26 out10:40

Em hospital de Canguçu, burocracia fecha UTI que evitaria peregrinação de grávida de gêmeos

Joice Bacelo | joice.bacelo@zerohora.com.br

A história da funcionária pública que teve de esperar dois dias e viajar cerca de 530 quilômetros para dar à luz os gêmeos expôs um entrave burocrático que já dura quase nove meses.

Em Canguçu, uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal equipada está fechada porque o credenciamento para abrir as 10 vagas vinculadas ao SUS ainda não foi liberado.

Se estivesse ativa, poderia ter mudado o destino de Elisiane San Martins e dos dois filhos, de acordo como o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers).

Foram investidos cerca de R$ 1,2 milhão na unidade do Hospital de Caridade de Canguçu, que fica a 280 quilômetros de Santa Vitória do Palmar, cidade onde Elisiane aguardava por um leito em hospitais do Estado. 

A UTI neonatal está equipada desde dezembro do ano passado e pronta para funcionar desde 1º de fevereiro, mesma data em que o pedido de credenciamento foi encaminhado para a Secretaria Estadual de Saúde (SES).

Assim que o credenciamento for aprovado, a UTI neonatal do Hospital de Caridade de Canguçu dará início aos atendimentos.

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