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Posts na categoria "Sem categoria"

Livro novo - 100 do Contestado: memória, história e patrimônio

13 de junho de 2014 0

 

O jornalista Paulo Clóvis Schmitz, do Jornal Notícias do Dia, de Florianópolis, produziu essa matéria bem legal sobre o livro 100 Anos do Contestado: memória, história e patrimônio, do qual sou um dos organizadores e que foi lançado na segunda-feira dia 9 em um bonito evento promovido pelo Ministério Público de Santa Catarina no Palácio Cruz e Souza, em Florianópolis. Materia ND Contestadorevisitado

No site do MPSC saiu essa matéria: 100 anos do contestado.

 

 

 

 

 

 

Patrimônio Histórico e Memoriais do Ministério Público

15 de julho de 2011 0

Dentre as atividades bacanas que o Memorial do Ministério Público do Estado de Santa Catarina vem propondo, está a II Congresso Nacional dos Memoriais do MP e o I Seminário Memória e Cidadania. Posto o folder aqui. Estão todos convidados.

Ausente

20 de janeiro de 2011 0

Há dias estou ausente daqui do blog. Foi o trabalho que me abduziu: uma semana em Florianópolis, com muitas reuniões; uns dias em Porto Alegre, sempre agitados; outros passados em Gramado, com um texto sobre Porto Alegre e outro sobre o Ministério Público de Santa Catarina para escrever. Foram, assim, se empilhando os assuntos a serem tratados. Não vou conseguir abordar todos os que eu queria, pois novos já vão surgindo, mas tentarei compensar alguma coisa. Parece que, com esse blog, arrumei mais um estímulo para me sentir em déficit com as coisas. Paciência! Ao fim e ao cabo, gosto do convívio com o blog.

Ainda a dificuldade para os leitores postarem comentários aqui no blog

08 de janeiro de 2011 0

Voltei a receber, nos últimos dias, várias mensagens de leitores alertando para o fato de não estarem conseguindo enviar comentários aos posts aqui no blog. Muitos falam nas mensagens de erro que aparecem depois de digitado o código de segurança. Outros reclamam que a tela simplesmente tranca. É uma pena que isto esta acontecendo. É evidente que o debate fica comprometido. Tornei a repassar o assunto aos administradores do blog. Peço a todos desculpas e compreensão.

Dificuldades para postar comentários aqui no blog

24 de dezembro de 2010 4

Nas últimas semanas, caiu o número de comentários postados pelos leitores aqui no blog. Por e-mail, recebi relatos de dificuldades variadas. Houve quem tenha desistido de enviar um comentário face à exigência de cadastro. Houve quem tenha tentado fazer o cadastro, não tendo, contudo, chegado a receber o e-mail para a sua ativação. Houve ainda quem tenha tentado digitar as letras de segurança, mas o sistema travou. A todos, peço desculpas e compartilho já terem os relatos sido transmitidos aos gestores do site, de sorte que os problemas estão sendo resolvidos. Peço compreensão a todos. Aproveito para desejar-lhes um Feliz Natal!

Links cegos aqui no blog

19 de dezembro de 2010 0

Desculpem-me aqueles que estão com justeza reclamando dos links cegos que posto aqui no blog. Infelizmente, ainda não me adaptei ao novo editor do blog, o WordPress. Antes era muito fácil inserir links para páginas na Internet para vocês. Mas, agora, os comandos foram involuntariamente suprimidos e eu ainda não consegui solucionar o problema. Estou pedindo orientação.

Nova versão do WordPress é um atraso!

18 de outubro de 2010 0

O motivo pelo qual os meus posts estão desformatados desse jeito é que o CliCk RBS atualizou a versão do wordpress, nosso editor aqui. Já vou até postar a crítica em público: a nova versão é péssima! Deixa o sistema muito mais lento, trava a toda hora e não permite acesso a alguns comandos. É um equívoco!

Breve recesso

22 de julho de 2010 2

Caros amigos. Tenho andado distante do blog nos últimos dias, bem o sei. É porque tenho viajado mais, engajei-me em novos projetos que agora se iniciam e estou com um volume expressivo de coisas para escrever: artigos, relatórios, etc… E o blog é sempre uma distração nesses casos. Assim, precisei conceder-me um breve recesso. Mas em breve estarei de volta, com novos posts.

O inferno das senhas e do auto-atendimento

09 de julho de 2010 2

Quando as caixas automáticas surgiram, em tempos pré-históricos, um único serviço – o Banco 24 Horas – condensava todos os bancos. Basicamente, o que se podia fazer, então, com um cartão magnético era sacar dinheiro de uma conta corrente. A novidade, claro, foi acolhida como um grande conforto: de repente, podíamos sacar dinheiro a qualquer hora do dia, ou da noite, sem depender mais do horário comercial dos bancos.

Mas os problemas não tardaram. Não precisou muito para descobrirmos que os bandidos também achavam ótima a idéia dos cidadãos trabalhadores irem sacar os seus troquinhos no meio da noite. Foi o que bastou para que uma onda de assaltos sepultasse os quiosques do 24 Horas que estavam espalhados pelas cidades.

Tudo bem, porque, afinal, não passava de um conforto, um luxo extra para o cliente. Podíamos perfeitamente voltar a fazer, como sempre, os nossos saques na boca do caixa.

Mas o conceito era tentador para instituições bancárias sempre ávidas pela redução de custos e maximização dos (próprios) lucros. Todos os bancos acabaram instalando as suas caixas automáticas, suas agências eletrônicas. Sempre, claro, com a nobre justificativa de que o auto-atendimento ganhava em agilidade…

Aos poucos, as tais caixas automáticas começaram a oferecer múltiplos serviços: saques, estratos, saldos, depósitos, transferências, pagamentos… E tarefas que antes eram executadas pelos funcionários dos bancos, agora são feitas por nós mesmos. Como a emissão de talões de cheques. Quando antes os talões podiam ser retirados no caixa ou eram enviados pelo correio, hoje investimos nosso próprio tempo para imprimi-los, destacar as folhinhas, grampear o maço. E lá se vão uns bons 10 minutos. Tudo somado, penso em quantos postos de trabalho não puderam ser reduzidos nos bancos. Sempre, claro, com a nobre justificativa de que somos nós, os clientes, quem ganhamos com o auto-atendimento.

Paralelamente a diversificação dos serviços/encargos, as operações foram ficando cada vez mais complexas. Instaurou-se uma verdadeira arrogância da tecnologia. Filas se formam. E as pessoas ficam ansiosas com o tempo que alguns consomem em suas operações. Conheço uma senhora que ficou traumatizada com estas caixas automáticas, desde o dia em que uma delas engoliu o seu cartão. E quando o código de barras daquela conta que precisamos pagar simplesmente não funciona? Precisamos então digitar aqueles números intermináveis. O pior é sempre a terrível seqüência de vários zeros. Eu nunca consigo contar quantos zeros são. E, como simplesmente não há a opção para corrigir, não raro precisamos anular a operação e começar a digitar tudo novamente, o que transforma o simples ato de pagar uma conta num verdadeiro suplício.

E então vem a praga das senhas. Antigamente, bastavam 4 dígitos. Hoje são 6. A eles associaram-se, ainda, três letrinhas. Eis que agora alguns bancos substituíram nossas 3 letrinhas por três conjuntos de duas letrinhas – 6 ao todo, portanto! E haja ginko-biloba para guardar na memória já saturada de tanta informação. Dane-se o sujeito que padecer do infortúnio de necessitar de mais de uma conta bancária: 6 dígitos e 6 letrinhas para cada uma delas! Isso, é claro, sem contar a senha do e-mail, do antivírus, das comunidades sociais na Internet, da Base Lattes, o código da assinatura do jornal, da TV a cabo…

Mas não pára por aí. Outro dia, fui à agência de um Banco na Tristeza, em Porto Alegre, e as máquinas simplesmente não informavam na tela as letrinhas que eu precisava digitar. Refiz a operação várias vezes. Tentei os cartões de outra conta bancária, de outra agência. Troquei de terminal. Nada! As letrinhas que o próprio sistema me havia imposto não apareciam na tela da máquina, de forma que eu não conseguia completar nenhuma operação. Chamei a estagiária – moça muito simpática, mas ocupada atendendo outros clientes. Esperei. Quando finalmente chegou minha vez, ela não acreditou. Precisei mostrar o que acontecia na tela… Ela foi falar com o gerente e voltou dizendo que eu deveria repetir a operação até conseguir, pois aquela anomalia era simplesmente impossível de estar acontecendo. Diante da mensagem absurda, pedi a ela que chamasse o gerente – afinal, os terminais de auto-atendimento ficam separados do resto da agência pela desagradável porta giratória, pela qual não conseguimos passar com celulares, chaves, isqueiros, cintos ou casacos metalizados, bolsas… O gerente não veio. Ataquei um outro gerente que apareceu para auxiliar uma senhora, que também enfrentava alguma dificuldade anômala. Descrevi a situação a ele repetidas vezes. Ele acreditou apenas quando testamos novamente os cartões nos terminais, não sem antes esperarmos a nossa vez nas filas. Disse-me então que eu deveria retirar uma senha – sempre ela! – e esperar a minha vez de ser atendido por um dos gerentes. Fiz isso, não sem protestar, pois, afinal, eu estava sendo punido com uma enorme perda de tempo por uma falha do sistema operacional do banco. Chegou minha vez de ser atendido. Expliquei o que se passava novamente, para a terceira pessoa, que também não acreditou em mim. Fomos, mais uma vez, fazer um teste. Precisei mostrar a este funcionário o recibo que a maldita máquina havia impresso há uns dias atrás com minha nova senha para que ele se convencesse de que eu não tinha esquecido as 6 letrinhas que me cabiam.

Ele se limitou a dizer que aquilo era impossível. Mas, finalmente, deu-me novas letrinhas. Depois de mais de 40 minutos na agência bancária, consegui sacar uns caraminguás. Ao meu lado, uma moça reclamava que a máquina não estava imprimindo recibos de operações que ela havia feito…

O episódio, contudo, permanece sem explicação. Foi uma falha do sistema do Banco que atingiu também outros correntistas? Foi o sistema do Banco vítima do ataque de rakers? A segurança do meu cadastro foi violada? Como se explica, afinal, esta anomalia, e como confiar no sistema de segurança se nem mesmo as senhas que nos informa são perenes? E, em meio a tudo isso, chocou-me a presunção de que a tecnologia não poderia estar errando – eu é que deveria estar fazendo algum procedimento equivocado.

Quem foi que disse, de resto, somos obrigados a engolir as senhas que vomitam sobre a gente? Quem foi que disse que precisamos ocupar nossa memória com informações que deveriam ser geridas pelos bancos? Quem foi que disse que temos de trabalhar para os bancos, quando são eles que nos prestam um serviço pelo qual já pagamos?

Pode ser que eu esteja ficando velho e ranzinza – mas não posso deixar de notar que, pelo menos nesse aspecto, a vida parecia bem mais feliz quando não tínhamos de memorizar tantas senhas, quando não precisávamos fazer o trabalho dos outros, quando éramos recebidos nos bancos por pessoas, e pessoas que admitiam ser o “sistema” falível.

Respostas de Alfredo Manevy às perguntas enviadas à mesa sobre o papel do estado no fomento à cultura, no II Congresso de Jornalismo Cultural

22 de maio de 2010 0

Nos últimos dias, enfrentei algumas dificuldades técnicas para postar no blog. Mas estou de volta. Aliás, cheio de assuntos, mas o tempo não me permite comentar tudo o que eu gostaria.

Bem, Alfredo Manevy,  que é secretário Executivo do Ministério da Cultura e doutor em Audiovisual pela USP, enviou suas respostas às perguntas apresentadas à mesa redonda por mim coordenada que debateu o papel do estado no fomento à cultura no Brasil durante o II Congresso de Jornalismo Cultural. Para ler as respostas, acesse o post do dia 6 de maio.