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Posts de outubro 2017

Discussão sobre o "Escola sem Partido" chega a Blumenau

31 de outubro de 2017 11

Câmara vai avaliar projeto de lei que institui o programa na rede municipal (Foto: Lucas Correia, Jornal de Santa Catarina)

Vai dar o que falar. Pelas mãos dos vereadores Ricardo Alba (que está de saída do PP) e Marcos da Rosa (DEM) o polêmico debate sobre suposta doutrinação política e ideológica em salas de aula chegou a Blumenau. Eles são os autores do projeto de lei apresentado nesta terça-feira na Câmara que prevê instituir na rede municipal de ensino o Programa Escola Sem Partido.

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Criado pelo advogado paulista Miguel Nagib, que já ocupou cargo de assessoria no Supremo Tribunal Federal, o programa diz se basear, entre outros fatores, na neutralidade política, ideológica e religiosa do Estado, na liberdade de consciência e de crença e no direito dos pais sobre a educação moral dos filhos.

Entre outros pontos, o projeto determina que o professor não pode promover os próprios interesses e preferências políticas e morais diante dos alunos. O docente também não deve fazer propaganda político-partidária em sala de aula e nem incitar os estudantes a participar de manifestações, atos públicos e passeatas. E quando for tratar de questões políticas, socioculturais e econômicas, deverá apresentar “de forma justa as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito da matéria”.

A proposta estabelece ainda que as escolas públicas podem afixar nas salas de aula e dos professores um cartaz com o que os defensores do Escola Sem Partido entendem que são “deveres do professor” (veja mais abaixo). Pelo texto, os colégios particulares poderiam veicular e promover conteúdos de cunho religioso, moral e ideológico desde que estejam autorizados, por contrato, pelos pais dos alunos.

O projeto apresentado é baseado em uma minuta elaborada pelo próprio movimento, que disponibiliza uma cópia das diretrizes em seu site – leia na íntegra aqui. Na justificativa, o texto diz que é “fato notório que professores e autores de livros didáticos vêm-se utilizando de suas aulas e de suas obras para tentar obter a adesão dos estudantes a determinadas correntes políticas e ideológicas; e para fazer com que eles adotem padrões de julgamento e de conduta moral – especialmente moral sexual – incompatíveis com os que lhes são ensinados por seus pais ou responsáveis”.

Os apoiadores desta causa defendem que essas práticas são ilícitas e que violam direitos e liberdades dos estudantes e de seus pais ou responsáveis.

Em Blumenau, o projeto de lei foi encaminhado nesta terça-feira para análise da Comissão de Constituição e Justiça, que deve dar um parecer na próxima terça-feira. Se for favorável e passar pelas demais comissões, vai à votação em plenário – o que ainda não tem prazo para acontecer.

Em nível nacional, a proposta, que já foi discutida em várias cidades, foi alvo de críticas por parte de educadores. Em abril deste ano, relatores da Organização das Nações Unidas (ONU) classificaram a medida como “censura significativa” por violar o direito de expressão nas salas de aula.

Modelo de cartaz divulgado no site do movimento Escola Sem Partido (Foto: Reprodução)

Develon da Rocha é o novo presidente do Blumenau e Vale Europeu Convention e Visitors Bureau

30 de outubro de 2017 0

Foto: Jandyr Nascimento, BD, Jornal de Santa Catarina

O empresário Develon da Rocha, diretor da Sol Feiras e Eventos, assume nesta quarta-feira a presidência do Blumenau e Vale Europeu Convention e Visitors Bureau. Vai substituir Valmir Zanetti, que deixa o cargo na metade do segundo mandato para “desacelerar” e se dedicar mais à família e à Cerveja Blumenau, empresa da qual é sócio.

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Como legado, Zanetti deixa a ampliação no número de associados – hoje são 117 – e a consolidação do Vale da Cerveja como um dos principais produtos turísticos da região.

O sucessor garante que as diretrizes de atuação e o planejamento do Convention não mudam.

Napoleão deixará a caneta cheia para a interinidade de Marcos da Rosa

30 de outubro de 2017 0

Presidente da Câmara ocupará a cadeira de prefeito de 3 a 8 de novembro (Foto: Lucas Correia, Jornal de Santa Catarina)

Será curta, mas bastante movimentada a passagem do vereador Marcos da Rosa (DEM) pelo comando da prefeitura de Blumenau. O presidente da Câmara ocupará o cargo interinamente entre os dias 3 e 8 de novembro, período em que o titular, Napoleão Bernardes (PSDB), estará de férias para acompanhar o nascimento da primeira filha e o vice, Mário Hildebrandt (PSB), vai liderar missão internacional à Bolívia, onde uma comitiva do governo tentará captar novos recursos para as obras de mobilidade em curso na cidade.

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O tucano repetirá o gesto feito a Hildebrandt em janeiro deste ano e deixará o sucessor temporário com a caneta cheia. Nesse meio tempo, caberá a Rosa inaugurar a pavimentação das ruas Artur Schlupp, na Água Verde, e Ervino Seiler, na Fortaleza. O presidente da Câmara também será o responsável pela sanção da regulamentação da lei anticorrupção no município, que prevê punições a empresas que lesarem o poder público. E ainda assinará a ordem de serviço para a pavimentação de outras duas ruas: Gustavo Henschel e Wilhelm Knaesel Sênior, ambas na Itoupava Central.

A programação revela valorização do prefeito ao DEM e é recheada de simbolismos políticos com potenciais impactos nas eleições de 2018. Para o vereador, é uma boa oportunidade de exposição com vistas a uma eventual candidatura a deputado. De quebra a pauta positiva ajuda a ofuscar o desgaste de repercussão nacional sofrido pelo parlamentar na condução do caso Elza Pacheco na Câmara.

Uniasselvi vai abrir cerca de 150 novos polos de educação a distância no país

30 de outubro de 2017 0

O executivo Pedro Graça, CEO da Uniasselvi (Foto: Casa4centos Fotografias)

Impulsionada pela nova regulamentação da educação a distância no Brasil, que desburocratizou o lançamento de cursos não presenciais, a Uniasselvi se prepara para ampliar o número de polos de EaD. Hoje são 221 e a meta é chegar a 376 em todo o país já em 2018.

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Um ano e meio atrás, quando a instituição de ensino foi vendida para os fundos de investimentos Carlyle e Vinci – condição imposta pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para aprovar a fusão da Kroton, então dona do centro universitário, com a Anhanguera –, eram apenas 48.

Atingir essa meta exige investimentos de pelo menos R$ 60 milhões, estima o CEO da Uniasselvi, Pedro Graça. Isso inclui a montagem do polo e todo o trabalho comercial de captação de alunos e divulgação dos cursos. O ensino a distância é a grande mola propulsora do crescimento da instituição. Preços em geral mais acessíveis do que os cursos presenciais e a flexibilidade de poder estudar em casa e não ficar preso a uma grade curricular diária, além de poupar tempo no deslocamento do trânsito, são alguns dos atrativos que ajudam a modalidade a crescer cada vez mais, avalia o executivo.

Além disso, os índices de desempenho e empregabilidade de estudantes que passaram pelo EaD, segundo Graça, vêm aumentando. Isso ajuda a derrubar certo preconceito que o modelo enfrentava até pouco tempo atrás.

Embora o foco maior esteja no EaD, a expansão também ocorre nas unidades físicas. Em setembro a Uniasselvi anunciou a compra de duas faculdades no Mato Grosso, em Cuiabá e Rondonópolis. O estado da região Centro-Oeste se tornou o primeiro, além de SC, a contar com polos presenciais da instituição de ensino. A ideia é fazer novas aquisições, adianta Graça.

A instituição ainda tem protocolos para a abertura de oito novas faculdades espalhadas por Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Elas serão instaladas em cidades que já contam com polos de EaD. Nestes casos, as estruturas já existentes passarão por adaptações, com ampliação de salas de aula e laboratórios.

Para o Vale há o novo campus de Brusque, localizado dentro do antigo parque fabril da Schlösser, que deve começar a funcionar em março. Unidades de Indaial e Blumenau (ao lado do Vale Auto Shopping) também passarão por adaptações e ampliações no prazo de três a quatro anos.

Sobre as especulações envolvendo uma possível nova venda – seria a terceira desde 2012 –, Graça diz que a Uniasselvi é “cobiçada” e que é normal haver conversas entre os players do mercado. Ele admite que a primeira transação atrapalhou um pouco o planejamento, mas afirma que por ora não há predisposição da instituição em novamente mudar de mãos.

Rodoviária de Blumenau ganha novos bancos

30 de outubro de 2017 0

Foto: Patrick Rodrigues, Jornal de Santa Catarina

Enfim a desgastada rodoviária de Blumenau ganhou algum carinho.

O Seterb começou a instalar sexta-feira cerca de 200 novos assentos, comprados via licitação. O investimento foi de R$ 68 mil.

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Ainda é pouco, mas já é algo que ajuda a causar uma melhor impressão a quem chega à cidade de ônibus.

Ônibus perdem 293 mil passageiros no trimestre em Blumenau

30 de outubro de 2017 11
Foto: Lucas Correia, Jornal de Santa Catarina

Foto: Lucas Correia, Jornal de Santa Catarina

É grande o desafio que Seterb e Blumob têm de encarar para recuperar o sistema de transporte coletivo de Blumenau. Os veículos zero quilômetro com wi-fi e tomadas para carregar celulares, grandes novidades da nova operação, estão longe de serem suficientes para fazer o blumenauense trocar o carro particular ou aplicativos como Uber pelos ônibus.

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De julho (mês em que começou a atuar com a frota renovada) até setembro, a empresa conduziu 6.805.568 pessoas. No mesmo período do ano passado, à época já atuando sob um contrato emergencial, foram 7.098.940. Ou seja, houve perda de 293.372 passageiros no trimestre.

Foi justamente esta menor demanda um dos principais fatores que culminaram na readequação da tabela do sistema, anunciada pelo poder público há 10 dias. Trinta das 89 linhas passaram por readequações. Na ponta do lápis, 83 horários foram eliminados. Com isso, houve uma redução de 896 quilômetros rodados por dia. Só isso garante, segundo o presidente do Seterb, Carlos Lange, uma economia diária de 300 litros de óleo diesel. Sem contar na menor despesa com manutenção dos carros e mão de obra.

Autarquia e empresa asseguram que todos esses fatores serão considerados no momento de revisão da tarifa, previsto para dezembro. Segundo o sindicato dos trabalhadores do transporte coletivo (Sindetranscol), as alterações não provocaram demissões de funcionários.

As mudanças, diz Lange, buscam o equilíbrio financeiro da operação, como está previsto no contrato. Para o sistema ser economicamente viável, é preciso transportar uma média mensal de 2.053.569 passageiros pagantes da tarifa integral.

Em setembro, por exemplo, o volume total foi de 2.228.660. Mas desta conta se tiram os 76.186 usuários que tiveram o benefício do embarque gratuito. Como estudantes pagam meia passagem, também é preciso dividir o número de integrantes desta categoria – que chegou a 423.617 no último mês – por dois. Feito isso, restam 1.940.666 pessoas que de fato pagaram a tarifa cheia.

Nos três primeiros meses de operação, esta média ficou em 1.985.977. Há, portanto, um déficit mensal que gira em torno de 67 mil passageiros.

Tanto Seterb quanto Blumob admitem preocupação com os números e afirmam que os esforços estão centrados em garantir um sistema sustentável ao preço mais acessível possível. Diretor da empresa em Blumenau, Maurício Garroti diz que o cenário de queda de passageiros é geral e se repete em outras cidades onde a Viação Piracicabana atua, como Brasília, Ribeirão Preto (SP) Mogi das Cruzes (SP), Uberaba (MG) e na região da Baixada Santista. Não é um problema exclusivo daqui.

Ninguém em sã consciência torce para uma nova quebra do sistema. O governo Napoleão pagaria um preço alto, inclusive político, se isso acontecer. A empresa não quer perder dinheiro e sabe que uma tarifa muito abusiva só vai espantar ainda mais o usuário. E a cidade precisa de uma alternativa de transporte coletivo segura e de qualidade até mesmo para fazer frente ao estrangulamento da mobilidade urbana.

Curso sobre diversidade de gênero alvo de moção de repúdio é para maiores de idade e voltado a profissionais da educação

27 de outubro de 2017 0

Assim como ocorreu com a Escola Elza Pacheco, a GPE Educacional, conhecida em Blumenau como Pontinho Estudantil, também não foi consultada pela Câmara sobre o curso “Diversidade de Gênero e Sexualidade: O papel da família, da sociedade e da escola”. A iniciativa é alvo de outra moção de repúdio que seria votada nesta quinta-feira, mas foi tirada da pauta pela Mesa Diretora.

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O diretor de EAD da instituição, João Carlos Bezerra, diz que a proposta está inserida em um contexto completamente diferente do que vai ocorrer na Elza Pacheco.

Além de ser a distância e promovido por uma instituição de ensino privada, o curso exige idade mínima de 18 anos e busca capacitar professores e profissionais da educação a lidarem com situações de conflito em sala de aula envolvendo gênero.

Foi o simples fato de conter “gênero” no nome que motivou o pedido de cancelamento do curso.

Ativista LGBT vai assumir vaga na Câmara de Blumenau no dia 7 de novembro

27 de outubro de 2017 1

Lenilso Silva, de amarelo, participou dos protestos desta quinta-feira na Câmara (Foto: Lucas Correia, Jornal de Santa Catarina)

A discussão sobre diversidade de gênero não vai morrer tão cedo dentro da Câmara de Blumenau.

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Terceiro suplente de vereador pelo PT, Lenilso Silva assumirá uma cadeira no Legislativo no dia 7 de novembro. Vai ocupar a vaga de Adriano Pereira (PT), que se licenciará temporariamente para tratar de assuntos pessoais.

Ativista da causa LGBT, Lenilso é um dos nomes previstos para o ciclo de palestras sobre diversidade de gênero que a Escola Elza Pacheco vai promover nos dias 14 e 16 de novembro.

A posse deverá ser prestigiada em peso por membros de movimentos sociais. Na tribuna, Lenilso promete tirar “todos os temas do armário”.

Os bastidores da tumultuada sessão da Câmara sobre diversidade de gênero

27 de outubro de 2017 2

Foto: Lucas Correia, Jornal de Santa Catarina

Muito pouco se falou da essência da proposta do ciclo de palestras sobre diversidade – não apenas de gênero – que a Escola Elza Pacheco vai promover em novembro durante a tumultuada sessão ordinária da Câmara de Vereadores desta quinta-feira.

Da direção da unidade de ensino vem a informação de que o tema foi escolhido a partir de demandas dos próprios alunos, adolescentes entre 15 e 18 anos – longe, portanto, de serem crianças – que querem entender melhor o que isso quer dizer.

Mas numa tarde de tensão no plenário e ânimos exaltados de integrantes de movimentos contrários e favoráveis ao diálogo sobre o assunto, houve mais uma disputa com contornos políticos sustentada na polarização entre esquerda e direita do que espaço para o efetivo debate.

Os discursos fugiram do foco quando migraram para temas paralelos à questão, como exposições de arte, cirurgias de mudança de sexo, religião e diferentes composições de família. Sem unidade, é zero a chance de haver conversa produtiva.

Como manda o figurino

O maior retrato da polarização foi a composição do plenário: favoráveis ao diálogo sobre gênero ocuparam as poltronas mais à esquerda, enquanto os contrários permaneceram do lado direito.

Guerra virtual

Ativistas religiosos usavam o Whatsapp para informar os rumos da sessão a colegas que não estavam no plenário. Em grupos que faziam menção a Deus e à família, mensagens alertavam sobre a “guerra” que estaria por vir.

Maestro

Ricardo Alba (PP) estava em casa. A maioria presente no plenário era favorável à restrição do debate de gênero nas escolas. Após um discurso ácido contra a esquerda, o vereador foi ovacionado. Enquanto ouvia o apoio de seu público, fazia o típico gesto do maestro que comanda uma orquestra.

Farpas

O vereador Ito de Souza (PR) acusou Alba de inflar os ânimos do público presente. Os dois trocaram farpas.

Mea culpa

Os vereadores Sylvio Zimmermann (PSDB) e Alexandre Caminha (PROS), que votaram favoráveis à moção de repúdio à escola, admitiram que não analisaram a fundo o tema.

Segurança reforçada

A Polícia Militar reforçou a segurança na sede da Câmara ontem. Em alguns momentos, cerca de 10 agentes estavam dentro da Casa, divididos entre os acessos do prédio e do plenário. À medida que a discussão foi esfriando, alguns foram dispensados. Felizmente não foi preciso usar de força para conter os mais exaltados.

E eles?

Principais interessados no assunto, estudantes da Elza Pacheco não tiveram voz na discussão. Algumas alunas da escola presentes na Câmara pediram a palavra no plenário. Não tiveram o pedido aceito pelo vice-presidente da Casa, Almir Vieira (PP), que alegou que o regimento interno da Casa não permitiria a intervenção.

O parlamentar também sustentou que, se a palavra fosse aberta a um, deveria ser aberta a todos ali presentes, o que causaria ainda mais confusão.

Estudantes ouvidos pelo blog relataram que a repercussão foi exagerada e que a proposta do evento foi distorcida.

Foto: Lucas Correia, Jornal de Santa Catarina

Ternura no caos

Algumas integrantes da Rede Feminina de Combate ao Câncer ficaram assustadas com o tumulto da Câmara. Muitas não sabiam dos protestos marcados. A tribuna livre – momento que antecede o início das sessões e onde representantes da sociedade podem apresentar projetos e solicitar demandas – estava reservada para a entidade ontem.

Os relatos de mulheres que passaram por procedimentos para retirada de mamas representaram um raro momento de unanimidade do dia, provocando aplausos de todos os presentes. Antes de saírem, elas foram presenteadas com rosas.

Câmara de Blumenau deve votar outra moção de repúdio contra a diversidade de gênero nesta quinta

26 de outubro de 2017 2

Depois da polêmica envolvendo a discussão sobre diversidade de gênero em uma escola pública, a Câmara de Vereadores de Blumenau deve votar nesta quinta-feira outra moção de repúdio, desta vez contra o curso “Diversidade de Gênero e Sexualidade: O papel da família, da sociedade e da escola” oferecido pelo GPE Educacional, popularmente conhecido como Pontinho Estudantil.

A análise da moção aparece na pauta da sessão ordinária do dia, conforme o site do poder Legislativo local. Nada, porém, impede que a votação seja adiada ou até mesmo cancelada.

A tarde promete ser de tensão. Movimentos sociais contra e a favor da decisão da Casa em aprovar uma moção de repúdio contra um ciclo de palestras que vai abordar o assunto prometem fazer protestos.

A sessão tem início marcado para as 15h. Acompanhe a transmissão ao vivo:

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