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Câmara de Blumenau aprova moção de repúdio a evento que vai abordar diversidade de gênero

24 de outubro de 2017 35

A Câmara de Blumenau aprovou nesta terça-feira moção de repúdio a um ciclo de palestras agendado para o dia 14 de novembro na Escola Professora Elza Pacheco que, entre os temas, pretende abordar a diversidade de gênero.

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Outra moção de repúdio ao GPE Educacional, o famoso Pontinho Estudantil, que abriu inscrições para o curso “Diversidade de Gênero e Sexualidade: O papel da família, da sociedade e da escola”, também estava na pauta da sessão, mas a votação acabou sendo adiada pelo presidente da Casa, Marcos da Rosa (DEM).

Apenas Bruno Cunha (PSB), Professor Gilson (PSD) e Ito de Souza (PR) votaram contrários. Adriano Pereira (PT) se absteve, mas da tribuna fez coro ao discurso de tolerância e respeito às diferenças. Todos os demais se posicionaram favoravelmente.

A justificativa oficial da moção – proposta por Marcos da Rosa e subscrita, conforme a assessoria legislativa da Casa, por Alexandre Caminha (PROS), Almir Vieira (PP), Marcelo Lanzarin (PMDB) e Oldemar Becker (DEM) – é que o debate sobre o assunto foi retirado do âmbito dos planos nacional, estadual e municipal de educação e que, portanto, não teria amparo científico e não poderia ser introduzido nas escolas “por ativistas ideológicos de gênero”.

A escola será comunicada sobre a votação, que pede o cancelamento da iniciativa. Na programação do evento também estão palestras sobre diversidade cultural indígena, afro-brasileira e no Oriente Médio. Estes temas não entraram no acalorado debate na Câmara, que ficou concentrado na abordagem de questões relacionadas a gênero e sexo a crianças e adolescentes.

Há muitos tabus envolvendo este polêmico assunto, que é movido muito mais por paixões ideológicas, divergências políticas e crenças religiosas do que por contexto social, cultural e histórico. Faltam informação e tolerância.

Independentemente das opiniões favoráveis e contrárias – que fazem parte da democracia -, o que mais me assusta é a tentativa de censura. Não é impedindo o diálogo, em qualquer circunstância, que se constrói uma sociedade mais esclarecida. Que se punam aqueles que infringirem a lei, mas que não se tire do cidadão o sagrado direito de manifestação e acesso ao contraditório.

Evento na Elza Pacheco está programado para o dia 14 de novembro (Foto: Divulgação)

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Comentários (35)

  • Erledio Pering diz: 24 de outubro de 2017

    Lamentável o posicionamento da Câmara de Vereadores de Blumenau . A câmara se atrela a essa onda de ódio e intolerância que acomete o nosso Brasil. O poder legislativo não pode se pautar por crenças religiosas, as quais todas devem respeito. Caminhamos para um estado de exceção. Que a escola vítima desta barbárie faça o bom enfrentamento e mantenho esse importante evento construído por toda a comunidade escolar

  • @Lao_Moraes diz: 24 de outubro de 2017

    O estado laico já era. Fico imaginando com o “Brasil Cristão” do nada atuador à favor da sociedade sr Jair Bolsonaro.

  • Hans diz: 24 de outubro de 2017

    Triste ver o nível de intolerância e ignorância dos vereadores de Blumenau. Seria ótimo se eles participassem do evento para poder aprender, refletir sobre a importância de se falar sobre gênero e aí sim discutir o assunto.

  • Linderson Teixeira diz: 24 de outubro de 2017

    Achei brilhante o encerramento do texto “Que se punam aqueles que infringirem a lei, mas que não se tire do cidadão o sagrado direito de manifestação e acesso ao contraditório.”. Olhando a programação do evento dá pra ver que “contraditório” não é um interesse das pessoas que delimitaram os temas.
    Lamento que um tema como esse seja tratado de forma unilateral. Quem estará nessa escola proporcionando aos alunos presentes uma outra forma de “pensar” o tema? Ou será que não existe uma outra possibilidade, outro olhar para o tema que não seja aquele que tentam, a todo curso, implementar?
    Tenho a impressão que contraditório é uma coisa que os “embaixadores da tolerância” não costumam tolerar.

  • joana diz: 24 de outubro de 2017

    Realmente é muito triste é estranho a atitude da câmera, a intenção da escola é a melhor possível abordando assuntos que estão presentes no dia a dia, a falta de informação gera muitos reações como por exemplo o preconceito, cada um com suas opiniões mais devemos ter respeito com o próximo, por isso deve existir mais informação ao público.

  • Clailto Domingos Zaniz diz: 24 de outubro de 2017

    Chega ser ridículo as escolas querem ensinar nossos filhos sobre o sexo que ele quer ser, isso é educação na Família, a escola tem que ensinar matérias para ser um Profissional, quero ver a opinião destes SEM CULTURA quando o seu FILHO de 12 anos trazer seu NAMORADO para dormir na sua casa…isso é ir contra a existência do ser humano…bando de IRRACIONAIS

  • José Bento diz: 25 de outubro de 2017

    Parabéns aos vereadores que aprovaram a moção de repúdio, não se curvando para essa minoria que quer impor suas “ideologias”. Porque na escola? Porque para adolescentes? Porque são mal intencionados. Vão fazer suas apologias em outro lugar.

  • Clailto Domingos Zaniz diz: 25 de outubro de 2017

    Chega ser ridículo as escolas querem ensinar nossos filhos sobre o sexo que ele quer ser, isso é educação na Família, a escola tem que ensinar matérias para ser um Profissional, quero ver a opinião destes SEM CULTURA quando o seu FILHO de 12 anos trazer seu NAMORADO para dormir na sua casa…isso é ir contra a existência do ser humano…bando de IRRACIONAIS…Parabéns a Câmara de Vereadores…não quero engolir a voz de uma minoria barulhenta…

  • Gabriel diz: 25 de outubro de 2017

    Hoje em dia muitos pais terceirizam suas obrigações para escola, fazendo que a escola tenha que ensinar a criança a dizer obrigado, a não trapacear é assim por diante, isso é obrigação dos pais. Assim como no que se refere a educação religiosa e sexual, não é papel da escola enfiar na cabeça das crianças a ideologia de gênero ou uma religião.

  • Jose Augusto diz: 25 de outubro de 2017

    Se vierem com esse papo idiota de ideologia de gênero pra cima dos meus filho no respectivo colégio ou seja lá onde for, vai dar merda. Vão ensinar algo que presta não essas porcaria sem vergonha. Ja ensinei meus filhos ou seja menino é menino e menina é menina e num futuro próximo existe a uniao entre homem e mulher que vai gerar uma família pronto fim de papo. Não venham querer ensinar canalhice e pouca vergonha.

  • Camila Gonçalves diz: 25 de outubro de 2017

    Acho tão engraçado esses pais tão enfurecidos pela sugestão de que algum dia o seu filho ouvirá na escola alguma frase que contenha a palavra sexo ou algo relacionado. Favor pais, leiam o regimento interno das escolas aonde matricularam seus filhos (Projeto Político Pedagógico), leiam também as diretrizes que norteiam os conteúdos e objetivos básicos (seja estadual ou municipal), as diretrizes curriculares, lá estará todos os conteúdos que nós professores somos obrigados por lei a ministrar aos seus filhos.
    Ah, aproveitem também esse entusiasmo todos pela educação de seus filhos (que é ótimo por sinal) e lhe ensinem além do sexo, respeito aos professores, cuidar do seu material, não vandalizar a escola, não praticar bullying com os colegas, realizar as tarefas, estudar…
    Tenho certeza que seus filhos cumprirem medate dos itens citados, ele não servirá de massa de manobra nem “ser Maria vai com as outras” ao ouvir uma opinião contrária a sua e saberá respeitar o próximo. Então país, menos mimimi e mais ação dentro de casa, porque eu como professora canso de escutar dúvidas básicas sobre sexualidade de alunos que confessam que não conseguem conversar com seus próprios pais…

  • thiago diz: 25 de outubro de 2017

    Que belíssimo tapa na cara esses pais ignorantes levaram da professora.
    Coitado do filho do José augusto se ele for gay, Ser gay é antes de tudo uma questão biológica – se nasce gay, ou não.
    Não é uma palestra que fará tal coisa, nem certa educação rígida (o máximo que se consegue é um enrustido).

    Lembra do assassino da boate gay Pulse nos EUA. Foi lá e matou 50 pessoas, depois se descobriu que ele era frequentador.
    O que ele foi de fato matar lá era a sua vontade, foi matar uma parte de si. Não tinha coragem de se libertar, tinha um pai rígido e antiquado.

    O conhecimento esclarece e com ele se diminui o preconceito, Nem todos somos iguais – o principal é o respeito mútuo.
    Se o conhecimento tem transito livre em casa, essa palestra é inofensiva.

  • Jônatas Costa diz: 25 de outubro de 2017

    É curioso que um posicionamento contrário já se torna intolerância. O que essa minoria quer não é diálogo, é imposição. Por que não abordam esse tipo de assunto em outros locais? Por que as crianças? Por que não chamam toda a comunidade (não apenas as crianças) para ouvir o que outras autoridades sobre o assunto têm a dizer (sexólogos, psicólogos, terapeutas)? Pelo que vejo, a lista de palestrantes é mais composta de ativistas do que autoridades do assunto. Isso se chama doutrinação, e não educação.
    Parabéns à Câmara de Vereadores pela posição assumida.

  • Clailto D Zaniz diz: 25 de outubro de 2017

    só para dizer sobre o primeiro comentário da professora uma “Palestra” como vc díz é uma ponta do Iceberg, quem está por traz do Projeto para implantar no MEC obrigando os colégio de TODO o BRASIL e o mesmo que tem projetos como um jovem de 14 anos mudar de sexo sem a autorização dos pais e pago pelo SUS, é o mesmo que quer que crianças a partir de 4 anos sejam Ïncentivadas Sexualmente para DESCOBRIR que sexo vai querer…más Sra é só uma palestra não é…se vcs professores estão com estes problemas é justamente pela falência da família, que deve ser seu caso…quanto ao outro comentário vcs vivem confundindo…não interessa quem é ou não é HOMO, respeito é importantíssimo, o que não dá para aceitar é introduzir por força de um Bando que a sociedade tenha que aceitar Palestras e uma Educação que vai contra os princípios da Própria criação…faz as PALESTRAS na proeb…continuem contrubuindo ainda mais para a Falencia da Família e da nossa sociedade…vcs vão pagar um preço bem alto

  • Donnovan diz: 25 de outubro de 2017

    PT sendo PT… apoiando essa nojeira, mas ficando em cima do muro. Parabéns à Câmara de Vereadores!

  • Janaína diz: 25 de outubro de 2017

    Aqueles que levantam a bandeira da “tradicional família brasileira” esquecem que a grande maioria dos casos de abuso sexual infantil ocorrem dentro das próprias casas das crianças e em muitos casos por pais ou padrastos……E sabem quem geralmente são os primeiros a perceber e a denunciar algum comportamento estranho nas crianças ?
    Sim, as professoras…..
    Procurem se informar por favor……os pais que acompanham o ambiente escolar já sabem disso.

  • eu diz: 25 de outubro de 2017

    Sabe aqueles caras homofóbicos que na verdade são gays que não saíram do armário e tem medo que as pessoas descubram seu “segredinho”? O mesmo se aplica aos moralistas de Internet. Por trás de todo moralista tem muita safadeza escondida.

  • Sig diz: 25 de outubro de 2017

    Muito coerente nobre vereador……Primeiro você cita o “parlamento brasileiro” como se esse dito parlamento fosse algum exemplo de moralidade.

    Depois o nobre vereador vem dizer que não existe comprovação científica de ideologia de gênero…..O Senhor falando em Comprovação Científica ?

  • antonio diz: 25 de outubro de 2017

    Quando uma pessoa que se diz professora usa o termo “mimimi” (sic) já podemos ver o baixo nível atual dos professores neste Brazil zil zil….

  • silverio diz: 25 de outubro de 2017

    O baixo nível dos comentários chega a assustar….”tapa na cara” “mimimi” muito democráticos….

  • thi diz: 25 de outubro de 2017

    É um tapa na cara metafórico …
    Quis dizer que ela apertou aonde dói.

  • Janaína diz: 25 de outubro de 2017

    Retirado do G1:

    Em Blumenau há 4,2 mil crianças à espera de creche!!!! Estão importando-se com isso????

  • Catarina Gewehr diz: 26 de outubro de 2017

    Me preocupa uma cidade com a história de Blumenau ter um parlamento tão frágil! Frágil intelectualmente (porque estudar dá trabalho!); frágil humanamente (porque reconhecer e respeitar a dignidade alheia dá trabalho); frágil politicamente (porque reconhecer que a instrução da Constituição de 1988 só é possível por meio de atitudes democráticas e cidadãs. A fragilidade do legislativo Municipal diminui Blumenau, diminui a democracia e a república. Onde prosperem tantas fragilidades, sobram medos, frustrações é autoritarismo. Temos o direito de viver em uma cidade plural, respeitosa de todos e promotora da dignidade da existência humana. Que o parlamento do Município tenha isso à frente de seus atos quando tomar para si a tarefa de legislar sobre a vida de todos que aqui existem!

  • Alfredo Jose Foster diz: 26 de outubro de 2017

    Nascemos masculino e feminino. Educação sempre vem de casa, porem é matéria curricular nas escolas “BIOLOGIA”, e dentro desta disciplina nos foi ensinado o por que da sexualidade humana. Fora isso é tudo orientação. Se a família não fizer educação e orientação sexual, as ideologias assim o fazem. A poção por viver e quer conviver e amar as pessoas do mesmo sexo nunca foi tabu para as instituições religiosas, pois ela também se faz presente dentro delas, e o respeito pela vida sempre vem em primeiro lugar. Não se trata porem intolerância religiosa ou cultural, mas de respeito mutuo pela vida e pela família.

  • silverio diz: 26 de outubro de 2017

    É impressionante como tem desocupados com tempo livre atualmente em Blumenau(trabalhar de verdade, só uma minoria…)

  • Juliano Cidral diz: 26 de outubro de 2017

    Com tantos assuntos de extrema importância que a escola deve abordar ficam preocupados com a educação familiar.
    Escola fique com objetivo de ensinar conhecimentos e não ficar abordando educação familiar do qual cada família tem a responsabilidade da educação sexual

  • José Luiz Piñeiro diz: 26 de outubro de 2017

    Antes que… Informo que conheço pessoalmente e de longa data ao menos dois dos palestrantes.
    Fico a pensar se o evento começasse pelos pais, poderia surtir melhor efeito e não causaria tanta polêmica. Direcioná-los as crianças é nítido que não se trata de debate e sim doutrinação. Até porque não há o contraditório. Três palestrantes para tratar da “diversidade de gênero”, um sociólogo para tratar da “diversidade religiosa”, por não levaram um especialista em ciências da religião?
    Cade um líder religioso – ou não temos pessoas academicamente preparadas para esse debate?

  • eu diz: 27 de outubro de 2017

    @José Luiz Piñeiro: Líder religioso? Aí sim seria doutrinação. Considerando que o objetivo é abordar diversidade religiosa/sexual/cultural talvez nenhuma escolha de palestrantes seja a ideal, mas é muito melhor que um “TUDO ISSO É PROIBIDO PORQUE A BIBLIA DIZ QUE É PROIBIDO E PONTO FINAL, QUEM DISCORDAR VAI PRO INFERNO!!!!!”

    Não é assim?

  • Silvana diz: 27 de outubro de 2017

    Seja como for, o vereador pastor conseguiu atingir seu objetivo de desviar o foco das 83 linhas de ônibus cortadas. Aliás, não é a primeira vez que o vereador pastor cria furundúncio para desviar atenção das lambanças do Napo…

  • Cícero diz: 27 de outubro de 2017

    O que define o gênero é a genética. Os genes, ou são masculinos ou são femininos. Não há misturas pra mais ou pra menos.
    Obviamente o homem e até crianças podem ir contra essa determinação genética/fisiológica natural influenciado por fatores familiares, ambientais, sociais e morais, portanto é atributo da VONTADE, uma escolha pessoal tal comportamento.

    Vejam a irracionalidade e demência da tal ideologia de gênero, e a infame exploração ideológica patrocinada pelo Ministério da Educação:
    https://www.youtube.com/watch?v=ieAI34fmhDY
    Não permitam a falaciosa e mentirosa ideologia de gênero avançar. Não precisamos dessa imundícia podre e sofrimento para as crianças!

  • Cícero diz: 27 de outubro de 2017

    Ninguém nasce gay, e sim héteros (macho ou fêmea). Os genes, hormônios, características, impulsos sexuais já são bem definidos no nascimento e crescimento do individuo.
    Assim como também ninguém nasce com inclinação, determinação, orientação genética ou impulsiva pra ter relações com crianças, animais, cadáveres, objetos e outras aberrações!

    Não existe o gene gay. Ninguém nasce nessa condição.
    BBC Pesquisadores dizem que não existe um ‘gene gay’ assim como outros artigos cientificos corroboram esse FATO.

  • Gabriel diz: 27 de outubro de 2017

    Cícero, em muitas partes desse vídeo tem sim razão, mas acredito que todos nós cometemos o erro de querer rotular tudo, encontrar nomes para tudo e é normal do ser humano querer dar nomes ao que ele não conhece. O problema disso tudo é que encaramos as coisas com repúdio, ódio quando nos intrometemos na vida dos outros, e todo esse preconceito e falta de EMPATIA causa o suicídio. Precisamos de mais AMOR!

    Eu sou homossexual, me vejo como homem do sexo masculino “macho”, tenho jeito de homem, falo como homem e me visto como homem, eu acaricio, transo e amo outro homem. Há quem não se vê assim, se vê como alguém do sexo oposto ao seu biológico, fazem a mudança de sexo na busca por ser feliz. O único distúrbio que deve ser repudiado é da vontade do ser humano em querer prejudicar o próximo. Por favor, tenhamos mais EMPATIA!

    Agora quanto ao caso, infelizmente sabemos que muitas das crianças passam mais tempo com os professores, na escola, do que com os pais. Este é um problema da nossa sociedade que nos obriga a trabalhar para poder sobreviver, a colocar nossos filhos nas mãos dos outros, para que sejam educados pelos outros (em conjunto na melhor das hipóteses) então porque não abordar temas que envolvem assuntos relacionados a opção sexual?

    Se querem que seus filhos sejam educados exclusivamente pelos próprios pais acho que temos que mudar em muitas coisas, principalmente o comportamento dos pais e da nossa sociedade, um trabalho difícil e que exige tempo.

    #maisamor #maisempatia

  • Giovanni Brighente Silveira diz: 27 de outubro de 2017

    Os vereadores só aprovaram o que a maioria da população pediu! Não há absurdo nisso! Absurdo é sexualizar as crianças!

  • Cícero diz: 27 de outubro de 2017

    Amigo Gabriel, se Deus condena tal comportamento (não a pessoa) em sua Palavra, é porque há consequências maléficas para o individuo, assim como tantos outros comportamentos.
    Eu como cristão, não o julgo mas tenho o dever de alertar os homossexuais do perigo que correm, como os FATOS científicos e médicos comprovam, pois como cristão eu os amo; nem precisaria de Bíblia. Acaso seria um ato de amor deixar pessoas tomarem veneno e não tentar adverti-las do risco??
    E neste caso, a medicina, a ciência e os fatos documentados mostram quão terríveis e sofríveis são as consequências dessa prática nefasta e destrutiva nestes links, em detalhes sobre os graves sofrimentos para o corpo, e naturalmente para a mente, espírito, emoções e sentimentos dos praticantes dessa conduta contrária a natureza e a vontade de Deus. Por ex:
    http://brazil.indymedia.org/content/2005/02/307356.shtml
    http://hereditarios.livreforum.com/t86-consequencias-medicas-da-homossexualidade
    http://esplanada.org.br/blog-do-ivan/225-consequeencias-medicas-do-comportamento-homossexual
    http://juliosevero.blogspot.com.br/2016/08/sexo-anal-amor-ou-dano.html
    Sds.

  • Yuri diz: 30 de outubro de 2017

    Parabéns aos vereadores!!!…Sugiro uma lista (abaixo assinado) de apoio à câmara!

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