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Forma de ganhar

06 de julho de 2012 2

A mais convencional de todas é contratar um grande centroavante, daquele de cara feia e posicionamento, e fazer dele a referência de todas as jogadas ofensivas. Se não tiver esse jogador, você deve construir situações ofensivas bem mais complexas. Mas nem por isso menos eficientes. O maior exemplo mundial foi o Barcelona, que roda a bola durante bom tempo e espera pelo bote mortal do Messi.

A seleção da Espanha se comporta de forma parecida. Mesmo não tendo o Messi, conseguiu faturar duas Eurocopas e uma Copa do Mundo. O Corinthians é mais ou menos assim. Tite tratou primeiro de se defender. Em 14 jogos, levou apenas quatro gols. Na hora de atacar, não teve a referência. Mas teve Jorge Henrique de um lado, Sheik pelo outro e as incursões pelo meio de Danilo e Alex.

Assim, o Timão se fez campeão da Libertadores e fez história.

Bolatti

Dorival Júnior não gosta mesmo desse jogador. No último jogo, contra o Bahia, ele viajou até Salvador e ficou de fora até mesmo do banco. No treino de ontem, ficou na reserva de Josimar.

Mas começo a desconfiar de que isso faz parte de estratégia da direção, que contratando Diego Forlán não pode empilhar estrangeiros sob pena de não poder utilizá-los. Bolatti é a bola da vez para deixar o Inter. O Independiente, maior de todos os campeões de Libertadores, deverá ser seu destino.

Laterais

O lateral-direito Gabriel deve estar de volta ao time no final de semana. Não é pela vontade do técnico Vanderlei Luxemburgo, que não gosta desse jogador, mas pelas fatalidades que acompanham o time do Grêmio nesta temporada.

São lesões, punições, enfim, acontece de tudo nas laterais do Grêmio. Sem Julio Cesar, Pará, Fábio Aurélio e Pico, para o lado esquerdo, e Edilson, punido com quatro jogos de suspensão, para a direita, restam Gabriel e Tony ou a improvisação do volante Léo Gago na esquerda.

Você sabia?

* Que o Sala de Redação nesta sexta-feira será na Praça Saldanha Marinho, em Santa Maria?

* Que o volante Fernando foi mais uma vez marginalizado por Mano Menezes da Seleção Olímpica?

* Que o uruguaio Forlán será alvo de estratégia de marketing gigantesca do Inter?

* Que Paulo Henrique Ganso negou que esteja lesionado e deve enfrentar o Grêmio, domingo?

Comentários (2)

  • Elio diz: 6 de julho de 2012

    Pedro, bom dia!

    Se é "estratégia" do Inter deixar Bolatti marginalizado porque querem se livrar do mesmo, isso é a maior burrice que já vi.
    Bolatti é um jogador jovem e foi uma contratação muito cara. Com essa "estratégia" estão desvalorizando um patrimônio do clube, vão acabar deixando o Bolatti sair de graça.
    Prefiro acreditar que Bolatti não está sendo aproveitado por birra do Dorival. Não consigo acreditar que a Direção do Inter está queimando dinheiro dos SÓCIOS desvalorizando Bolatti, um patrimônio do Inter!

    Abraço...

  • silvio jaime fernandes diz: 6 de julho de 2012

    Olá Pedro:....Sobre teu titulo...
    Não discordo do teu comentário, entretanto quero fazer uma ressalva:...
    - Seja qual for o esquema tático do treinador, só dá certo dependendo dos jogadores. É evidente que não tomar gols é meio caminho para a vitória. Mas a idéia de "conjunto" deve prevalecer em campo e isto cabe aos jogadores. Vi a Holanda jogar o famoso "carrossel" com todos defendendo e todos atacando. Isto chama-se humildade dos boleiros, o que não acontece com algums times recheados de estrelas. No papel quaisquer esquemas táticos funciona, seja com jogadores de valores individuais ou não. Na prática são outros quinhentos. Tem um monte de "beicinhos" que não admitem realizar a proposta tática.
    Mais ainda:...Contratações errôneas que as Diretorias fazem. Primeiro contratam e depois especulam se este ou aquele atleta possui uma personalidade de adaptção a filosofia do Clube e seu Treinador.

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