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Posts de agosto 2017

Curtas: Centro de Convenções, Jovino Cardoso, CDL, campanha salarial, transparência

31 de agosto de 2017 0

Com a confirmação, na última semana, da liberação de recursos na ordem de R$ 750 milhões para a segunda edição do fundo de apoio aos municípios, o Fundam 2, o trade turístico de Blumenau vive a expectativa de ver os R$ 15 milhões necessários para as obras do Centro de Convenções na Vila Germânica chegarem logo para que, enfim, seja lançada a licitação. A verba foi prometida por Raimundo Colombo durante passagem do governador pela cidade em junho.

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A base do governo Napoleão na Câmara de Blumenau parece não dar muita bola aos disparos contra a administração municipal feitos por Jovino Cardoso (PSD). O ex-vice-prefeito traz uma nova crítica a cada sessão, mas o tom por vezes exagerado e a falta de clareza dos argumentos levantam dúvidas sobre a consistência das denúncias – e nem sempre geram contraponto dos aliados do tucano. Parlamentares não escondem o desconforto com a postura do pessedista.

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A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Blumenau elege no dia 2 de outubro a nova diretoria, que comandará a entidade pelos próximos três anos. O atual presidente, Helio Roncaglio, deve ser candidato à reeleição.

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Nova reunião no dia 18 de setembro volta a discutir a pauta de reivindicações da campanha salarial dos trabalhadores têxteis de Blumenau e região. Terça-feira empresas e empregados tiveram o primeiro encontro. O lado patronal relatou a conjuntura econômica e do mercado. Como é praxe, a negociação ainda vai se arrastar por novas rodadas. A categoria pede piso inicial de R$ 1,5 mil e reajuste salarial de 8%.

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A prefeitura de Blumenau lança no dia 5 de setembro um novo pacote de medidas de transparência, que inclui um conjunto de novas informações disponibilizadas no portal da transparência do município.

Vereador promete insistir até ter assinaturas para CPI do transporte coletivo

31 de agosto de 2017 1

Gilson de Souza (PSD) alega suposta quebra do contrato por parte da Blumob (Foto: Lucas Correia, BD, Jornal de Santa Catarina)

O vereador Gilson de Souza (PSD) promete insistir na tese de que a Blumob descumpriu parte do contrato de concessão do transporte coletivo de Blumenau até conseguir o mínimo de cinco assinaturas – já tem três, a dele e a dos oposicionistas Jovino Cardoso (PSD) e Adriano Pereira (PT) – necessárias para instalar uma CPI e investigar o caso.

No centro da discussão, como o blog já destacou, está a pintura dos ônibus mais antigos da frota da empresa, que circulam desde a época da operação emergencial, da cor branca para o prata.

A medida está prevista no edital e, segundo o pessedista, foi lançada na planilha de custos da tarifa reajustada a R$ 3,90. Como ainda não houve a pintura, o parlamentar em primeiro mandato diz que o usuário está pagando por algo que não foi feito. Ele cobra adesão à CPI sobretudo daqueles que falam em “nova política”.

O requerimento aprovado na semana passada pela Câmara que questiona o Seterb sobre a situação e pede esclarecimentos sobre uma quantia estimada em R$ 1,44 milhão necessária para a pintura dos ônibus ainda não foi respondido.

Na sessão de terça-feira, o líder do governo, Sylvio Zimmermann (PSDB), informou que a comissão criada para fiscalizar o cumprimento do contrato já havia feito questionamento semelhante em julho. O vereador Marcelo Lanzarin (PMDB) sugeriu que esta verba seja aplicada em reformas nos terminais e nas estações de pré-embarque.

Em todo caso, o governo tem a faca e o queijo na mão. Basta que apresente uma boa justificativa para a situação que a CPI possivelmente será enterrada.

Como serão os novos bancos da rodoviária de Blumenau

31 de agosto de 2017 0

Foto: Divulgação

Serão iguais à da foto, mas na cor azul, as longarinas com os novos bancos da rodoviária de Blumenau.

Uma equipe do Seterb esteve recentemente em Joinville verificando equipamentos da empresa responsável pela produção, que é de Fortaleza (CE).

A instalação dos cerca de 200 novos assentos, que custaram em torno de R$ 68 mil, deve ocorrer até outubro.

Prefeitura de Blumenau vai pagar funções gratificadas para servidores fiscalizarem obras de mobilidade

31 de agosto de 2017 0

Foto: Patrick Rodrigues, Jornal de Santa Catarina

A Câmara de Blumenau aprovou terça-feira projeto de lei que cria 13 funções gratificadas (uma espécie de bônus salarial) para servidores de carreira da prefeitura, entre engenheiros e técnicos espalhados pelas secretarias de Infraestrutura Urbana, Manutenção e Conservação e Desenvolvimento Urbano.

O benefício começa a ser pago em setembro e vale até o fim de 2019. Terá um impacto financeiro mensal de R$ 30 mil, ou de R$ 1,48 milhão ao longo desse período. O valor foi realocado de outras pastas.

O projeto recebeu críticas da oposição por gerar aumento de gastos na folha do funcionalismo. O líder do governo, Sylvio Zimmermann (PSDB), diz que esse grupo receberá as FGs para acompanhar e fiscalizar as obras de mobilidade que já ocorrem ou vão começar na cidade.

O tucano alega que seria mais caro contratar uma empresa para fazer esse serviço – a fiscalização é uma exigência dos contratos. Além disso, essa seria uma forma de valorizar esses servidores, que terão, durante este tempo, a carga horária de trabalho ampliada.

Indústria têxtil de SC fecha 10,8 mil vagas entre 2014 e 2016

31 de agosto de 2017 0

Marcelo Prado, diretor do Instituto Inteligência de Mercado, apresentou detalhes de estudo nesta quarta-feira (Foto: Pedro Machado, Jornal de Santa Catarina)

Números do Relatório Setorial Têxtil 2017, apresentados nesta quarta-feira pelo Sintex, mostram o tamanho dos desafios das indústrias do setor. De 2012 a 2016, o número de fábricas têxteis e de confecção diminuiu 10,9% em todo o país. Em Santa Catarina, que ao final do ano passado contava com 4.713 unidades de produção, foram 10,8 mil vagas de emprego fechadas no segmento entre 2014 e 2016. A produção também vem enxugando, fruto sobretudo da recessão da economia nacional que freou o consumo.

Ainda assim, no Estado os efeitos foram menos piores do que no resto do país, explicou Marcelo Prado (foto), diretor do Instituto Inteligência de Mercado (IEMI), responsável pelo estudo. Isso porque, avaliou, Santa Catarina dispõe de uma cadeia têxtil completa e com seus elos bem integrados, com condições melhores de absorver os impactos da crise.

Nem tudo, no entanto, é tragédia. As empresas entrevistadas pelo IEMI indicaram perspectivas de crescimento para este ano, ainda que tímidas. Em Santa Catarina, a produção das têxteis deve subir 2,8%, enquanto no segmento de confecções o incremento esperado é de 3,2%. Prado apontou que há uma demanda reprimida e que o cenário deve melhorar a partir do fim de ano. Mas deixou um alerta:

— A retomada agora não é para todo mundo, é seletiva.

Pelo visto, a saída para as indústrias é continuar fazendo a lição de casa, reduzindo custos e apostando em diferenciais inovadores.

Entidades de Blumenau lançam movimento contra Fundo Eleitoral de R$ 3,6 bilhões

30 de agosto de 2017 0

Entidades empresariais de Blumenau lançaram um movimento contra a proposta de criação de um Fundo Eleitoral de R$ 3,6 bilhões para financiamento de campanhas, tema em discussão em Brasília. Apesar da sinalização de recuo de deputados federais com relação à ideia em função da grande rejeição popular, este é mais um gesto encabeçado por lideranças empresariais da região que coloca a classe política na parede – a exemplo da mobilização “Se não tem duplicação, não tem reeleição“, em menção às obras na BR-470.

Assinam o manifesto Acib, CDL, Ampe, OAB, Conselho de Desenvolvimento da Itoupava Central (Codeic) e Sociedade Maçônica Regional (Somar). O Movimento Somos Contra (MSC) entende que “em meio à crise econômica que vivemos, onde faltam recursos para áreas essenciais como saúde, segurança e educação, não faz sentido investir dinheiro público em partidos políticos”. E acrescenta que as legendas deveriam ser sustentadas por aqueles que acreditam em suas ideias, “e não indiscriminadamente por toda a sociedade”.

No site somoscontra.com.br o MSC disponibiliza um link com um mapa que reflete o posicionamento de deputados federais e senadores sobre o assunto. Dos 16 parlamentares da bancada catarinense no Congresso Nacional, nenhum se mostrou favorável à ideia até agora, mas a lista de indecisos é grande. A ideia é fazer pressão para que os nossos representantes e a classe política em geral descartem a possibilidade.

Em peças da campanha, o MSC diz que o Fundo Eleitoral equivale a uma “Bolsa-Eleição” e defende que dinheiro público seja investido em áreas essenciais, como reforço da Polícia Militar, melhores salários para professores, construção de hospitais e duplicação da BR-470.

Vale tem quatro empresas na lista das 300 maiores varejistas do país

29 de agosto de 2017 0

Santa Catarina tem 18 empresas entre as 300 maiores varejistas do país, mostra a terceira edição de um ranking anual feito pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). Juntas, essas companhias catarinenses acumularam um faturamento bruto de quase R$ 15 bilhões em 2016 e encerraram aquele ano empregando em torno de 65,8 mil pessoas.

Desta lista, quatro companhias nasceram ou têm sua matriz instalada no Vale. A Havan é a mais bem colocada, na 29ª colocação geral. Graças à sua extensa cadeia de 834 lojas por todo o país, a Hering, de perfil industrial, também entrou no ranking, na 75ª posição. O Grupo AMC Têxtil, dono de marcas como Colcci e Triton, com sede em Itajaí, figura no 163º lugar. Também de Brusque, a rede de supermercados Archer fecha a relação na 240ª posição.

A primeira colocação geral ficou com o Grupo Carrefour, que contabilizou receitas de R$ 49,1 bilhões no último ano. A lista completa está disponível em bit.ly/300maioresvarejo.

A onda da privatização

29 de agosto de 2017 0

Em Blumenau, cemitérios públicos serão concedidos à iniciativa privada (Foto: Patrick Rodrigues, Jornal de Santa Catarina)

O desemprego é a mais visível faceta de uma crise econômica, mas esta pela qual o Brasil passa há no mínimo dois anos e que teima em não ir embora – apesar das inúmeras previsões de especialistas de que o país voltaria a deslanchar a partir do segundo semestre – resgata um debate que sempre ganha força quando o Estado demonstra sua incapacidade administrativa: o das privatizações.

Com a máquina pública desmoralizada e quebrada, a solução para (quase) tudo passa pela iniciativa privada. Ao menos este é o discurso da vez propagado pelo mercado e por gestores – públicos ou não – que defendem menos intervenção estatal na regulação da economia.

A onda invade o governo em todas as suas esferas. De Brasília, por exemplo, veio um pacote de concessões (que nada mais são do que privatizações temporárias) de portos, aeroportos e rodovias. Agora a mira se voltou à Eletrobras. Em Santa Catarina, a equipe do governador Raimundo Colombo (PSD) pede doações de companhias para aliviar problemas emergenciais na saúde estadual – e garante que as contribuições não têm relação com abatimento de impostos ou benefícios fiscais.

Em Blumenau, a prefeitura vai entregar a administração dos três cemitérios públicos a uma empresa e comemora a possibilidade de adesão do programa “Adote uma praça”, que transfere a pessoas jurídicas a manutenção de espaços públicos da cidade.

Todos esses casos evidenciam que o poder público, via de regra, não é capaz de seguir uma premissa básica e elementar das finanças: quem gasta mais do que arrecada fica sem dinheiro para cumprir com todas as suas obrigações. Afinal, o que explica o Brasil ser um dos campeões em tributação no planeta e ainda assim acumular gigantescos déficits fiscais se não a péssima administração do erário e a manutenção de injustificáveis privilégios?

É neste contexto de descrédito das instituições públicas que a simpatia pelas privatizações ganha campo para florescer. Não é de todo ruim, é bom que se ressalte, que empresas assumam obras e atribuições que o cambaleante Estado não dá conta de cumprir. De fato há casos em que essa é a melhor alternativa. Mas como explicar para o contribuinte que já recolhe IPVA que ele precisa pagar pedágio para transitar em uma rodovia com condições mínimas de tráfego e segurança?

Concretizar concessões e privatizações sem reduzir a carga tributária é fazer o contribuinte tirar do bolso em dobro, já que o Estado não demonstra ter interesse em abrir mão da arrecadação de impostos.

Uniasselvi é a primeira empresa confirmada no Espaço Havan, em Brusque

29 de agosto de 2017 0

Projeto do espaço multiuso (Foto: Divulgação)

A Uniasselvi vai transferir o seu campus de Brusque, no bairro São Luiz, para o Espaço Havan, complexo que será erguido pela rede varejista em um terreno que pertencia à antiga Companhia Industrial Schlösser.

A instituição de ensino será uma das âncoras do espaço multiuso, que terá operações relacionadas à educação, cultura, serviços, compras, entretenimento, saúde, tecnologia e gastronomia. O anúncio foi feito nesta segunda-feira.

Com a mudança, a Uniasselvi vai incorporar enfermagem, direito, psicologia, nutrição e fisioterapia à lista de cursos de graduação. A meta é aumentar para 2,5 mil o número de alunos no ensino presencial e para 5 mil na modalidade a distância.

A Havan desembolsou R$ 25 milhões na compra da área, formalizada em maio deste ano. Desde que anunciou o negócio, a empresa manifestava o desejo de criar no local um espaço multiuso.

O terreno está em fase de limpeza e a estrutura remanescente passa por restauração. A rede ainda não divulgou quanto pretende investir, mas diz que o complexo terá duas mil vagas de estacionamento.

Outros parceiros ainda negociam participação no empreendimento, que deve ser inaugurado entre fevereiro e março do ano que vem.

Novo food park de Blumenau inaugura no dia 6 de setembro

28 de agosto de 2017 0

Espaço na Alameda ainda recebe obras (Foto: Patrick Rodrigues, Jornal de Santa Catarina)

Será no dia 6 de setembro a inauguração do novo food park de Blumenau, que está terminando de ser instalado na Alameda, na região central da cidade.

O espaço, que tem uma parte coberta e outra ao ar livre, terá mesas para 400 pessoas e nove pontos de comida, além de uma choperia e bar com cerveja, vinho e coquetéis.

Entre as apostas dos sócios do empreendimento estão uma área destinada às crianças e um serviço de delivery, que entregará na casa dos clientes os lanches e pratos servidos no local.