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Busto de Flores da Cunha no Piratini

30 de novembro de 2009 3

Esteve simpática, na manhã de segunda-feira, dia 23, a cerimônia de apresentação oficial do busto do General José Antônio Flores da Cunha no Palácio Piratini. Falaram muito bem o Ex-Ministro Luiz Fernando Cirne Lima, os Ex-Governadores Jair Soares e Alceu Collares, o tradicionalista Paixão Cortes e a Governadora Yeda Crusius. Presentes estavam historiadores, jornalistas, empresários e familiares do General. Foi uma cerimônia simples, discreta e a-partidária. Com o gesto, a Governadora registrou a importância desse personagem da nossa História.


É interessante notar a existência de algumas coincidências entre o Governo Flores da Cunha e Yeda Crusius. Ambos enfrentaram o problema do déficit público e de decomposição das finanças estaduais. Flores conseguiu conduzir o Rio Grande a um período de crescimento depois de estabilizar o drama financeiro do Estado, muito embora, verdade seja dita, a questão da pré-insolvência tivesse já sido equacionada em 1928 por Getúlio Vargas, por meio de um grande empréstimo de consolidação da dívida ruim, a curto prazo e juros elevadíssimos, que fora resultado do descontrole administrativo legado por Borges de Medeiros. Yeda Crusius parece ter tudo para conseguir o mesmo feito, se a crise econômica internacional e a crise política local não a atrapalharem. Dois governos no Rio Grande do Sul foram capazes de equacionar o drama do déficit público com eficácia estrutural: o de Getúlio Vargas e o de Yeda Crusius. O Governo Flores, de 1930, foi em alguma medida, a continuação do Governo Vargas. Flores, além disso, enfrentou as conseqüências da crise econômica mundial de 1929 e o esforço de guerra de 1930. Enfim, nos dois casos, o saneamento das finanças é ponto de partida para a chance de um surto de desenvolvimento real.


Outro aspecto em comum entre Flores e Yeda é que ambos têm personalidade forte. Além disso, ambos os governos foram sacudidos por escândalos e bombardeados por denúncias, sendo atacados por dura campanha oposicionista. A família Flores da Cunha, inclusive, chegou a ser implicada no assassinato do jovem jornalista Waldemar Ripoll, em Livramento, em 1934. Flores da Cunha foi o primeiro governador do Rio Grande do Sul a sofrer um processo de impeachment, drama que também atingiu a governadora Yeda Crusius.

Comentários (3)

  • Roni Frantz diz: 3 de dezembro de 2009

    Pronto!
    Esta RBS estah cada vez pior. Fazem uma engenharia de selecao natural de comentaristas alinhados com seus interesses.
    Agora mais um baba-ovo da Yeda. Pobre povo gaúcho.
    Imprensa com monopólio da informacao deturpa, imprensa com o monopólio absoluto deturpa mais ainda.
    mais um blog bleg!

  • Christian diz: 4 de dezembro de 2009

    Nossa, Roni Frantz, que burro que tu és! Em que planeta tu vive? Vieste de alguma grota sem noção? A RBS tem massacrado o Gov Yeda e celebrado o Gov Federal. Todo o mundo vê isso. Qto ao Gunter, já o vi em entrevistas criticando e elogiando aspectos de ambos os Govs. Se queres ser patrulha, seja com mais informação. Vai te informar melhor. Aprende a ler!

  • José Alberto Corrêa diz: 7 de dezembro de 2009

    Pera aí. Personalidade forte é uma coisa, estupidez e indigência mental é outra. Está muito pobre essa análise sobre as coincidências. E outra coisa, “forte campanha oposicionista”, onde? Não enterra o teu currículo fazendo coro com Paulos Santanas, Rosanes, Lasiers et catrefa.

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