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Mudanças na Teka "são para o início de um trabalho honesto e comprometido", diz administradora judicial

27 de julho de 2017 1

Sede da empresa, em Blumenau (Foto: Patrick Rodrigues, Agência RBS)

As recentes mudanças na Teka podem ser vistas com bons olhos pelos funcionários, diz a advogada Carmen Schafauser, administradora judicial da tradicional indústria têxtil de Blumenau.

No dia 14 deste mês, a Justiça determinou o afastamento de membros dos conselhos fiscal e administrativo da empresa, que foram substituídos por outros profissionais, indicados por ela. A decisão foi motivada por números de uma auditoria que apontou um rombo nas finanças – e a projeção de que as dívidas, no atual ritmo, poderiam chegar a impagáveis R$ 3,24 bilhões em dezembro de 2019.

— Do modo como a empresa vem sendo administrada nos últimos anos, o endividamento só aumentou — constata a advogada, em e-mail enviado à coluna.

De acordo com ela, as medidas tomadas “são para o início de um trabalho honesto e comprometido, na tentativa de pagamento dos débitos, principalmente dos trabalhistas”. Claro, muita gente precisará abraçar a causa para que a situação não piore ainda mais.

Carmen não adianta os próximos passos da Teka, mas deixa um recado: se as mudanças forem tardias e não salvarem a empresa, os trabalhos serão concentrados no pagamento das dívidas num eventual processo de falência.

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Comentários (1)

  • Armando Beck Filho diz: 29 de julho de 2017

    Também trabalhei na Teka por muitos anos e tenho muito a receber.

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