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Viacredi ultrapassa a marca de 400 mil cooperados

16 de abril de 2017 2
Viacredi

Foto: Lucas Correia

Em seis anos, a Viacredi saltou de 180 mil, em 2011, para 400 mil associados. Hoje a cooperativa de crédito tem ativos na ordem de R$ 4 bilhões e em 2016 devolveu aos seus cooperados cerca de R$ 154 milhões (as chamadas sobras). É dinheiro que, em vez de abastecer cofres de instituições financeiras de fora, fica no Vale do Itajaí e ajuda a movimentar a economia da região.

O presidente Moacir Krambeck (foto) conta o segredo: por ter uma estrutura mais enxuta, a Viacredi – assim como outras do ramo – opera com taxas menores do que o sistema tradicional. É, portanto, mais atrativa do que os bancos convencionais em alguns aspectos.

— No mínimo ela é 50% mais barata, seja na operação de crédito ou em tarifas — compara.

Formada a partir de uma cooperativa de trabalhadores da Cia. Hering, a Viacredi atua em 19 municípios do Vale do Itajaí. Mas tem autorização do Banco Central para operar em outras seis cidades da região, o que abre margem para manter um ritmo constante de crescimento – no mapa, há 1,2 milhão de potenciais cooperados. Krambeck estima um crescimento entre 20% e 30% neste ano.

***

A expansão do cooperativismo ganhou força de 2000 para frente, quando ações de relacionamento começaram a ser intensificadas e o modelo começou a “mostrar a cara”. Santa Catarina e Blumenau são referências neste assunto no país, muito em função da colonização europeia. Era algo que já acontecia no Velho Mundo e que os imigrantes de lá para cá trouxeram na bagagem, lembra Krambeck.

Para o presidente da Viacredi, o cooperativismo, em qualquer ramo, desempenha um forte papel de transformação social: os cooperados são os donos da instituição e regem o seu destino, planejando de que forma querem mudar a comunidade ao seu redor.

— O objetivo do cooperativismo não é o lucro. É fazer com que o seu cooperado tenha melhor qualidade de vida.

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Comentários (2)

  • ADILSON AMBROSIO MARÇANEIRO diz: 15 de junho de 2017

    Estou com um projeto

  • Luiz diz: 1 de agosto de 2017

    As provisões para crédito em atraso subiram de 7 para 12,7% do fechamento de 2015 para o fechamento de 2016. Se a alta persistir, serão 400 mil cooperados a perderem todo dinheiro que puseram nas tais cotas. E ainda pode sobrar uma dívida para pagar, como ocorreu com outros que tinham cotas de outras cooperativas. Quanto maior a Viacredi, maior o tombo dos cooperados e maiores também os bolsos do Sr. Moacir Krambeck e seus comparsas.

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