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O que motiva a nova tentativa de CPI do transporte em Blumenau

23 de agosto de 2017 0

Foto: Lucas Correia, Jornal de Santa Catarina

O vereador Gilson de Souza (PSD) ainda vai intensificar conversas com os demais colegas de plenário sobre o assunto, mas está confiante de que vai conseguir o mínimo de cinco assinaturas necessárias para instalar uma CPI do transporte coletivo na Câmara de Blumenau – tema já abordado pelo colega Clóvis Reis.

Segundo o pessedista, o pedido vai mirar um suposto descumprimento do atual contrato. Ele também diz que os gastos com a pintura dos ônibus mais antigos – do branco para o prata, como os novos – constam na planilha de custos que determinou o preço da tarifa a R$ 3,90. Como os veículos continuam da mesma cor, o parlamentar alega que o usuário está pagando por algo que não foi feito.

A prefeitura já se manifestou a respeito, reforçando que a manutenção da cor branca nos ônibus mais antigos ajuda o passageiro a fiscalizar a renovação da frota, como previsto em contrato. O presidente do Seterb, Carlos Lange, diz que esta despesa lançada – mas não efetuada – na planilha será considerada na próxima revisão da tarifa, que ocorrerá em dezembro.

Não é a primeira vez no histórico recente da Câmara que se tenta emplacar uma comissão parlamentar de inquérito para investigar o transporte coletivo de Blumenau. Em novembro de 2015, o então vereador Ivan Naatz (PDT) sugeriu uma CPI para apurar supostas irregularidades no contrato de concessão do serviço firmado entre a prefeitura e o antigo Consórcio Siga.

No ano passado, em maio, Naatz voltou a pedir uma CPI, desta vez questionando o contrato emergencial feito com a Piracicabana. Nenhuma delas deu em nada. E a de agora?

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