crível e até esperável que venha a sê-lo por um daqueles que agora lidera.

Um novo imposto

27 de janeiro de 2011 7

A notícia de que, em 2012, será feita a inspeção veicular no Rio Grande do Sul me deixou triste. Será mais um imposto colocado sobre a cidadania brasileira.

Segundo a determinação, automóveis, motocicletas, ônibus e caminhões fabricados entre 1997 e 2009 integrarão a lista de veículos fiscalizados.

As avaliações, impostas por meio de resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), se darão no quesito poluição e barulho.

Pela medida, a maior parte da frota passará pela análise. O imposto, com certeza, será amargo. Nós, que já pagamos o IPVA, pedágios, estacionamento, seremos obrigados a bancar a inspeção.

"Rico Grêmio"

27 de janeiro de 2011 4

O leitor Renato Marodin criticou o meu pessimismo pelo Grêmio. Abaixo, reproduzo a íntegra da mensagem enviada.

“Sr. Paulo:

Também sou colunista esportivo do Jornal O Celeiro de Santo Augusto-RS e gosto muito das suas colunas. Gosto quando diz que o colunista deveria abrir seu time do coração, de alguns comentários sobre futebol e do seu fanatismo, como eu, pelo mesmo clube.

Mas venho fazer uma reclamação: o senhor é o colunista mais pessimista da história do Grêmio. Ano passado previa uma segunda divisão, hoje ta nós aqui no Uruguai rumo ao Tri América. Peço ao senhor que veja o Grêmio com bons olhos, que o Victor continue goleiro da Seleção Brasileira, que o Gabriel continue o melhor lateral direito do Brasil, que Rockemback seja o capitão do Tri América, que Douglas seja o melhor da competição, que Lins ou Viçosa seja o novo Renato Portaluppi e que Renato seja simplesmente Renato!

Tenho certeza que uns 3 reforços virão no momento certo para embalar a torcida. O que precisamos fazer é que a torcida coloque fé nesses jogadores, pois foi com Tuta e Patricio que chegamos à última final! Então em 2011 teremos mais um ano épico!
Nós temos um grande time, um time copeiro e IMORTAL.”

Sem esperanças

27 de janeiro de 2011 16

Estou pessimista, apesar de os dois jornais da RBS em Porto Alegre encararem como “muito bom” o empate entre o Grêmio e o Liverpool-URU, ontem.

Não vejo o desempenho do Tricolor como positivo. A atuação, no meu ponto de vista, foi péssima. Não inspira qualquer torcedor a ter esperança de êxito na Libertadores da América.

Em suma, não vejo futuro para o Grêmio nessa competição. Um exemplo disso foi o ataque gremista. A falta de Jonas foi substancial.


Organizações masculinas

27 de janeiro de 2011 0

Secretário do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, Marcelo Danéris enviou uma razoável explicação para a coluna sobre o fato de que dos 80 integrantes do Conselhão apenas seis são mulheres.

Ele arrazoa que o Conselho é representado por diferentes lideranças e segmentos da sociedade gaúcha, o empresarial, de trabalhadores, ONGs, sindicatos, cooperativas e movimentos sociais.

Segundo ele, “infelizmente” essas organizações são dirigidas em sua grande maioria por homens.

Leia a íntegra da minha coluna na edição impressa de Zero Hora.

Petisco com humor

26 de janeiro de 2011 0

Circula na Internet uma charge feita por Mazzarino que retrata minha coluna de hoje em Zero Hora, na qual elegi os melhores lugares para se comer petiscos em Porto Alegre. Aqui está:

O recado de um colorado feliz

26 de janeiro de 2011 20
O historiador Jáquison R. Fontoura, torcedor colorado, enviou-me condolências por e-mail pela  saída de Jonas do Grêmio.

Abaixo, reproduzo a íntegra da mensagem:

“Pobre Sant’Ana!
Com mais este golpe, do caso Jonas, sinto pena do Sant’Ana.
Eu, que sou Colorado e que tenho vivido ‘uma senda de vitórias’ nos últimos dez anos, salvo o caso Mazembe, tento imaginar o tamanho da amargura que o Senhor Paulo Sant’Ana tem carregado nos últimos tempos.
São tantas as frustrações, os desencantos, as tristezas com o seu clube do coração, que até a mim, colorado de quatro costados, têm me deixado um pouco triste. Não pelo GFPA, que só “tem me dado alegrias”, mas pelo Sant’Ana, que para mim é um ‘quase gênio’. E olha que eu sou colorado! Mas não há como não considerá-lo um craque, um gênio da crônica esportiva do RS. Fosse ele, o Sant’Ana, um jogador de futebol, com certeza seria um Renato Portaluppi, um Ronaldinho, ou, até mesmo, um Fernandão ou quem sabe um D’Alessandro!
Mas Paulo Sant’Ana é mestre, arrebatador de admiradores, seguidores, fãs, adeptos, não importando para tornar-se um destes, as cores de seu clube do coração.
Quantas e quantas vezes assisti às performances do Sant’Ana na TV, ficando de quatro, com a camisa do Juventude vestida como se fosse sua, ou, mais recentemente, quicando com o traseiro no chão como um “Kidiaba” dos pampas! São geniais as performances e sacadas do Senhor Paulo Sant’Ana. Isso sem falar no Sala de Redação, onde desde os meus tenros quinze anos o acompanho entusiasticamente defendendo, mas nem sempre, o seu eterno amor ao GFPA.
O palco é para artistas e a vida é um palco para Paulo Sant’Ana, seja escrevendo, falando ou simplesmente compondo uma frase “genial”, como é de seu costume.



No “Sala”, o vi formar seguidores como eu, mas mais do que isso, formar sucessores como Keny Braga. Sim, porque Keny Braga foi inspirado em Paulo Sant’Ana. Ninguém é mais parecido com Sant’Ana em seu amor pelo GFPA do que o nosso grande Keny Braga e sua paixão pelo Inter, um dos poucos capazes de enfrentá-lo, apesar da desvantagem do Keny por ser apenas muitíssimo inteligente e brilhante, mas o que são os brilhantes diante do gênio Paulo Sant’Ana… o que é um Jonas diante de um Ronaldinho?

Alguém dirá: e o Cacalo? o Cacalo é um aprendiz nas mãos do Keny, que impera absoluto no Sala com a ausência do Sant’Ana! Ninguém é mais parecido com o Keny Braga do que o Cacalo!
Pobre Sant’Ana a lamentar a sorte de seu time! Mas, apesar de suas angústias, de suas lamentações com a má sorte de seu clube, que, cabe lembrar, até para a segundona já caiu e por lá permaneceu por um ano, enquanto o senhor se ocupava da política, economia e outros assuntos mais importantes naquele momento, jamais deixará de ser um genial cronista, uma figura impagável, singular que, outrora, se apresentava na TV, ao meio-dia, sentado em um banquinho, fumando de forma politicamente incorreta – aliás, como até hoje o faz, envolto em uma trilha inconfundível – que o fez um ícone, uma celebridade, um gênio!


Mas que personalidade esta do Sant’Ana! Maior inclusive que a de “Pablo”, uma outra genial criação sua. Lá se vão dez anos de supremacia colorada, seja no campo, em Gre-Nais, em títulos internacionais e, como fica atestado com mais este caso do Jonas, na administração de um clube de futebol.

Senhor Paulo Sant’Aana…pobre Paulo Sant’Ana, renda-se! Os colorados estão lhe vencendo em quase todas as frentes, ainda que jamais alcancemos a sua genialidade!
Atenciosamente
Jáquison R. Fontoura
Um Colorado Feliz!”

Os melhores petiscos

26 de janeiro de 2011 4

Na minha coluna de hoje em Zero Hora, elegi os 17 melhores lugares de Porto Alegre para provar petiscos. Aqui no blog, confira dez deles.

Antes que surjam centenas de reclamações, protestos e abjurações amaldiçoadas, em face do poder de comunicação deste blog, afirmo que a lista acima opinada é da responsabilidade pessoal deste colunista e fruto exclusivo de sua preferência. É possível, mais que possível, que haja alimentos de igual ou superior qualidade e sabor que estes citados, em Porto Alegre.

Melhor filé à parmegiana: Restaurante Schullas, Avenida Mariland.


Melhor nhoque com carne de panela: Restaurante Bah, BarraShoppingSul.

Melhor bolinho de bacalhau: Bar Tuim, Rua General Câmara.

Melhor restaurante asiático: Koh Pee Pee.

Melhor mil-folhas: Press Café, Rua Hilário Ribeiro.

Melhor linguado: Restaurante Gambrinus, Mercado Público.


Melhor lombinho: Lombinho à la Paulo Sant’Ana, Restaurante Barranco.

Melhor risoto de camarão: Restaurante Pampulhinha, Avenida Benjamin Constant.

Melhor merengue duro: Restaurante Santo Antônio, Rua Félix da Cunha.


Melhor sanduíche de lombinho: Restaurante Prinz, Avenida Protásio Alves.

Incompetência

25 de janeiro de 2011 21

Os dirigentes do Grêmio foram incompetentes. Não há outra forma de qualificá-los quanto à saída de Jonas do time.

Faltou cautela. Houve muito descuido. Teve ausência de planejamento.

Ele, que foi goleador do Campeonato Brasileiro no ano passado, foi vendido pela miséria de R$ 1,8 milhão.

Clique aqui e assista ao meu comentário no Jornal do Almoço.