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Porto Alegre e as obras que estão começando

05 de janeiro de 2012 8

Bem legal a animação feita para a Prefeitura de Porto Alegre pela Hype. Dá para ver bem a quantidade e grandiosidade de obras importantes previstas para a cidade. Há décadas Porto Alegre não passava por uma repaginada dessas. Parabéns a todos os envolvidos neste processo!

Comentários (8)

  • Francisco Bendl diz: 10 de janeiro de 2012

    Eu não acredito nos políticos porque eles não me dão importância. Na condição de povo, estou enjoado de ouvir promessas jamais cumpridas; de corrupção desenfreada; de milagres que fazem em enriquecer da noite para o dia; do loteamento de cargos em estatais; da divisão dos ministérios entre os que “apóiam” a tal governabilidade; de uma oposição omissa e tênue em suas críticas e fiscalização do Executivo.
    Se observarmos mais detidamente, veremos que a nossa política é dividida entre situação e oposição (nada de novo), porém, nenhum dos dois a favor da população!
    Nós que resolvamos nossos problemas, pois os “deles”, já estão sanados com a exploração do estado brasileiro.
    Dito isso, com pesar, admito, sou obrigado a registrar que não acredito nessas obras.
    A começar pelo tempo que o nosso cais do porto está à espera de uma decisão para ser um atrativo para Porto Alegre. Desde que me conheço por gente, e vão aí mais de sessenta anos, ouço esta balela.
    E nosso transporte através de um trilho suspenso?
    Que fiasco e que dinheiro jogado fora!
    Lembra, professor, quando anunciaram ano passado que teríamos uma corrida de Fórmula Indy, o circuito já havia sido escolhido, inclusive?
    Não vem mais.
    O metrô é uma ladainha.
    Ruas novas nem pensar.
    Viadutos, túneis, elevadas, somente construídas em outros estados ou países!
    Em compensação, a nossa política gaúcha vai de mal a pior.
    Uma situação petista incapaz e ineficiente; uma oposição burra, que mais quer atrapalhar que colaborar, temos um estado capenga, deficitário, um dinossauro que devora o que arrecadamos com salários nababescos pagos ao Legislativo e Judiciário, enquanto que brigadianos, professoras e serviços gerais vivem com extrema dificuldade!
    A nossa máquina administrativa não tem sincronia; suas engrenagens estão gastas, precisam de novas.
    Os debates dos nossos deputados são risíveis, transformando a Assembléia em um palco espetacular de se ouvir e ver a insensatez, os gabinetes abarrotados de assessores e aspones que dificultam sobremaneira o contato de um “representante do povo” com um de nós!
    Enquanto isso, discutem a exegese do pensamento politeísta; os danos causados por mentes contraditórias; a indumentária européia nas aldeias indígenas brasileiras!
    Soluções para o Rio Grande, o que é isso?
    Uma ofensa para nossos deputados que tanto fazem pela democracia, pluralidade, liberdade…
    Obras para Porto Alegre?
    Aposto que mais da metade ficará para trás, com alegações desde a falta de verbas aos projetos que não ficaram prontos em tempo; da dificuldade da mão de obra especializada em ser contratada até as intempéries climáticas.
    Mas jamais vão comentar sobre suas ineficiências, incompetências, legislarem em causa própria, acobertarem os escândalos de seus sectários seguidores, suas perdas de tempo com discussões estéreis sobre uma política que caducou, ruiu, faliu, em termos morais e éticos!
    Não, eu não acredito nessas obras, lamentavelmente.
    E, também, não serei enganado mais tarde pelo que afirmo.
    Ou qual a temática que mais se discute no parlamento gaúcho atualmente?
    Isso mesmo, as eleições municipais!
    O povo…ah, o povo. Como nós os atrapalhamos!

  • Francisco Bendl diz: 11 de janeiro de 2012

    Professor, eu postei um comentário ontem sobre este assunto.
    Ficou durante algumas horas com o aviso”aguardando moderação”.
    De ontem para cá ele “desapareceu”.
    Como eu sei que o seu espaço prima pela democracia e eu jamais vou usar de expedientes que ofendam quem quer que seja, naturalmente que o meu registro não teria sido censurado, razão pela qual estiou tomando a iniciativa de repetir o que eu escrevera dia 10 deste mês:

    10 de janeiro de 2012 às 11:53
    Eu não acredito nos políticos porque eles não me dão importância. Na condição de povo, estou enjoado de ouvir promessas jamais cumpridas; de corrupção desenfreada; de milagres que fazem em enriquecer da noite para o dia; do loteamento de cargos em estatais; da divisão dos ministérios entre os que \”apóiam\” a tal governabilidade; de uma oposição omissa e tênue em suas críticas e fiscalização do Executivo.
    Se observarmos mais detidamente, veremos que a nossa política é dividida entre situação e oposição (nada de novo), porém, nenhum dos dois a favor da população!
    Nós que resolvamos nossos problemas, pois os \”deles\”, já estão sanados com a exploração do estado brasileiro.
    Dito isso, com pesar, admito, sou obrigado a registrar que não acredito nessas obras.
    A começar pelo tempo que o nosso cais do porto está à espera de uma decisão para ser um atrativo para Porto Alegre. Desde que me conheço por gente, e vão aí mais de sessenta anos, ouço esta balela.
    E nosso transporte através de um trilho suspenso?
    Que fiasco e que dinheiro jogado fora!
    Lembra, professor, quando anunciaram ano passado que teríamos uma corrida de Fórmula Indy, o circuito já havia sido escolhido, inclusive?
    Não vem mais.
    O metrô é uma ladainha.
    Ruas novas nem pensar.
    Viadutos, túneis, elevadas, somente construídas em outros estados ou países!
    Em compensação, a nossa política gaúcha vai de mal a pior.
    Uma situação petista incapaz e ineficiente; uma oposição burra, que mais quer atrapalhar que colaborar, temos um estado capenga, deficitário, um dinossauro que devora o que arrecadamos com salários nababescos pagos ao Legislativo e Judiciário, enquanto que brigadianos, professoras e serviços gerais vivem com extrema dificuldade!
    A nossa máquina administrativa não tem sincronia; suas engrenagens estão gastas, precisam de novas.
    Os debates dos nossos deputados são risíveis, transformando a Assembléia em um palco espetacular de se ouvir e ver a insensatez, os gabinetes abarrotados de assessores e aspones que dificultam sobremaneira o contato de um \”representante do povo\” com um de nós!
    Enquanto isso, discutem a exegese do pensamento politeísta; os danos causados por mentes contraditórias; a indumentária européia nas aldeias indígenas brasileiras!
    Soluções para o Rio Grande, o que é isso?
    Uma ofensa para nossos deputados que tanto fazem pela democracia, pluralidade, liberdade…
    Obras para Porto Alegre?
    Aposto que mais da metade ficará para trás, com alegações desde a falta de verbas aos projetos que não ficaram prontos em tempo; da dificuldade da mão de obra especializada em ser contratada até as intempéries climáticas.
    Mas jamais vão comentar sobre suas ineficiências, incompetências, legislarem em causa própria, acobertarem os escândalos de seus sectários seguidores, suas perdas de tempo com discussões estéreis sobre uma política que caducou, ruiu, faliu, em termos morais e éticos!
    Não, eu não acredito nessas obras, lamentavelmente.
    E, também, não serei enganado mais tarde pelo que afirmo.
    Ou qual a temática que mais se discute no parlamento gaúcho atualmente?
    Isso mesmo, as eleições municipais!
    O povo…ah, o povo. Como nós os atrapalhamos!

    Muito obrigado pela consideração.

  • Francisco Bendl diz: 14 de janeiro de 2012

    Caro professor, este espaço deveria ser mais prestigiado pelos gaúchos.
    Democrático, aberto às discussões, traz sempre assuntos interessantes para se comentar.
    Claro, aqueles que mais aguçam a curiosidade e participação são os temas polêmicos, justamente política e religião.
    Mas não podemos temer em registrar nossos pensamentos, em deixar de lado opiniões que poderiam contribuir para o aperfeiçoamento da nossa sociedade e relações interpessoais.
    Ora, como a nossa política tem deixado margem às críticas e registros nada elogiáveis, seria de bom alvitre que os criticados postassem as suas versões, que explicassem as razões pelas quais são tão incompetentes, ineficientes, incapazes com as questões que envolvem o povo, enquanto que decidirem benefícios pessoais são rápidos, a burocracia não atravanca as soluções encontradas e o poder Legislativo desfila uma condição ímpar no cenário politico e social brasileiro!
    Uma pena esta ausência de comentários dos nossos representantes, haja vista que, afora as deficiências apontadas acima, pode ser incluída a omissão ou menosprezo à sociedade.

  • Francisco Bendl diz: 18 de janeiro de 2012

    Professor, quando eu completei 60 anos, em 2010, ganhei de presente dos meus filhos um computador.
    Entre mim e a máquina havia uma distância abissal!
    A partir do momento que comecei a enviar e-mail e recebê-los, o mundo se abriu para este sexagenário.
    Como eu sempre tive curiosidade em saber, aprender, buscar novas informações sobre àquelas que os jornais e revistas publicam, passei a procurar espaços na Internet que possibilitassem eu registrar meus pensamentos, as minhas interpretações sobre vários fatos e acontecimentos diários.
    Encontrei o seu, o Pé de Página.
    A variação de assuntos é interessante, o espaço democrático, os temas postados são atuais.
    Obviamente eu não tenho as condições intelectuais devidas para abordar alguns deles, mas isso não impede de eu registrar as minhas idéias, mesmo que insípidas ou incompletas.
    Mas quero participar, debater, colher opiniões contrárias, apresentar meus conceitos de um homem idoso, experiente, avô, casado há 41 anos, três filhos, enfim, constatar se a diferença de idade é impecilho ou contribuição à elucidação de certos aspectos da vida.
    Ora, política e religião são os temas mais contundentes, apaixonados, trepidantes para serem discutidos, afora a sua quase impossibilidade de se chegar a um acordo.
    Então, esses são justamente os assuntos que mais devem ser abordados, de modo que saibamos como nos comportar diante de pensamentos opostos aos nossos, de aceitarmos as diferenças, de aprendermos o que vem a ser tolerância.
    Dito isso, professor, a minha tolerância com a política brasileira e gaúcha não existe mais!
    Aos 62 anos, eu vivi períodos da história nacional significativos, a ponto de afirmar anteriormente que não acredito nessas obras que, dizem os políticos, irão fazer.
    Como de resto não acredito em nada que apregoam, que prometem, que alegam estar fazendo em benefício do povo!
    A começar pela nossa carga tributária: a maior do mundo!
    Não vejo os tais partidos que se intitulam de populares esbravejando no Congresso a diminuição desse peso insustentável que carregamos de impostos; não constato uma luta verdadeira contra a corrupção; não observo medidas que dificultem esse loteamento que fazem dos cargos públicos; não vislumbro nada que impeça a contratação de assessores sem o devido concurso; não vejo a possibilidade que esta indecência de “base aliada” seja feita sem a entrega de ministérios, uma distribuição a políticos despreparados tecnicamente de secretarias importantes para o desenvolvimento do país e da população; constato tristemente que situação e oposição não defendem o povo ou buscam melhorar as suas condições de vida, mas o exploram, mentem, aproveitam-se da condição de que somos carentes em informações, desconhecemos jornais e revistas, que somos pobres, que não lemos o suficiente, que dependemos dos tais formadores de opinião, que basta nos darem um sacola com comida para que passemos a endeusar os políticos!
    Isso mesmo, somos massa de manobra.
    E causa-me espécie partidos políticos comunistas!
    Claro, vivemos em democracia, por isso mesmo que eles não deveriam ter nenhum seguidor, nenhum representante eleito, ninguém a divulgar essa aberração que aniquilou mais de CEM MILHÕES de pessoas para ser implantado em vários países, e que faliu, vítima de suas próprias deficiências.
    Então eu leio e vejo a candidata do PC do B, a Manuela, à prefeitura de Porto Alegre, e na preferência dos eleitores, como um sintoma do nosso despreparo como cidadãos, da nossa imaturidade política, do nosso imperdoável desconhecimento da história!
    Nada contra essa moça pessoalmente, quero deixar bem claro, mas pelo que ela representa de ranço do passado, de genocídio, de violência, de liberdades tolhidas, de direitos humanos sendo absolutamente desprezados, de confiscos de bens, da inexistência de uma imprensa livre, de se ler livros, de se professar até mesmo uma religião!
    Mas as promessas são feitas!
    No entanto, a Manuela não confronta a alta carga tributária, não critica os membros de seu partido que apearam do poder por corrupção, não apresenta nada em termos de desempenho na Câmara Federal.
    E, o nosso povo, vê nessa moça algo “novo”, de diferente!
    Bah, como somos ingênuos.
    Também a Manuela não explica aos eleitores a vida miserável dos cubanos; a prisão que é o próprio país aos norte-coreanos; o que foi o Camboja, a Romênia, a Rússia na ditadura de Stálin, o maior genocida da história, a China e seu comunismo, enfim, estamos sempre sendo enganados.
    Evidentemente que os outros partidos têm os seus pecados, seus políticos incompetentes, incapazes, corruptos, que formam a política brasileira como um grande caldeirão onde fervilham interesses, conveniências, cargos em diretorias de estatais, distribuição de ministérios, enquanto que o povo que resolva as suas mazelas!
    Pelas razões acima apresentadas, professor, eu não acredito nas obras em nossa capital.
    E, o nosso prefeito, um sujeito simpático, do PDT, talvez não lembre que um dos líderes deste partido, o ex-governador Collares, foi um arqui-inimigo petista no passado, diante da CPI que foi alvo quando governador do nosso estado.
    Atualmente, em troca de um Ministério, o próprio presidente do PDT se bandeou para o lado inimigo, provando que a nossa política é um jogo de interesses e mais nada!
    Aliás, diante de tanta insensatez e bobagens cometidas no poder, o tal de Lupi caiu também.
    Ele, enquanto ministro do Trabalho, melhorou as nossas relações com os empregadores ou vice-versa?
    Aperfeiçoou alguma lei trabalhista em consonância à realidade atual?
    Diminuiu a quantidade de pessoas que labutam na economia informal como tábua da salvação pelo nossa carência em mão de obra qualificada?
    Inaugurou alguma escola técnica?!
    Mais uma vez o meu perdão, professor, por eu ter escrito um longo texto.
    Isso que não abordei a religião, um comércio que progride fantasticamente!
    Obrigado pelo espaço.
    Grato pela oportunidade de registrar a minha indignação, o meu descontentamento com a situação brasileira.
    Meu reconhecimento pela oportunidade de eu poder escrever as razões pelas quais vou me empenhar para que a Manuela não seja prefeita de Porto Alegre, simplesmente porque eu rejeito o comunismo de forma absoluta.
    E não consigo apenas votar na pessoa, mas no que ela representa, traz consigo de bagagem partidária, de realizações, de benefícios ao povo.
    Exatamente o que o comunismo faz ao contrário.
    Um forte abraço.
    Esta semana vou à capital, pois moro no interior do estado.
    Comprarei o seu livro.
    No entanto, eu gostaria muito de tê-lo autografado pelo senhor.
    Assim que eu tiver o livro em mãos, entro em contato pelo blog, e o senhor me informará a melhor maneira de eu concretizar essa intenção.
    Uma excelente semana.

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