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Posts na categoria "Astrologia"

Que aniversário, coisa nenhuma!

24 de março de 2010 2

Caros amigos, como vão? Hoje reproduzo aqui para vocês, a propósito do suposto aniversário de Porto Alegre, artigo que publiquei há um ano na minha coluna da Revista Voto.


Como nasce uma cidade?


Brasília nasceu por decreto. E está até hoje lá, por decreto.


Mas e Porto Alegre?


Há indícios de presença indígena a pelo menos 3 mil anos. Nômades, viviam da caça, pesca e coleta. Entre os séculos IX e X, uma marcha migratória titânica iniciada na Amazônia, da superpopulação, chegou à região. Devastação. Eram os Tupis-guaranis: horticultores, seminômades e canibais. Surgiram as primeiras aldeias, com vestígios por tudo. Mas nada de caingangues, para registro da turminha que ocupou o Morro do Osso.


Quando os tropeiros vindos de Laguna chegaram às margens do Guaíba, no século XVII, a área estava desabitada. Os Guaranis migraram para o interior, fugindo da pressão dos Charruas, ao sul, e, sobretudo, dos caçadores de escravos, que vinham pelo litoral norte. Os jesuítas bem que tentaram fixar reduções, mas fracassaram.


Com a fundação da Colônia de Sacramento, em 1680, às margens do Rio da Prata, os Campos de Viamão foram integrados à rota. Em 1732 começara a distribuição de sesmarias. Como apoio, em 1737 o Brigadeiro Silva Paes fundou a cidade de Rio Grande. Em 5 de novembro de 1740, Jerônimo de Ornellas recebia a sua sesmaria, às margens do Guaíba.


Em 1940, este documento foi usado pelo então Prefeito Loureiro da Silva para justificar a pretensão de comemorar os 200 anos de fundação de Porto Alegre. Era uma forçação de barra e Jerônimo não estava nem aí. Vivia em função de Laguna e a sede de sua chácara estava na divisa com o hoje município de Viamão. Por 30 anos, o aniversário da Capital foi comemorado com base nesta data.


Porto Alegre nasceu meio por acaso. Pretendendo pôr um fim na disputa pela Colônia de Sacramento, Portugal e Espanha assinaram em 1750 o Tratado de Madri. A Espanha cedeu a região das Missões Jesuíticas a Portugal, que desocupou Sacramento. O ajuste detonou a Guerra Guaranítica, quando os exércitos das duas coroas dizimaram os índios.


Portugal já programava a migração de excedentes das ilhas dos Açores e da Madeira. No dia 19 de novembro de 1752, 60 soldados chegaram ao porto de Viamão, onde hoje se localiza a Praça da Alfândega, com a incumbência de construir canoas para o transporte dos imigrantes açorianos, pelo Jacuí, com destino às Missões. Aportaram no local os 60 casais. No dia 8 de dezembro, Matheus foi o primeiro recém-nascido ali batizado. Extenuados, depois de 80 dias de travessia, os casais foram construindo choupanas provisórias, de taquara, barro e palha, a espera da continuação da viagem. Que nunca aconteceu. Abandonados ali, começaram os seus roçados, o que não agradou nadinha a Jerônimo de Ornellas.


Em 1753, um certo Frei Faustino estabeleceu um cemitério, onde hoje está a Cúria Metropolitana. Indicativo de que ali as pessoas nasciam, viviam e morriam. Em 1767, quatro anos após os espanhóis conquistarem Rio Grande e provocarem um êxodo em direção ao norte, um tal Ministro Mendonça Furtado sugeriu ao vice-rei que os “brutos que vivem como feras em choças” fossem transferidos para a Aldeia dos Anjos, atual Gravataí, fundada em 1759 pelo comandante Gomes Freire para acolher os guaranis missioneiros que lutaram ao lado dos portugueses. Os açorianos resistiram e permaneceram no local onde tinham chegado e que agora até já se chamava Porto dos Casais.


O povoado já era reconhecido pelos seus estaleiros. A Rua da Praia já existia. Em 1766, instalara-se por lá até um recebedor do fisco, mostrando o quanto a Coroa estava atenta à atividade econômica. O entorno era rodeado de viçosos trigais. A primeira capela entrou em funcionamento em 1770.


No dia 26 de março de 1772, o bispado do Rio de Janeiro transformou o Porto dos Casais em freguesia de São Francisco das Chagas, desmembrando-o de Viamão. Em 22 de maio, com a posse do Padre, a capela virou sede da freguesia, sem nunca ter sido curada, isto é, sem ter tido um padre fixo. O salto mostra o interesse das autoridades em reconhecer a existência da cidade de fato, apesar da resistência tenaz do padre e da Câmara de Vereadores de Viamão, elevada à condição de freguesia em 1747 e transformada em capital da Província em 1763, em decorrência da ocupação espanhola.


No dia 6 de setembro de 1773, o Governador José Marcelino de Figueiredo transferia a residência oficial e a sede do Governo para o porto, que então passou a se chamar Nossa Senhora Madre de Deus de Porto Alegre. Percebera Marcelino ser o local estratégico para o controle das embarcações que subiam e desciam o Jacuí. Localizava-se, além disso, em um promontório elevado, o que facilitaria a defesa em caso de ataque. Três anos depois, Rio Grande foi retomada pelos portugueses.


Historiadores muito formais e vereadores desejosos de dar à cidade o direito de comemorar novamente 200 anos de fundação, decidiram, em princípio dos anos 1970, que Porto Alegre nascera em 26 de março de 1772. Trata-se de uma opção que privilegia a história oficial, feita pelos decretos, desconsiderando a história social urdida pelas pessoas de carne e osso. A povoação surgiu sem nome, sem decreto, sem estampilha no dia 19 de novembro de 1752. A tenacidade e o trabalho duro dos que chegaram sem posse garantiram-lhes, 20 anos mais tarde, reconhecimento da Coroa: veio sob a forma de uma inusitada autonomia de Viamão e conversão em Capital. Tudo junto. Por que será? Por que ali já existia uma cidade!


Se o argumento não sensibiliza a turma da estampilha, só posso mesmo me consolar com a licença poética de uma analogia astrológica.


Porto Alegre estaria sob o signo de Marte, se tivesse nascido no dia 26 de março, cujas características curtiram a sua personalidade. Porto Alegre seria toda voltada para a monumentalidade, teria nascido e vivido em torno de fortes militares, que teriam grande visibilidade no coração do núcleo urbano; teria provavelmente sofrido dramáticos bombardeios, ocupações de exércitos inimigos, e teria sido ponto de partida para importantes investidas militares. A cidade se revelaria ao visitante num único sorriso, cheio de vigor e encantamento, transparente, luminoso e sem mistério. Seria uma cidade confiante e, talvez, sem grande atração pelas sutilezas das formulações intelectuais mais herméticas.


Mas Porto Alegre é diferente. A sua beleza não está no conjunto, não está na monumentalidade. Está no detalhe. Para admirar Porto Alegre é preciso tempo, parar para olhar. E olhar para alguma coisa específica. A cidade nunca se mostra de pronto. Não é magnífica, como o Rio, ou o coração do universo, como São Paulo. Revela-se em camadas, como se estivesse coberta por inúmeros véus, cheios de mistério. A cidade é uma explosão de sensualidade, de sexualidade, mas nada disso é evidente. É tudo camuflado, discreto, velado. Há um culto à beleza em Porto Alegre, mas a uma beleza despojada, simples, autêntica e que é indissociável da idéia de sedução, de charme. Ninguém notou que em Porto Alegre não cola o comércio de grife? E o humor: ferino, sardônico, cáustico, inteligente. Uma usina de gírias, cuja expressão “saia justa” cunhada por Caio Fernando Abreu parece ser a síntese perfeita! A criticidade excessiva. Influência: uma cidade média para os padrões brasileiros e não muito antiga, mas que desde o princípio foi sempre decisiva na política do País. Não estão ligados à cidade os ministros mais influentes do Governo Lula?  E, talvez, ainda, a cúspide – o ponto de passagem de um signo para o outro – com Sagitário dê à cidade o interesse pelo esporte, a religiosidade entranhada, o culto ao estudo e ao conhecimento, a entronização do livro em praça pública, o senso de Justiça e a capacidade de combinar a afirmação democrática com o respeito a autoridade. O entusiasmo pelas novas idéias e a hospitalidade generosa e sofisticada para todo aquele que for convidado.


Que me perdoem os políticos e os acadêmicos, tão formais, mas no que diz respeito ao nascimento de Porto Alegre, prefiro estar ao lado da espontaneidade do povo, do acaso da história e da poesia astrológica.

Graça Medeiros, astróloga: sustentabilidade e transparência são a chave da nova Era

22 de dezembro de 2009 16

Hoje posto para vocês entrevista com a astróloga Graça Medeiros. Ela é gaúcha. Estudou filosofia e jornalismo na UFRGS e foi produtora artística. Foi para a Europa em 1969, onde ficou até 1972. Entre 1974 e 1975 morou no Peru e em 1986 fixou residência nos Estados Unidos, residindo em Nova Iorque até hoje. Viajou ao Oriente em 1985 e em 1987, quando andou pelo interior da China e, por terra, levou três meses para chegar ao Tibet. Graça estuda astrologia desde 1972 e dedica-se com exclusividade ao assunto desde 1981. Ela tem diversos clientes em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Nova Iorque e México DF.


Nesta entrevista, ela fala dos princípios norteadores da astrologia e do ofício de astrólogo. Graça, que tem muitos clientes no mercado financeiro, comenta a percepção da crise internacional pelos astros e arrisca previsões para 2010.


Quais os princípios básicos da astrologia? Como se calcula um mapa-astral?


GM – O estudo da Astrologia é ancestral. Os primeiros documentos escritos conhecidos (escrita cuneiforme) em tabletes de barro estão no British Museum e são datados do século VII AC. É um tablete com anotações sobre o movimento de Vênus, que lá se chama de Ishtar e que nesse tempo tinha uma conotação andrógina, pois Vênus é o único planeta que se vê duas vezes no mesmo dia.


O conhecimento astrológico desenvolveu-se principalmente na Babilônia, mas vem de culturas anteriores como Sumérios e Acádios.


A observação dos corpos celestes e sua relação com a agricultura é a relação do ser humano, que deixa de ser nômade, e o cosmo. O homem parte da natureza. De um ponto fixo observa o céu e registra e estabelece relações.


Primeiro o movimento da Lua, do Sol e de corpos que se movem em relação às estrelas. A mudança de estações (equinócios e solstícios) que sempre foram celebradíssimos e ainda hoje o fazemos pela apropriação da religião que as transforma em festas de páscoa (equinócio) natal {solstício) etc… O aprimoramento do conhecimento foi acontecendo com o progresso dessas civilizações nas áreas da matemática e da geometria. Os conceitos tais como os conhecemos hoje datam do período em que a cultura Babilônica conectou-se com a cultura Grega, Persa e Egípcia, ao redor do século I (o clássico desse período é o Tetrablos, de Ptolomeu).


Os elementos que compõe o sistema astrológico são o espaço onde o Sol e seus planetas transitam no universo que denominamos Zodíaco ; no modelo matemático, o círculo de 360 graus divido em 12 partes, equivalente aos Signos, e o Sol e seus planetas com suas diferentes órbitas que nele se deslocam.


Os planetas têm o nome dos mitos e como observou Jung em The science of mithology, “a mitologia não foi inventada, foi percebida!” O estudo não é lógico. É simbólico e é muito melhor compreendido por quem conhece o conceito de fractal. Tudo se move e no universo não tem linha reta, só curva – o que sobe desce e depois sobe.


O mapa astral é como se fosse um retrato do céu na hora do nascimento de uma pessoa ou evento, visto desde o ponto de vista do horizonte do lugar (cidade) onde ocorre. Este “modelo” é a referencia que revela a estrutura e é a ele que nos referimos para poder relacionar os planetas hoje. A relação entre os planetas em movimento é o mapa natal.


O cálculo do mapa astral foi se aprimorando à medida que o conhecimento avançou, nas áreas da matemática e da geometria. Mas só no século 20 é que a Astrologia se democratizou, pois com a criação do meridiano de Greenwhich a referencia do tempo se padronizou. Só então puderam ser construídas as tabelas com a posição planetária. Isto gerou uma referencia matemática que nos possibilita calcular com muito maior precisão a carta celeste.

Graça Medeiros por Vania Toledo

Como a astrologia pode nos ajudar a nos compreender melhor?


GM – Faça o teste. Mas a coisa mais importante é que através desse conhecimento podemos medir o tempo. E se somos impotentes frente ao movimento cósmico e não podemos mudar nem o ritmo nem a órbita planetária, mas pelo menos sabemos quando tal circunstancia acaba. E se não podemos mudar a órbita dos planetas, quando faz um aspecto, podemos tentar descobrir o que temos que apreender em tal circunstância e qual o antídoto.

Você é uma das astrólogas mais famosas e bem sucedidas do Brasil. Qual é o seu segredo? O estudo da Filosofia, da História e da Psicologia, entre outras disciplinas, também ajuda na sua avaliação dos astros?


GM – O astrólogo é na verdade um tradutor de uma linguagem simbólica para o leigo. É possível que minha formação, que se iniciou na Filosofia e somou o conhecimento na área da comunicação e da psicologia, me ajudou a ter uma visão de mundo mais ampla, de forma a tratar o conhecimento astrológico como uma possibilidade no desenvolvimento da experiência humana, com a compreensão e não o julgamento.


Você acha que a astrologia hoje goza de ampla aceitação ou ainda é grande o preconceito e a resistência contra ela? Como esta resistência se processa?


GM – A resistência é do mundo acadêmico, que é extremamente preconceituoso e colonizado. A resistência começa na proibição da matéria pelo Concilio de Trento e depois pela ignorância, e de séculos em que a racionalidade foi restrita ao conhecimento lógico. Pela Lógica, não se explica Astrologia, uma linguagem analógica e simbólica.



Você tem clientes no Brasil, no México e nos Estados Unidos. Você percebe alguma diferença de perfil entre estes grupos de clientes, algum padrão específico de demandas que são postas com mais freqüência aos astros?

GM – Os interesses variam, mas não é com a nacionalidade, mas com o perfil das pessoas. O que uma pessoa do mercado financeiro busca é um tipo de informação, as informações mais pessoais dos ciclos de vida variam – mas em geral as pessoas que me procuram são as que refletem e buscam uma maneira de viver melhor, evoluindo. Eu posso dizer que a Astrologia é o melhor método que conheço para compreender e aproveitar melhor o processo do desenvolvimento.

Graça Medeiros por Vania Toledo


Como você interpreta, pela astrologia, o momento que o mundo atravessa? A crise mundial econômica pode ser interpretada e explicada pelos astros?


GM – A Astrologia “decodifica” os ciclos (órbitas planetárias são mensuráveis) através da compreensão da linguagem mitológica (planetas) e suas qualidades (signos) portanto tudo pode ser interpretado. Então, observamos o movimento planetário e quando um planeta que tem uma órbita muito grande, quando muda de signo – muda a qualidade e isso pode ser um indicador, filosófico, econômico, artístico. As milhares de possibilidades que existem formam padrões geométricos (distancias angulares entre 2 ou mais corpos celestes). O conhecimento desses aspectos e a freqüência em que ocorrem indicam possibilidades. Quando não temos a possibilidade de ter observado alguns desses aspectos, recorremos ao passado para ver quando ocorreu pela última vez e então podemos ter uma referencia para refletir. O importante é compreender que o conhecimento não é um carimbo que determina algo – mas um indicador para você se orientar, refletir e, além disso, saber que termina. No UNIVERSO TUDO SE MOVE.


A crise econômica que explodiu em 2008 foi uma mudança de valor – da expansão para a realidade. Hoje podemos claramente dizer que foi uma crise gerada pela ganância e falta de controle. Na época escrevi: GET REAL (com duplo sentido mesmo). Fui buscar quando pela última vez Plutão tinha entrado em Capricórnio e descobri que fora entre 1762 e 1777.  Passei então a formular o conceito de up grade do Iluminismo, que ainda postulo. Plutão entrou em Capricórnio em 2008 e ficará até Janeiro de 2024.



Você sugere então que este será um período (2008-2024) de novas formulações filosóficas e conceituais, que serão, como as do Século XVIII, utilizadas por muitos anos? Algo, enfim, que possibilitará um novo despertar do Espírito?



GM – SEM DÚVIDA!  O pensar e repensar e criar novos conceitos capazes de melhorarmos o nosso processo de desenvolvimento e organização social levando em consideração as mudanças tecnológicas e a administração dos problemas contemporâneos. É como reformatar o hard drive  – temos que semear uma nova fórmula  de contrato social sem medo de quebrarmos velhos paradigmas. Da família ao Estado.


Duas palavras são chave para adequar a nova ordem que se cria: SUSTENTABILIDADE e TRANSPARÊNCIA.


Este período da construção de novos paradigmas é mais importante que o século XVII e o XVI porque neste além da reflexão de valores somamos a reflexão de uma NOVA ERA. Cada Era é uma fração de 1/12 de um ciclo de 25.920 anos (ano platônico)


Já saímos da Era de Peixes e entramos na Era de Aquário? Quais são os conceitos-chave para a época que vivemos?


GM – Gosto de explicar que a mudança de Era não é marcada por um dia, mas é um processo longo ao redor de 100 anos, enquanto a transição se processa. A mudança de Peixes para Aquário é de água para ar. Do crer para o saber. As qualidades de Aquário são: saber, liberdade, autonomia, instantaneidade. Enquanto as religiões monoteístas negarem o evolucionismo estaremos atrasando o processo educacional para a evolução. O que tem que se compreender é que o que é pregado numa Era se materializa na era seguinte. Na Era de Peixes o que foi pregado é que somos todos iguais, enquanto isso não se tornar possível estaremos atrasando a evolução. Estamos todos no mesmo barco, o planeta Terra. E fazemos parte de um sistema. O nosso sistema planetário tem 13 bilhões de anos. Quando, em vez da arrogância humana, cultivarmos a simplicidade e a sabedoria, a Era terá desabrochado.


Lembro de você ter previsto que algo muito importante, que mudaria o mundo, aconteceria em setembro de 2001. Como os astros representaram o 11 de setembro como possibilidade?


GM – Eu previ um ano difícil para os USA. Falei em perdas no mercado e uma tendência de queda em Wall Street. Mas não imaginei que seria literal.



Você concorda com a visão hoje dominante que admite que o pior da crise já passou?


GM – A erupção da crise aconteceu em 2008, mas as conseqüências ainda não. Neste ano de 2010 viveremos uma das piores crises de desemprego, equivalente ao que aconteceu em 1932/1933, e a entrada de Urano e Júpiter em Áries pode trazer novas tecnologias, mas também um aumento bélico. Fique atento entre 27 de maio e 6 de junho.



Muitos de teus clientes são importantes investidores no mercado financeiro. Como a astrologia pode ajudar nos negócios?


GM – Esses clientes compreendem muito bem a linguagem cíclica e também usam o recurso como mais um dos fatores que lhes sinalizam altas e baixas. A Astrologia é um excelente instrumento para planejamento. Dependendo da vida de cada um, pode ser mais ou menos afetado, mas certos aspectos nos afetam a todos. Estamos no mesmo barco. E a tendência é de instabilidade e revoltas explosivas.




Há, em 2010, um período mais ou menos propício para investimentos financeiros?



GM – O ano de 2010 em termos financeiros será interessante e bastante positivo no que tange a produtos mais conservadores – principalmente de março a julho. A crise é de moeda e vai nos ocupar muito. Recomendo redobrada atenção aos movimentos do FED, principalmente no final de maio. Sob o ponto de vista econômico a tendência a altos índices de desemprego principalmente entre julho e agosto, o que fará o ultimo trimestre do ano, principalmente no hemisfério norte, o mais fraco.



Quais os conselhos que você daria para as pessoas em 2010?


GM – Astrólogo não é para dar conselho, ele mostra situações possibilidades, mas o “motorista” da vida de cada um é a própria pessoa. A vida é feita de escolhas. O que a Astrologia propicia com muita eficiência é a indicação da tendência. É mais como uma sinalização ao longo da rota (vida). Aquilo pelo que alguém vai passar muitas vezes não permite escolhas – a não ser COMO se vai passar por cada situação, e o que se pode aprender e evoluir como indivíduo em face desta ou daquela situação. Se fizermos sempre a mesma coisa, teremos sempre o mesmo resultado. A FELICIDADE É UMA JORNADA, NÃO UM DESTINO.