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Posts na categoria "Empreendedorismo"

Blumenau ganha, enfim, lei de incentivo à inovação

18 de dezembro de 2017 0

Era para ser uma pauta positiva, mas passou batida diante da polêmica proposta de revisão do plano de cargos e salários dos servidores da saúde de Blumenau. O pacotaço de projetos do Executivo aprovados pela Câmara de Vereadores em sessão extraordinária nesta segunda-feira incluiu o que enfim estabelece a Lei da Inovação na cidade.

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Ao definir as atribuições e o papel de cada um dos diversos agentes do ecossistema local de inovação, a legislação proporcionará maior segurança jurídica, o que deve estimular o desenvolvimento científico e tecnológico de Blumenau. Dentro do Legislativo, a articulação ficou a cargo dos vereadores Bruno Cunha (PSB) e Sylvio Zimmermann (PSDB).

Uma das novidades da Lei da Inovação é a implantação do Sistema Municipal de Inovação, que nasce para viabilizar parcerias entre organizações públicas e privadas, e o Conselho Municipal de Inovação, responsável por propor ações e políticas para o fomento do setor, abrangendo criação de empregos, melhor distribuição de renda e inclusão social.

Polêmica da vez no mercado financeiro, bitcoin será tema de curso em Blumenau neste sábado

14 de dezembro de 2017 2

Foto: George Frey, AFP

Sensação entre investidores e alvo de polêmicas no mercado financeiro, a bitcoin, moeda virtual mais famosa do mundo, será tema de um curso em Blumenau neste sábado.

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Ministrado por um instrutor da Sherpa, empresa especializada em orientação e consultoria financeira, o treinamento vai abordar como comprar, usar e armazenar a criptomoeda, um fenômeno que já vale em torno de US$ 15 mil.

Ainda há vagas para a turma. Informações: 3212-6777.

Licitação do Centro de Convenções de Blumenau deve ficar para janeiro

14 de dezembro de 2017 2

Foto: Divulgação

São pequenas as chances de a licitação para o Centro de Convenções de Blumenau ser lançada ainda em dezembro, como esperava a direção da Vila Germânica. O projeto precisou passar por pequenas adequações, que devem ser finalizadas nesta semana.

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Vencida esta etapa, será necessária a apresentação de pelo menos três orçamentos para a confecção do edital, como exige a lei. Com o ano em vias de terminar, o diretor administrativo e financeiro Guilherme Guenther admite que o processo pode ficar para janeiro.

Projetada para dinamizar o turismo de negócios da cidade, com captação de eventos empresariais e congressos corporativos, a estrutura será construída nos fundos do setor 3 da Vila Germânica. Terá 3,2 mil metros quadrados de área e capacidade para comportar 1.250 pessoas.

O investimento será de cerca de R$ 15 milhões, recursos já garantidos que virão do Fundo de Apoio aos Municípios (Fundam) do governo estadual. Se tudo der certo, as obras devem começar logo após a Feira Brasileira da Cerveja, em março.

Pesquisa faz um raio x do que o jovem pensa sobre carreira e mercado

06 de dezembro de 2017 0

Uma pesquisa encomendada pela Arcos Dorados, maior operador de restaurantes do McDonald’s na América Latina – incluindo negócios no Brasil –, constata aquilo que empresários, recrutadores e gestores de RH já observam há algum tempo na prática, mas talvez nunca tenham conseguido mensurar em números: os jovens exalam confiança, acreditam que a sociedade não dá o apoio que eles acham merecer, buscam reconhecimento rápido e nem sempre sabem lidar tão bem com críticas.

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O mapeamento inédito foi conduzido pela consultoria argentina Trendsity, que ouviu 1,8 mil pessoas entra 16 e 27 anos de cinco países da América do Sul em agosto. No Brasil, foram 500 consultados. Argentinos, chilenos, colombianos e peruanos também participaram.

Em geral, o estudo mostra que o jovem de hoje acredita que a transição da escola para o mercado de trabalho é mais difícil do que na época dos pais. A maior parte deles não se vê como funcionário de empresa no futuro – prefere a autonomia ou o empreendedorismo –, concorda que salário é essencial – mas leva em conta também valores – e acredita que trabalho não é tudo – esforço é, sim, necessário, porém com momentos de lazer.

O blog pincelou alguns destaques do estudo:

- Os jovens se acham criativos, empreendedores e ágeis. Também avaliam que sabem trabalhar em equipe e têm mais flexibilidade

- 8 em cada 10 jovens confiam na própria capacidade

- Somente um terço dos jovens considera que a sociedade confia no talento deles

- 64% se sentem irritados com discursos de gerações anteriores que os criticam

- 79% consideram que suas conquistas precisam ser reconhecidas

- 77% querem sentir que estão contribuindo para um propósito

- 63% admitem que precisam desenvolver a capacidade de ouvir

- 78% acreditam no esforço para alcançar metas, contanto que existam momentos de prazer

- 58% se imaginam como empreendedores ou profissionais autônomos/independentes num prazo de 10 anos

- 69% acham que faltam oportunidades de trabalho para os jovens de sua geração

- 73% sentem que é difícil encontrar equilíbrio entre estudo, trabalho e prazer

- 80% avaliam que as empresas têm o poder de fazer a diferença para um futuro melhor

- 64% concordam que os jovens são mais exigentes e difíceis de satisfazer

- 62% consideram que os jovens de hoje se frustram ou se desmotivam mais rápido se não conseguem resultados imediatos no trabalho ou nos estudos

Marca de moda do Vale planeja abrir 30 franquias no país em cinco anos

06 de dezembro de 2017 0

Primeira loja no formato foi inaugurada na semana passada em Balneário Camboriú (Foto: Divulgação)

Mais uma empresa de moda do Vale vai se aventurar no mundo das franquias.

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Com quatro anos de existência, a Von der Volke, cujo foco é o público masculino das classes A e B, inaugurou na semana passada no Balneário Shopping, em Balneário Camboriú, a primeira loja no formato.

Administrada pelos próprios donos da marca, ela será uma maneira de testar o modelo. A meta inicial é abrir 30 unidades dentro de cinco anos. Um estudo mapeou potencial para até 80, revela o diretor de Negócios Thiago Matesco. Já há interessados em Brasília, Curitiba e no Ceará.

Cerveja própria

Além de diversificar os negócios com uma rede de franquias, a Von der Volke vai lançar uma cerveja própria. Será uma Dutch-Style Koyt, um estilo holandês para fazer jus à origem da marca e que é pouco conhecido no Brasil.

A receita será produzida de maneira colaborativa com a Schornstein. Deve ser lançada ao público no Festival Brasileiro da Cerveja, em março.

Projeto busca investidores para startups de Blumenau

06 de dezembro de 2017 0

Em junho, ocorreu em Blumenau a Startup Weekend, evento que fomenta a criação de novas startups (Foto: Patrick Rodrigues, BD, Jornal de Santa Catarina)

Em breve Blumenau deve ganhar uma rede de investidores para startups. Reuniões com empresários de diferentes portes e segmentos – como saúde, construção civil e têxtil, além da própria tecnologia – dispostos a aportar recursos nesse tipo de negócio já ocorreram nos últimos dois meses. Nestes encontros foi discutido o melhor modelo para tirar a ideia do papel. Por enquanto o grupo é restrito e os nomes dos interessados não estão sendo divulgados.

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Uma nova rodada vai acontecer em breve, quando o primeiro desenho do projeto será apresentado. Depois, as diretrizes serão expostas ao outro lado mais interessado nessa história – os pequenos empreendedores que estão abrindo empresas com alto potencial de inovação. Se tudo sair como o planejado, as primeiras ações serão colocadas em prática a partir de fevereiro do ano que vem.

A ação está sendo coordenada pela empresária Ilisangela Mais, integrante do Núcleo de Inovação da Acib. Ela acredita que a iniciativa pode ajudar a resolver um dos gargalos da inovação em Blumenau, que é justamente a falta de dinheiro para o desenvolvimento de novos projetos.

A rede de investidores funcionaria com uma via de mão dupla: além de fomentar o crescimento de startups, possibilitaria a criação de novas tecnologias que beneficiariam ramos mais tradicionais da nossa economia. Isso sem falar na diversificação de atuação desses setores.

Interessados em saber mais detalhes da proposta podem entrar em contato pelo e-mail ilimais@prana.adn.br.

Retorno

Um estudo feito pela Anjos do Brasil, organização nacional que fomenta o investimento em startups, em parceria com a Grant Thornton Brasil indica que o aporte em inovação traz resultados significativos. Conforme a pesquisa, para cada R$ 1 aplicado em uma startup são injetados R$ 5,84 na economia local em um prazo de cinco anos. No mesmo período isso poderia se transformar em uma massa salarial de mais de R$ 11,5 milhões. Com incentivos fiscais, o retorno em impostos seria de quase R$ 6 milhões em dois anos.

"Começamos a entender que não seria mais da indústria que iríamos viver", diz presidente do SCMC

04 de dezembro de 2017 0

Amélia Malheiros coordena atualmente o movimento  (Foto: Daniel Zimmermann, Divulgação)

Doze anos atrás um grupo de empresas têxteis catarinenses, preocupadas com os rumos do setor, decidiu unir forças e criar uma plataforma colaborativa. Nascia em 2005 o Santa Catarina Moda Contemporânea – que mais tarde viria a ser rebatizado como Santa Catarina Moda e Cultura –, um movimento que estimula o compartilhamento de informações entre companhias do ramo, visando um crescimento mútuo, além de proporcionar a integração com universidades e instituições de ensino, todos unidos para contribuir com a qualificação do setor e torná-lo um produtor de moda – não apenas de confecção.

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O encerramento do 12º ano ocorreu com um evento em Blumenau na reta final de novembro. Dentre mais de 100 estudantes inscritos, 30 foram selecionados para criar soluções para problemas e desafios reais das 15 indústrias que atualmente compõem o movimento – Altenburg, Audaces, Chantelle, Hering, Círculo, Copa&Cia, Coratex, Cores e Tons, Fakini, HI Etiquetas, Karsten, LOA Underwear, Marisol, Tecnoblu e Villa Têxtil.

Presidente do SCMC, Amélia Malheiros, executiva da Hering, fala nesta entrevista dos resultados já obtidos pelo movimento.

O SCMC nasceu de uma necessidade da indústria têxtil ou de uma oportunidade?

As duas coisas, mas mais de uma necessidade. Em 2005, a Sonia Hess de Souza, então presidente da Dudalina, já enxergava que a gente iria viver um apagão de talentos. A meninada estava saindo dos bancos das universidades e do ensino técnico e não sabia o que era a realidade das empresas, estavam vindo muito mal preparados e não queriam ocupar algumas carreiras que estavam sendo menos projetadas. Era preciso fazer alguma coisa pela educação. A segunda e terceira gerações de empresários que estavam assumindo as empresas, ou mesmo os fundadores das empresas mais jovens, estavam absolutamente inconformados em perder mercado para a China. Foi, num primeiro momento, uma ameaça que a gente reagiu, mas alguns já enxergavam uma oportunidade. Acabou sendo um misto de coisas, de também defender uma bandeira de um Estado mais inovador, mais criativo e pujante. Dentro do conceito de economia criativa, começamos a entender que não seria mais da indústria que iríamos viver. Então, ou a gente inovava e trazia esse olhar de criação, desenvolvendo marcas desejadas pelo consumidor, ou em 10 anos Santa Catarina fecharia as portas e compraria tudo da China.

Esse foco do SCMC em tornar o Estado um produtor de moda, não só de confecção, virou um diferencial em relação a outros mercados, como a China, ou é puramente uma questão de sobrevivência do setor?

Também as duas coisas. Primeiro era uma questão de sobrevivência, para depois se criar um diferencial. Entendemos que essa cultura não se formaria do dia para a noite. Lá pelo segundo e terceiro anos do SCMC, quando estávamos ansiosos por resultados, o Vicente Donini, que naquela época estava na presidência da Marisol, dizia que o concorrente está lá do outro lado do planeta. Porque aqui o concorrente corre junto, no mesmo mercado. Era preciso dar as mãos. E o Giuliano Donini (filho de Vicente) dizia que essa cultura de tornar o Estado mais criativo e a pegada industrial ser um suporte, não o fim em si, demoraria mais de 10 anos. Agora estamos fazendo 12 anos e já começamos a colher resultados. Faculdades de moda foram incentivadas e provocadas pelo SCMC. Professores e alunos foram amplamente despertados para que entendessem esse universo da moda sobre outro olhar. Nossas empresas entenderam que todo mundo precisa entender o comportamento do consumidor, não importa se o negócio é próprio ou não. Estamos falando sobre o que o consumidor quer, trazendo informações para alimentar o sistema de criação e produção. E isso demora.

Quais são os resultados práticos mais visíveis ao longo desses 12 anos?

Somos, depois de São Paulo, o segundo mercado em número de empregos gerados no setor têxtil. Termos mantido esse lugar para mim já é fruto de muito esforço, porque se nada fosse feito teríamos perdido e sucumbido para outros estados e países. Somos hoje um Estado que desponta nas estatísticas de manutenção e criação de empregos. Também começamos a ver talentos formados no SCMC se destacando. Descobrimos uma aluna do primeiro ano, formada pela Furb, que hoje mora em Portugal e é gerente de design de uma das marcas de moda mais importantes de lá. Muitas marcas próprias começaram a aparecer também. A gente foi plantando essas sementes. Algumas vieram para dentro da indústria tradicional, outras foram para carreira solo e outros foram incorporar esse cluster.

Foi difícil quebrar esse tabu de compartilhar informações entre empresas que atuam no mesmo ramo?

Ninguém está ali para abrir preço de venda, margem de contribuição. Esse não é o objetivo, isso é dado estratégico que diz respeito ao posicionamento da empresa. Quando a Dudalina começou a fazer o seu projeto de lojas, onde ela iria aprender a falar de varejo se não fosse na Hering, que já tinha mais de 700 lojas? Óbvio que era lá dentro. Foram várias visitas de gerentes de produto, diretores e áreas da Dudalina para conversar com a Hering. Há questões, por exemplo, de análise de inteligência de mercado. O fato de você aprender uma ferramenta não quer dizer que você está entrando na estratégia do outro. Ela seria utilizada por cada empresa dentro da sua necessidade. Então eu diria que não foi muito difícil. Acho que se quebrou um grande paradigma quando Karsten e Buettner se visitaram, no segundo ano de SCMC. As duas empresas eram centenárias e nunca tinham se visitado. Quando aconteceu o encontro, foi algo emblemático. Para os mais jovens falar em compartilhamento é chover no molhado em tempos de internet e redes sociais. Antigamente, o domínio da informação era tudo. Ali se quebrou um paradigma e mostrou a que veio o SCMC.

Hoje são 15 empresas associadas. O que elas têm de diferente que as fazem buscar esse tipo de iniciativa?

Elas entendem que não estão fazendo só por si ou só por Santa Catarina. Elas estão fazendo por algo maior, que é a moda brasileira. É dar significado à sua marca, criar propósito para a sua companhia. É uma entrega genuína para os estudantes e para a sociedade como um todo, porque a maior parte dos nossos eventos é aberta. Essas empresas têm esse altruísmo por uma sociedade melhor, por uma moda mais ética, mais sustentável e consistente. Esse é um ponto comum que as une. E há também o olhar da inovação e da abertura. Uma empresa muito fechada que acha que o que tem dentro de casa é um segredo industrial não vai entrar no SCMC. Ali falamos de coisas que afetam o mercado como um todo, obviamente resguardada sempre questões estratégicas. Um dos temas que estamos debatendo agora é a indústria 4.0, que é uma questão que aflige a todos nós. Quando essa empresa fechada entender o que isso significa, ela já terá sido engolida por essa temática sem perceber. Então eu diria que são empresas que enxergam o futuro.

Quais são os próximos passos?

A gente renovará a diretoria no ano que vem e vamos buscar uma aproximação ainda maior com as entidades. Temos a facilidade hoje de ter o José Altino, presidente do Sintex, que é um dos grandes entusiastas do SCMC. O fortalecimento com entidades como Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil) e Fiesc (Federação das Indústrias de SC) para trazer um número maior de empresas é um ponto. Também haverá mais aproximação com o ecossistema das startups e vamos dar continuidade ao desafio que os alunos estão trazendo para as empresas, fazendo com que eles realmente sejam aplicados dentro do setor têxtil. Há uma massa crítica de informações muito grande sem que a gente torne isso um processo evolutivo dentro das companhias. No ano que vem a gente tem como propósito que essas ideias todas sejam efetivamente testadas, pelo menos minimamente aplicadas.

Blumenau sobe em ranking e é a 11ª melhor cidade do Brasil para empreender, mostra pesquisa

27 de novembro de 2017 0

Praça do Empreendedor é uma das iniciativas bem sucedidas da cidade (Foto: Lucas Correia, BD, Jornal de Santa Catarina)

Blumenau subiu duas posições no ranking e agora é o 11º município brasileiro com melhores condições para abrir e expandir empresas. É o que mostra o Índice de Cidades Empreendedoras (ICE) 2017 elaborado pela Endeavor, reconhecida organização global de fomento ao empreendedorismo. É o terceiro ano seguido que a cidade melhora de colocação – era a 20ª em 2015 e passou para o 13º lugar em 2016. A liderança é de São Paulo.

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O ICE analisou o ambiente de negócios de 32 cidades de 22 Estados que respondem por cerca de 40% do PIB nacional. São avaliados indicadores relacionados à infraestrutura, ambiente regulatório, cultura empreendedora, capital humano, inovação e acesso a capital.

Os resultados completos do estudo serão divulgados nesta segunda-feira, mas alguns dados já foram antecipados na sexta-feira pelo Valor Econômico. Veja aqui a lista publicada pelo jornal.

O levantamento mostra ainda que Blumenau é destaque em ambiente regulatório (3º lugar geral), mercado (5ª posição) e inovação (4ª colocação).

Os fatores

O prefeito Napoleão Bernardes (PSDB) comemora os resultados. Diz que iniciativas como a Praça do Empreendedor, um case nacional de simplificação de abertura de empresas, a criação do Plano Municipal de Desenvolvimento Econômico e mudanças na Secretaria de Desenvolvimento Urbano e na Faema, que agilizaram a liberação de licenças, ajudam a explicar o salto no ranking.

Ele também observa a forte cultura empreendedora do blumenauense e ressalta a importância da articulação entre diferentes entidades e representantes da sociedade civil para o fortalecimento da economia local.

Executivo da NSC Comunicação vai assumir presidência da ADVB-SC

21 de novembro de 2017 0

Delton Batista (Foto: Diorgenes Pandini)

O diretor de Negócios da NSC Comunicação, Delton Batista, será o próximo presidente da Associação de Dirigentes de Vendas e Marketing de Santa Catarina (ADVB-SC). O anúncio vai ocorrer durante a cerimônia de premiação dos vencedores do Top de Marketing e Vendas 2017 na noite desta quarta-feira.

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O mandato é de dois anos e a posse está marcada para 28 de fevereiro de 2018. Os empresários Jaime de Paula (fundador e CEO da Neoway), Rogerio Siqueira (CEO do Parque Beto Carrero) e Angela Gonçalves (CEO da Elo Corporate) serão os vice-presidentes executivos.

De acordo com Delton, o mote da gestão estará na valorização do papel estratégico do marketing, vendas e inovação para o crescimento das organizações e, consequentemente, o desenvolvimento da sociedade.

Empresária de Brusque projeta faturamento de R$ 18 milhões com brigaderias gourmet

13 de novembro de 2017 0

Bárbara fez do negócio próprio uma rede de franquias (Foto: Lucas Correia, Jornal de Santa Catarina)

Em novembro de 2014, quando a crise econômica começava a dar as caras, Bárbara Pavesi Alvaides contrariou as recomendações de familiares e amigos, largou o emprego de gerente em uma loja e começou a vender brigadeiros.

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O que antes eram apenas encomendas esporádicas para conhecidos foi tomando forma de negócio. Os doces – que levam um ingrediente secreto que ela guarda a sete chaves – fizeram sucesso e um ano depois a aspirante a empreendedora abriu uma confeitaria gourmet em Brusque, que também tem mini porções de tortas e outros doces e cafés especiais, todos com a assinatura da proprietária.

Não levou muito tempo para a proposta despertar o interesse de investidores. Em 2016 a Petite Amie virou uma rede de franquias que já tem quatro unidades em Santa Catarina (Blumenau, Brusque, Gaspar e Balneário Piçarras). Para manter a qualidade dos produtos, a empresária investiu em uma pequena fábrica, que hoje produz doces que vão para a loja.

A meta, agora, é chegar a 20 unidades até o fim do ano que vem, com um faturamento projetado de R$ 18 milhões. A expansão já começou a ser desenhada e vai contemplar outros Estados.