Quando vi “O Albergue”, produção de 2006, decidi que não mais assistiria aos filmes de Quentin Tarantino. Eu gostava dele. “Cães de aluguel” é bem bom; “Pulp fiction” é um dos marcos da estética da virada do milênio; e até Kill Bill é passável, pois, apesar do estúpido enredo, encerra uma poética magnética. Mas “O [...]
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