Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Altenburg cresce mesmo na crise e planeja investir R$ 25 milhões em 2018

08 de dezembro de 2017 0

Empresa blumenauense é famosa pelos artigos de cama, principalmente travesseiros (Foto: Pedro Waldrich, Divulgação)

Num ano ainda duro para a economia e também para o setor têxtil, a Altenburg vai crescer 15%. Maior fabricante de travesseiros do Brasil, com 12 milhões de unidades produzidas por ano, a empresa blumenauense de cama, mesa e banho fez a lição de casa no período de recessão: fortaleceu a gestão comercial e agregou mais valor à linha de produtos, com ampliação do mix e incorporação de novas tecnologias – com novas matérias-primas e texturas que buscam proporcionar mais conforto na hora de dormir.

Curta Pedro Machado no Facebook

Com a “casa arrumada”, os investimentos chegarão a R$ 25 milhões em 2018, quando a companhia projeta aumentar o ritmo de crescimento – para 20%, segundo o vice-presidente Ilton Tarnovski. Os recursos serão aplicados em automação e no aumento da capacidade de produção das atuais unidades produtivas.

Parte deste valor também irá para o varejo. Após reinaugurar a tradicional loja na Rua São Paulo, em Blumenau, a empresa vai abrir mais três no que vem. Uma será no Balneário Shopping, em Balneário Camboriú. Os locais das outras duas ainda estão sendo definidos, mas o executivo antecipa que serão em “mercados novos”.

Na fila

Há seis meses na Altenburg depois de construir carreira na Dudalina, Tarnovski foi contratado para ser o próximo presidente da companhia, mas ainda não há prazo para a sucessão do atual mandatário, Rui Altenburg. Por ora, o vice-presidente se concentra no planejamento estratégico com vistas a 2022, quando a companhia oficialmente entrará na seleta lista de indústrias centenárias do Brasil.

Pesquisa faz um raio x do que o jovem pensa sobre carreira e mercado

06 de dezembro de 2017 0

Uma pesquisa encomendada pela Arcos Dorados, maior operador de restaurantes do McDonald’s na América Latina – incluindo negócios no Brasil –, constata aquilo que empresários, recrutadores e gestores de RH já observam há algum tempo na prática, mas talvez nunca tenham conseguido mensurar em números: os jovens exalam confiança, acreditam que a sociedade não dá o apoio que eles acham merecer, buscam reconhecimento rápido e nem sempre sabem lidar tão bem com críticas.

Curta Pedro Machado no Facebook

O mapeamento inédito foi conduzido pela consultoria argentina Trendsity, que ouviu 1,8 mil pessoas entra 16 e 27 anos de cinco países da América do Sul em agosto. No Brasil, foram 500 consultados. Argentinos, chilenos, colombianos e peruanos também participaram.

Em geral, o estudo mostra que o jovem de hoje acredita que a transição da escola para o mercado de trabalho é mais difícil do que na época dos pais. A maior parte deles não se vê como funcionário de empresa no futuro – prefere a autonomia ou o empreendedorismo –, concorda que salário é essencial – mas leva em conta também valores – e acredita que trabalho não é tudo – esforço é, sim, necessário, porém com momentos de lazer.

O blog pincelou alguns destaques do estudo:

- Os jovens se acham criativos, empreendedores e ágeis. Também avaliam que sabem trabalhar em equipe e têm mais flexibilidade

- 8 em cada 10 jovens confiam na própria capacidade

- Somente um terço dos jovens considera que a sociedade confia no talento deles

- 64% se sentem irritados com discursos de gerações anteriores que os criticam

- 79% consideram que suas conquistas precisam ser reconhecidas

- 77% querem sentir que estão contribuindo para um propósito

- 63% admitem que precisam desenvolver a capacidade de ouvir

- 78% acreditam no esforço para alcançar metas, contanto que existam momentos de prazer

- 58% se imaginam como empreendedores ou profissionais autônomos/independentes num prazo de 10 anos

- 69% acham que faltam oportunidades de trabalho para os jovens de sua geração

- 73% sentem que é difícil encontrar equilíbrio entre estudo, trabalho e prazer

- 80% avaliam que as empresas têm o poder de fazer a diferença para um futuro melhor

- 64% concordam que os jovens são mais exigentes e difíceis de satisfazer

- 62% consideram que os jovens de hoje se frustram ou se desmotivam mais rápido se não conseguem resultados imediatos no trabalho ou nos estudos

Rede de restaurantes de comida tailandesa mira Blumenau em plano de expansão

06 de dezembro de 2017 0

Rede procura 14 parceiros na região Sul do país (Foto: Divulgação)

Blumenau entrou no mapa de expansão da Khea Thai, que pode desembarcar na cidade já no próximo ano.

Curta Pedro Machado no Facebook

Com sede em São José do Rio Preto (SP), a rede de restaurantes especializada em gastronomia tailandesa está tirando do papel um modelo de franquias.

Duas unidades já foram vendidas em Curitiba e a busca, agora, é por pelo menos 14 parceiros no Sul do país, região considerada estratégica para o crescimento da marca. Por enquanto, potenciais franqueados estão sendo prospectados.

Votorantim vai investir para aumentar geração de energia alternativa em fábrica de Vidal Ramos

06 de dezembro de 2017 0

Planta no Alto Vale tem capacidade para produzir 750 mil toneladas por ano (Foto: Pedro Machado)

A Votorantim planeja aumentar a geração da energia alternativa que abastece a sua fábrica de cimento em Vidal Ramos, no Alto Vale. A meta é garantir que, em cinco anos, 60% do combustível usado no processo de produção venha de resíduos industriais, como restos de pneus, biomassas e matérias-primas não renováveis – hoje esse índice está em 35%. Para isso, serão investidos entre R$ 40 milhões e R$ 50 milhões.

Curta Pedro Machado no Facebook

Inaugurada em 2011, a fábrica de 190 mil metros quadrados tem capacidade para produzir 750 mil toneladas de cimento por ano e abastece os mercados catarinense e gaúcho. Apesar de não estar entre as maiores plantas do grupo no Brasil – são 37 ao todo –, a unidade é considerada internamente uma das mais eficientes, com baixo índice de ociosidade. Ali trabalham cerca de 250 pessoas, 90% delas moradoras do próprio município.

Brasil tem um "manicômio tributário", diz presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil

06 de dezembro de 2017 0

Fernando Pimentel comanda a Abit (Foto: Divulgação)

A incidência de ISS nas atividades de costura e acabamento a partir de 2018, como prevê a lei federal que “reformou” a cobrança do imposto, é vista pelo presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Fernando Pimentel, como “mais uma situação kafkiana que o sistema tributário brasileiro impõe a quem acredita e investe no país”.

Curta Pedro Machado no Facebook

— Nós não temos um sistema tributário no Brasil, temos um manicômio tributário — critica.

A mudança atinge principalmente facções que produzem, de maneira terceirizada, para grandes indústrias. Como o setor já recolhe ICMS, a reclamação é que vai haver tributação.

Impacto bilionário

Numa conta rápida, Pimentel calcula que a situação representaria um custo aproximado de R$ 4,5 bilhões para o setor em todo o país. A Confederação Nacional Indústria (CNI) questiona o projeto no Supremo Tribunal Federal (STF).

Em Blumenau, houve uma mudança que isenta essas empresas de recolhimento de ISS quando as atividades de costura e acabamento fizerem parte de um ciclo de produção. O projeto de lei que promove esta alteração foi sancionado terça-feira pelo prefeito Napoleão Bernardes.

Curtas: produção industrial, cervejarias artesanais, ICMS, horário de verão

06 de dezembro de 2017 0

Novo avanço na produção industrial brasileira verificado em outubro indica que o setor aos poucos vai eliminando os estoques e elevando o uso da capacidade instalada. Dados do IBGE divulgados mostram crescimento de 0,2% em relação a setembro. Na comparação com outubro do ano passado, o incremento é de 5,3%. No acumulado dos dez primeiros meses de 2017, a alta é de 1,9%.

***

Sessenta e cinco novas cervejarias artesanais abertas no Brasil de junho a novembro. A informação foi obtida pela associação do setor (Abracerva) junto ao Ministério da Agricultura e Abastecimento (Mapa).

***

Contribuintes que estão com o recolhimento do ICMS atrasado poderão parcelar os débitos com redução de multas e juros. Programa lançado pelo governo de Santa Catarina via medida provisória prevê parcelamento em até 60 vezes, com redução de valores relativos a juros e multa.

***

O Comitê Gestor descartou a implantação do horário de verão na prefeitura de Blumenau. O grupo avaliava a possibilidade de reduzir atendimentos na estrutura pública durante certo período como uma maneira de fazer economia de gastos como luz, água e combustível em um ano ainda duro na arrecadação. Mas, na análise da relação custo-benefício, não foi vista vantagem significativa.

Marca de moda do Vale planeja abrir 30 franquias no país em cinco anos

06 de dezembro de 2017 0

Primeira loja no formato foi inaugurada na semana passada em Balneário Camboriú (Foto: Divulgação)

Mais uma empresa de moda do Vale vai se aventurar no mundo das franquias.

Curta Pedro Machado no Facebook

Com quatro anos de existência, a Von der Volke, cujo foco é o público masculino das classes A e B, inaugurou na semana passada no Balneário Shopping, em Balneário Camboriú, a primeira loja no formato.

Administrada pelos próprios donos da marca, ela será uma maneira de testar o modelo. A meta inicial é abrir 30 unidades dentro de cinco anos. Um estudo mapeou potencial para até 80, revela o diretor de Negócios Thiago Matesco. Já há interessados em Brasília, Curitiba e no Ceará.

Cerveja própria

Além de diversificar os negócios com uma rede de franquias, a Von der Volke vai lançar uma cerveja própria. Será uma Dutch-Style Koyt, um estilo holandês para fazer jus à origem da marca e que é pouco conhecido no Brasil.

A receita será produzida de maneira colaborativa com a Schornstein. Deve ser lançada ao público no Festival Brasileiro da Cerveja, em março.

Projeto busca investidores para startups de Blumenau

06 de dezembro de 2017 0

Em junho, ocorreu em Blumenau a Startup Weekend, evento que fomenta a criação de novas startups (Foto: Patrick Rodrigues, BD, Jornal de Santa Catarina)

Em breve Blumenau deve ganhar uma rede de investidores para startups. Reuniões com empresários de diferentes portes e segmentos – como saúde, construção civil e têxtil, além da própria tecnologia – dispostos a aportar recursos nesse tipo de negócio já ocorreram nos últimos dois meses. Nestes encontros foi discutido o melhor modelo para tirar a ideia do papel. Por enquanto o grupo é restrito e os nomes dos interessados não estão sendo divulgados.

Curta Pedro Machado no Facebook

Uma nova rodada vai acontecer em breve, quando o primeiro desenho do projeto será apresentado. Depois, as diretrizes serão expostas ao outro lado mais interessado nessa história – os pequenos empreendedores que estão abrindo empresas com alto potencial de inovação. Se tudo sair como o planejado, as primeiras ações serão colocadas em prática a partir de fevereiro do ano que vem.

A ação está sendo coordenada pela empresária Ilisangela Mais, integrante do Núcleo de Inovação da Acib. Ela acredita que a iniciativa pode ajudar a resolver um dos gargalos da inovação em Blumenau, que é justamente a falta de dinheiro para o desenvolvimento de novos projetos.

A rede de investidores funcionaria com uma via de mão dupla: além de fomentar o crescimento de startups, possibilitaria a criação de novas tecnologias que beneficiariam ramos mais tradicionais da nossa economia. Isso sem falar na diversificação de atuação desses setores.

Interessados em saber mais detalhes da proposta podem entrar em contato pelo e-mail ilimais@prana.adn.br.

Retorno

Um estudo feito pela Anjos do Brasil, organização nacional que fomenta o investimento em startups, em parceria com a Grant Thornton Brasil indica que o aporte em inovação traz resultados significativos. Conforme a pesquisa, para cada R$ 1 aplicado em uma startup são injetados R$ 5,84 na economia local em um prazo de cinco anos. No mesmo período isso poderia se transformar em uma massa salarial de mais de R$ 11,5 milhões. Com incentivos fiscais, o retorno em impostos seria de quase R$ 6 milhões em dois anos.

Pagamento do 13º deve injetar R$ 359 milhões no bolso dos trabalhadores de Blumenau

05 de dezembro de 2017 0

O pagamento do 13º salário deste ano deve injetar R$ 359 milhões no bolso dos trabalhadores de Blumenau. A estimativa é do Sistema de Informações Gerenciais de Apoio à Decisão (Sigad), da Furb. De acordo com o professor Nazareno Schmoeller, que coordena o programa, a projeção considera o benefício pago a trabalhadores formais e informais e também a aposentados.

Curta Pedro Machado no Facebook

O valor é expressivo, mas Nazareno ressalta que nem todo esse dinheiro circulará em Blumenau. Há muita gente, por exemplo, que apenas trabalha na cidade – receberá, portanto, por aqui – e vai acabar gastando o dinheiro no município de origem ou mesmo em outros estados e países.

Além disso, é preciso lembrar que essa quantia se diluiu ao longo do semestre. Algumas empresas e o funcionalismo público adiantaram a primeira parcela do 13º entre julho e agosto.

De qualquer maneira, trata-se de um volume considerável que já enche o comércio de esperanças. Além de dar novo ânimo para as compras de Natal, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) avalia que o consumidor deve usar pelo menos parte do benefício para quitar pendências e limpar o nome na praça, o que também é bom para o varejo. Em outubro as dívidas no comércio de Blumenau chegavam a R$ 74,1 milhões, conforme dados do SPC Brasil.

Feirão

A partir de hoje, aliás, a CDL promove em sua sede, na Casa do Comércio, a quarta edição do Feirão Limpe Seu Nome. Até sábado consumidores inadimplentes poderão renegociar as dívidas. A Central de Cobrança da entidade vai representar mais de 130 lojas e estabelecimentos da cidade.

A iniciativa tem o apoio do Banco do Vale, Caixa Econômica, Sicoob MaxiCrédito, Viacredi e Procon. Informações: bit.ly/LimpeSeuNome2017.

Emilio Schramm será reeleito presidente do Sindilojas Blumenau

05 de dezembro de 2017 0

Foto: Lucas Correia, BD, Jornal de Santa Catarina

O empresário Emilio Schramm será reeleito presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Blumenau (Sindilojas). Ele encabeça a única chapa inscrita para a disputa. A votação ocorre no dia 16 de janeiro.

Curta Pedro Machado no Facebook

Um dos desafios será manter o comércio de rua competitivo frente à atuação dos shoppings centers. A missão, pelo visto, é bem difícil. No domingo, primeiro dia de horário estendido do varejo com vistas às compras de Natal, centros comerciais da cidade estavam cheios, mas poucas lojas na Rua XV de Novembro abriram as portas.