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Hotel Bavária é agente de poluição sonora em Gramado

30 de junho de 2012 1

O Hotel Bavária, um dos mais tradicionais da cidade de Gramado, tornou-se um problema para hóspedes e vizinhos. As pessoas vêm para o adorável destino turístico gaúcho em busca dos ares, da natureza e do descanso que o ambiente serrano proporciona. Mas quem se hospeda no Hotel Bavária ou tem o azar de habitar no seu entorno é diariamente importunado por uma desagradável poluição sonora que poderia ser facilmente evitada. Sobretudo aos sábados pela manhã, por volta das 8hs, justamente quando as pessoas que se deslocam para Gramado mais pretendem aproveitar a paz do fim de semana, jardineiros impertinentes ligam suas assopradeiras do inferno!

Trata-se de barulhentas maquininhas que prometem ajudar no serviço de varrição. Talvez sejam efetivamente uma mão na roda para os jardineiros – bem, isto é, até que eles, depois de anos expostos a esta agressão, desenvolvam algum provável problema de surdez –, mas para hóspedes e vizinhos que desejam acordar no sábado calmamente, ouvindo o canto dos passarinhos, é um tormento inominável. Se fosse uns quinze minutos de barulho, tudo bem, seria até suportável. Mas os tais jardineiros mantém suas maquininhas ligadas durante a manhã inteira!

Já se apelou diversas vezes para a gerência do Hotel Bavária por compreensão. Gentilmente, prometem solucionar o problema. De fato, depois de cada reclamação, determina-se a suspensão do barulho. Mas a cada fim de semana, o drama se repete. Depois que alguém é acordado pelo berreiro das assopradeiras, o prejuízo já está feito. É inacreditável que um hotel que vende tranquilidade para seus hóspedes produza tamanho incômodo para clientes e vizinhos. É evidente que a Prefeitura precisa coibir esta ação que ofende o perfil identitário da cidade e agride moradores.

Comentários (1)

  • Renato diz: 4 de julho de 2012

    Hospedei-me certa vez neste hotel e de fato fui despertado pelo ronco desagradável dessas máquinas. Reclamei na recepção, mas ninguém sabia do que se tratava. Lendo agora seu blog percebe-se que se trata de uma prática do hotel. Não mais me hospedarei lá.

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