O Grêmio parece estar com mais sorte do que juízo na disputa desta Libertadores. Começou jogando num grupo cujos adversários só se tornaram complicados pela sua própria ineficiência.
O Fluminense, que no ano passado foi campeão brasileiro, ainda não se encontrou nesta temporada.
O Huachipato e o Caracas são equipes de segunda linha. O mais complicado será passar pelo Santa Fe. Um time que se colocou em segundo lugar na primeira fase e que só perdeu para o Grêmio, na Arena.
Depois de ver o Real Garcilaso jogar, chego à conclusão de que, depois de Bogotá, a passagem por Cuzco, mesmo na altitude de 3,6 mil metros, não deverá ser muito difícil para o time do Vanderlei Luxemburgo.
São adversários menores e que podem ser vencidos com naturalidade. Depende só do Grêmio jogar um pouco mais. O caminho é sem muitos espinhos. Centroavante Quem será o substituto de Leandro Damião na quarta-feira, no Centenário, contra o Santa Cruz pela Copa do Brasil? Para mim parece muito claro que é a vez de Rafael Moura, o reserva imediato. Acontece que o time pernambucano vai usar uma grande retranca. Jogo bom para centroavante de posicionamento e grandalhão, caso do He-Man. Caio é um jogador que tem na velocidade seu forte, ou seja, serve muito mais para a jogada de contra-ataque do que para enfrentamentos com retrancas. São Paulo Ferveu o caldeirão do Morumbi.
O presidente Juvenal Juvêncio decidiu, por sua conta, dispensar sete jogadores: Cañete, Cortéz, Fabrício, João Filipe, Luís Eduardo, Henrique e Wallyson. Ao mesmo tempo reiterou que Ney Franco continua. Mas os problemas do São Paulo são maiores.
Rogério Ceni está no final de sua extraordinária carreira. Luis Fabiano também mostra sinais de que está passado para o futebol. Aí, começa a faltar qualidade em um time que quer ser de ponta no Brasil.
