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Grêmio e OAS chegam a acordo e a Arena agora é nossa!

21 de maio de 2013 0

Apesar da desclassificação do Grêmio na Libertadores, o ano de 2013 promete ainda grandes alegrias para a torcida tricolor.

É que acaba de ser concluído entre Grêmio e OAS o pacto de readequação do contrato original sobre a Arena e Olímpico, trazendo em seu bojo grandes vantagens para os dois lados.

O pacto foi conduzido magistralmente pela face gremista de Fábio Koff.

Entre tantas brilhantes ideias que vão povoar o pacto, que será assinado por esses dias, imaginem, quase não dá para acreditar, o Grêmio terá participação nos lucros imobiliários do empreendimento que será erguido no local hoje ainda ocupado pelo Olímpico.

Afora isso, a obrigação que o Grêmio tinha de saldar com a OAS a dívida relativa à adaptação dos direitos dos sócios gremistas à Arena, que era prevista para curto prazo, foi parcelada e o Grêmio terá condições de saldá-la quase que inteira somente com o atingimento da meta de 100 mil sócios, quando hoje há somente 30 mil sócios pagantes.

Pelo novo e estupendo pacto, fruto da sensibilidade de Koff e dos dirigentes da OAS, cai por terra a afirmação de que a “Arena não é nossa” e Koff poderá agora bater no peito e proclamar: “A Arena finalmente é nossa”.

Vejam só, repito porque é importante: pelo contrato original, o Grêmio só tinha direito de rendimentos no complexo imobiliário e comercial em torno da Arena, no entanto agora o Grêmio terá rendimentos também no complexo imobiliário e comercial no terreno relativo ao Olímpico a ser erguido na Azenha. Um achado, um milagre da nova negociação!

Com essa novidade, recai sobre o futebol do Grêmio, seja ele comandado na beira do gramado por Luxemburgo ou qualquer outro treinador, a responsabilidade de fazer o Grêmio não só retornar aos tempos áureos das grandes vitórias e conquistas como também a de arremessar o clube para um porvir de glórias, como uma pirâmide em demanda do infinito.

Como todos os gremistas, fiquei arrasado com o resultado obtido na Colômbia. Mas a notícia dessa repactuação injetou-me um sopro no coração e passo a alimentar notáveis esperanças nunca antes cogitadas.

Por essas coisas é que foi resolvido que o Grêmio se cognominaria de “imortal”. Imortal, no caso quer dizer que das cinzas do Olímpico e fraldas do contrato original com a OAS ressurge agora um Grêmio prometedor e profundamente alentado.

Fatalmente, não há outro caminho a ser trilhado pelo Grêmio, por esse horizonte aberto pela repactuação, que não seja o do esplendor gremista em futuro próximo, senão quase atual.

Hosanas, Arena! Tu serás o templo de remissão!

* Texto publicado na Zero Hora desta terça-feira, 21/05/13

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