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Posts de outubro 2017

WEG tem lucro de R$ 312 milhões no terceiro trimestre do ano

25 de outubro de 2017 0

Foto: Leo Munhoz, BD

O lucro líquido da WEG subiu 21,4% no terceiro trimestre de 2017 e atingiu a expressiva marca de R$ 312 milhões. Mais impressionante ainda é a receita de vendas acumulada da companhia entre janeiro e setembro: R$ 6,85 bilhões.

Ao longo de 2017, os investimentos em expansão e modernização já atingiram R$ 190,8 milhões.

Na mensagem enviada nesta quarta-feira aos acionistas, a empresa diz que continua mantendo o foco na competitividade de longo prazo.

Paviloche lança picolé de açaí

25 de outubro de 2017 0

Foto: Divulgação

A fabricante de sorvetes Paviloche repete a bem-sucedida estratégia de co-branding – já aplicada junto a Chocoleite e a Laranjinha Água da Serra – com a Frooty, líder nacional em venda de açaí.

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Já estão disponíveis nos três mil pontos de venda da marca em Santa Catarina e do Paraná picolés de açaí e pitaya.

A parceria entre as duas empresas começou no ano passado, quando a Paviloche passou a distribuir os produtos Frooty em Santa Catarina.

Salário do blumenauense ficou estagnado em 2016

25 de outubro de 2017 0

Foto: Gilmar de Souza, BD, 9/2/2016

O blumenauense sentiu no bolso que o salário não rendeu no último ano. Levantamento feito pelo Sistema de Informações Gerenciais e de Apoio à Decisão (Sigad) – um projeto vinculado ao Departamento de Economia e ao Programa de Extensão Observatório do Desenvolvimento Regional da Furb – a partir de dados da Relação Anual de Informações Sociais, do Ministério do Trabalho e Emprego, mostra que em 2015 o vencimento médio do trabalhador na cidade era de R$ 2.334,88.

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Este valor subiu para R$ 2.513,26 em 2016, um crescimento nominal de 7,64%. Mas, descontada a inflação do período calculada pelo Índice de Variação Geral de Preços da universidade, o aumento real é de míseros 0,11%.

A recessão da economia ajuda a explicar esse cenário. Nas campanhas salariais do último ano, pouquíssimas categorias conseguiram negociar aumento real. A maioria teve de se contentar apenas com a reposição da inflação.

O estudo, coordenado pelo professor Nazareno Schmoeller, também revela que o número de empregos formais em Blumenau recuou de 132.925, em 2015, para 129.646 no ano seguinte (saldo de -3.279), levando o mercado de trabalho local ao mesmo patamar de 2010 – quando eram 128.888 empregos formais.

Os mais demitidos

Escriturários em geral, agentes, assistentes e auxiliares administrativos formam a categoria com a maior redução do número de vagas no último ano – foram 761. Na sequência aparecem escriturários contábeis e de finanças (-455), trabalhadores da construção civil e obras públicas (-403) e condutores de veículos e operadores de equipamentos de elevação e de movimentação de cargas (-376). Professores de nível superior na educação infantil e no ensino profissional foram as funções com o maior índice de admissões em 2016 (777).

Escolaridade influencia

Outro recorte interessante do material reforça que, quanto maior o nível de escolaridade, maior as chances de conseguir ou manter um emprego. De acordo com a pesquisa, o grupo formado por trabalhadores com ensino superior completo foi o único onde o saldo de geração de vagas entre 2015 e 2016 ficou no azul (+1.282).

Em todos os demais os resultados são negativos. Entre aqueles que têm somente o fundamental completo, por exemplo, houve um déficit de 2.004 postos de trabalho neste período.

Câmara de Blumenau aprova moção de repúdio a evento que vai abordar diversidade de gênero

24 de outubro de 2017 35

A Câmara de Blumenau aprovou nesta terça-feira moção de repúdio a um ciclo de palestras agendado para o dia 14 de novembro na Escola Professora Elza Pacheco que, entre os temas, pretende abordar a diversidade de gênero.

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Outra moção de repúdio ao GPE Educacional, o famoso Pontinho Estudantil, que abriu inscrições para o curso “Diversidade de Gênero e Sexualidade: O papel da família, da sociedade e da escola”, também estava na pauta da sessão, mas a votação acabou sendo adiada pelo presidente da Casa, Marcos da Rosa (DEM).

Apenas Bruno Cunha (PSB), Professor Gilson (PSD) e Ito de Souza (PR) votaram contrários. Adriano Pereira (PT) se absteve, mas da tribuna fez coro ao discurso de tolerância e respeito às diferenças. Todos os demais se posicionaram favoravelmente.

A justificativa oficial da moção – proposta por Marcos da Rosa e subscrita, conforme a assessoria legislativa da Casa, por Alexandre Caminha (PROS), Almir Vieira (PP), Marcelo Lanzarin (PMDB) e Oldemar Becker (DEM) – é que o debate sobre o assunto foi retirado do âmbito dos planos nacional, estadual e municipal de educação e que, portanto, não teria amparo científico e não poderia ser introduzido nas escolas “por ativistas ideológicos de gênero”.

A escola será comunicada sobre a votação, que pede o cancelamento da iniciativa. Na programação do evento também estão palestras sobre diversidade cultural indígena, afro-brasileira e no Oriente Médio. Estes temas não entraram no acalorado debate na Câmara, que ficou concentrado na abordagem de questões relacionadas a gênero e sexo a crianças e adolescentes.

Há muitos tabus envolvendo este polêmico assunto, que é movido muito mais por paixões ideológicas, divergências políticas e crenças religiosas do que por contexto social, cultural e histórico. Faltam informação e tolerância.

Independentemente das opiniões favoráveis e contrárias – que fazem parte da democracia -, o que mais me assusta é a tentativa de censura. Não é impedindo o diálogo, em qualquer circunstância, que se constrói uma sociedade mais esclarecida. Que se punam aqueles que infringirem a lei, mas que não se tire do cidadão o sagrado direito de manifestação e acesso ao contraditório.

Evento na Elza Pacheco está programado para o dia 14 de novembro (Foto: Divulgação)

Mesmo com predominância da Eisenbahn, cervejarias artesanais fazem balanço positivo da Oktoberfest

24 de outubro de 2017 5

Foto: Lucas Correia, Jornal de Santa Catarina, BD, 3/10/2017

As cervejarias artesanais ainda estão finalizando as contas, mas as primeiras impressões indicam que quase todas elas saíram satisfeitas da Oktoberfest.

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Com um ponto de venda a mais do que em 2016, a Cerveja Blumenau produziu três vezes mais chope. Segundo o diretor Valmir Zanetti, graças à consolidação da marca, houve crescimento nas vendas também em locais fora da Vila Germânica durante o período de festa.

Para a estreante Hemmer, os resultados foram positivos, diz o sommelier Eli Junior. A empresa aproveitou a exposição do evento para lançar oito novos produtos. O destaque ficou por conta da Honey, cerveja que leva mel e se esgotou ainda na primeira semana.

A veterana Bierland também comemora. O gerente-executivo Rubens Deeke diz que as vendas foram maiores do que na edição passada – o volume vai superar os 60 mil litros.

O gerente comercial da gasparense Das Bier, Emerson Bernardes, admite que a primeira semana foi fraca, mas os negócios melhoraram a partir de então. No final, a empresa atingiu a meta e teve um pequeno crescimento nas vendas.

A exceção à regra foi a Wunder. Segundo o empresário Jean Linhares, o movimento havia sido melhor em 2016. Para ele, o aumento de preço nos copos e a maior intensidade nas estratégias de marketing da Eisenbahn podem explicar o resultado aquém do esperado.

Empurrão

É verdade que há reclamações de concorrência desleal na comparação com a cervejaria oficial da festa, mas de empresários locais também chegam relatos de que o investimento pesado da Heineken na marca Eisenbahn – ao contrário do ano passado, quando a então Brasil Kirin apostou bastante na Schin – é apontado como um dos fatores que, indiretamente, ajudou a empurrar as vendas.

Ações como a troca de um tíquete de pilsen por um de outro tipo toda vez que o hino da Eisenbahn tocava nos pavilhões ajudaram a despertar no público a curiosidade em experimentar chopes especiais, cujas vendas cresceram 34,5% na comparação com 2016.

Como está

Conversas de bastidores apontam que executivos da Heineken estão mais do que satisfeitos com os resultados da Oktoberfest. Diante disso, é pouco provável que haja mudança na cervejaria oficial da festa, como chegou a se aventar entre os setores da Vila Germânica.

Fundadores da Eisenbahn começam a produzir queijos finos especiais

23 de outubro de 2017 3

Os irmãos Bruno (E) e Juliano Mendes (Foto: Divulgação)

Os irmãos Juliano e Bruno Mendes enfim iniciaram a produção de queijos finos especiais. As primeiras levas da variedade brie começaram a sair no último mês da fábrica da Pomerode Alimentos. Eles já negociam a venda do produto para alguns pontos de venda da região e redes de supermercados gourmet de outros estados, como a Festval, de Curitiba, e o St. Marchet, de São Paulo. A linha, a partir de agora, será expandida, com outros tipos de queijos – incluindo um feito com leite de ovelha, mais raro.

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Os criadores da Eisenbahn planejavam há pelo menos cinco anos entrar neste mercado. Definiram, em 2013, criar a Vermont, inspirada no estado americano de mesmo nome que tem tradição na produção de queijos especiais. No meio do caminho surgiu a oportunidade de comprar a Laticínios Pomerode – que mais tarde viria a se chamar Pomerode Alimentos –, famosa pela marca Kraeuterkaese, que inclui o clássico creme de parmesão com erva fina vendido em bisnaga.

A aquisição, explica Juliano, colocou um pé no freio nos planos de lançar as linhas especiais. Ele e o irmão decidiram primeiro conhecer melhor o mercado e consolidar o portfólio de queijos fundidos já existente.

— Não era a nossa ideia, mas nos encantamos com a coisa quando começamos a viver o dia a dia dela — admite o empresário.

O número de produtos da Pomerode Alimentos foi ampliado. Além dos queijos, há também molhos, conservas e geleias. As embalagens passaram por reformulação e a rede de distribuição cresceu.

Com o negócio mais maduro, o projeto Vermont – que acabou virando uma marca da Pomerode Alimentos – foi retomado com força na metade do ano passado. A família Mendes investiu R$ 5 milhões para dobrar a fábrica de tamanho.

Um novo galpão específico para os queijos finos especiais, feitos 100% artesanalmente, ficou pronto há cerca de quatro meses. Desde então, a empresa vinha regularizando licenças e alvarás para iniciar a produção dos novos itens.

Agora, diz Juliano, é hora de acelerar. Baseado no bem-sucedido case da Eisenbahn, não seria surpresa se os Mendes ajudassem a redefinir o conceito sobre o consumo de queijos, como aconteceu com as cervejas.

Curtas: Schin, wi-fi nos ônibus, Acib, cassinos, primeiro escalão, guarda armada

21 de outubro de 2017 0

Com desempenho das vendas abaixo do esperado – e o crescimento expressivo do consumo dos chopes especiais –, a Schin pode sair do cardápio da Oktoberfest do próximo ano e dar lugar a Kaiser, que também pertence à Heineken, como a marca de cerveja popular da festa.

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A Câmara de Blumenau acatou veto do prefeito Napoleão Bernardes (PSDB) ao projeto de lei do vereador Adriano Pereira (PT) que obrigaria a concessionária do transporte coletivo a disparar aos usuários de ônibus, no instante em que eles conectassem à rede wi-fi do veículo, um alerta para dar preferência nos assentos a idosos, deficientes físicos, gestantes e pessoas com crianças de colo.

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O Executivo entendeu que o texto era inconstitucional – apesar de ter passado na Comissão de Constituição e Justiça da Casa – por não indicar fonte de custeio para a medida e por determinar uma atribuição à empresa não prevista em contrato. O líder do governo, Sylvio Zimmermann (PSDB), destacou ainda que desde o dia 24 de agosto a própria Blumob passou a avisar os passageiros sobre essas prioridades.

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A Acib prepara a criação de um aplicativo de relacionamento e incentivo à geração de negócios entre as empresas associadas. Uma parceria com a empresa Hire, que ficará responsável pelo desenvolvimento da ferramenta, foi assinada nesta semana. A ideia é lançar a plataforma no evento de aniversário da entidade, durante a entrega do Prêmio Gustav Salinger, no dia 6 de novembro.

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O secretário estadual de Turismo, Leonel Pavan (PSDB), levantou a bandeira em favor da regulamentação de jogos e cassinos no Brasil. Ele participou nesta semana, em Brasília, de uma mobilização de dirigentes do segmento turístico de vários estados, que pedem apoio do Congresso para acelerar projetos que tratam do assunto. Lá também estava o senador Dalirio Beber (PSDB).

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As movimentações no terceiro andar da prefeitura de Blumenau, com a ida de Marco Antônio Wanrowsky para a Chefia de Gabinete no lugar de Jean Havenstein – que vai atuar na assessoria do senador Dalirio Beber –, fortalecem internamente o secretário de Gestão e Transparência, Paulo Costa. Wanrowsky terá uma missão mais institucional, de política externa. Com isso, Costa vai abraçar mais questões relacionadas à gestão do governo.

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Se por acaso um dia for criada, a guarda municipal armada de Blumenau teria uma farda de cor diferente das usadas por Polícia Militar e agentes de trânsito, segundo o vereador Ito de Souza (PR), que apresentou semana passada uma primeira ideia para tirar a ideia do papel. Para o parlamentar isso evitaria que as pessoas confundissem as corporações.

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A administradora de cartão de crédito Calcard vai abrir um novo ponto de credenciamento em Blumenau.

 

Grande Hotel Blumenau tem duas propostas de compra

20 de outubro de 2017 0

Foto: Patrick Rodrigues, Jornal de Santa Catarina, BD

A Justiça tem sobre a mesa duas propostas de compra do prédio que abrigou o Grande Hotel Blumenau, empreendimento que teve a falência decretada em 2014.

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Uma, no valor de R$ 10 milhões, é de uma empresa de Criciúma, no Sul do Estado. A outra, de R$ 13 milhões, vem de um grupo estrangeiro, segundo o administrador judicial Gilson Sgrott.

O imóvel na Alameda Rio Branco está avaliado em R$ 19 milhões e já foi a leilão – sem sucesso – duas vezes.

Parte do dinheiro da pintura dos ônibus da Blumob pode ir para reforma de banheiros nos terminais

20 de outubro de 2017 2

Banheiro do Terminal Aterro, por exemplo, precisa de uma boa repaginada (Foto: Lucas Correia, Jornal de Santa Catarina)

Parte do valor que a Blumob deveria ter investido para pintar a frota mais antiga do transporte coletivo de Blumenau, como estava previsto no edital de licitação, pode ser usada para reformar banheiros dos terminais.

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A empresa calcula que a pintura dos ônibus exigiria um investimento de pelo menos R$ 264 mil e sugeriu aplicar essa quantia em uma nova comunicação visual nos ambientes de embarque e desembarque dos passageiros. O projeto já está pronto, mas o orçamento apresentado – R$ 251,4 mil – apontou que não haveria necessidade de usar todo o valor.

O saldo, portanto, poderia ser aplicado em melhorias nos terminais. Por enquanto a proposta está sendo estudada e ainda seria preciso levantar quanto as reformas custariam, para então definir quais espaços seriam beneficiados.

As prioridades seriam os terminais que têm maior movimento. A foto acima do repórter-fotográfico Lucas Correia mostra que o banheiro da estrutura no Aterro, por exemplo, precisa de uma boa repaginada.

Capitalizando

Além daqueles que fazem uso do transporte coletivo, quem também sairia ganhando nessa história é o vereador Professor Gilson (PSD). Por iniciativa do vice-prefeito Mário Hildebrandt (PSB), ele participou terça-feira de uma reunião com o próprio Mário, o presidente do Seterb, Carlos Lange, e o diretor da Blumob Maurício Garroti. A ideia foi levantada neste encontro.

O parlamentar não conseguiu, e provavelmente nem conseguirá, emplacar uma CPI para investigar suposta quebra de contrato da Blumob – nas contas dele, a pintura exigiria um investimento de R$ 1,4 milhão, valor que estaria sendo cobrado do usuário na tarifa –, mas capitaliza pontos políticos por levantar uma questão que, no fim das contas, pode ser revertida em benefícios para os usuários.

Governo de SC libera novos recursos para o Centro de Inovação de Blumenau

20 de outubro de 2017 0

Estrutura está sendo erguida no campus 2 da Furb (Foto: Patrick Rodrigues, Jornal de Santa Catarina, BD, 9/10/2017)

A Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Blumenau confirmou nesta sexta-feira que o governo do Estado liberou R$ 1,7 milhão para a retomada das obras do Centro de Inovação, que está sendo construído no campus 2 da Furb.

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A quantia será depositada em uma conta da universidade, que repassará os valores para a ZFM Administradora e Incorporadora.

A construtora chegou a ameaçar recolher as máquinas em função do atraso nos pagamentos. Havia um impasse relacionado às planilhas da obra e a inconsistências na prestação de contas dos trabalhos.