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Posts na categoria "Consumo"

O colapso do serviço de taxis em Porto Alegre

10 de abril de 2012 4

Desde que fui morar em Florianópolis, tornei-me usuário bem mais frequente do serviço de transporte público em Porto Alegre. Afinal, chegando à Capital de avião ou de ônibus, a locomoção na zona urbana depende de outros meios, que não o veículo particular. Lembro-me da época de estudante, nos anos 1980 e 1990, quando eu costumava usar mais o transporte público. Os ônibus eram velhos, viviam lotados, às vezes sujos, a malha de linhas era precária e o atendimento dos funcionários ruim. Isso tudo mudou muito! Hoje, a cidade conta com uma frota renovada e uma malha bastante eficiente. Andar de ônibus ou de lotação é quase sempre uma experiência confortável.

Em compensação, desorganizou-se incrivelmente o serviço de taxis. Todo mundo reclama! Há dois anos venho denunciando esta barbaridade aqui pelo blog. De uns tempos para cá, o tema ganhou as manchetes dos jornais. Mas a Prefeitura, nada faz!

São poucas as cooperativas e companhias de teletaxi atuando na cidade. Em horários de pico e em dias de chuva, é impossível conseguir ser atendido ao telefone. As atendentes simplesmente tiram o telefone do gancho! Faltam veículos nos pontos de taxi. Em alguns, estabelecem-se filas monumentais. Reconheço que seja difícil de atender um fluxo ímpar como o do retorno do feriadão de Páscoa na rodoviária. Mas o problema do ponto de aeroporto Salgado Filho existe há anos e acontece em qualquer dia. E ninguém faz nada!

Certa vez, depois de perder cerca de meia hora esperando um táxi no aeroporto – e olha que era um dia normal, nada de feriadão – liguei para a EPTC para reclamar. Disseram-se que não tinham nada a ver com isso, que a fiscalização do funcionamento do ponto cabia à cooperativa. Vejam, cidadãos de Porto Alegre, a que situação absurda estamos condenados! O próprio prestador do serviço se autofiscaliza.

No ano passado, uma fratura obrigou-me a depender por um mês de muletas, de bengala e, logicamente, dos taxis. Foi um pesadelo! Quando se tem alguma dificuldade de locomoção, quando se está carregado de malas, o serviço de taxi não é um luxo, mas um gênero de primeira necessidade! Uma cidade que não consegue organizar este serviço convenientemente desrespeita o cidadão.

Um aspecto positivo no serviço de taxis em Porto Alegre é que a maior parte dos motoristas é composta de gente educada, honestíssima e respeitadora das leis de trânsito. Sou fã dos nossos taxistas. Não acreditam em mim? Experimente usar regularmente os taxis em cidades como Florianópolis, Rio de Janeiro ou – a pior de todas! – Buenos Aires! No Rio, a coisa já melhorou muito. Mas ainda há risco de se tomar um veículo imundo ou ilegal. Em Florianópolis, a regra dos taxistas é dirigir muito acima do limite de velocidade, falando ao celular, tagarelando baboseiras com os coitados dos passageiros. Depender de taxi comum em Florianópolis é uma praga! Em Buenos Aires, então, a todos estes problemas, soma-se razoável quantidade de motoristas sem vergonhas, que tentam roubar os passageiros. Se você for a Buenos Aires, não confie nos taxistas!

Diz a EPTC que não adianta conceder licenças extras tendo em vista eventos pontuais, como a Copa do Mundo. Estou de acordo. Mas já faz muito tempo que o dia-a-dia do usuário do serviço virou um inferno!

É evidente que faltam licenças em Porto Alegre! A Zero Hora já denunciou aquilo que todos sabiam, por ouvir dizer e por dedução lógica: que há um comércio paralelo e ilegal de licenças na cidade! Todos sabem que a concessão de licenças está congelada desde 1973. De lá para cá, muita coisa mudou. Se a população pode ter aumentado relativamente pouco, há um fluxo muito maior de pessoas de fora pela cidade, como aquelas ligadas ao turismo de eventos ou de negócios, por exemplo. O interior do Estado cresceu e as pessoas viajam mais. Dependem da rodoviária, do aeroporto e dos hospitais da Capital, por exemplo. E, além disso, imaginem o impacto numa cidade como Porto Alegre da enorme ascensão social que animou o Brasil nos últimos dez anos! É claro que as pessoas estão com mais dinheiro no bolso e mais dispostas a usar serviços como o de taxi!

Só ampliar significativamente as licenças resolveria tudo? Provavelmente não, embora resida aí o X da questão. Também seria preciso obras de engenharia em pontos mais tumultuados, como o da rodoviária e do aeroporto e, sobretudo, uma fiscalização com mais aferro e mais transparência sobre o serviço das cooperativas. A população tem o direito de exigir que as cooperativas sejam multadas quando tiram o telefone do gancho. E se não o são, alguém tem de explicar porque estamos reféns dessa barbaridade! É vácuo de atribuição? Incompetência? Falta de estrutura? Alguma maracutaia? Sei lá, mas a resposta tem de ser dada!

Se o Prefeito não enxerga isso tudo é porque está cego! Eu estou entre os mais de 70% de porto-alegrenses que aprova a gestão do Prefeito José Fortunati. Penso que é o melhor Prefeito que a cidade tem em muitos anos! Mas não é possível tapar o sol com a peneira nesse caso. A reação dele ao problema tem sido lenta e insatisfatória. Se a EPTC está mostrando incompetência para gerir o problema, o que já está mais do que notório para os usuários do serviço, deveria um Prefeito dinâmico chamar esta gente à responsabilidade e intervir no processo. É a imagem dele que está em risco aqui. E Fortunati é candidato à reeleição.

Não tem cabimento estarmos há anos discutindo este tema. O assunto já encheu o saco! Está na hora de ações objetivas e concretas. Chega de nhém nhém nhém!

Florianópolis e as ostras

26 de março de 2012 1

Quem realmente aprecia ostras tende a preferi-las in natura, frescas, pois, dessa forma, o sabor permanece mais autêntico. Tudo estaria a indicar, então, que Florianópolis seria um paraíso da iguaria. De fato, as ostras produzidas na Ilha são fantásticas. Dizem que tem a ver com a água fria e limpa do Ribeirão, no sul da Ilha. Em peixarias, não é difícil encontrar-se uma dúzia de ostras vivas por R$ 5 ou R$ 6, isto é, uma das poucas coisas que permanecem baratas na cidade. Mas nos restaurantes, mesmo em alguns dos mais badalados, a coisa muda de figura. Uma porção dificilmente sai por menos de R$ 25,00 e é quase que invariavelmente servida de forma errada. Num conhecido restaurante em Santo Antônio de Lisboa trouxeram outro dia um prato de ostras emborcadas sobre o gelo, de maneira que o líquido salobro que a acompanha havia se perdido… Em outros bares e restaurantes da região bem como no Ribeirão da Ilha, é comum servirem as ostras cobertas de gelo, o que é inadequado, e, pior ainda, desprendem-nas das conchas. Dizem que é para facilitar a vida das pessoas! Mas a prática é um atentado, porque assim, já não se consegue comprovar estarem realmente frescas – e sabe-se que intoxicação por ostras não é brincadeira! Então, é incrível que numa cidade produtora de ostras de alta qualidade haja tanto despreparo na hora de servi-las in natura.

Motorola EX 119 dual chip

23 de março de 2012 94

Recentemente, aderi aos aparelhos de celular dual chip. Achei uma ótima ideia, porque, como tenho necessariamente de andar com duas linhas, já que preciso de chips com código de área de Florianópolis e outro de Porto Alegre, poder reunir os dois num único dispositivo foi uma mão na roda. O chato é que é preciso fazer-se uma opção por um modelo mais simples, com menos opções, pois os dual chips disponíveis no mercado são bem básicos. Nada de GPS e o escambáu!

Achei que um melhorzinho era o Motorola EX 119. Estão tentando ressuscitar a Motorola, que já havia se transformado numa empresa zumbi. Não achei ruim, porque lembro o quanto eu gostava daqueles aparelhinhos V6, V8…

O EX combina teclado físico com uma tela sensível ao toque. Isto é bom, porque tive uma porcaria de um Samsung que depois de alguns meses de uso travou a tela e não se fazia mais nada. Foi um drama, não conseguia nem digitar a senha de acesso.

Além disso, esse EX 119 é fininho e levíssimo. Cabe em qualquer bolso. É perfeito para se carregar de um lado para o outro. Dispensa capinhas e toda esta tralha que acompanha os celulares que cresceram de tamanho.

Mas as qualidades do aparelho param por aí. O sistema operacional não é difícil no seu conjunto, depois que você se acostuma com ele. O que não é fácil, porque o manual é precário e não fornece informações elementares. Para saber como trocar o som da campainha, por exemplo, ou como fazer para acessar as agendas dos dois chips, eu precisei entrar em contato com a central de atendimento da Motorola. Nunca havia me acontecido isso antes! Todos os dispositivos eletrônicos que eu tive eram autoexplicativos. Eventualmente consultei o manual. Mas, no caso desse Motorola, o manual não serve para nada! Um desrespeito!

Depois de falar com uma atendente bem simpática, quase todos os problemas foram resolvidos. Mas alguns restam insolúveis, diante dos quais a atendente se limitou a dizer que aquela anomalia ainda não havia sido informada. Duvido! Todas as pessoas que encontro usando este aparelho reportam os mesmos problemas.

Em primeiro lugar, o áudio é muito baixo. Para atender a uma chamada, é preciso estar em um ambiente muiiiitooooo silencioso. Caso contrário, não se consegue ouvir o que estão falando do outro lado da linha!!! Patético! Acabo usando o aparelho só com fones de ouvido ou no bluetooth.

Mas isso não é nada! O aparelho desliga sozinho, de vez em quando. Sem explicação! Simplesmente desliga! Então, se você está esperando uma chamada importante, se está contando com a conexão, se programou o despertar, esqueça, porque o aparelho pode desligar a qualquer momento. Da mesma forma, sem qualquer explicação razoável, o aparelho baixa o volume do toque a toda hora. Mesmo com o teclado bloqueado, baixa o volume, sozinho…

Há outros absurdos. A tela se desconfigura sozinha, sem explicação, bagunçando os ícones que a gente organizou. Pensei que só acontecia comigo, mas vi que se trata também de um problema recorrente. E há ainda relatos de que o aparelho possa estar acessando a internet sozinho, sem indicação disso ao usuário, desperdiçando créditos.

Então, pois é: vão ainda precisar injetar muito ânimo na Motorola para ressuscitá-la. Aliás, a empresa deveria estar discutindo uma forma de indenizar os clientes que compraram um aparelho com tamanhas deficiências. E, sobretudo, parar de dizer que se trata de um caso isolado, pois todas as pessoas que usam este telefone, indicam problemas parecidos.

Trânsito e mercado

24 de dezembro de 2011 0

Na quinta-feira, saindo para Gramado, demorei duas horas apenas entre Porto Alegre e São Leopoldo, em virtude de um trânsito infernal e estafante. O motivo? Acontecera um acidente envolvendo caminhões na pista contrária, sentido Novo-Hamburgo para Capital, e a turma caipora diminuía a velocidade para olhar. A Polícia não deu mostras de fazer nada, isto é, não se coçou para punir o pessoal que diminuiu a velocidade sem necessidade, produzindo uma tranqueira monstruosa, muito embora esta seja uma infração da lei de trânsito. Numa cidade que cresce, pequenos gestos de incivlidade podem acarretar desdobramentos bem desagradáveis.

Dentre os contratemos advindos desse atraso, cheguei a Gramado bem mais tarde do que o previsto, o que me obrigou a fazer as compras no Supermercado Nacional. Não gosto deste estabelecimento. Sempre falta alguma coisa óbvia lá – dessa vez, não tinha mozarela de búfala! As verduras não são fresquinhas como poderiam ser. Mas o pior é a fila nos caixas. É tanta engronha na hora de pagar a conta, que os administradores resolveram montar um brete com cestos entupidos de bugigangas. Fica, assim, evidente ser mesmo o objetivo que as pessoas fiquem quarando nas filas, pois, assim, espera-se, os trouxas dos clientes tenderão a ainda levar umas das porcarias dispostas nestes cestos. Estes, a propósito, são tantos e tão grandes que ninguém mais nem mesmo consegue circular direito com os carrinhos junto aos caixas. Então, além de lento o desconforto é muito grande. Não fossem em Gramado alguns pequenos mercadinhos, estaríamos perdidos! O De Barba, por exemplo, é ótimo: frutas e verduras fresquíssimas, sempre! Mas falta em Gramado em grande mercado, bem organizado e com bom serviço, como os que existem em Porto Alegre e em Caxias do Sul.

E o tele-taxi?

08 de julho de 2011 3

O serviço de taxi em Porto Alegre está começando a colapsar. No passado, o problema com a Cidade, maior tele-taxi que se tinha por aqui, eram os mini-carros, com duas portas, sem ar-condicionado e um motor mil totalmente inadequado para o trabalho de praça. Ao se chamar um carro, era preciso ser explícito quanto à qualidade desejada. Parece que superamos essa fase. Agora, contudo, fica-se esperando para ser atendido – “a sua é a quinta ligação da fila”, informa uma voz mecanizada, “e seu tempo de espera é de: 2 minutos”. E lá vai você pendurado ao telefone. Ao ser atendido, vem o tempo de espera para que o taxi chegue. Até há pouco tempo eram 5 minutos, já passou para 10 e agora já pedem mais de 15 minutos. Dizem que é por causa do trânsito. Pode ser. Mas vamos lembrar também que desde que a Cidade trocou o velho rádio pelo novo GPS deixou de ter bases de apoio nos bairros. Pode ter diminuído os custos operacionais, mas contribuiu para aumentar o tempo de espera do passageiro.

Aí tentei o ponto de taxi do bairro. É uma loteria! Chama, chama e não atende, pois os carros não ficam parados no ponto.

Outras companhias também não rendem. Uma tal de Rota, por falta de veículos, tem passado chamadas para o pessoal da Cidade atender. Já a Transtaxi Radiotaxi é o auge da desconsideração! Garantiram-me um carro em 10 minutos. Depois de 25 minutos de espera ligo perguntando pelo carro, a atendente diz com a maior cara de pau: “não conseguimos um carro para o senhor; o senhor continua aguardando?” Claro que não! Perdi o meu compromisso! Gente assim tinha de ser punida de alguma forma. Mas será que a EPTC fiscaliza?

Enfim, é óbvio que não há taxis suficientes em Porto Alegre hoje. A Prefeitura está dormindo no ponto e deixando o cidadão a mercê de um serviço cada vez mais deficiente. É preciso reagir rápido, aumentando significativamente as licenças.

Telefones da TAM não atendem passageiros do interior!!

25 de junho de 2011 3

A TAM continua um lixo! Por falta de opções, preciso voar com esta companhia, de vez em quando. Hoje tentei ligar para o 0800 570 5700, pois estou no interior. Queria remarcar uma passagem. Mas uma gravação informa ser necessário ligar para o 4002 5700. Tento e uma outra gravação informa não existir este número. Liguei para o “simpático” “Fale com o Presidente”, para solicitar a remarcação. Disseram que somente o conseguiria por um dos dois telefones mencionados, ou diretamente numa loja da TAM, o que, evidentemente, no meu caso, é impossível, porque estou no interior, onde não há lojas da TAM. A atendente teve a cara de pau de dizer que eu precisaria pedir para alguém em alguma capital ligar para mim ou ir a uma loja por mim e resolver a remarcação. Tipo assim, passageiro da TAM que está no interior é tratado como se fosse lixo! Pedi então que alguém da TAM me ligasse, para que eu conseguisse remarcar a passagem. Isso também é impossível, me informa a atendente. Tudo o que eu consegui fazer foi registrar mais uma inútil reclamação. É assim que o Brasil pretende receber uma Copa do Mundo? É assim que o Brasil pretende se desenvolver? Com esse nível de incompetência e descaso no setor aéreo?

Passando por Natal

22 de junho de 2011 1

Oi pessoal! Passei alguns dias longe do blog. Também não consegui ler os jornais. Mas foi por uma boa causa: estive em Natal!

Natal é decididamente uma das cidades que mais aprecio. É linda, limpa, organizada, tranquila e o povo é amigável e gentil. Tem uma ocupação urbana razoavelmente planejada, sobretudo se a compararmos com outras capitais nordestinas. Em Recife, por causa dos prédios enormes da beira da praia, o sol na areia some depois da uma hora da tarde. É absurdo. Em Fortaleza, a parede de prédios à beira mar bloqueia até a passagem da brisa marinha para o coração da cidade. Sim, gosto de Recife e Fortaleza, mesmo assim. Mas acho que Natal está fazendo melhor escolha nesse sentido, contendo a exploração imobiliária desenfreada.

Por força do trabalho, precisei visitar estabelecimentos hoteleiros na cidade. Fiquei positivamente impressionado com a qualidade de alguns hotéis. Quartos, ambiência e áreas de lazer bem estruturados e decorados. Dessa vez, tive a oportunidade de almoçar no excelente restaurante do Pestana, uma construção rústica à beira mar, onde foi possível saborear uma moqueca dos deuses! E, claro, não podia faltar uma passada pelo sempre excelente Camarões, restaurante que é uma das marcas registradas da cidade.

Na segunda-feira à noite, assisti à posse do Procurador-Geral de Justiça do Rio Grande do Norte, o Promotor Manoel Onofre de Souza Neto, que é pessoa muito querida por lá. A cerimônia foi abrigada no adorável Teatro Alberto Maranhão, uma pequena joia, muito bem preservada. Inaugurado em 1904, a fachada segue elegante estilo belle époque francês, com magnífico piso em ladrilhos belgas e camarotes guarnecidos por rendilhados gradis de ferro. A posse foi muito simpática. Começou com o conjunto de cordas da Escola de Música da Universidade Federal, cujo programa trouxe Villa-Lobos e Grace Jones, e terminou com um coquetel no agradável foyer, embalado pela afinada banda de rock Uskaravelho.

Chamou-me a atenção que o Estado do Rio Grande do Norte é território comandado majoritariamente por mulheres. A governadora é Wilma de Farias. A Prefeita da Capital é Micarla de Souza. A Presidente do Tribunal de Justiça é a Desembargadora Judite Nunes (que, aliás, ascendeu ao Tribunal pelo Quinto). O Colégio de Procuradores de Justiça do RN é composto por maioria de mulheres. Eu nunca antes havia assistido a uma cerimônia oficial com tantas mulheres em posição de comando. Adorei!

Bom, enfim, de volta ao blog, já vou colocando-o em dia. Eu tinha rabiscado no sábado um post sobre o tema do sigilo da documentação diplomática. Vou dar uma revisada e o publico em seguida.

Entrega da Zero Hora em Florianópolis (ainda não foi) regularizada

18 de junho de 2011 0

Depois de quase um mês de suplício, foi retomada nesta segunda-feira a entrega regular da minha Zero Hora aqui em Florianópolis. Estive bem próximo de cancelar a assinatura. Afinal, parece que eles conseguiram resolver o problema. Estou contente com o desfecho e na torcida para que a qualidade do serviço se mantenha.

Publiquei o texto acima hoje pela manhã quando ainda acreditava que a Zero Hora estava a caminho. Bom, não chegou. Continuam as falhas, segue o descaso. Só me ligam da Zero Hora para confirmar a entrega nos dias em que o jornal efetivamente é entregue. No dia seguinte a uma ligação do tal controle, o jornal já não chega. A turma por lá se faz de salame. A coisa está chata.

E nos aeroportos...

12 de junho de 2011 0

E mais uma vez o caos nos aeroportos se instalou. Quando percebi o drama se aproximando, tratei de cancelar um bate-e-volta que pretendia fazer, entre Florianópolis e Porto Alegre. Ok, vulcões podem dificultar as coisas para a aviação. Mas as cenas registradas nos aeroportos pela imprensa são, mais uma vez, constrangedoras, para dizer o mínimo. Empresas e funcionários despreparados para lidar com surpresas como estas, orientando mal os passageiros, desassistindo o público. Continuamos sempre pagando um alto preço pela quebra da Varig, empesa que jamais teria tolerado dispensar tratamento desse jaez aos passageiros na época de seu funcionamento. A Varig funcionava como um regulador de qualidade na aviação brasileira, um referencial que se perdeu.

Servidor Terra movido a manivela

09 de junho de 2011 3

O servidor Terra vira e mexe me surpreende pelo atendimento tecnicamente precário. Desde ontem, amigos me informaram que meu e-mail está devolvendo as mensagens, notificando estar a caixa de entrada lotada! Como o Windows Live do meu computador deixa cópia do original das mensagens na caixa de entrada, precisei entrar no Web mail (sempre muito lento, aliás) para apagá-las. O Terra, surpreendentemente, não tem um comando “esvaziar pasta”: você precisa se submeter ao processo idiota de apagar página por página. Se existem centenas de e-mails armazenados em sua caixa, esta operação pode consumir um tempo bem razoável. O que eu não sabia, todavia, é que o Terra também consome um tempo atroz para esvaziar automaticamente as pastas Lixeira e Spam. Como as duas estavam cheias, engoliram toda a memória da minha conta! Então, por absurdo que pareça, as pastas da Lixeira e do SPAM bloquearam meu e-mail! E só descobri isso depois de recorrer à assistência técnica on-line. Mais uma vez, perdi uma hora, ou mais, para esvaziá-las. Cada página tem uns 20 ou 30 e-mails, sei lá. É pré-histórico! Um Terra movido à manivela! Para completar a aporrinhação, eles colocaram lá um banner, informando que o lay out da conta ficaria mais bonitinho se eu usasse o navegador Explorer. Não gosto do Explorer! Desde que há alguns anos esta joça trancava a todo instante, migrei para o Mozzilla. Prefiro ficar sem o lay out bacaninha e manter o Mozzilla. O problema é que faltou combinar com os russos: muito embora o banner tivesse um comando opcional “não mostrar esta mensagem novamente”, não importa quantas vezes eu o marcasse, o banner sempre aparecia novamente e bloqueava a operação, até que, mais uma vez, eu o expulsasse, manualmente. Não me parece que o Terra teha o direito de constranger os seus clientes a usarem o Explorer! Repeti nesta manhã estes comandos dezenas e dezenas de vezes para poder ter meu e-mail de volta. Definitivamente, o Terra está precisando de uma injeção de modernidade e tecnologia. Não é possível um servidor oferecer um serviço assim tão precário e antiquado.