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Posts na categoria "Infraestrutura"

Péssimo serviço da Brava Linhas Aéreas

26 de maio de 2013 2

A aviação regional continua sendo um problema dramático no Brasil. Cada vez pior, me parece. A companhia NHT, que prestava um bom serviço, foi recentemente comprada pela Brava Linhas Aéreas e o serviço está incrivelmente desorganizado. Se antes a NHT funcionava com seis aviões, a Brava opera agora com apenas dois. Um deles é utilizado ao mesmo tempo para a linha Porto Alegre, Rio Grande e Pelotas e para a linha Porto Alegre, Erexim, Passo Fundo. O resultado é um total descaso, uma tremenda irresponsabilidade, porque se se verifica qualquer atraso na linha sul, em Pelotas, por exemplo, seja em função do clima, ou em função de algum problema técnico, o avião nem mesmo consegue aterrissar em Passo Fundo. Na última quarta, embarquei num voo de Porto Alegre para Passo Fundo que saiu com mais de uma hora de atraso. Na decolagem, fomos informados de que haveria uma escala em Erexim, a qual não estava indicada no bilhete, tampouco no itinerário disponibilizado no site. Mas, ainda assim, chegamos bem, num voo tranquilo, conduzido por um piloto experiente e simpático, quem eu já conhecia da antiga NHT. No dia seguinte, ao chegar ao aeroporto em Passo Fundo eu e mais 11 passageiros fomos informados de que o horário do voo fora transferido das 19hs13min para 20hs. Mesmo assim, o avião atrasou e, afinal, não conseguiu aterrissar, em função do nevoeiro que se formou por volta das 21hs. Houve muita confusão no atendimento aos passageiros, que apenas puderam optar entre transferir o voo para a manhã seguinte (mas sem garantias de que o avião chegaria) ou embarcar numa viagem de mais de quatro horas em uma van para Porto Alegre. Não se disponibilizou nem hotel, nem voucher de refeição aos passageiros, como determina a legislação brasileira nesses casos. Os funcionários, visivelmente despreparados para lidar com situações como estas, deixaram passageiros que perderam conexões em Porto Alegre na mão, sequer conseguindo contatar e remarcar seus voos por outras companhias. Não dá para entender como uma companhia com uma organização tão precária é autorizada pela Anac a existir. Esses problemas estão se repetindo diariamente. É evidente que a Anac tem responsabilidade subsidiária no imenso prejuízo que está sendo causado aos passageiros.

Linhas de telefone fixo da Oi deixam de funcionar há mais de uma semana no Bairro Bavária, em Gramado

26 de maio de 2013 0

Está acontecendo em Gramado uma situação bizarra. Desde o dia 17 de maio, pelo menos, telefones fixos da operadora Oi deixaram de funcionar no Bairro Bavária, conhecido ponto turístico da cidade e que abriga inúmeras pousadas e hotéis, inclusive. A operadora tem sistematicamente ampliado o prazo estimado para a solução do problema. O que deveria ter sido, segundo a sua própria área técnica, solucionado até o dia 20, no máximo, agora não tem previsão de conserto antes do dia 28. Uma boa parte do bairro está sem telefone. Veremos qual a justificativa para esta falha monumental, como a companhia indenizará os usuários do serviço e qual a multa que a Anatel aplicará.

O colapso do serviço de taxis em Porto Alegre

10 de abril de 2012 4

Desde que fui morar em Florianópolis, tornei-me usuário bem mais frequente do serviço de transporte público em Porto Alegre. Afinal, chegando à Capital de avião ou de ônibus, a locomoção na zona urbana depende de outros meios, que não o veículo particular. Lembro-me da época de estudante, nos anos 1980 e 1990, quando eu costumava usar mais o transporte público. Os ônibus eram velhos, viviam lotados, às vezes sujos, a malha de linhas era precária e o atendimento dos funcionários ruim. Isso tudo mudou muito! Hoje, a cidade conta com uma frota renovada e uma malha bastante eficiente. Andar de ônibus ou de lotação é quase sempre uma experiência confortável.

Em compensação, desorganizou-se incrivelmente o serviço de taxis. Todo mundo reclama! Há dois anos venho denunciando esta barbaridade aqui pelo blog. De uns tempos para cá, o tema ganhou as manchetes dos jornais. Mas a Prefeitura, nada faz!

São poucas as cooperativas e companhias de teletaxi atuando na cidade. Em horários de pico e em dias de chuva, é impossível conseguir ser atendido ao telefone. As atendentes simplesmente tiram o telefone do gancho! Faltam veículos nos pontos de taxi. Em alguns, estabelecem-se filas monumentais. Reconheço que seja difícil de atender um fluxo ímpar como o do retorno do feriadão de Páscoa na rodoviária. Mas o problema do ponto de aeroporto Salgado Filho existe há anos e acontece em qualquer dia. E ninguém faz nada!

Certa vez, depois de perder cerca de meia hora esperando um táxi no aeroporto – e olha que era um dia normal, nada de feriadão – liguei para a EPTC para reclamar. Disseram-se que não tinham nada a ver com isso, que a fiscalização do funcionamento do ponto cabia à cooperativa. Vejam, cidadãos de Porto Alegre, a que situação absurda estamos condenados! O próprio prestador do serviço se autofiscaliza.

No ano passado, uma fratura obrigou-me a depender por um mês de muletas, de bengala e, logicamente, dos taxis. Foi um pesadelo! Quando se tem alguma dificuldade de locomoção, quando se está carregado de malas, o serviço de taxi não é um luxo, mas um gênero de primeira necessidade! Uma cidade que não consegue organizar este serviço convenientemente desrespeita o cidadão.

Um aspecto positivo no serviço de taxis em Porto Alegre é que a maior parte dos motoristas é composta de gente educada, honestíssima e respeitadora das leis de trânsito. Sou fã dos nossos taxistas. Não acreditam em mim? Experimente usar regularmente os taxis em cidades como Florianópolis, Rio de Janeiro ou – a pior de todas! – Buenos Aires! No Rio, a coisa já melhorou muito. Mas ainda há risco de se tomar um veículo imundo ou ilegal. Em Florianópolis, a regra dos taxistas é dirigir muito acima do limite de velocidade, falando ao celular, tagarelando baboseiras com os coitados dos passageiros. Depender de taxi comum em Florianópolis é uma praga! Em Buenos Aires, então, a todos estes problemas, soma-se razoável quantidade de motoristas sem vergonhas, que tentam roubar os passageiros. Se você for a Buenos Aires, não confie nos taxistas!

Diz a EPTC que não adianta conceder licenças extras tendo em vista eventos pontuais, como a Copa do Mundo. Estou de acordo. Mas já faz muito tempo que o dia-a-dia do usuário do serviço virou um inferno!

É evidente que faltam licenças em Porto Alegre! A Zero Hora já denunciou aquilo que todos sabiam, por ouvir dizer e por dedução lógica: que há um comércio paralelo e ilegal de licenças na cidade! Todos sabem que a concessão de licenças está congelada desde 1973. De lá para cá, muita coisa mudou. Se a população pode ter aumentado relativamente pouco, há um fluxo muito maior de pessoas de fora pela cidade, como aquelas ligadas ao turismo de eventos ou de negócios, por exemplo. O interior do Estado cresceu e as pessoas viajam mais. Dependem da rodoviária, do aeroporto e dos hospitais da Capital, por exemplo. E, além disso, imaginem o impacto numa cidade como Porto Alegre da enorme ascensão social que animou o Brasil nos últimos dez anos! É claro que as pessoas estão com mais dinheiro no bolso e mais dispostas a usar serviços como o de taxi!

Só ampliar significativamente as licenças resolveria tudo? Provavelmente não, embora resida aí o X da questão. Também seria preciso obras de engenharia em pontos mais tumultuados, como o da rodoviária e do aeroporto e, sobretudo, uma fiscalização com mais aferro e mais transparência sobre o serviço das cooperativas. A população tem o direito de exigir que as cooperativas sejam multadas quando tiram o telefone do gancho. E se não o são, alguém tem de explicar porque estamos reféns dessa barbaridade! É vácuo de atribuição? Incompetência? Falta de estrutura? Alguma maracutaia? Sei lá, mas a resposta tem de ser dada!

Se o Prefeito não enxerga isso tudo é porque está cego! Eu estou entre os mais de 70% de porto-alegrenses que aprova a gestão do Prefeito José Fortunati. Penso que é o melhor Prefeito que a cidade tem em muitos anos! Mas não é possível tapar o sol com a peneira nesse caso. A reação dele ao problema tem sido lenta e insatisfatória. Se a EPTC está mostrando incompetência para gerir o problema, o que já está mais do que notório para os usuários do serviço, deveria um Prefeito dinâmico chamar esta gente à responsabilidade e intervir no processo. É a imagem dele que está em risco aqui. E Fortunati é candidato à reeleição.

Não tem cabimento estarmos há anos discutindo este tema. O assunto já encheu o saco! Está na hora de ações objetivas e concretas. Chega de nhém nhém nhém!

Porto Alegre e as obras que estão começando

05 de janeiro de 2012 8

Bem legal a animação feita para a Prefeitura de Porto Alegre pela Hype. Dá para ver bem a quantidade e grandiosidade de obras importantes previstas para a cidade. Há décadas Porto Alegre não passava por uma repaginada dessas. Parabéns a todos os envolvidos neste processo!

Dilma: início encorajador

05 de fevereiro de 2011 0

A cada dia que passa, estou apreciando mais o desempenho de Dilma Rousseff na Presidência da República. Ela está mostrando agilidade, competência, discrição e autoridade. Em tudo, uma atitude definitivamente mais republicana do que a do populista Lula, seu antecessor e padrinho. O Governo Lula trouxe conquistas notáveis para o Brasil, todos o sabemos e o reconhecemos. Mas também foi um governo extremamente tolerante com a incompetência e, por vezes, também, infelizmente, com a corrupção. Basta dizer que, no apagar das luzes de seu governo, cavalgando popularidade inaudita, Lula permitiu que sua biografia fosse emporcalhada pelo melancólico caso dos passaportes diplomáticos distribuídos aos seus marmanjões.


O recente episódio do apagão no Nordeste ilustra bem a mudança de atitudes. Quando Ministra das Minas e Energia, Dilma, bem em sintonia com o espírito do governo na época, tergiversou sobre as reais causas do mega-apagão de 2009. E, tipo, faz-de-conta que a opinião pública mais esclarecida acredita que a causa daquilo residiria nuns raiozinhos. Hum, hum… Agora, quando o Ministro de Energia Edson Lobão já amorcegava o caso, registrando ter-se tratado apenas de uma perda temporária de energia, sem maiores conseqüências, Dilma chamou-o na cincha, declarando que o problema era, sim, grave, e exigia explicações e medidas imediatas, tanto dele, quanto da Aneel.


E, se vocês pararem para ver, em cada área do governo dá para sentir esta mudança de perspectiva. Vejam o assunto dos caças franceses. A Dilma acabou logo com aquela patuscadas de comprarmos os caças franceses porque a França é nossa amiguinha e decidiu reabrir o debate, numa perspectiva técnica. Mas, além disso, estabeleceu um dead-line para a definição: meados de 2011. Tudo muito justo e objetivo.


Os gringos estão atentos para isso também. Já deu no Financial Times, num editorial de sexta-feira passada, que Dilma rompeu de várias maneiras animadoras com políticas de seu antecessor. Cita, entre outras coisas, os exemplos reveladores dos equívocos da Era Lula na relação com o Irã, que só trouxe prejuízos ao Brasil, bem como sua disposição de marcar uma reunião ministerial numa sexta-feira, quando a turminha de Brasília adora despencar para as suas “bases”. O link no Estadão reproduz o interessante editorial do jornal britânico: http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2011/02/04/dilma-%E2%80%98rompeu-com-politicas-de-lula%E2%80%99-diz-%E2%80%98financial-times%E2%80%99/



Só posso aplaudir esse desempenho. Sem medo de assumir eventuais falhas, disposição de enfrentar o problema, transparência, respeito para com a opinião pública e para com o cidadão que vota e paga impostos. É assim que se constrói uma república de verdade!

Desorganização nos Correios

05 de fevereiro de 2011 0

O Governo Lula fez coisas extraordinárias pelo Brasil. Mas, também, investiu contra instituições tradicionais, sérias e que contavam com inabalável credibilidade junto à população, em alguns casos, quase as destruindo. É caso, por exemplo, do vestibular, arrasado por esse vexame do ENEM. Mas é o caso também dos Correios. Eu lembro, nos anos 1980, quando o País atravessa uma de suas piores crises de autoconfiança, das poucas coisas que podíamos nos orgulhar, era da eficiência do serviço dos Correios brasileiros. Muitíssimo superior ao da Alemanha e da Inglaterra. Agora, a desorganização é total. No ano passado, alguns sedex que enviei de Porto Alegre para Belo Horizonte precisam de uma semana para serem entregues!! Gente, uma semana! Deveria ser apenas 24 horas. Ontem, dia 4, recebi uma carta postada dia 31 de janeiro, de Brasília, com o selo “urgente”. Pode?! É uma vergonha!

Detalhes de Natal e Ano Novo

06 de janeiro de 2011 0

Então, fiquei alguns dias longe do blog. Culpa das festas de fim de ano, lógico.


O Natal, passei em Gramado. O clima estava perfeito. Gramado não poderia ser melhor nesta época do ano: calorzinho sem necessidade de ar-condicionado e cobertorzinho à noite. Cheguei a tempo de colher os pêssegos no pomar do jardim, mas o destaque todo especial foi para as framboesas silvestres – vermelhíssimas e suculentas!


A chatice ficou por conta do atrolho de gente. Gramado está começando a ficar inviável. É tamanho o afluxo de pessoas por conta do tal Natal Luz que as vias ficam entupidas e as calçadas apinhadas. Não se consegue caminhar, nem chegar às lojas, muitas das quais ficam vazias, já que os consumidores são afugentados por uma horda de festivos expectadores do show. Nos restaurantes lotados, esbarra-se o tempo todo numa massa de gente tansa, que empaca no Buffet, cata grãzinho de arroz na hora de se servir, e dificulta ainda mais o fluxo. Se você quiser fugir para um restaurante à la carte, prepara-se para os preços escorchantes. Dizem que o tal Natal Luz rende horrores para a cidade. Não sei: cada vez ouço mais falar de gente que evita a cidade nesta época do ano. Refiro-me aos chamados “veranistas”. Acho que está mais do que na hora de nascer um outro refúgio na serra.


Festejei a virada em Santa Catarina, numa festa adorável em Governador Celso Ramos, pertinho de Florianópolis. Um lugar lindíssimo!


O problema foi a volta. Por motivos diversos, precisei retornar a Porto Alegre na segunda-feira, dia 3. Que inferno! Uma carreta tombada tornou ainda mais tormentosa a passagem por Laguna, um dos vários trechos onde a BR 101ainda não está duplicada. Consumi três horas para vencer o curto trajeto. Uma viagem que normalmente consome 6 horas de carro, dessa vez exigiu 10 horas. É o fim da picada que esta obra arraste-se com tamanha lentidão! Trata-se de um dos mais gritantes atestados de incompetência gestora de parte do Governo Federal.


O trecho da BR 101 no Rio Grande do Sul está muito melhor. Os túneis novos de fato são um show! Mas falta, ainda, sinalização adequada. Trafegar nesta autopista  à noite e com chuva, como acabou acontecendo comigo, é uma temeridade.

Boas notícias para o Rio Grande do Sul

21 de dezembro de 2010 0

Aliás, o Governo Yeda Crusius, que transcorreu enredado em conflitos absurdos e descurou completamente algumas áreas – como a Cultura, como todos sabem –, está chegando ao final com um festival de boas notícias para o Rio Grande. Além da inauguração da linha catamarã entre Porto Alegre e Guaíba, destacam-se a inauguração da RSC 471 – que encurtará em 110 km a ligação entre o Norte do Estado e o porto de Rio Grande, além de desafogar o trânsito na BR 116 e na BR 386 –, e o saldo de R$ 3,6 bilhões no caixa único do Estado. Trata-se de duas conquistas históricas.


Em minha tese de doutorado, demonstrei como e porque o transporte no Rio Grande do Sul foi historicamente centralizado em Porto Alegre, em decorrência de uma política artificial, oligárquica e autoritária. Com o tempo, sobretudo a partir da Revolução de 1930, esta política até perdeu sentido, mas permaneceu sendo reproduzida, mais por inércia do que por lógica, creio. Agora, finalmente, um tabu histórico foi quebrado.


Não menos importante é o saldo no caixa único. Há décadas os governantes do Rio Grande vêm empurrando o problema do déficit com a barriga. Tarso Genro assumirá com a condição mais favorável nos últimos 100 anos!


São conquistas que, a despeito de todas as críticas que se podem endereçar ao Governo Yeda, não podem deixar de ser efusivamente celebradas.

O catamarã PoA-Guaíba e a retomada do transporte hidroviário de passageiros

21 de dezembro de 2010 0

Adorei a notícia da ativação da linha catamarã entre Porto Alegre e Guaíba. Finalmente surgiu gente com visão e coragem para aproveitar com mais inteligência os nossos recursos hídricos. Não tem cabimento continuarmos reféns dessa palhaçada rodoviária, quando por água podemos chegar com mais conforto e economia a um destino almejado.


Tomara que a iniciativa seja prestigiada e prospere. Tomara que em breve outras linhas sejam inauguradas. Eu, por exemplo, que moro na Zona Sul e tenho escritório no Centro, adoraria poder fazer esse percurso por água, se houvesse economia de tempo e dinheiro, notando que, no Centro, o estacionamento é escasso e caro.


Quem deveria se acordar para a iniciativa em Porto Alegre é Florianópolis. A lindíssima Capital catarinense padece com um dos mais absurdos serviços de transporte público que já vi. Lá, tudo converge para o Centro. Uma pessoa que mora em Palhoça, na região Metropolitana, por exemplo, para ir de ônibus a um bairro de São José, literalmente ao lado, precisa atravessar uma grande distância até o Centro de Florianópolis para depois retornar a São José. Com isso, perde-se tempo e dinheiro. Sem mencionar que as estradas ficam desnecessariamente lotadas. Já quem mora no Norte da Ilha, por exemplo, e deseja ir  Governador Celso Ramos, precisa viajar quase duas horas de automóvel, quando poderia fazer igual trajeto em 15 minutos de lancha. É patético. Não há a menor inteligência nisso. Zero de articulação entre as cidades vizinhas!


A grande Florianópolis precisa urgentemente de linhas transversais de ônibus e de linhas aquáticas, interligadas por marinas públicas. É tão óbvio que não consigo entender porque ninguém lá faz isso.

Estradas

24 de agosto de 2010 3

Ontem atravessei a região dos Campos de Cima da Serra, no Rio Grande do Sul, pois foi a rota que escolhi para seguir de Gramado a Florianópolis. De Tainhas até Terra de Areia, a estrada esta excelente. Finalmente foi concluído esse trecho da chamada Rota do Sol. Em compensação, o percurso entre São Francisco de Paula e Tainhas continua com o asfalto debulhado em vários pontos, representando desgaste para o carro e risco para o motorista. Esta situação já está assim há vários anos, mas nada é efetivamente providenciado. Todavia, nada que se compare com o suplício da BR 101. É absolutamente inaceitável que a duplicação de uma estrada consuma mais de sete anos. Restam ainda vários trechos com desvios ao sul de Palhoça. E nos trechos aonde já se registra a duplicação, a sinalização é precária, tornando a viagem um risco, sobretudo para quem dirige à noite. Porém, não há dúvida de que a situação já está muito melhor do que há sete anos atrás. A questão é, porque esta duplicação se arrasta dessa maneira? Quando será concluída?