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E o Palocci...

04 de junho de 2011 6

Vinha bem o Governo Dilma, até esse bafafá envolvendo o Palocci. Dilma estava mostrando discrição, capacidade de gestão e autoridade. Apesar dos desafios, arrancava elogios em um arco bem amplo. Mas, diante da primeira grave crise política, a Presidente se encolheu, demorou a reagir e a falar publicamente sobre o assunto. Em contraste, o ex-Presidente Lula, que forjou a candidatura Dilma desde o princípio, pôs as asas de fora e saiu por aí a defender explicitamente o Ministro. Ficou bem esquisito. Se essa coisa do Palocci ganhasse corpo, evoluísse para uma CPI, o Governo poderia sangrar em praça pública, fragilizando-se. Mas a ação de Lula transmitiu a todos a ideia de que o Governo Dilma é incapaz de enfrentar suas próprias crises sem o concurso de um Deus Ex-machina. Assim, o remédio parece ter gerado outra doença.

A ação de Lula aconteceu justamente na semana em que o Governo acusava derrota no Congresso na votação do código florestal, o que amplia a percepção de descoordenação e fragilidade. Para o Lula, isso pode ser muito bom, pois ele reforça seu prestígio. Mas não é nada bom para o Brasil ter um Governo com a imagem assim arranhada. De um governo tíbio, vacilante, todo mundo quer arrancar um naco.

Vi algumas previsões apocalípticas de cientistas políticos, por aí, quanto ao futuro do Governo. Bobagem isso também! Um governo é maior do que uma crise envolvendo um ministro e tem plenas condições de recompor a sua imagem de autoridade que saiu chamuscada depois dos arroubos lulísticos. Mas, claro, precisará trabalhar para isto.

Ontem, assisti à entrevista do Palocci concedida para o Jornal Nacional. Finalmente ele resolveu se manifestar. Foi ruim a espera de 20 dias para fazê-lo: durante este tempo, só fez avolumar as desconfianças e o mal-estar. Mais até do que passar a impressão de que não tinha explicações a dar, esta demora transmitiu a ideia de que o Governo procura ganhar tempo para costurar a substituição do Ministro. Não é uma imagem lá muito positiva… Sinaliza, por exemlo, que a saída do Palocci poderia detonar uma crise de governabilidade e de articulação política…

Se o Palocci cair, o Governo se recompõe, desde que encontre bons articuladores, cuja oferta, na praça, não parece lá muito consistente. Quem se enfraquece, é o Lula, que tirou o roupão e vestiu gravata para hipotecar apoio pessoal ao Palocci em pleno Congresso. Se o Palocci ficar, é porque conseguiu construir um discurso convincente capaz de ensejar demonstração de força. O que não pode acontecer é o Governo se converter em refém do fisiologismo do Congresso para manter um Ministro enfraquecido, como já aconteceu no passado. É dessa equação que brotam mensalões e que tais.

Na entrevista, o Palocci pareceu-me bem tranquilo, sereno. Talvez eu esteja sendo ingênuo, até porque se trata de uma figura que já foi espirrada do Governo no passado por envolvimento em situações muito mal explicadas, mas, enfim, achei a fala razoavelmente convincente. Contudo, permanece em aberto uma questão importante, cujo esclarecimento se impõe: empresas privadas para as quais ele prestou consultoria possuíam ou não interesses relacionados à área pública? Afirma Palocci que não. Não é, porém, o que se diz pela oposição: por que a receita federal não recorreu da decisão judicial que determinava o pagamento à WTorre, pergunta?

A oposição está no seu papel de pedir a cabeça do Ministro. Se não estivesse tentando desestabilizar o Governo, não seria uma oposição funcionando em um país democrático. Disso o PT, que por décadas foi oposição, sabe muito bem. Mas creio que o importante agora é ouvir o que o Procurador-Geral da República tem a dizer, a fim de que a nossa opinião possa ser melhor formada.

Vale, ainda, prestar a atenção no que se chama de “fogo amigo”. Até antes da entrevista, o Ministro Palocci parecia estar sendo politicamente desidratado e abandonado pelo próprio partido. A executiva nacional mostrou reserva e o presidente do PT gaúcho, Raul Pont, saiu por aí dizendo ser a situação do Ministro insustentável: dois indícios bem importantes. No seu entorno, devem pulular correligionários pretendentes ao cargo.

O tal fogo amigo parece estar se tornando uma característica desse Governo. Conhecendo um pouco de História, sabemos que é exatamente isto o que acontece quando a oposição a uma situação política se esvazia e se empobrece, como se deu com o DEM e o PSDB depois da última debacle eleitoral.

Para quem acha que estou exagerando, vale lembrar o caso recente envolvendo a Ministra Ana Buarque de Hollanda, da Cultura. Cercaram a sua foto nos jornais com loguinhos e desenhos representando as controvérsias nas quais ela teria se envolvido. Mas a verdade é que o caso só ganhou amplitude por ausência então de crises políticas no Governo e porque as críticas à Ministra partiam de dentro do próprio partido. A oposição não está preocupada com a gestão da cultura.

A demissão do correligionário Emir Sader da Presidência da Casa Rui Barbosa é bem sintomática: como não demitir alguém que faz abertamente oposição à Ministra de dentro do próprio Ministério? Quanto aos outros aspectos, a revisão do projeto de reforma da Lei Rouanet e de reforma da Lei de Direitos Autorais, propostas pelo seu antecessor, a atual gestão tem toda legitimidade do mundo para rediscutir matérias tão polêmicas, até porque esta era uma demanda da classe artística e dos produtores brasileiros, uma demanda que foi democraticamente ouvida pelo atual Ministério. O Ministro Juca Ferreira, antecessor de Ana de Hollanda, fez um ótimo trabalho em muitos aspectos, mas pilotou um debate nacional sobre a reforma das referidas leis que, como todo debate capitaneado por um poder público constituído, conduziu a conclusões que reforçavam suas perspectivas de política cultural. Muita gente ficou de fora desse processo de discussão e o resultado, se aprovado da forma como foi sugerido pelo ex-Ministério, tinha tudo para se tornar um desastre para a gestão cultural. Não que as leis não possam e não devam ser reformuladas. A questão em tela é de qual reforma falamos. Bem, não vou me alongar sobre isso, pois já escrevi sobre este tema no passado.

De resto, penso que a Ministra apenas pisou na bola no assunto das diárias pagas durante folgas. Mas não foi o único ministro a cometer este erro e o tema foi resolvido com a determinação da CGU para que parte das diárias fosse devolvida. Não era muito o caso para o escarcéu feito então na mídia. O Governo apenas se inicia. O que precisamos é ficar atentos às iniciativas concretas da Pasta da Cultura. Se houver inação, como sugeriram alguns, isto ficará evidente com o tempo, em breve. Mas, por enquanto, é preciso também deixar o pessoal trabalhar. A repercussão que as supostas controvérsias alcançaram indica o quanto o chamado fogo amigo pode ser ativo no atual Governo.

Enfim, a gente adora uma novela no Brasil. E este Governo estava muito tranquilo, oferecendo pouco combustível às editorias de política, blogs e páginas de fofoca. O caso Palocci vem dar uma animada nesse quadro. Agora é esperar para ver os desdobramentos. Para a saúde do Governo, o melhor seria manter um Palocci fortalecido e legitimado, o que depende muito do quanto o seu discurso ontem no JN convenceu aliados. Ou, então, encontrar um articulador político de mão cheia para preencher o vácuo, antes que a anarquia fisiológica o faça.

Comentários (6)

  • osmani moura diz: 4 de junho de 2011

    olha eu até hoje não sei oque a presidenta esta fazendo. ela tinha que criar umas industria no nordeste para aquele povo sofrido trabalhar.mas fica ensentivando o povo pobre fazer mais filho isso é uma coisa de encentivo ao roubo. porque?porque como vão ficar essas crianças daqui há 15 anos , sem educação e sem pai e sem lugar para trabalhar .
    ela podia era aposentar os mais nesecitados que esta doente e precisa de uma aposentadoria ; mas oque eles estão fazendo, cortando o auxilio doença dos nesecitados e dando para as mulher fazer filho ( bolsa familia ) ou eu estou errado? o salario minimo de 545 reais e uma bolsa famiolia de 40 reais por criançã, ou seja faixa de 245 reais por familia , qual é melhor fazer filho ou trabalhar? estamos revoltado com os nosos covernantes do pais. cassa logo o cargo dele ele esta roubando o povo brasileiro, como já foi provado no governo (não sei de nada lula)

  • Francisco Bendl diz: 5 de junho de 2011

    O famigerado e lamentável “Mensalão”, em 2004, continua. Foi um dos maiores golpes políticos já arquitetado por um partido, o PT, que aniquilou com a oposição a partir do momento que permitiu que TODAS as agremiações políticas fizessem parte de uma espécie de “base aliada”, e assim se aproveitassem com o loteamento de cargos públicos, em estatais, autarquias, verbas de campanhas e dinheiro destinado às propagandas governamentais, ou seja, ninguém poderia acusar ninguém, pois todos teriam o rabo preso!
    Indiscutivelmente o maior escândalo até hoje na República. No entanto, como o povo brasileiro é alienado politicamente, réus acusados naquele crime foram reeleitos, e hoje desfrutam de cargos importantes no Congresso Nacional, como um escárnio à população.
    O Palocci foi mera consequência, assim como o enriquecimento fantástico do filho do Lula.
    Pelo menos podemos afirmar que todos os políticos são iguais: mercenários, interesseiros, carreiristas, fisiológicos, oportunistas, traidores da pátria e do povo brasileiro, sim, haja vista a carga insuportável de impostos que pagamos para sustentar o castelo, enquanto que esse nos atira migalhas, e os trambiques continuam a céu aberto!
    Não apenas nos desvios pecuniários, mas através dos cargos de confiança, ministérios, apadrinhamentos, pacotaços aprovados contra os interesses do povo, enfim, um festival de imoralidades sem fim.
    Mas a população não se importa – e o governo federal sabe disso -, a partir do momento que recebe benefícios para justamente se manter assim, calada, e aceitando pacificamente que os cofres do país sejam assaltados e o Brasil explorado diariamente.
    Preocupa-me, entretanto, esta escalada à ignorância que o MEC está fazendo com o ensino público, ao editar livros que aceitam os erros de português como “normais”, livros de matemática com erros crassos, “kit homofóbico”, apologia ao bissexualismo, algo verdadeiramente nunca antes visto na história brasileira, afora as provas do ENEM sempre com problemas em suas aplicações ou vazamento de informações.
    O que estão querendo ou fazendo com este plano?
    Qual é a verdadeira intenção do governo federal em banalizar mais ainda o ensino público?
    Certamente é porque sabem que quanto mais ignorante é um povo melhor para dominá-lo, comandá-lo, enganá-lo.
    Com isso, a perpetuação no poder, algo como o México, que um partido comandou aquela nação por mais de 80 anos, o Partido da Ação Nacional, que quase redundou em uma guerra civil.
    Se o povo está controlado, os bancos jamais lucraram tanto, os capitães de indústria muitíssimo bem, os políticos divertindo-se no parque de Diversões que se transformou Brasília, o Judiciário alheio a essa confusão, desde que suas reivindicações para aumento de salários constantemente sejam atendidas, amplitude nas contratações de cargos para membros dos partidos aliados, um legítimo “oba oba” institucionalizado, vão se preocupar com o povo e país por quê?
    Lá pelas tantas idiotas somos nós que não nos inscrevemos em algum partido político para tentar uma “boquinha” e, desta forma, fazermos parte desta festança que se transformou o Brasil.
    Eu estou ressentido comigo, em princípio, por não sair empunhando cartazes e reclamando desta podridão, mas também sentido que jamais vamos ascender à categoria de um país desenvolvido porque as mentes de nossos governantes são pequenas, de poucas luzes, tendenciosas, mal intencionadas, provincianas, irresponsáveis e, lamentavelmente, nós as alimentamos para que elas assim sejam!
    Claro, o povo também tem culpa, indiscutivelmente, mas é a menor parte, pois ainda acreditamos nos discursos vãos, nas promessas que nos fazem, nas mentiras que nos contam.
    Quando isso vai terminar?
    Eu não sei, pois os nossos intelectuais que poderiam alertar esta nação sobre o malogro político que nela se instalou, preferem a disputa por conceitos, por idéias e pensamentos, pela sofisticação de raciocínios, ao invés de falaram a língua da população brasileira e alertá-la sobre esta avalanche de irregularidades e atos contrários aos interesses dos brasileiros e do Brasil, como este do palocci, um deboche ao trabalhador assalariado, honesto, que paga seus impostos e jamais conseguirá multiplicar por 20 o seu patrimônio em 4 anos!
    Mas eles conseguem, assim como um político gasta milhões para ser eleito, enquanto que o seu salário, mesmo nababesco, não atingirá o valor gasto na campanha!
    Milagres da política brasileira e de seus parlamentares, que descobriram o segredo da pedra filosofal, ou seja, a multiplicação de seus ganhos em níveis jamais vistos, mordomias que causariam vergonha aos paxás da Índia (que fim levou o nosso caçador de marajás?) e inutilidade plena, a não ser em serviço próprio e de seus “assessores”.
    Pobre povo brasileiro!

  • Adriano diz: 5 de junho de 2011

    A coisa é cristalina bobinho, essa coisa de Palocci é café pequeno, o homi tem o governo do Lularapio e da Poste no bolso. Só sai se quiser, ou se derem um “Celso Daniel” nele, que é como sa quadrilahas se resolvem. Se o Palocci abre o bico caem a fantocha e toda escumalha junto, esse é o tal de “Arquivo Vivo, só não sei por quanto tempo sua saúde o acopmpanhará, o cumpanherismo é fatal em certos casos que exigem descrição. Pessoalmente torço que ele tenha o mesmo destino que ele deu ao Celso Daniel, aliás a rataiada toda merece um bom “Celso Daniel” como destino final e eterno. E? Será? que A Poste vai pedir ajuda ao Iluminado Di Barba nessa questão tão mortal?

  • osmani moura diz: 6 de junho de 2011

    MEUS AMIGOS HA PESSOA PARAR SER UM ADINISTRADOR NÃO TEM QUE FICAR ESCONDENDO O ROUBO DOS OUTROS E NEM DANDO PREVILEGIO A PESSOAS CORRUPITO.POR EXEMPLO PALOCCI. LULA NUNCA SOUBE DE NADA , MAIS O FILHO DO BARBUDO TEM UMA FAZENDA DE MAIS DE MIL ALQUEIRES NA BAHIA, COMO ELE CONSEGUIU? SE NUNCA TRABALHOU. TODO O PARTIDO DOS TRABALHADORES PT SÃO CURUPITO. EU CONHEÇO O LULA, ELE CORTOU O DEDO NA WVAAGEN PARA APOSENTAR E RECEBER UMA INDENISAÇÃO .TODOS ROBARÃO A VONTADE E NIGUEM FAZ NADA .

    VAMOS FAZER ALGUMA COISA PARA DEFENDER O NOSSO PAIS QUE ESTA TERMINANDO NAS MÃOS DESSES CURRUPITO , NA CIDADE DE SUMARÉ NO GOVERNO DO BACCIN É MESMA COISA O PREFEITO FAZ O QUE QQUER E NADA ESTA SENDO FEITO SEMPRE ASSIM O PT DOMINANDO O AS MARACUTAIAS NO NOSSO PAIS

  • Francisco Bendl diz: 6 de junho de 2011

    Uma boa parcela da população brasileira sabe dos riscos que está correndo com a manutenção de um governo que se intitula de esquerda.
    Simplesmente ele é contra tudo o que possa pluralizar a sociedade; ele precisa destruir seus valores, fazer ruir as suas tradições, seus modos, costumes, seus fundamentos religiosos e sociais.
    A sociedade tem de estar à mercê de seus governantes “socialistas”; são eles que vão tomar conta de suas necessidades, anseios, aspirações e desejos.
    Não haverá mais a individualidade; o coletivo deverá substituir a pessoa.
    A estratégia para que isso aconteça não é tão simples.
    Faz-se necessário neutralizar as vozes que ainda têm importãncia; categorias de trabalhadores que são informados; parte da sociedade que se não é organizada tem pensamentos independentes, enfim, impedir maiores reações contra os desmandos.
    Paralelamente a isso, a formação de grupos que seriam as primeiras defesas contra os insatisfeitos. Pois o PT já tem os seus braços dispostos a defendê-lo contra a sociedade que lá pelas tantas não mais aceita tanta falcatrua, e sabemos quem são eles.
    O Poder Judiciário precisa tomar uma posição, algo extremamente difícil, haja vista que os Ministros dos Tribunais Superiores são escolhidos pelo governo; também outra enorme dificuldade será contar com segmentos produtivos da sociedade a se irmanarem com os que querem novos comportamentos de seus parlamentares, pois os banqueiros jamais lucraram tanto na história quanto agora, as indústrias nunca produziram e exportaram tanto e, o comércio, vende bem.
    Esta troca de interesses – que é a verdadeira política nacional – será o grande entrave aos clamores dos brasileiros que querem uma nova vida para este país, sem a corrupção institucionalizada, a fisiologia partidária, as conveniências pessoais atendidas, um país honesto e trabalhador.
    Porque para a vitrine, o que eu citei acima é a propaganda governamental, agora a educação como está?
    A segurança, satisfaz a população?
    A saúde, por acaso contempla as necessidades do povo?
    Estamos vendo agora novos movimentos em busca de leis a protegê-los, ocasionando discussões em torno disso.
    Assuntos complexos, que deveriam estar sendo dirigidos por pessoas capazes e não por aventureiros ou por estarem na função política tão somente.
    Olha, Osmani, os caras se prepararam muito bem.
    Tirá-los do poder somente através do voto, aquele sufrágio consciente, responsável, caso contrário eles ficarão muito tempo fazendo deste Brasil uma mina de ouro a céu aberto.
    O problema é que não escapa NINGUÉM!
    TODOS os políticos estão comprometidos com algo imoral, não apenas pecuniariamente. Existem a distribuição de cargos, loteamento das estatais, chefias disto, subchefias daquilo, assessor deste, auxiliar daquele, uma rede muito bem elaborada que taxa os salários desta turma em 20 ou 30% para o partido, engordando os cofres desta agremiação e tornando-a cada vez mais forte, quando não adquire aparelhagem mais sofisticada à sua organização e não paga. Lembro o PT que gastou mais de sessenta milhões em computadores financiados pelo BB e NÃO PAGOU!
    Um dos tantos casos que o Mensalão trouxe à tona.
    Mas ai de nós se não pagarmos as nossas contas!
    Temos de enfrentar SPC, Serasa, Cartórios de Protestos e a própria Justiça!
    Quem dera que houvesse uma organização que colocasse o nome dos políticos como péssimos legisladores e fossem impedidos de se elegerem para o resto de suas vidas!
    Aliás, eu proponho que a reeleição em qualquer nível, seja proibida.
    Uma vez eleito, basta.
    Quem sabe não diminuiriam os desvios de verbas, o tráfico de influência, a corrupção e assim por diante?
    Osmani, temos de conscientizar quem podemos para já nas próximas eleiços votarmos em quem nunca foi político antes, uma limpa gereralizada. A coisa começa por aí, sem revolta, sem briga, mas no voto, no poder que esta frágil e dissimulada democracia brasileira nos concede!
    Eu conto contigo!

  • Francisco Bendl diz: 7 de junho de 2011

    Professor
    Ontem eu me manifestei sobre o que disse o sr. Osmani Moura, quando eu fazia algumas sugestões e opinava a respeito desse assunto Palocci. Durante algum tempo ele ficou naquele estágio de “aguardando por moderação”.
    Surpreendentemente eu não vejo este comentário hoje no seu blog.
    Admito e aceito que o senhor possa censurar opiniões quando essas ultrapassam os limites do respeito e da educação, mas eu não escrevo de forma agressiva, muito menos ofensiva.
    Caso eu tenha infringido alguma regra estou me penitenciando, ou, então, eu gostaria e até ousaria lhe pedir que o senhor me informasse onde foi o meu erro.
    Muito obrigado

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