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SC assume a vice-liderança em ranking nacional de competitividade dos Estados

21 de setembro de 2017 0

Santa Catarina subiu uma posição no Ranking de Competitividade dos Estados brasileiros e agora é o vice-líder nacional, atrás apenas de São Paulo.

O levantamento é feito pelo Centro de Liderança Pública (CLP) e analisa indicadores ligados à infraestrutura, capital humano, educação, inovação, potencial de mercado, eficiência da máquina pública, segurança pública, solidez fiscal, sustentabilidade social e sustentabilidade ambiental. Os resultados foram divulgados nesta quarta-feira, em São Paulo.

O Estado era o terceiro na lista em 2016. Desta vez, somou 77,2 pontos e ultrapassou o Paraná. SC, aliás, foi uma das nove unidades da federação que melhoraram a pontuação em relação à edição passada e vem evoluindo desde 2011, quando ocupava a sétima colocação geral.

O resultado do conceituado estudo mostra que estamos acima da média. Isso não quer dizer que não existam problemas, a exemplo da atual crise nas áreas de saúde e segurança pública. Sem falar nos gravíssimos problemas de infraestrutura, sobretudo rodoviária, com obras se arrastando há vários anos. Comemoremos, mas sem arrefecer a cobrança por melhorias.

tabela

Havan faz proposta para comprar bens da Carlos Renaux em Brusque

21 de setembro de 2017 0

Foto: Charles Guerra, BD

A Havan apresentou uma proposta para comprar os bens da massa falida da Carlos Renaux, incluindo o prédio da antiga fábrica têxtil de Brusque.

O presidente Luciano Hang não confirma o valor da oferta, mas ela ultrapassa os R$ 25 milhões. Isso porque a Justiça já rejeitou uma proposta de outra empresa nestes termos por considerá-la muito abaixo do valor de avaliação – cerca de
R$ 70 milhões.

A rede varejista já adquiriu neste ano um imóvel da Schlösser, outra tradicional empresa do ramo têxtil da cidade, onde vai instalar um complexo multicultural.

Dois contra e um a favor: como os deputados federais do Vale se posicionaram sobre o distritão

21 de setembro de 2017 0

Dos deputados federais do Vale, Décio Lima (PT) e João Paulo Kleinübing (PSD) foram contrários ao distritão em votação na Câmara Federal no fim da noite de terça-feira. Rogério Peninha Mendonça (PMDB) se posicionou favoravelmente.

Apesar de a proposta ter sido rejeitada com ampla maioria – 238 contrários e apenas 205 a favor, com uma abstenção –, o placar ficou apertado na bancada catarinense: foram oito votos “não” e seis “sim”. Mauro Mariani (PMDB) e Marco Tebaldi (PSDB), ambos de Joinville, foram os únicos que não participaram da sessão.

Se passasse, o distritão mudaria o sistema de eleição de deputados e vereadores. Ao contrário do atual modelo proporcional, onde as cadeiras são distribuídas com base em um cálculo que considera os votos dados aos partidos e coligações, o distritão elegeria os campões de voto, independentemente da legenda.

A proposta foi alvo de várias críticas por supostamente favorecer os atuais caciques partidários.

Blulivro inaugura sexta-feira a maior livraria de Blumenau

21 de setembro de 2017 0

Espaço passava por obras ontem (Foto: Lucas Correia, Jornal de Santa Catarina)

A partir desta sexta-feira a sala da foto acima estará recheada de livros e aberta ao público. Trata-se da nova loja da Blulivro no Shopping Park Europeu, que com 750 metros quadrados de área será a maior livraria de Blumenau, garante o gerente comercial Guilherme Ademar Pedri.

A cerimônia oficial de inauguração ocorre no dia 28. Além dos variados títulos e estilos literários, o espaço terá uma cafeteria. A ideia é que ela seja um ponto de encontro para aqueles interessados em contar boas histórias ou simplesmente jogar conversa fora.

Pedri não divulga quanto está sendo investido na nova unidade – há outra em funcionamento na Rua XV de Novembro –, mas está confiante. Admite que 2016 foi um ano difícil, mas já vê a situação mais equilibrada e demonstra confiança no futuro:

— O livro é um produto que nunca vai sair de linha.

***

Aliás, quem cravou que os livros físicos seriam completamente esquecidos com a chegada de versões digitais por enquanto está quebrando a cara. É verdade que o segmento sofreu um pouco nos últimos anos, mas vem reagindo em 2017.

De janeiro a agosto, o volume de obras comercializadas no país subiu 5,21%, enquanto o faturamento do setor aumentou 6,19%, tudo em relação ao mesmo período de 2016. Os dados são de um monitoramento mensal feito pela Nielsen e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros.

Especialista fala sobre o conceito de Economia Criativa

21 de setembro de 2017 0

Foto: Saulo Tomé, Divulgação

Doutora em Urbanismo pela USP e assessora em Economia Criativa para a ONU, Ana Carla Fonseca (foto) esteve terça-feira em Taió. Pela manhã, ministrou uma palestra aberta ao público sobre o tema Cidades Criativas, promovida numa parceria entre a prefeitura local e o Senac-SC.

O evento marcou o lançamento do Plano Municipal de Economia Criativa. Com uma população de cerca de 20 mil habitantes, o pequeno município do Vale dá exemplo ao ser um dos primeiros do Brasil a desenvolver um planejamento para incentivar e reunir os capitais intelectual, cultural e criativo para fomentar a inovação e o empreendedorismo, além da diversidade e o desenvolvimento humano e econômico.

O objetivo é mudar a cara da economia de Taió na próxima década nos setores cultural, histórico, esportivo e agrícola. Equipes intersetoriais vão elaborar propostas que serão discutidas em seminários temáticos.

Ana Carla falou com a coluna na última semana sobre Economia Criativa. Confira os principais pontos da conversa:

Proposta

– O que efetivamente não pode ser copiado e não é tão facilmente transferível em massa é a criatividade humana. A economia criativa, então, defende que a criatividade seja o ativo econômico de maior diferencial dos nossos tempos por conta disso. Ela abrange os bens e serviços que se valem da criatividade para gerar algum diferencial ou valor agregado percebido pelo consumidor.

Futuro do trabalho (1)

– Se analisarmos estudos sobre o futuro do trabalho, que é daqui a 20, no máximo 40 anos dependendo do país, notamos que os únicos dois perfis de atividades profissionais que sobreviverão à inteligência artificial serão os ligados ao talento criativo, justamente porque ele não é copiável – você copia o que ele faz, mas não a fonte da criatividade –, e o da inteligência social, que é capacidade que as pessoas têm de se relacionarem umas com as outras. Não por menos uma das profissões mais resguardadas potencialmente é a de enfermeiro, porque quando você está doente você quer ser tratado por pessoas, não por máquinas.

Futuro do trabalho (2)

– Economia criativa na verdade não é uma escolha, ela passa a ser premente para que os países deixem de ser um grande celeiro de mão de obra comoditizada. Inclusive as pessoas têm que se preparar para esse futuro. Estima-se que metade das atividades profissionais que hoje existem não mais existirá. E metade das que existirão ainda não existem hoje.

Cidades criativas

– Não há como você ter um trabalhador ou um cidadão criativo se a cidade não se mostrar um ambiente propício a isso. Criativa não é a cidade, e sim o cidadão que lá está. Uma cidade criativa, em linhas gerais, é uma cidade que se reinventa continuamente para dar conta dos grandes problemas e desafios.

Bunge está com 50 vagas de emprego abertas em Gaspar

20 de setembro de 2017 6

Foto: Jandyr Nascimento, BD, Jornal de Santa Catarina

A multinacional Bunge está com 50 vagas em aberto para a unidade de Gaspar.

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São oportunidades nas áreas fiscal e contábil, com vagas de assistente e analista sênior.

De acordo com a agência responsável pelos recrutamentos, que é de Blumenau, os salários são negociáveis.

Informações: 3041-0500.

TCE-SC anula decisão que suspendia edital para a obra da ponte do Centro de Blumenau

20 de setembro de 2017 2

Reviravolta na licitação da ponte do Centro de Blumenau.

O pleno do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (TCE-SC) cassou na tarde desta quarta-feira o despacho que havia determinado a suspensão do edital para construir a estrutura.

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A sessão de abertura dos envelopes com as propostas das empresas interessadas em tocar a obra estava marcada para a manhã, mas nem chegou a acontecer. O conselheiro substituto do TCE-SC, Gerson dos Santos Sicca, acatou uma ação do empresário Rodolfo de Souza Neto, que apontou supostas irregularidades, como ausência de estudos ambientais e de impacto de vizinhança.

Tão logo a decisão de suspensão foi anunciada, uma comitiva de Blumenau formada pelo vice-prefeito e secretário executivo do Programa de Mobilidade e Projetos Especiais Mário Hildebrandt (PSB), o secretário de Desenvolvimento Urbano Ivo Bachmann Junior e o procurador-geral Rodrigo Jansen foi a Florianópolis. Levaram documentos que sustentavam não haver problemas em todo o trâmite.

O processo, então, foi analisado pelo plenário do órgão ainda pela tarde. A votação foi pela anulação. Em mensagem ao blog, Sicca disse que manteve o entendimento pela necessidade de manutenção da medida cautelar até que os documentos juntados pela prefeitura viessem ao processo, mas prevaleceu o voto do Plenário. O conselheiro Wilson Wan-Dall se absteve ao se declarar impedido – ele é pai do secretário de Gestão Financeira de Blumenau, Roni Wan-Dall.

Com a reviravolta, uma nova sessão para a abertura das propostas foi marcada pela prefeitura de Blumenau para a próxima segunda-feira, dia 25.

Escola Superior de Cerveja e Malte vai abrir filial no Uruguai

19 de setembro de 2017 1

Instituição de Blumenau é a primeira da América Latina focada na bebida (Foto: Patrick Rodrigues, BD, Jornal de Santa Catarina)

A Escola Superior de Cerveja e Malte (ESCM), primeira do gênero na América Latina, vai abrir uma unidade em Montevidéu, capital do Uruguai. A data de inauguração ainda não foi definida – será entre outubro e novembro –, mas já há inscrições abertas para cursos que serão ministrados no país vizinho.

Por lá a filial se chamará Escuela de Cerveza y Malta e as aulas serão focadas em conceitos mais básicos de produção da cerveja, já que o mercado uruguaio ainda não é tão avançado quanto o brasileiro.

A ideia de internacionalizar a escola é antiga, revela a gerente de Comunicação Dulce Bachmann. Chile e Peru foram cotados. O primeiro foi descartado pelos custos e o segundo pelas diferenças culturais. Além da estabilidade política e econômica, a ESCM encontrou no Uruguai o parceiro ideal: Pablo Pereiro, referência no segmento naquele país. Ele foi jurado do Concurso Brasileiro de Cervejas deste ano e será o diretor da filial.

Além de salas de aula e laboratórios, a unidade contará com um brew shop, loja de insumos para a produção de cerveja, algo que também será uma novidade pelas bandas uruguaias.

De acordo com Dulce, a filial vai ajudar pessoas de outros países da América do Sul que vinham à escola atrás de conhecimento, mas esbarravam na língua portuguesa. Como no Uruguai os cursos oferecidos são mais básicos, a expectativa é que os alunos se formem e busquem se aprofundar no assunto na matriz em Blumenau.

O que pensa Tatiana Honczaryk, nova presidente do Sihorbs

19 de setembro de 2017 0

Empresária foi empossada nesta segunda-feira (Foto: Patrick Rodrigues, Jornal de Santa Catarina)

Graduada em Psicologia, Tatiana Honczaryk acabou indo parar no ramo hoteleiro. O pai tinha um hotel no Paraná e precisava de ajuda para administrar um empreendimento recém-adquirido em Santa Catarina. Quando o hoje Timbó Park Hotel foi comprado pela família, em 1998, tinha 20 apartamentos. Em quase duas décadas, quadruplicou este número, chegando a 82. Apesar da formação acadêmica, foi neste segmento que ela encontrou sua grande paixão profissional.

Tatiana foi empossada nesta segunda-feira à noite presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Blumenau e Região (Sihorbs) para um mandato de dois anos. Até então, o comando da entidade nunca havia sido delegado a alguém que não tem base em Blumenau. Ela também é a primeira mulher a ocupar o cargo.

Uma das metas, diz, é “descentralizar” a gestão, fazendo visitas aos 41 municípios que integram a base de apoio do Sihorbs para saber de lideranças locais o que elas precisam para desenvolver o segmento. Entender melhor o perfil do consumidor também é prioridade.

A sua gestão será simbólica por dois motivos: é a primeira vez que alguém que não tem base em Blumenau vai comandar o Sihorbs, que também pela primeira vez será presidido por uma mulher. O que isso representa?
É uma responsabilidade muito grande e isso tudo é uma consequência de um trabalho que já está acontecendo há algum tempo. Participo do Sihorbs há uns 10 anos e sempre questionei: por que sempre tem que ser alguém de Blumenau (à frente da entidade)? Era só uma pergunta, não uma imposição. Jamais cobrei alguma coisa, mas afinal são 41 municípios (na base de atuação). O Emil (Chartouni, que está deixando a presidência) começou a trazer mulheres para a diretoria e a gente começou a participar mais ativamente. Realmente me surpreendeu quando eles me convidaram. Eu sei que é uma responsabilidade muito grande esses dois fatores acontecerem juntos. Pelo fato de eu ter questionado muito isso, eu não poderia dizer não.

O planejamento já está desenhado?
Temos um planejamento pelo menos para os próximos 100 dias já bem definido. Lógico que eu não tenho todos os parâmetros ainda porque preciso tomar pé da situação. Mas existe, sim, um planejamento. O sindicato sempre foi muito voltado para o associado. Agora a ideia é a gente mudar o foco para o consumidor, para quem a gente atende, saber quem ele é, o que faz e o que ele representa para todo esse setor, que é muito poderoso. Ainda não temos esse mapeamento, então o começo do trabalho será esse.

Qual a principal demanda a ser atendida em relação aos associados?
Na realidade o que a gente precisa é divulgar aquilo que a gente faz. Estamos num lugar maravilhoso (Vale Europeu), mas que ainda é muito pouco conhecido no Brasil. Esse poder está nas nossas mãos, mas ainda falta um pouco de ênfase nesse trabalho. Por outro lado, para saber o que divulgar é preciso saber o que se tem, então é preciso fazer um trabalho de pesquisa, de mapeamento. Paralelo a isso, queremos estimular a união entre os associados e criar um selo de valorização da qualidade, que representa o que o Sihorbs pode oferecer na região.

Como você vê a vinda das grandes redes e bandeiras de hotéis para a região?
A competição nunca vai ser ruim. Ela faz com que você reveja valores e corra atrás. Não dá para parar nunca, você tem que estar sempre se atualizando. E, se atualizando, sempre vai haver mercado.

E o Airbnb? O que você pensa a respeito?
É impossível voltar atrás na evolução. O Airbnb já é a maior rede hoteleira do mundo sem ter nenhum hotel. Não há como impedir ou segurar isso. O que tem que fazer, e algumas cidades já estão fazendo, é a regulamentação.

O que o cliente mais procura quando se hospeda?
Cada cliente tem um foco. Tem aquele que vai a trabalho, tem o que vai a turismo. Ambos esperam qualidade no serviço, bom atendimento e um preço justo. Qualquer cliente busca isso. E isso não vale só para os hotéis. É nesse ponto que é preciso focar com relação aos nossos associados.

Você demonstra uma preocupação em descentralizar a gestão do sindicato, que sempre foi concentrada em Blumenau. Alguma ação específica para isso?
Vou fazer um trabalho de campo mesmo e conhecer melhor quem é o nosso associado. Quero o quanto antes visitar todos esses municípios e entender a demanda de cada um.

O Vale da Cerveja é um projeto turístico que engloba bares, restaurantes e hotelaria. Ele já dá resultados visíveis para o setor?
Posso falar como hoteleira já participando dessa nova mobilização. Está acontecendo, já está atraindo bastante gente e é uma causa que é preciso abraçar. É um diferencial para o Brasil inteiro, nós somos o Vale da Cerveja. É uma joia que tem que cuidar e continuar desenvolvendo o máximo possível.

Algo que se discute muito na região é o horário restrito de funcionamento de bares e restaurantes aos fins de semana e feriados. Qual a sua posição a respeito?
Eu penso que Blumenau e região ainda têm um pensamento industrial. Quando a gente fala em turismo, o cliente é o mais importante, ele que faz os nossos negócios girarem, ele que alavanca todo o investimento que a gente faz.Essa mentalidade vai ter que mudar o quanto antes, principalmente agora com o Vale da Cerveja. Você não pode esperar que o turista venha durante a semana. Temos que mudar a cabeça, estar aberto para receber o turista no final de ano e nos feriados.

Projeto de lei que muda regras do ISS deve chegar nesta semana à Câmara de Blumenau

18 de setembro de 2017 0

A prefeitura de Blumenau vai enviar nesta semana à Câmara de Vereadores projeto que adéqua o município a uma lei federal que determina que a alíquota mínima do ISS seja de 2%. A nova legislação, que aumenta a lista de serviços que podem incidir cobrança do tributo, considera ato de improbidade administrativa qualquer ação de isenção, incentivo ou benefício no recolhimento do imposto, inclusive a redução da base de cálculo.

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Para muita gente é uma maneira de combater a guerra fiscal no âmbito municipal. Também é essa mesma legislação que prevê que o ISS que incide em transações de cartão de crédito e débito, leasing e planos de saúde fique na cidade onde ocorreu a operação, e não mais no município sede das empresas que fornecem o serviço. Neste caso, trata-se de uma vitória das prefeituras, que vão ver a receita com o tributo engordar.

O texto precisa ser aprovado até 2 de outubro para começar a valer em 2018, o que significa que é bem possível que tramite em regime de urgência no Legislativo. Cálculos indicam que as mudanças vão garantir R$ 18 milhões a mais em arrecadação de ISS em Blumenau no ano que vem. As alterações precisam ser feitas por todas as prefeituras. A Federação Catarinense dos Municípios (Fecam) têm dado suporte para essas adequações.