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Entidades de Blumenau lançam movimento contra Fundo Eleitoral de R$ 3,6 bilhões

30 de agosto de 2017 0

Entidades empresariais de Blumenau lançaram um movimento contra a proposta de criação de um Fundo Eleitoral de R$ 3,6 bilhões para financiamento de campanhas, tema em discussão em Brasília. Apesar da sinalização de recuo de deputados federais com relação à ideia em função da grande rejeição popular, este é mais um gesto encabeçado por lideranças empresariais da região que coloca a classe política na parede – a exemplo da mobilização “Se não tem duplicação, não tem reeleição“, em menção às obras na BR-470.

Assinam o manifesto Acib, CDL, Ampe, OAB, Conselho de Desenvolvimento da Itoupava Central (Codeic) e Sociedade Maçônica Regional (Somar). O Movimento Somos Contra (MSC) entende que “em meio à crise econômica que vivemos, onde faltam recursos para áreas essenciais como saúde, segurança e educação, não faz sentido investir dinheiro público em partidos políticos”. E acrescenta que as legendas deveriam ser sustentadas por aqueles que acreditam em suas ideias, “e não indiscriminadamente por toda a sociedade”.

No site somoscontra.com.br o MSC disponibiliza um link com um mapa que reflete o posicionamento de deputados federais e senadores sobre o assunto. Dos 16 parlamentares da bancada catarinense no Congresso Nacional, nenhum se mostrou favorável à ideia até agora, mas a lista de indecisos é grande. A ideia é fazer pressão para que os nossos representantes e a classe política em geral descartem a possibilidade.

Em peças da campanha, o MSC diz que o Fundo Eleitoral equivale a uma “Bolsa-Eleição” e defende que dinheiro público seja investido em áreas essenciais, como reforço da Polícia Militar, melhores salários para professores, construção de hospitais e duplicação da BR-470.

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