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Mudanças na nova Sulfabril

01 de novembro de 2017 2

Foto: Gilmar de Souza, BD, Jornal de Santa Catarina

Não durou muito tempo a fusão entre a Quality Malhas, de Brusque, e os investidores que compraram a antiga fábrica da Sulfabril. A sociedade, anunciada em fevereiro do ano passado, foi desfeita e o comando das operações, dividido.

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Um novo grupo de sócios assumiu a gestão do projeto imobiliário – o ousado plano inicial prevê utilizar a parte não aproveitada do parque fabril para construir prédios e áreas de lazer e convivência – e os compromissos com a massa falida, incluindo o pagamento das parcelas restantes referentes à compra dos bens em leilão.

Para a operação têxtil foi criada uma nova empresa, a SFB Têxtil, comandada por Rafael Cunha. O executivo, que integrava a sociedade anterior, agora responde apenas pela gestão da marca Sulfabril.

Na prática, pouco mudou na produção. No prédio da antiga fábrica da Sulfabril – a SFB agora é uma inquilina do espaço – continuam funcionando a área de corte de tecidos e células de costura, com os demais processos têxteis, como tinturaria, sendo terceirizados.

As mudanças de ordem societária, no entanto, provocaram um redesenho na estratégia de negócio. Houve alguns desligamentos na equipe e a empresa vai se dedicar nos próximos meses à linha de produtos básicos, que teve maior aceitação do mercado nesse processo de retomada da marca. As linhas plus size, casual e de pijamas, que também integram o portfólio, continuarão sendo feitas.

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Comentários (2)

  • Oscar Faedrich diz: 29 de novembro de 2017

    Pois agora oficial de justiça ,depois de 7 meses sem ser pagas as parcelas do leilão,sem pgto.até p/o leiloeiro-tenta notificar a AÇOMAT e a justiça vai fazer inventário dos bens e cobrar multas,sendo anulada a compra ,marcando novo leilão para a venda do que sobrou da Sul Fabril. O processo se arrasta desde a “auto-falência”1999 c/3.ooo ex-trabalhadores que vinham recebendo seus direitos em parcelas anuais vão ter de esperar mais ainda.Pena que nossa justiça seja tão demorada pois ,embora já tenha sido desconsideradas as pers.jurídicas dos sócios da Sulfabril.ainda,depois de mais de 14 anos continua no stj c/recursos pendentes de julgamento.

  • Oscar Faedrich diz: 18 de dezembro de 2017

    A “negociata de Cunha para Cunha” Um(NSA INVEST) Compra em leilão os principais lotes em nome de outro(AÇOMAT)que deixa de pagar até a comissão do leiloeiro e ainda desde Abril não paga a massa-falida.O Cunha da Açomat assina um contrato de comodato(sem custo algum)c/ outro Cunha (o real comprador )passando a utilizar a marca e instal~ções se dizendo apenas inquilino ao oficial de justiça que tenta lhe intimar.O Cunha da NSA INVEST alegar que comprou c/ autorização dada pela justiça e teria pago ,sendo prejudicado por não conseguir o título de propriedade(devido aquele outro Cunha AÇOMAT- estar em situação irregular ante órgão públicos ? E, assim se apresenta na justiça como 3º prejudicado, objetivando que lhe seja transmitido o que “comprou” através de autorização judicial? Ainda bem que o M.P. reviu seu posicionamento em uma nova manifestação, se posicionando desta feita, contra ,como também a possibilidade de discussão em apartados….

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